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Avanços do Brasil na agenda ambiental apontam caminhos para o desmatamento zero

Em painel na COP30, representantes da República Democrática do Congo, Colômbia e Indonésia alinharam metas para mapa do caminho rumo ao desmatamento zero

 

Iniciativa impulsionou o debate sobre a criação de mapas do caminho para reverter a perda de cobertura florestal global – Foto: Rogério Cassimiro/MMA

Aexperiência do Brasil no combate ao desmatamento e à degradação florestal foi apresentada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) na última terça-feira (18/11), em painel realizado no Pavilhão Brasil da Zona Azul na COP30, na capital paraense. O evento impulsionou o debate sobre a criação de mapas do caminho para reverter a perda de cobertura florestal global e construir resiliência frente à mudança do clima. 

O painel “Do compromisso à ação: avanço global ao desmatamento zero” foi organizado pela pasta, e reuniu ministras e representantes dos Ministérios do Meio Ambiente da República Democrática do Congo (RDC), Colômbia e Indonésia. 

Na ocasião, o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, reforçou o compromisso do governo brasileiro em reduzir a perda de vegetação nativa e alcançar o desmatamento zero em todos os biomas até 2030. “Em 2003, com a primeira fase do PPCDAM, o Brasil iniciou a construção do seu mapa do caminho para zerar o desmatamento”, pontuou. 

“Não é um mapa do caminho, são mapas do caminho, em que cada país constrói a sua trajetória. Essa trajetória precisa ser necessariamente apoiada financeiramente, com troca de experiências e transferência de tecnologias, para que todos nós possamos, cada um no seu ritmo e respeitando as suas diferenças, caminhar no sentido de implementar o afastamento do uso de combustíveis fósseis”, completou o secretário-executivo.  

Ao detalhar os esforços do governo federal para ampliar a conservação e zerar o desmatamento no país, o secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do MMA, André Lima, destacou a reestruturação da governança ambiental, com a criação de Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento para os biomas brasileiros, a implementação da Política Nacional do Manejo Integrado do Fogo, e a retomada do Fundo Amazônia e da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas, que reúne 19 ministérios sob a presidência da Casa Civil e a secretaria-executiva do MMA. 

Outras medidas destacadas incluem a intensificação das ações de fiscalização e monitoramento e a implementação do programa União com Municípios, iniciativa voltada ao desenvolvimento sustentável e ao combate do desmatamento e incêndios florestais na Amazônia. 

“É um mecanismo de recompensa pelo empenho na redução do desmatamento. Esses municípios já estão recebendo uma série de equipamentos e apoio técnico, e alguns resultados já foram alcançados. Nesses três anos, entre 2023 e 2025, houve uma queda de 50% no desmatamento na Amazônia, a terceira menor taxa da história”, salientou.  

A ministra do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Nova Economia Climática da RDC, Marie Nyange Ndambo, apresentou iniciativas para controlar a perda florestal no país, entre elas, o desenvolvimento da estratégia nacional de REDD+.  

“O país se comprometeu a reduzir a perda florestal em todo o território nacional graças ao mecanismo REDD+”, afirmou. “Os programas integrados de REDD+ foram desenvolvidos especialmente na província de Mai-Ndombe e em outras cinco do país”, informou a ministra.  

“As florestas representam 63% do potencial total de redução de emissões da Indonésia. Esse é o princípio orientador da implementação da NDC da Indonésia”, esclareceu a assessora sênior do ministro para o tema de mudanças climáticas do Ministério das Florestas da República da Indonésia, Haruni Krisnawati.  

A assessora explicou que o país trabalha para que, até 2030, as florestas da Indonésia absorvam mais gases de efeito estufa do que emitem. Para atingir a meta, o governo indonésio implementa cinco estratégias territoriais: gestão florestal sustentável; aumento do estoque de carbono florestal; conservação das florestas e da biodiversidade; gestão do ecossistema de turfeiras; e o reforço de políticas, instrumentos e sistemas de informação. 

“A floresta não é um obstáculo ao desenvolvimento, mas um motor de crescimento sustentável. Isso também é a base do nosso caminho para alcançar emissões líquidas zero até 2035”, completou.  

A cooperação entre Brasil e Colômbia para enfrentar o desmatamento foi reiterada pelo consultor de Assuntos Internacionais do Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia, Jerson González Umaña. “Seguimos construindo cenários e mecanismos de trabalho fronteiriços, que nos une em um propósito comum: alcançar a meta de desmatamento zero”, defendeu.  

Jerson González destacou a adoção de uma nova estratégia de mobilização de recursos no país, que consolidou três anos contínuos de redução no desmatamento. “Conseguimos mobilizar não apenas recursos de cooperação internacional, como já vínhamos fazendo, mas também tomamos uma decisão histórica e política de o próprio governo destinar recursos por meio do Fundo para a Vida e a Biodiversidade”, explicou. “Esta é outra decisão estratégica no caminho da meta de desmatamento zero até 2030”, frisou.  

O diálogo foi moderado pela diretora do Departamento de Políticas de Controle do Desmatamento e Incêndios do MMA, Roberta Zecchini Cantinho.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA

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CABO VERDE

A COPA DO MUNDO E O BRASIL

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– “Um dia você vai olhar para trás e descobrirá que cada lágrima financiou sua vitória”. VOZINHA (Josimar José Évora Dias) goleiro de Cabo Verde,como filósofo e influenciador mundial do momento. ”
CABO VERDE está na ordem do dia. Na Europa, França e Bahia. Na Time Square, na rua e na Lua. O que é uma Copa do Mundo de Futebol, heim?
Na sexta Copa do Mundo de 1958, esse mesmo fenômeno de empatia e paixão aconteceu com o Brasil. Imagina que na recepção oficial dos 13 países participantes da Copa-6, em Estocolmo, o Comitê Organizador da FIFA simplesmente errou ao hastear a bandeira brasileira. Sim, a bandeira do Brasil – hoje cantada em prosa e verso – não estava lá. Pior: mesmo com o protesto e muita reclamação de Zagallo e do Mário Trigo, o coordenador da FIFA na Copa, Bengt Agren, levou os dois até o local onde estavam as bandeiras e mostrou, assim, com ar de autoridade:
– Está vendo? Olha aí vossa bandeira…
Era a bandeira de Portugal. Mário Trigo e Zagallo foram buscar uma enciclopédia Delta-Larousse para provar qual era a verdadeira bandeira do Brasil. Aí foi que Embaixada do Brasil na Suécia teve que entrar na historia para que a bandeira brasileira pudesse tremular em terras suecas.
Pois bem, a Copa terminou com show de Garrincha e Pelé e o mundo enrolado na bandeira do Brasil, cantando loas à Seleção Brasileira.
Pois bem, 68 anos depois, na COPA 23, CABO VERDE, por motivos diferentes, virou o queridinho da Europa, França e Bahia… do Brasil e do Mundo. E VOZINHA (Josimar Évora Dias) incorporou os mitos Garrincha e Pelé.
CABO VERDE: O QUE TEM A VER
O PAÍS DE VOZINHA COM O BRASIL?
Em abril de 2024, aportei na cidade de Praia, Capital de Cabo Verde. Como foi bom e prazeroso visitar Cabo Verde.
O país é um arquipélago de 10 ilhas. Cabo Verde, além de ser um dos nove países que falam o Português, tem duas referências fortes em relação ao Brasil. Uma delas com Brasília.
Depois de um dia em PRAIA, na Ilha Santiago, fui para Mindelo, a cidade cultural, que fica na Ilha São Vicente.
Cabo Verde foi a referência para definir a linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas.
O Tratado foi assinado por Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494 e ratificado em 5 de setembro do mesmo por D. João II de Portugal e Fernando II de Aragão. Ele estabelecia que as terras descobertas e as terras a descobrirem, nas Américas, deveriam obedecer um meridiano traçado a 370 léguas da ilha de Santo Antão (Cabo Verde). A OESTE do meridiano, as terras pertenceriam ao Reino de Castela (Espanha) e a LESTE ao Reino de Portugal.
O meridiano está, por assim dizer, numa linha reta de Belém do Pará até Laguna, em Santa Catarina.
Quem é de Brasília sabe que esse meridiano do Tratado de Tordesilhas passava a menos de 100km do DF, bem perto de Cacalzinho.
Os originais de cada idioma encontram-se depositados no Archivo General de Índias, na Espanha, e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
Voltando à Copa do Mundo vale dizer: a Argentina venceu o jogo entrando para as Oitavas de Final e CABO VERDE também venceu entrando para a História.
O SUCESSO DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO NINGUÉM ESQUECE.
VIVA CABO VERDE!
FOTOS:
1) A pedido da FFIFA, Cabo Verde foi o primeiro país a dar o nome de REI Pelé ao seu estádio de futebol. (Seria o sucesso de Cabo Verde na Copa o primeiro milagre do Rei?)
2) Visitando Mindelo, terra da cantora Cesarea Évora, aliás também a terra natal do goleiro VOZINHA – Josimar Évora Dias.
3) VOZINHA – depois da atuação na Copa tem emprego com bom salário garantido.

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BioTech XP reúne público no Planetário de Brasília

Confirma nova edição no Pátio Brasil com mais de 40 horas de atrações

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Brasília recebeu nesta semana a festa de lançamento da BioTech XP no Planetário de Brasília, em um evento que combinou ciência, tecnologia e experiências imersivas voltadas ao público jovem e às famílias. A programação movimentou o espaço com atividades interativas, palestras e atrações que transformaram o ambiente em um grande laboratório de descobertas.

Entre os destaques da edição no Planetário estiveram os simuladores de realidade virtual de montanha-russa e asa-delta, que proporcionaram uma experiência sensorial de alta imersão aos visitantes. As atrações chamaram a atenção do público pela proposta de aproximar ciência e tecnologia de forma prática e acessível.

O evento também contou com a participação do Einstein Jr., que apresentou conteúdos de biologia e ciência de maneira dinâmica e interativa, despertando a curiosidade dos participantes e incentivando o aprendizado por meio da experimentação. A proposta central da BioTech XP foi justamente apresentar a ciência sob uma nova perspectiva, mais lúdica e conectada ao cotidiano.

De acordo com a organização, a receptividade do público reforça a consolidação do projeto como uma iniciativa de divulgação científica voltada para novas gerações, unindo educação, entretenimento e inovação em um mesmo ambiente.

Com o sucesso da estreia, a BioTech XP já tem nova edição confirmada no Pátio Brasil Shopping. O evento contará com mais de 40 horas de programação, incluindo experiências imersivas, atividades educativas e novas atrações voltadas à ciência e tecnologia, ampliando ainda mais o alcance da proposta.

A iniciativa reforça a expansão do projeto no Distrito Federal e a intenção de levar conteúdos científicos de forma acessível e envolvente a diferentes públicos, mantendo a experiência como elemento central da jornada do visitante.

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Assim nasceu

BRASILIA

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Pela primeira vez, graças a JK, levou-se um Planejamento urbanístico sério. Mesmo com todo rigor de um plano diretor, depois de 67 anos, houve desvirtuamentos… afinal, isso aqui é Brasil.
Vale a pena assistir a este vídeo

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