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TRES FATOS DO DIA

PALMAS PARA O CORREIO BRAZILIENSE E PALMAS PARA O ANIVERSÁRIO DE MARIA ESTELA KUBITSCHEK LOPES

 

Acordei hoje, 10 de dezembro de 2025, sorrindo. Dois desses eventos estão nas páginas do Correio Braziliense. Li, recortei e guardei as páginas com o carinho que merecem.
O terceiro evento é uma comemoração especial pelo aniversário de uma grande amiga: Maria Estela Kubitschek Lopes.
1 – MARIA ESTELA nasceu Maria Estela de Oliveira Mata. Hoje leva o sobrenome Kubitschek. Vou aproveitar para fazer uma lembrança histórica. Acho que nem todos sabem: Maria Estela abriu o caminho jurídico para a adoção no Brasil. Vale lembrar:
– Quando Maria Estela completou 15 anos, em 10 de dezembro de 1957, no Palácio do Catete, ambos protagonizaram um dos mais célebres casos de adoção no Brasil. A Lei de adoção é de JK e foi o presente de aniversário de 15 anos que o Presidente deu à sua filha adotiva num café da manhã.
A história é tão emocionante quanto longa. Aí é melhor ler o seu livro ‘SIMPLES E PRINCESA’, onde Maria Estela conta tudo.
Quero registrar, apenas, a beleza de uma frase de Maria Estela sobre a sua adoção: – “Nunca fui insegura por ser adotiva ou achei que talvez precisasse acertar mais do que a Márcia por causa disso. Papai e mamãe sempre me passaram a noção de que eles precisavam de mim mais do que eu deles”.
PARABÉNS, MARIA ESTELA!
2) O segundo evento está na capa do Correio Braziliense: a criação do PRÊMIO JK. Lá se foram 65 anos para que o jornal – irmão gêmeo de Brasília – criasse uma comenda que não olhasse apenas a linha de chegada. O Correio Braziliense, que escreveu o diário da inauguração e implantação da Nova Capital, foi além: criou em boa hora uma COMENDA que valorizasse as forças vivas da cidade. O Prêmio JK resgata os nomes daqueles que estão aí fazendo a TRAVESSIA nos mais diversos setores. Parabéns, Guilherme Machado, Ana Dubeux e Leonardo Moisés. Vocês e sua equipe fizeram um Gol de Placa.
3) O terceiro evento também está no CB: o artigo do ex-governador e educador Cristovam Buarque, hoje, na página Opinião, “UM MILHÃO DE ELBAS” tem verdades que foram ditas que vale um bilhão de elogios. “A democracia que se iniciou com a ousadia de cassar um presidente que aceitou um Elba e uma presidente, que sem qualquer benefício pessoal usou de uma contabilidade criativa na execução do orçamento chega ao seu centenário escondendo um milhão de Elbas”.
A verdade: pelo menos um milhão de Fiat-Elbas são gastos sem risco de impeachment e, muitas vezes, ocultados do conhecimento público por decisões judiciais que lembram decretos secretos dos ditadores. UMA VERGONHA!
FOTOS:
1) A família do presidente JK: dona Sara, JK, Maria Estela e Márcia.
2) Capa do CB com os escolhidos pelo Premio JK.
3) O artigo do ex-governador Cristovam Buarque: uma verdade que incomoda muita, mas muita… muita gente.

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Motoclubes e similares são reconhecidos por relevante interesse social e cultural

Lei originada na Câmara Legislativa prevê promoção de eventos, proteção dos direitos dos motociclistas e criação de programas de educação, entre outros

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Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Justificativa da proposta aponta que os motoclubes oferecem benefícios sociais e culturais como a promoção da amizade, segurança no trânsito e outros

A Lei do Distrito Federal nº 7.910, sancionada em 16 de junho de 2026, reconhece as atividades de motoclubes, moto grupos, moto car clube e similares como forma de expressão cultural, lazer e convívio social. Para o autor da norma, deputado Martins Machado (Republicanos), os grupos não apenas reúnem pessoas com interesses comuns, mas também contribuem para a construção de uma identidade cultural específica, que deve ser valorizada e respeitada.

O projeto de lei justifica que os motoclubes e moto grupos oferecem uma série de benefícios sociais e culturais significativos, como a promoção da amizade, apoio mútuo, segurança no trânsito e ações beneficentes entre os motociclistas. Além disso, preservam a história, celebram a liberdade e influenciam a sociedade por meio de sua cultura e estilo de vida.

A legislação prevê a promoção de eventos relacionados ao motociclismo e ao automobilismo; a proteção dos direitos dos motociclistas, incluindo a liberdade de expressão e associação; a criação de programas de educação e conscientização sobre as atividades; a ampliação da quantidade de espaços adequados para a realização de eventos; e o fortalecimento, a promoção e a difusão das práticas.

Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)

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ENQUANTO HOUVER BRASIL

HAVERÁ PELÉ

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Não há como não falar da COPA do Mundo de 2026. Foram 48 seleções e 1.100 atletas disputando o torneio de esporte mais importante do Planeta.
Espetáculo de emoções, de mídia, de BETs, de patriotadas, de fanatismo, de alegrias, de teatro e de marketing. Tudo isso, junto misturado, dá o chamamos, hoje, de paixão pelo Futebol.
Vi e li todos os jornais desta segunda-fera. Em fotos, estilos e críticas, mais ou menos o óbvio. Tostão, magistral no campo da bola e no campo das letras, deixou sua opinião: “Os grandes problemas do País se estendem ao futebol… Nas últimas décadas e em variados governos, o Brasil tem sido incompetente… O mesmo acontece no futebol”.
Vi, também, pelas crônicas e reportagens que os atuais deuses do futebol (Messi, Mbapé, Cristiano Ronaldo) vão deixando seus pódiuns. Novos deuses virão… E, como sempre, chegarão as novas comparações. Ele ou Pelé?
Vi também, e gostei, da crônica de Gustavo Poli, em O Globo: “Perdoa, Rei Edson Arantes do Nascimento”-
Pois é, ano que vem – outubro de 2027 – serão 50 anos que Pelé se aposentou no campo… Sim, há quase meio século Pelé deixou de jogar. E hoje, Pelé está há mais de três anos em outro patamar. Mesmo assim, tenho certeza, continuará sendo alvo de comparações: – QUEM FOI MAIOR?
Penso comigo: enquanto houver Brasil, haverá Pelé.
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Nova lei estabelece projeção de informações sobre pontos turísticos em Brasília nas salas de cinema

As exibições de informações devem ter duração de 30 segundos e serem projetadas antes do início de filmes nos cinemas e em casas de show

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Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

 

Legislação visa explorar o potencial turístico e cultural do Distrito Federal

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promulgou a Lei nº 7.868, de 6 de maio de 2026, de autoria da deputada Jaqueline Silva (MDB), após o veto ao projeto de lei original pelo ex-governador Ibaneis Rocha. A nova lei institui a obrigatoriedade da exibição de informações sobre pontos turísticos de Brasília nas telas de cinema no DF.

Originalmente PL nº 2.279/2021, a justificativa do projeto é a promoção do turismo como fonte inesgotável de renda, emprego, desenvolvimento econômico e cultural. O cinema deverá ser utilizado como meio ímpar de divulgação de atrações pela sua abrangência e diversidade de público.

Segundo Jaqueline Silva, o fomento ao turismo traz um cenário benéfico de geração de empregos e o surgimento de profissionais capacitados em diversas áreas, abrindo espaço para bacharéis em turismo e hotelaria, profissionais da gastronomia, transporte turístico, idiomas, comércios diversos e artesanatos.

As exibições de informações devem ter duração de 30 segundos e ser projetadas antes do início de filmes nos cinemas e em casas de show.  A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) fornecerá todas as informações que serão projetadas.

Beatriz Negreiros (sob a supervisão de Ivan Iunes)

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