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ELES SÃO REIS

Tenho amizade fecunda pelos três REIS que conheço de muitos reinados, por acompanhá-los e admirá-los. São três Luiz e três ícones em Brasília: Luiz Antônio Reis (com quem trabalhei no Governo Arruda) e hoje é o presidente da Caesb. Luiz Guilherme Reis que engrandeceu a Cultura de Brasília como gestor, como artista e como produtor Cultural. E Luiz André Reis, hoje Comodoro do Iate Clube.

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Guilherme Reis partiu hoje e deixa um vazio na cultura candanga. Chegou a Brasília no ano da inauguração, vindo de Goiânia. Começou cedo, aos 18 anos, uma longa carreira dedicada ao teatro.
Guilherme Reis participou de peças como Os Saltimbancos, O Noviço, A vida é sonho, O Exercício, Pequenos Burgueses, Um grito parado no ar e Caça aos ratos. Foi mais longe com: A Revolução dos Bichos – Chapeuzinho amarelo (1981) – Pedro e o Lobo (1983) – A Hora do Pesadelinho (1991) – Reta do fim do fim (Prêmio Villanueva de Melhor Espetáculo Estrangeiro de 1997 em Cuba) – Movimentos do desejo (1998) – Reveillon (1999).
ADEUS, GUILA! Meu abraço à Carminha Moretzsohn. E meu profundo agradecimento pelas 29 versões do CENA CONTEMPORÂNEA que fizeram o reinado de REIS e um festival tão rico e diverso que fez de Brasília a RAINHA DA CULTURA.

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