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DF tem 45 mil jovens com vacinação contra dengue incompleta

Início do período de chuvas aumenta número de casos; detecção de sorotipo 3 da doença também é alerta para proteção

 

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

 

Mais de um terço (45 mil) dos jovens de 10 a 14 anos que se vacinaram contra a dengue no Distrito Federal não completaram o esquema de duas doses. A Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou, até outubro, 208,9 mil imunizantes aplicados nesse grupo, sendo 123,9 mil de primeira dose e 78,9 mil de segunda dose.

No DF, a rede pública conta com mais de 130 salas de vacina em funcionamento e estoques disponíveis com validade até setembro de 2027. Completar o esquema vacinal torna-se fundamental, pois uma única dose não é suficiente para garantir a proteção, principalmente no cenário de maior detecção do sorotipo 3 da doença.

A diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta, explica que quem teve dengue há pouco tempo pode desenvolver a doença mais uma vez. “A infecção produz imunidade de longa duração apenas contra o sorotipo que causou a doença, deixando a proteção contra os demais sorotipos incompleta”, detalha.

Atualmente, a vacina protege contra os sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Novo sorotipo em circulação

Além do início do período de chuvas, historicamente associado a um aumento do número de casos, a SES-DF monitora os casos do sorotipo 3 da dengue. Isso porque, entre 2022 e 2024, o DF registrava prioritariamente a circulação dos vírus dos tipos 1 e 2. Já em 2025 e 2026, apesar de o número de casos ser menor que o registrado nos anos anteriores, chama a atenção o crescimento do sorotipo 3.

Até 17 de outubro deste ano, foram notificados 3.696 casos prováveis no DF. Análises genéticas em 113 amostras coletadas em pacientes indicaram que 72 eram do sorotipo 3. No mesmo período de 2025, haviam sido notificados 10.303 casos prováveis da doença, sendo que, de 177 amostras analisadas, 79 eram do sorotipo 3.

Sintomas e sinais de alarme

A gerente de Vigilância das Doenças Transmissíveis da SES-DF, Aline Folle, esclarece que os sintomas da dengue causada pelo tipo 3 do vírus são semelhantes aos de outros tipos da doença, como febre, dor de cabeça, cansaço, dor muscular e dor atrás dos olhos.

O tratamento segue a mesma linha, com foco na hidratação e no repouso. “É importante que as pessoas não tomem medicamentos por conta própria, porque há remédios que podem agravar a situação”, alerta Folle.

Arte: Divulgação

Medidas de prevenção

Somadas à vacinação dos jovens, outras medidas são necessárias para combater a doença. “A imunização é uma importante estratégia para evitar hospitalizações. Vale destacar que a dose não substitui as medidas de controle do mosquito transmissor. Mesmo uma pessoa vacinada deve continuar a adotar ações preventivas”, afirma a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta.

Nesse cenário, a recomendação é manter os cuidados para evitar a proliferação do Aedes aegypti e impedir a presença de larvas em residências e outros estabelecimentos. Os moradores devem vasculhar o jardim e o quintal em busca de objetos e plantas com água parada, onde as larvas do mosquito se desenvolvem (veja mais dicas na ilustração acima). Além de a população atuar diretamente, a SES-DF atua com equipes de Vigilância Ambiental ao longo de todo o ano no combate ao vetor da dengue. Dentre as medidas estão a instalação de armadilhas, combate às larvas e até a liberação de mosquitos inoculados com a bactéria Wolbachia, tornando-os incapazes de transmitir o vírus.

 

*Com informações da SES-DF

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QUANTO GANHOU LUCIO COSTA POR INVENTAR BRASÍLIA?

(Para homenagear o aniversariante do dia: MARIA ELISA COSTA que faleceu em 25 de agosto de 2026, aos 91 anos)

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Os gênios se preocupam com quase tudo: sua obra, sua história, sua vida, sua família, mas nunca se preocupam com dinheiro. Assim foi Lucio Costa.
Gosto sempre de mostrar esses números: quanto dr. Lucio ganhou por inventar Brasília?
Lá se vão 69 anos.
No dia 15 de março de 1957, a comissão julgadora, coordenada por Oscar Niemeyer, bateu o martelo sobre o projeto urbanístico escolhido para construção de Brasília.
Entre os 26 projetos apresentados, o primeiro lugar – como todos sabem – coube a Lucio Costa. Fora o valor imaterial, cultural e histórico, quanto ganhou dr. Lucio Costa para inventar Brasília? Fiz as contas a preciosa ajuda de um amigo economista, aposentado do Banco Central, Paulo Cesar Caldas.
Vamos ao que interessa:
O prêmio recebido por Lucio Costa , em maio de 1957, foi de Cr$ 1.000.000,00 (Hum milhão de Cruzeiros).
Ao segundo colocado, coube CR$ 500.000,00 (Meio Milhão).
Ao terceiro, CR$ 300.000,00 (Trezentos mil).
Bem, Lucio Costa ganhou um milhão de cruzeiros. O que isso significa? Na época, o salário-mínimo era de CR$ 3.800,00 (três mil e oitocentos cruzeiros). Um Dólar equivalia a Cr$ 66,66 (Sessenta e seis Cruzeiros e sessenta e seis centavos).
LOGO:
– O salário-mínimo correspondia a US$ 57,00 (cinquenta e sete dólares).
– O Prêmio equivalia a US$ 15,000.00 (Quinze mil dólares). Portanto, o Prêmio correspondia, aproximadamente, a 263 salários-mínimos.
Hoje, 22 de outubro de 2026, 69 anos depois, o salário-mínimo é de R$ 1.621,00. Um dólar vale mais ou menos R$ 5,00 (Cinco Reais). Para facilitar as contas, a cinco reais, US$ 15,000.00 correspondem a R$ 75.000,00.
Desse modo, o valor do Prêmio seria, hoje, equivalente a 46,26 salários-mínimos (R$ 75.000,00 divididos por R$ 1.621,00).
UUUUfa! O pior da história, é que segundo conta a filha do dr. Lucio, Maria Elisa Costa (a aniversariante de hoje) seu pai deixou o dinheiro no Banco por anos e anos considerando aquilo uma aposentadoria. Quando foi buscar não valia mais nada.
Coisa dos gênios!
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História de Brasília, literatura infantil, prevenção à violência e Teatro Mapati em destaque

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Episódio 79 do “Nosso Quadradinho” explora a história de Brasília, literatura infantil, prevenção à violência e o Teatro Mapati

Está disponível ao público a nova edição do programa “Nosso Quadradinho”, da TV Câmara Distrital. No episódio 79 vamos passear por uma exposição que apresenta muitas histórias e curiosidades sobre a construção de Brasília. Com documentos preservados pelo Arquivo Público do DF, a mostra “Utopias em Construção” é apresentada no Museu da República.

O episódio ainda apresenta o trabalho da escritora Alessandra Roscoe que incentiva a leitura na primeira infância e transforma a relação dos pequenos com os livros. Com mais de 60 livros publicados, ela se tornou referência em literatura para essa idade.

O programa também uma iniciativa que propõe a educação preventiva e o fortalecimento emocional como caminho para reduzir violências. É o projeto “Eu Me Respeito – A Mudança Começa em Mim” que, por meio de palestras, busca incentivar a construção de ambientes mais saudáveis, seguros e conscientes.

E, para fechar o episódio, o Nosso Quadradinho conta a história do Teatro Mapati. Há 35 anos o espaço reúne teatro, dança, música e oficinas para todas as idades. Situado na Asa Norte, o teatro tem uma programação que promove a inclusão social e cultural, tanto para o público infantil quanto para os adultos.

O “Nosso Quadradinho” é exibido pela TV Câmara Distrital, com transmissão nos canais 9.3 (canal aberto), 11 (Claro), 29 (Sky) ou 9 (Vivo), aos domingos às 12h30 e 21h, de segunda e sexta às 14h30; terças às 9h e às 17h30; quartas às 12h e 20h; quintas às 22h20; sextas às 7h10; e aos sábados às 11h.

 

 

Agência CLDF

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OCEÂNICA, MINEIRA, CARIOCA E GOIANA.

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Mestre Jorge Henrique Cartaxo, bom ler e apreciar sua coluna CANDANGOS, no Correio Braziliense. A desse domingo é sobre o Candango Maior: Lucio Costa. Diante de sua abertura sobre a viagem do dr Lucio e suas filhas de NY para o Rio de Janeiro, no navio Rio Jachal, eu fico a pensar: afinal, Brasília veio nascendo em tempos e espaços diferentes. Ela é OCEÂNICA, MINEIRA, CARIOCA e GOIANA.
MINEIRA, não só pelo seu Fundador JK e o construtor Israel Pinheiro. Brasília nasceu na PAMPULHA, chancelada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.
BRASÍLIA É OCEÂNICA – Como Cartaxo escreveu, é verdade, Brasília veio do mar. Deu as primeiras braçadas a bordo de um navio. O “Rio Jachal”, de bandeira argentina. Foi numa viagem, em fins de 1956, quando Lucio Costa voltou de Nova York onde foi receber o Premio Parson Schhool of Design.
BRASÍLIA É CARIOCA – Nasceu no Leblon, no final da Avenida Delfim Moreira, na cobertura de um prédio de quatro andares onde morava Lucio Costa. Ali, sozinho, em meio a um montão de livros, estudando e pesquisando, Lucio Costa concebeu o Projeto do Plano Piloto vencedor do Concurso.
BRASÍLIA É TRÊS VEZES GOIANA – Nasceu também em Jataí quando Tuniquinho perguntou a JK – ainda na campanha presidencial – se ele construiria a nova capital.
É goiana quando o governador de Goiás, Juca Ludovico, tomou a frente e o Estado desapropriou as terras onde seria erguida a cidade, no coração goiano do Planalto Central.
E novamente goiana, ANAPOLINA – Brasília nasceu em Anápolis, em 18 de abril de 1956. Sim, quando quis o destino que o avião de JK não podendo descer em Goiânia, aterrissou em Anápolis para JK assinar a Mensagem ao Congresso, pedindo autorização para transferência da Capital do Rio de Janeiro para o Planalto Central. Daí o nome: Mensagem de Anápolis.
Resumindo: BRASÍLIA É VERDADEIRAMENTE MÁGICA, MÍTICA, MODERNA E MARAVILHOSA
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