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História de Brasília, literatura infantil, prevenção à violência e Teatro Mapati em destaque

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Episódio 79 do “Nosso Quadradinho” explora a história de Brasília, literatura infantil, prevenção à violência e o Teatro Mapati

Está disponível ao público a nova edição do programa “Nosso Quadradinho”, da TV Câmara Distrital. No episódio 79 vamos passear por uma exposição que apresenta muitas histórias e curiosidades sobre a construção de Brasília. Com documentos preservados pelo Arquivo Público do DF, a mostra “Utopias em Construção” é apresentada no Museu da República.

O episódio ainda apresenta o trabalho da escritora Alessandra Roscoe que incentiva a leitura na primeira infância e transforma a relação dos pequenos com os livros. Com mais de 60 livros publicados, ela se tornou referência em literatura para essa idade.

O programa também uma iniciativa que propõe a educação preventiva e o fortalecimento emocional como caminho para reduzir violências. É o projeto “Eu Me Respeito – A Mudança Começa em Mim” que, por meio de palestras, busca incentivar a construção de ambientes mais saudáveis, seguros e conscientes.

E, para fechar o episódio, o Nosso Quadradinho conta a história do Teatro Mapati. Há 35 anos o espaço reúne teatro, dança, música e oficinas para todas as idades. Situado na Asa Norte, o teatro tem uma programação que promove a inclusão social e cultural, tanto para o público infantil quanto para os adultos.

O “Nosso Quadradinho” é exibido pela TV Câmara Distrital, com transmissão nos canais 9.3 (canal aberto), 11 (Claro), 29 (Sky) ou 9 (Vivo), aos domingos às 12h30 e 21h, de segunda e sexta às 14h30; terças às 9h e às 17h30; quartas às 12h e 20h; quintas às 22h20; sextas às 7h10; e aos sábados às 11h.

 

 

Agência CLDF

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BRASILIA

OCEÂNICA, MINEIRA, CARIOCA E GOIANA.

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Mestre Jorge Henrique Cartaxo, bom ler e apreciar sua coluna CANDANGOS, no Correio Braziliense. A desse domingo é sobre o Candango Maior: Lucio Costa. Diante de sua abertura sobre a viagem do dr Lucio e suas filhas de NY para o Rio de Janeiro, no navio Rio Jachal, eu fico a pensar: afinal, Brasília veio nascendo em tempos e espaços diferentes. Ela é OCEÂNICA, MINEIRA, CARIOCA e GOIANA.
MINEIRA, não só pelo seu Fundador JK e o construtor Israel Pinheiro. Brasília nasceu na PAMPULHA, chancelada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.
BRASÍLIA É OCEÂNICA – Como Cartaxo escreveu, é verdade, Brasília veio do mar. Deu as primeiras braçadas a bordo de um navio. O “Rio Jachal”, de bandeira argentina. Foi numa viagem, em fins de 1956, quando Lucio Costa voltou de Nova York onde foi receber o Premio Parson Schhool of Design.
BRASÍLIA É CARIOCA – Nasceu no Leblon, no final da Avenida Delfim Moreira, na cobertura de um prédio de quatro andares onde morava Lucio Costa. Ali, sozinho, em meio a um montão de livros, estudando e pesquisando, Lucio Costa concebeu o Projeto do Plano Piloto vencedor do Concurso.
BRASÍLIA É TRÊS VEZES GOIANA – Nasceu também em Jataí quando Tuniquinho perguntou a JK – ainda na campanha presidencial – se ele construiria a nova capital.
É goiana quando o governador de Goiás, Juca Ludovico, tomou a frente e o Estado desapropriou as terras onde seria erguida a cidade, no coração goiano do Planalto Central.
E novamente goiana, ANAPOLINA – Brasília nasceu em Anápolis, em 18 de abril de 1956. Sim, quando quis o destino que o avião de JK não podendo descer em Goiânia, aterrissou em Anápolis para JK assinar a Mensagem ao Congresso, pedindo autorização para transferência da Capital do Rio de Janeiro para o Planalto Central. Daí o nome: Mensagem de Anápolis.
Resumindo: BRASÍLIA É VERDADEIRAMENTE MÁGICA, MÍTICA, MODERNA E MARAVILHOSA
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PELÉ 86, UM ÍDOLO ETERNO

Hoje, 23 de outubro de 2026, o Rei Pelé faria 86 anos. Saudades desse atleta, artista e brasileiro arretado que fez nosso País maior e mais conhecido.

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Logo pela manhã, ao ler a VEJA, me chamou a atenção a frase de outro gênio da raça chamado Eduardo Gonçalves de Andrade, nosso popular Tostão, que escreveu:
– “O Pelé, o maior de todos, estava sempre bem humorado. Demonstrava estar feliz por ser o Pelé. Parece óbvio, mas não é. As celebridades costumam ter comportamentos conflitantes, pela falta de acordo entre o indivíduo e o personagem”.
Pura verdade. Eu que privei da amizade do Rei, posso acrescentar:
– Pelé não só demonstrava estar feliz. Ele tinha o dom de querer fazer feliz quem estava a seu lado. Era simpático, tinha bom humor, paciência e boa vontade em conceder um simples autógrafo. Tenho histórias incríveis para provar isso. Mas, por hora, para relembrar o aniversário de Pelé, tomo emprestado a poesia de Manuel Bandeira: IRENE NO CÉU. Só vou trocar o nome da Irene pelo de Pelé.
PELÉ NO CÉU.
Pelé preto.
Pelé bom.
Pelé sempre de bom humor.
Imagino Pelé entrando no Céu:
– Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
– Entra, Pelé. Você não precisa pedir licença.
Que saudades do Rei Pelé!
Foto:
Duas imagens de Pelé no meu livro “De Casaca e Chuteiras – A Era dos Grandes dribles na Política, na Cultura e na História – 1956-1977 – Brasília-JK-Pelé”.
A terceira foto é quando Pelé fez 70 anos (2010) e ganhou do arquiteto Oscar Niemeyer o projeto pedido pelo prefeito de Santos para construção de um Monumento em sua homenagem para ser construído em frente ao MUSEU PELÉ.
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QUANTO GANHOU LUCIO COSTA POR INVENTAR BRASÍLIA?

(Para homenagear o aniversariante do dia: MARIA ELISA COSTA que faleceu em 25 de agosto de 2026, aos 91 anos)

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Os gênios se preocupam com quase tudo: sua obra, sua história, sua vida, sua família, mas nunca se preocupam com dinheiro. Assim foi Lucio Costa.
Gosto sempre de mostrar esses números: quanto dr. Lucio ganhou por inventar Brasília?
Lá se vão 69 anos.
No dia 15 de março de 1957, a comissão julgadora, coordenada por Oscar Niemeyer, bateu o martelo sobre o projeto urbanístico escolhido para construção de Brasília.
Entre os 26 projetos apresentados, o primeiro lugar – como todos sabem – coube a Lucio Costa. Fora o valor imaterial, cultural e histórico, quanto ganhou dr. Lucio Costa para inventar Brasília? Fiz as contas a preciosa ajuda de um amigo economista, aposentado do Banco Central, Paulo Cesar Caldas.
Vamos ao que interessa:
O prêmio recebido por Lucio Costa , em maio de 1957, foi de Cr$ 1.000.000,00 (Hum milhão de Cruzeiros).
Ao segundo colocado, coube CR$ 500.000,00 (Meio Milhão).
Ao terceiro, CR$ 300.000,00 (Trezentos mil).
Bem, Lucio Costa ganhou um milhão de cruzeiros. O que isso significa? Na época, o salário-mínimo era de CR$ 3.800,00 (três mil e oitocentos cruzeiros). Um Dólar equivalia a Cr$ 66,66 (Sessenta e seis Cruzeiros e sessenta e seis centavos).
LOGO:
– O salário-mínimo correspondia a US$ 57,00 (cinquenta e sete dólares).
– O Prêmio equivalia a US$ 15,000.00 (Quinze mil dólares). Portanto, o Prêmio correspondia, aproximadamente, a 263 salários-mínimos.
Hoje, 22 de outubro de 2026, 69 anos depois, o salário-mínimo é de R$ 1.621,00. Um dólar vale mais ou menos R$ 5,00 (Cinco Reais). Para facilitar as contas, a cinco reais, US$ 15,000.00 correspondem a R$ 75.000,00.
Desse modo, o valor do Prêmio seria, hoje, equivalente a 46,26 salários-mínimos (R$ 75.000,00 divididos por R$ 1.621,00).
UUUUfa! O pior da história, é que segundo conta a filha do dr. Lucio, Maria Elisa Costa (a aniversariante de hoje) seu pai deixou o dinheiro no Banco por anos e anos considerando aquilo uma aposentadoria. Quando foi buscar não valia mais nada.
Coisa dos gênios!
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