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Pioneiro da arte sacra no Brasil, Frei Agostinho ganha exposição em SP

Mostra resgata a trajetória do artista no país

 

Matheus Crobelatti *

 

Os trabalhos de Frei Agostinho de Jesus, reconhecido como um dos precursores da arte sacra no Brasil colonial, estão em uma exposição que começou nesta semana, em São Paulo, na Fundação Maria Luísa e Oscar Americano.

A mostra reúne 48 obras do artista e há esculturas em terracota, prataria sacra, assim como textos históricos, entre outras produções.

Com curadoria de Rafael Schunk, a exposição demonstra como a arte sacra e, por sua vez, as obras de Agostinho foram influenciadas por diferentes culturas e povos através de relações comerciais e sincretismo religioso.

As obras mostram como as populações indígenas levaram aspectos únicos para a arte sacra produzida no Brasil, como o uso de terracota. Essas obras têm traços específicos da cultura local, que acabaram sendo apropriadas pelos colonizadores e que mais tarde seriam incorporadas ao movimento Barroco.

São Paulo (SP), 21/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - exposição de arte sacra. Foto: Fundação Maria Luisa/Divulgação
Exposição apresenta a arte sacra de Frei Agostinho de Jesus – Foto: Fundação Maria Luisa/Divulgação

A exposição também aborda como São Paulo se tornou, devido às trocas culturais, um grande polo para a arte sacra feita em terracota.

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A Fundação Maria Luisa e Oscar Americano fica na Avenida Morumbi, 4077. A entrada é gratuita às terças-feiras. Nos demais dias da semana, a inteira custa R$ 40 e a meia, R$ 20.

O local abre de terça-feira a domingo, das 10h às 17h30.

A mostra fica em cartaz até o fim de setembro.

* Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior

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Estudo mapeia pegada de carbono do soro de leite no Brasil

O estudo abrange toda a complexidade da cadeia: desde a produção do leite in natura, passando pelo transporte e processamento industrial

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Foto: Divulgação Embrapa

 

Um estudo desenvolvido em cooperação técnica entre a Embrapa Gado de Leite (MG), a Sooro Renner Nutrição e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) redefiniu critérios de medição do impacto ambiental do soro do leite e derivados no setor. O soro em pó destaca-se hoje como um insumo estratégico, amplamente utilizado na formulação de produtos que vão da nutrição esportiva à indústria de panificação, agregando valor econômico a um componente  historicamente tratado como resíduo.

Coordenado pelo professor Fábio Puglieri, da UTFPR, o projeto se baseou na Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), uma ferramenta que mensura os impactos ambientais potenciais de produtos e serviços, de forma integrada e inédita no Brasil, expandindo a análise para além da “porteira da fazenda”. Segundo a analista da Embrapa Gado de Leite Vanessa Romário de Paula, o estudo abrange toda a complexidade da cadeia: desde a produção do leite in natura, passando pelo transporte e processamento industrial, até a obtenção do soro de leite em pó, popularmente conhecido como whey protein. “A cadeia láctea brasileira acaba de dar um passo decisivo rumo à transparência ambiental e à eficiência produtiva”, comemora a analista.

A principal ruptura desse projeto em relação a estudos anteriores é a sua abordagem sistêmica e completa. Em vez de analisar os elos de forma isolada, a metodologia conectou múltiplas etapas produtivas em uma única avaliação. “Ao incluir os fluxos de transporte e as sucessivas transformações industriais, o projeto oferece um diagnóstico fiel do desempenho ambiental do setor. Assim é possível identificar onde estão os maiores gargalos de emissão de gases de efeito estufa”, afirma o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Thierry Ribeiro Tomich.

A pesquisa foi dividida em duas etapas. Na primeira, focada na produção primária, houve a caracterização e tipificação dos sistemas de produção de leite da base de fornecedores da Sooro, considerando critérios de representatividade geográfica e tecnológica. Na segunda etapa, o foco voltou-se para a indústria e transporte, onde foram levantados dados primários sobre os processos de industrialização da Sooro e de seus laticínios parceiros.

Um dos pilares da iniciativa é a democratização do conhecimento, com os resultados do projeto compartilhados com a sociedade. Os Inventários de Ciclo de Vida (ICV) do soro foram disponibilizados na plataforma SICV Brasil, gerida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), para acesso livre e gratuito. “Essa iniciativa permite que outros pesquisadores, indústrias e órgãos governamentais utilizem dados reais da produção brasileira para outros projetos de ACV, facilitando tomadas de decisão”, diz Thiago Oliveira Rodrigues, pesquisador do IBICT.

Os dados detalhados podem ser consultados nos seguintes links:

●      Whey (soro de leite) 30% (RS)

●      Whey powder (soro de leite em pó) (PR)

●      Whey powder (soro de leite em pó) (RS)

 

Compromissos globais

O projeto está alinhado a compromissos internacionais, como a Agenda Global para o Desenvolvimento Sustentável (ODS 17) da Organização das Nações Unidas (ONU) e o Compromisso Global de Metano, do qual o Brasil é signatário, visando reduzir as emissões em 30% até 2030. A parceria entre a Embrapa, a Sooro e a UTFPR prevê ainda a entrega de um plano de ação detalhado com recomendações de práticas para mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE). Essas estratégias serão fundamentais para que o setor lácteo não apenas cumpra exigências de mercados internacionais, mas também responda a um consumidor cada vez mais atento à procedência e ao impacto dos alimentos que coloca na mesa.

 

O desafio ambiental do soro de leite

Historicamente, o soro de leite representou um dos maiores desafios ambientais para a indústria de laticínios. Devido à sua altíssima carga orgânica (elevada Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO), o descarte inadequado do soro líquido em cursos d’água pode causar a rápida depleção de oxigênio, levando à morte de peixes e ao desequilíbrio total dos ecossistemas aquáticos.

Além disso, o soro é rico em lactose e proteínas que, se não processadas, transformam-se em um passivo ambiental oneroso. “A transformação desse “subproduto” em soro em pó (whey, em inglês) não é apenas uma estratégia de lucro, mas uma necessidade de sustentabilidade operacional”, afirma Tomich. Ao converter o soro em um ingrediente nobre, a indústria mitiga riscos de contaminação e reduz o desperdício de nutrientes valiosos que já consumiram recursos (água, energia e terra) para serem produzidos.

 

O que é a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV)?

A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica metodológica utilizada para mensurar o impacto ambiental potencial de um produto, processo ou serviço ao longo de toda a sua existência. É frequentemente chamada de análise “do berço ao túmulo”, pois examina desde a extração das matérias-primas naturais até o descarte final, passando por todas as etapas intermediárias, como transportes, processos industriais e o uso do produto.

Para realizar uma ACV, os pesquisadores quantificam todas as entradas (energia, água e matérias-primas) e saídas (emissões de gases, efluentes líquidos e resíduos sólidos) de cada fase da cadeia produtiva. No caso do projeto que uniu a Embrapa e a Sooro, a análise contemplou:

– Produção primária: o impacto da criação do gado e a produção do leite;

– Transporte: o gasto de combustível e as emissões no deslocamento do leite e do soro;

– Processamento industrial: o consumo de energia e os insumos nas fábricas para transformar o soro líquido em pó.

A ACV é realizada em quatro fases, baseadas nas normas ISO 14040/14044. A primeira é a definição de objetivo e escopo, que determina o que será analisado (por exemplo, 1 kg de soro em pó) e quais fronteiras serão estabelecidas. Em seguida, é feita a Análise de Inventário (ICV), ou seja, a coleta de dados técnicos sobre cada recurso utilizado e cada resíduo gerado. A terceira fase é a avaliação de impacto, que traduz os dados do inventário em categorias de impacto ambiental, como pegada de carbono (aquecimento global), consumo de água ou acidificação do solo. A fase final é a interpretação dos dados, quando os resultados são analisados para identificar oportunidades de melhoria e redução de danos.

Diferentemente de uma análise comum, que poderia se concentrar apenas em melhorias pontuais como troca de embalagens ou uso de energia renovável e biocombustíveis, a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) evita o “deslocamento de carga ambiental”, isto é, quando uma solução em uma etapa gera problemas em outra. Na produção de soro de leite em pó, por exemplo, cerca de 85% das emissões totais ocorrem no campo. Assim, diminuir o impacto ambiental nessa etapa inicial proporciona uma redução muito maior no impacto final do produto do que qualquer alteração na embalagem ou na matriz energética da indústria, uma vez que essas atuam sobre uma parcela minoritária das emissões.

 

Embrapa Gado de Leite é pioneira em ACV do leite demonstra sustentabilidade

Desde 2023, a Embrapa Gado de Leite adota a metodologia de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) para identificar o desempenho ambiental de todas as fases produtivas, analisando desde a produção dos alimentos da dieta dos animais até o leite resfriado pronto para sair da fazenda. Essa abordagem revelou que a eficiência produtiva caminha lado a lado com a preservação ambiental: sistemas que produzem mais leite por hectare ou por vaca tendem a apresentar uma pegada de carbono significativamente menor.

Os estudos liderados pela Embrapa mostram que, com manejo adequado e tecnologia, o Brasil possui um dos leites mais sustentáveis do mundo. O projeto consolidou a Empresa como referência em métricas de sustentabilidade, servindo de base para parcerias atuais que agora expandem essa análise para toda a cadeia industrial, como no caso do processamento do soro de leite.

 

 

Rubens Neiva (MTb 5.445/MG)
Embrapa Gado de Leite

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Empresário Higino França recebe título de Cidadão Honorário de Brasília

Em seu discurso, Higino França relembrou sua chegada a Brasília como um “forasteiro” e a decisão de fazer faculdade, procurar emprego e construir família

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Em clima de emoção e proximidade familiar, o empresário Higino França, proprietário da Casa da Moldura, recebeu, nesta quarta-feira (20), o título de Cidadão Honorário de Brasília. A solenidade foi realizada no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal por iniciativa da deputada distrital Jaqueline Silva (MDB).

>> Confira imagens da homenagem 

Ao abrir os pronunciamentos da noite, a parlamentar destacou a alegria de homenagear não apenas o empresário reconhecido na cidade, mas também o ser humano por trás da trajetória de sucesso. “Tenho certeza de que a CLDF faz justiça ao honrar o empresário, o homem de bem e alguém que se dedica a cuidar das pessoas — algo cada vez mais raro”, afirmou.

A distrital também ressaltou o forte vínculo familiar do homenageado, que convidou os filhos, esposa, irmã e neta para compor a mesa de honra da solenidade. “O Higino, seja na vida empresarial ou nas participações que ele consegue fazer dentro do processo político, pode ter falhado em estar com vocês. Mas levem esse consolo de que todas as vezes que ele não foi presente com vocês, ele estava sendo presente no Distrito Federal”, disse a distrital à família de Higino.

 

Foto: Sara Marques / Agência CLDF

Nildeide Magalhães, irmã de Higino, definiu a homenagem como o reconhecimento de uma história construída com coragem, visão de futuro, trabalho e perseverança. Ela ressaltou ainda os valores transmitidos pela família. “Sua trajetória é alicerçada no amor ao próximo, na honestidade e na integridade, princípios ensinados por nossos pais, Zeneide e Miguel Magalhães”, afirmou, em discurso marcado também por lembranças afetivas das reuniões familiares.

Representando a terceira geração, a neta Mariana França emocionou os presentes ao dizer que, no papel de avô, Higino tem sua “melhor versão”. “Ele tem uma alegria contagiante em proporcionar momentos especiais — seja nas brincadeiras em casa, nas filas para ver o Papai Noel ou nas férias inesquecíveis. Está sempre presente nos eventos e apresentações dos netos”, relatou.

A esposa, Edneida Magalhães, destacou a vitalidade e o espírito empreendedor do marido. “Hoje, aos 70 anos, é impressionante como sua mente não para. Está sempre planejando algo mais, com energia invejável e uma mente brilhante. E é por isso que você chegou até aqui. Só peço a Deus que nos dê saúde para juntos continuarmos vivendo tantos momentos especiais como esse. Te amo infinitamente”, declarou.

Trajetória empresarial

A reflexão sobre o lado empresário de Higino França ficou a cargo de seu filho Renato. Destaque para a disposição ao trabalho e pelo ritmo acelerado do pai. “Hoje a gente vê que, talvez, se tivesse sido diferente, a gente não estaria aqui celebrando esse momento tão importante. A gente pensava assim, quando será que ele vai desacelerar? E, na verdade, desacelerar eu acho que nunca esteve nos planos dele”, afirmou.

Renato França credita o sucesso da empresa familiar ao trabalho duro do pai. “Graças à estrutura que ele construiu, ao longo desses mais de 37 anos, a Casa da Moldura está numa expansão programada. Agora ele está podendo sair um pouco da cena do operacional e conseguir ficar curtindo o que ele gosta mesmo, que é conversar com as pessoas, fazer networking”, concluiu o filho.

Já o ex-deputado federal Tadeu Filippelli ressaltou a façanha de se manter uma empresa por 37 anos. “É um desafio fantástico, desde a formação da equipe, à união da família em torno daquele objetivo, à superação das dificuldades econômicas. Isso mostra uma capacidade e uma maturidade muito grande. A Casa da Moldura se tornou uma referência em Brasília, não apenas na publicidade, mas como marca associada à cidade”, afirmou.

Origem e reconhecimento

Em seu discurso, após receber o título das mãos da deputada Jaqueline Silva, Higino França relembrou sua chegada a Brasília como um “forasteiro” e a decisão de fazer faculdade, procurar emprego e construir família. Ele contou que identificou uma oportunidade no setor de molduras, até então pouco explorado na cidade – não havia uma distribuídora no DF – e decidiu investir no negócio com recursos obtidos da venda de um imóvel rural.

 

Foto: Sara Marques / Agência CLDF

 

“Eu tinha moldura para caramba, tinha as melhores máquinas, mais modernas. E tinha um bom ponto, tinha um bom vendedor, que era eu. Agora, faltava uma coisa: as pessoas saberem disso. Aí a gente começou a entrar na publicidade”. Higino investiu pesado em anúncios e acabou ficando conhecido na cidade como “o cara da Casa da Moldura”.

Ao final de seu discurso, após agradecimentos a parentes e amigos, Higino cobrou políticas públicas do Estado voltadas ao engrandecimento de cada cidadão “Quero aproveitar a oportunidade de estar nessa casa de representantes de Brasília para dizer que o povo não precisa de esmola, o povo precisa de educação, de saúde, de transporte para ir e vir com dignidade. O povo precisa ter a qualificação para poder ter um emprego melhor”, concluiu.

Bruno Sodré – Agência CLDF

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Programação cultural do fim de semana no DF tem de exposições a mostras de cinema

Teatro, exposições, shows e cinema preenchem a agenda brasiliense, com eventos incentivados pelo GDF e transporte gratuito pelo programa Vai de Graça aos domingos e feriados

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

De sexta (22) a domingo (24), o Distrito Federal convida o público a curtir expressões artísticas espalhadas pela cidade, que vão de exposições e teatro a shows e festivais de cinema. A programação inclui toda a família e conta com o apoio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e de Turismo (Setur-DF). Confira os eventos a seguir e escolha o seu favorito.

Cine Brasília

Um dos destaques do fim de semana é a segunda parte do Ghibli Fest, em homenagem a um dos maiores estúdios de animação do mundo, que chega ao Cine Brasília e se estende neste fim de semana com 14 filmes na programação. Entre eles, Princesa MononokeO Conto da Princesa KaguyaO Castelo no CéuO Mundo dos PequeninosAs Memórias de MarnieO Reino dos Gatos e Contos de Terramar. A mostra também vem com novas sessões de Meu Amigo TotoroA Viagem de ChihiroO Castelo AnimadoO Serviço de Entregas da Kiki e outras animações.

Com entrada acessível, o equipamento público também conta com estreias além do festival, exibindo sucessos como Michael, um longa focado na carreira do Rei do Pop, Michael Jackson; e também o documentário brasileiro Mambembe, de 2024, que retoma uma filmagem de 2010 sobre um topógrafo errante e seu encontro com três mulheres de um circo mambembe.

Espaço Cultural Renato Russo

No Espaço Cultural Renato Russo, a exposição Superfície Interna, de Lydia Daza, está em cartaz até domingo e aborda a condição humana, emoção, paisagem, tempo e espaço com técnicas mistas empregadas como o uso de carvão e colagem. A visitação é das 10h às 20h, com entrada gratuita na Galeria Rubem Valentim.

O Espaço Renato Russo também recebe, no sábado e no domingo às 16h, o projeto Entre Beneditos e Ubus, teatro de bonecos para adultos com a releitura abrasileirada do clássico de Alfred Jarry. A história narra a jornada do Pai Ubu, anti-herói influenciado pelos caprichos de sua esposa que decide derrubar o rei e assumir o trono. Com entrada franca e sessões com acessibilidade, a duração do espetáculo é de 55 minutos e a classificação é de 14 anos.

Museus

Na Galeria 3 do Museu Nacional está a exposição Colagem e Poéticas da Alteridade, do Coletivo Iló, formado por nove antropólogas e artistas cujas obras permeiam entre natureza, ciência e imaginação nas colagens. O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita e agenda completa do espaço nas redes sociais — incluindo a 36ª Bienal de São Paulo e a 19ª Bienal de arquitetura de Veneza em suas galerias.

 

Já no Museu de Arte de Brasília (MAB), há a chance de visitar a exposição MAB: Você Está Aqui, que dispõe de fotografias, mapas, projetos, documentos históricos, obras de arte e recursos acessíveis que ajudam a revelar como o museu também conta a história de Brasília. A exposição segue até 30 de maio, com programa educativo gratuito de quinta a domingo, das 10h às 19h.

Pela cidade

O Museu Nacional também é uma das atrações da programação cultural | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Outras opções de diversão gratuita no DF neste fim de semana incluem os complexos culturais da cidade, como o de Samambaia, com uma oficina de dança e circo no sábado, a partir das 14h; e o de Planaltina, com oficinas de produção de eventos musicais e o Desafio de Cidades de Jiu-jítsu, no domingo.
No Cruzeiro, de sexta a domingo, o espetáculo Poéticas de Brasília chega aos palcos em uma montagem que une teatro, música e história. Com entrada franca e classificação indicativa livre, a peça ocorre no Auditório do CEMI do Cruzeiro e mergulha nas origens da capital brasiliense.

Já em São Sebastião, o evento musical Brasília 66 recebe artistas como o cantor Belluco, a dupla Rick e Rangel, Kamisa 10 e George Henrique & Rodrigo, em um palco em frente à administração. Serão dois dias de programação: no sábado às 19h e no domingo a partir das 15h, além de estrutura completa com área kids e praça de alimentação. A entrada é gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.

Turismo e lazer

Para quem quer conhecer os atrativos turísticos da capital federal, independentemente da programação, a Secretaria de Turismo (Setur-DF) organizou rotas que valorizam diferentes áreas. Há, por exemplo, a Rota do Queijo, a Rota Arquitetônica, a Rota do Rock e a Rota da Paz, esta última dedicada aos espaços de fé e misticismo. Confira todas as rotas aqui.

Há ainda a opção de aproveitar, pelo programa Lazer para Todos, o Zoológico de Brasília, aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h; e o Jardim Botânico, que funciona de terça a domingo, das 9h às 17h — sendo gratuito aos domingos. Também dá para chegar a todos os atrativos aos domingos e feriados sem pagar tarifas no metrô e nos ônibus, pelo programa Vai de Graça.

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