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Fogos de artifício

A explicação científica de como a química faz colorir os céus com os fogos de artifício

 

O profissional da Química é fundamental para dar mais segurança, mais arte e mais beleza no processo de fabricação dos fogos de artifício. Apesar de muitos espetáculos das festas de fim de ano terem sido cancelados para evitar aglomerações, os tradicionais fogos de artifício devem colorir o céu em diversos locais do Brasil e do mundo. Tanto a explosão de cores como as mais diversas formas é pura química.

 

LUMINESCÊNCIA – A explicação científica é simples: alguns materiais podem emitir luz quando excitados e isso ocorre quando os elétrons dos átomos absorvem energia e passam para níveis externos (maior energia). Ao retornar para os níveis de origem (menor energia), eles liberam a energia absorvida na forma de um fóton de luz. Esse fenômeno chama-se luminescência.

AS CORES DESEJADAS – A mistura de elementos é o que vai garantir que as luzes sejam coloridas. O laranja, por exemplo, é resultado da reação química que envolve cloreto de cálcio. Já o verde surge após a reação com o cloreto de bário.

O enxofre, o carvão vegetal e o nitrato de potássio misturados formam o que chamamos de pólvora, que é extremamente sensível ao calor. Então ela é usada como propelente (combustível). Nessa mistura, são adicionados sais de certos metais. E, a partir disso, se pode escolher previamente a cor desejada no momento da explosão.

Se a escolha for pelo vermelho, por exemplo, foi usado lítio na composição. Se for amarelo, então foi utilizado sódio. Já o cobre é usado para se obter a cor azul. Bário para se obter a cor verde. E magnésio para a cor prata. O que se vê é o resultado de um espectro de emissão de cátions e metais presentes na mistura com a pólvora.

Os foguetes, geralmente, contêm um cartucho de papel no formato de cilindro recheado de carga explosiva. No momento em que o artefato recebe o calor do propelente, no caso a pólvora, os elétrons se afastam, dando um salto quântico. O estado de excitação é muito rápido e, ao voltar, ele emite a mesma quantidade de energia, de calor na forma de luz, na cor referente à substância utilizada na fabricação dos fogos. Ou seja, a quantidade de energia recebida, em forma de calor, é a mesma quantidade de energia cedida, em forma de luz.

 

O PROFISSIONAL DA QUÍMICA

É sempre necessário ter um químico como responsável técnico para garantir segurança ao processo de fabricação dos fogos. O profissional da área de Química deve ser responsável pela coordenação das operações de produção, inclusive pelo desenvolvimento de novos produtos, estocagem, embalagem, rotulagem e transporte de produtos, além de projetos de equipamentos e instalações e controle de qualidade.

 

José de Ribamar Oliveira Filho, presidente do Conselho Federal de Química, explica que os cuidados devem começar na aquisição dos fogos, que deve ser feita em comércio certificado pelo Corpo de Bombeiros.

“Quando se trata de substâncias explosivas, corrosivas, combustíveis e tóxicas, a gente tem que conhecer as propriedades para manipulá-las com a devida segurança”, explica o presidente do Conselho Federal de Química (CFQ), José de Ribamar Oliveira Filho. Ele ressalta que os cuidados devem começar na aquisição dos fogos, que deve ser feita em comércio certificado pelo Corpo de Bombeiros. O usuário deste tipo de artefato também precisa seguir as instruções de segurança contidas nos rótulos. Além disso, é sempre válido lembrar que o mercado já disponibiliza fogos com menor potencial de ruído, ou seja, artefatos que incomodam menos as pessoas sensíveis ao barulho e os animais.

 

 

 

 

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Inovação verde

Sustentabilidade e a sigla ESG tem dominado grande parte da pauta de encontros empresariais

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O conceito da sustentabilidade e a sigla ESG tem dominado grande parte da pauta de encontros empresariais, seminários e congressos de negócios. O discurso garante não ser apenas mais um modismo, como tantos outros no passado, e sim um conceito que teria vindo para ficar, até porque não teríamos escolha, se quisermos salvar o planeta. Além disso, as gerações Y e Z estão mais atentas ao assunto e cobrando maior responsabilidade ambiental, social e de governança das empresas.  O mercado financeiro e as certificadoras também observam esse novo momento para oferecer vantagens e reconhecer as companhias que demonstrarem maior comprometimento com a sustentabilidade.

Nessa pauta, um dos principais desafios é desenvolver tecnologias que sejam sustentáveis, tanto economicamente viáveis quanto atraentes para o mercado.  Hitendra Patel, diretora do IXL Center da Hult International Business School, e que no Brasil é parceiro da Revista Amanhã em um ranking de inovação, criou o termo “greenovations” para essas soluções, e destaca a necessidade da viabilidade financeira para o assunto ganhar relevância entre as empresas. Boas ideias e tecnologias não são suficientes para criar produtos e serviços ambientalmente sustentáveis. É preciso torná-los lucrativos e atrativos, criando um círculo virtuoso.

As empresas precisam transformar essa pauta em cultura para que ela permeie os novos modelos de negócios. Os setores público e privado devem trabalhar juntos para evitar excessos na legislação, buscar eficiência nos licenciamentos, equilíbrio e ponderação nas fiscalizações e oferecer estímulos à inovabilidade. É a melhor maneira de transformar o que muitas vezes ainda é visto como moda, ou como um fardo a carregar, em um compromisso espontâneo e duradouro.

 

Escrito por Carlos Rodolfo Schneider – empresário

 

 

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Brasil, falta de Neymar e resultado das urnas

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Tô pensando o seguinte:
NEYMAR faz muita falta à Seleção Brasileira. Assim como o VAR faz falta na eleição no Brasil.
Quando o Juiz vai pro VAR ele busca transparência e retidão no lance.
É tudo que se quer no resultado das urnas.
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Debênture Verde: Biotrop investe R$ 92,5 milhões em sustentabilidade no primeiro ano

Com o crescimento acelerado da demanda por produtos biológicos e naturais na agricultura, empresa amplia investimentos em P&D, estruturas, laboratórios e prepara o lançamento de novos produtos, contribuindo cada vez mais com a agricultura regenerativa

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A Biotrop, empresa dentre as líderes em soluções biológicas e naturais para o agronegócio, através da sua controlada – Total Biotecnologia S.A., acaba de ser certificada pelo Bureau Veritas pela destinação de mais de R$ 92,5 milhões de recursos para as iniciativas sustentáveis, oriundas das debêntures verdes captadas.

Do valor de R$ 100 milhões obtidos com o título, um montante superior a 92% foi destinado para investimentos em três importantes blocos: capital de giro para a fabricação e distribuição de bioinsumos; investimentos na planta, que inclui a expansão fabril, equipamentos para os laboratórios, veículos e tecnologia da informação; e para as atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), incluindo inovação, para garantir novos produtos destinados à agricultura sustentável. O valor restante dos recursos da debênture será alocado para novas demandas.

De acordo com o diretor financeiro, Adriano Zan, impressiona o montante que a Biotrop destinou de recursos já no primeiro ano da debênture. “Após a emissão, a companhia tem o prazo de até cinco anos para destinar os 100% de recursos. A rapidez desse processo é a prova da célere adoção de biotecnologias pelos agricultores, sobretudo as soluções sustentáveis da Biotrop. Um passo importante para a empresa e para a agricultura brasileira”, diz.

Para o CEO da empresa, Antonio Carlos Zem, esse relatório comprova o comprometimento e respeito da Biotrop com o mercado e principalmente a transparência com os investidores. “Utilizamos as debêntures verdes, entregamos indicadores financeiros melhores que os requeridos e usamos os recursos de modo sustentável para expandir a agricultura biológica. Pretendemos obter centenas de milhões em financiamentos verdes para 2023, dado o crescimento acelerado, o que pode ser uma ótima oportunidade para nossos credores”, diz.

Zem ressalta ainda as expectativas para o futuro. “Os agricultores no Brasil e na América Latina podem esperar o lançamento de novos produtos e maior capacidade de atender aos clientes. A Biotrop está liderando o mercado com uma robusta plataforma de inovação em várias dimensões dos biológicos. Ao associar P&D de ponta, acesso de mercado superior e equipe preparada e focada exclusivamente em biológicos, conseguimos crescer de forma exponencial, rentável, sustentável, com direção estratégica e através de pessoas extraordinárias!”, finaliza o executivo.

Sobre o título captado

Debêntures verdes são aquelas cujos recursos são investidos tanto em projetos com benefícios ambientais quanto sociais. Esses títulos de renda fixa são emitidos por empresas que precisam financiar um projeto, pagar uma dívida ou aumentar o capital. Para isso, elas pagam uma remuneração em troca do financiamento. No caso da Biotrop, as debêntures foram emitidas conforme a abordagem da ICMA (International Capital Market Association) e das Nações Unidas. O Banco Itaú BBA foi o coordenador-líder da emissão.

Sobre – A Biotrop é uma empresa brasileira, fruto da visão e empreendedorismo de um seleto grupo de profissionais apaixonados pelo agronegócio. Atua com foco em pesquisa e desenvolvimento de soluções diferenciadas e inovadoras, com o objetivo de contribuir para uma agricultura mais sustentável, saudável e regenerativa. Com escritório em Vinhedo (SP) e fábrica em Curitiba (PR), a empresa leva ao mercado o que há de melhor no mundo em soluções biológicas e naturais. Acesse www.biotrop.com.br.

 

 

 

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