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1976 – AGOSTO, O BRASIL PERDE JK

A VIDA DE BRASÍLIA E DE JK NO ANO DE 1976

 

(Baseado no livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – A ERA DOS GRANDES DRIBLES NA POLÍTICA, CULTURA E HISTÓRIA” – de Silvestre Gorgulho)

 

1976 FOI UM ANO DE guerra e muita violência contra os direitos humanos no Brasil e no mundo. Na China, morre o líder Mao Tsé Tung e, no Brasil, morre um dos maiores estadistas que este País produziu: o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Oscar Niemeyer lança na Europa o livro “Minha Experiência em Brasília”. E já prepara o lançamento de outro: “A Forma na Arquitetura”. Os conflitos raciais matam e ferem na África do Sul. Jimmy Carter assume a Presidência dos Estados Unidos com a bandeira dos direitos humanos. Um casamento revoluciona as relações planetárias: a união da informática com a eletrônica. Nos EUA, Bill Gates e Paul Allen popularizam os microcomputadores e a Microsoft ganha o mundo. Steve Jobs e Steve Wozniak terminam o projeto do micro Apple I. Os computadores começam a ser vendidos em grande escala. Éder Jofre encerra uma carreira brilhante com 81 lutas, 77 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. O Brasil tem 11 milhões e 603 mil aparelhos de televisão. O Concorde faz seu primeiro voo comercial. É inaugurada a montadora FIAT, em Betim, com as presenças do governador Aureliano Chaves, o presidente Geisel e o empresário italiano Giovanni Agnelli. Na temporada de 1976, Pelé faz 43 jogos pelo Cosmos. Se levar em conta toda a sua carreira profissional, que começou em 7 de setembro de 1956, Pelé chega ao gol 1.259 em 1.325 partidas disputadas.

29/janeiro/1976 – É inaugurada a Embaixada da França em Brasília, pelo ministro Jean Sauvagnargues, das Relações Exteriores do governo Valéry Giscard d’Estaing. Por sugestão de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, o projeto inicialmente foi confiado a Le Corbusier. Devido à sua morte em 1965, e a várias ampliações do complexo da embaixada, a obra só foi iniciada em 1970. O anteprojeto coube ao arquiteto chileno Guillermo Jullian de la Fuente, ex-colaborador de Le Corbusier. As ampliações posteriores couberam ao arquiteto francês Louis Bach. O arquiteto amigo de Lucio Costa e Niemeyer ganhou uma área nobre dentro da embaixada: o Espaço Cultural Le Corbusier.

6/fevereiro de 1976 – Brasília inaugura a segunda ponte sobre o Lago Paranoá, ligando a Avenida das Nações ao Lago Sul. Projeto de Oscar Niemeyer, a Ponte Costa e Silva tem 400m de extensão e dá à paisagem um toque de simplicidade e leveza, pela sua arquitetura em forma de arco ou de uma garça pousando na água. Sua estrutura central é metálica.

6/abril/1976 – Juscelino Kubitschek, o presidente que trouxe a indústria automobilística para o Brasil em 1958, faz questão de, reservadamente, visitar as obras da Fiat, em Betim-MG. O presidente da Fiat Adolfo Neves Martins da Costa o acompanha. O Relações Públicas da fábrica, Jack Corrêa (23), prepara uma surpresa que deixa JK emocionado: manda emplacar todos os Fiat 147 que estão no pátio com as placas alfa-numéricas de prefixo JK. No seu diário, JK escreve: “Andamos tudo a pé. Extraordinária realização!”

5/junho/1976 – Morre misteriosamente em acidente automobilístico, no Rio, Zuleika Angel Jones, mais conhecida como Zuzu Angel. Mineira de Curvelo, Zuzu é pioneira da moda brasileira. Durante o regime militar, seu filho Stuart Angel foi preso no DOI-Codi e desapareceu. Zuzu faz movimento internacional pela localização do corpo do filho.

8/junho/1976 – JK deixa registrado no seu diário: “Hoje ‘comemoro’ 12 anos de cassado e vejo o Brasil cada vez pior, sem liberdade, sem esperança e sem felicidade. E arrumaram outra dívida para mim, relativa a um imóvel que adquiri e depois vendi e cujo Imposto de Renda vai me absorver a fabulosa quantia de 900 mil cruzeiros. Será o começo de outra dívida. Outra chateação”

18/junho/1976 – Juscelino recebe, em São Paulo, o Prêmio Intelectual do Ano-1975. JK escreve em seu diário: “No dia anterior almocei na Folha de S. Paulo com Otávio Frias e seu staff. Duas horas de debate cerrado. Queriam saber tudo de minha vida política, inclusive por que nos dois últimos anos não tive uma atitude mais agressiva. Devia ter-lhe perguntado se ele seria capaz de fazer um artigo me defendendo… Na noite do Prêmio falaram Raimundo Menezes, o Otávio Frias, da Folha, lido o discurso do Menotti del Picchia. O Raimundo Magalhães me entregou a estatueta. Aplausos e autógrafos em profusão”

7/agosto/1976 – Do diário de Juscelino, de próprio punho, na fazendinha de Luziânia-GO: “Hoje é sábado. Crepúsculo no Belvedere. Às 19 horas, mal começava a novela Anjo Mau, minha casa foi invadida por dezenas de pessoas. Repórteres do Jornal do Brasil, Globo, Manchete à procura de notícias. Circulava no Brasil a notícia de minha morte. Todos me telefonavam ansiosos. Telefonei para Luciana, em Brasília. Houve uma amostra do que seria a repercussão de minha morte. Tarde da noite todos se retiraram. A casa ficou triste. Parece que realmente saíra um defunto. Dormi mal”.

22/agosto/1976 – Morre o ex-presidente Juscelino Kubitschek em um desastre automobilístico, no km 165 da Rodovia Presidente Dutra, próximo à cidade de Itatiaia-RJ. Acidente ou atentado? Muitas especulações.

23/agosto/1976 – O corpo do ex-presidente JK é levado do Rio para o aeroporto de Brasília, de onde segue para a Catedral Metropolitana. No enterro de JK, Brasília vive sua primeira grande manifestação popular. Cerca de 60 mil pessoas acompanham o cortejo pela W3, até o cemitério Campo da Esperança, entoando a canção do folclore mineiro “Peixe Vivo”, imortalizada por Milton Nascimento: “A minh´alma chorou tanto, que de pranto está vazia desde que aqui fiquei, sem a sua companhia / Não há pranto sem saudade, nem amor sem alegria / É por isso que eu reclamo essa tua companhia / Como pode um peixe vivo viver fora da água fria? Como poderei viver sem a tua companhia?”

26/agosto/1976 – Anunciado pelo presidente da Câmara, deputado Célio Borja, o deputado Tancredo Neves (PSD- -MG) faz discurso histórico em homenagem a JK. “A morte do ex-presidente uniu o País pela dor. Houve em cada lar uma prece, em cada alma uma lágrima e em cada coração um voto de pesar e de saudade. É que, em sua magnanimidade, JK nunca partilhou o ódio, mas sempre distribuiu o amor”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ibama lança no Amazonas campanha “Não tire as penas da vida”

Vídeo de conscientização da campanha será exibido durante festival folclórico em Parintins

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Superintendente do Ibama/AM Joel Araújo / Fotos: Daiane Cortes – Ascom/Ibama

Manaus (14/06/2024) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou hoje, 14/06, em Manaus/AM, uma nova edição da campanha “Não tire as penas da vida”, antecedendo a realização do tradicional Festival Folclórico de Parintins, nos dias 28, 29 e 30 de junho.

A autarquia quer reforçar uma das importantes iniciativas a que se dedica há 22 anos: a luta pela preservação dos animais silvestres, fundamental para o equilíbrio dos ecossistemas.

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Foto: Daiane Corte – Ascom/Ibama

Entre as principais espécies ameaçadas por esse comércio ilegal estão as aves, principalmente as do grupo dos psitacídeos (papagaios e araras), além de gaviões, garças, mutuns, entre outras. Um único cocar grande de araras, por exemplo, pode significar o abate de vários indivíduos dessas espécies.

O mote deste ano será a Educação Ambiental. O objetivo é prevenir e combater o comércio ilegal de trabalhos artesanais produzidos com produtos e subprodutos da fauna nativa, tais como brincos, tiaras e cocares, um dos fatores que ameaça a sobrevivência de várias espécies, particularmente as aves.

No lançamento, o superintendente do Ibama/AM, Joel Bentes Araújo Filho, afirmou que a campanha tem uma mensagem clara para incentivar as pessoas a não comercializar, não utilizar e não adquirir artesanatos feitos com partes de animais silvestres. “Estamos atuando com muito rigor contra o turismo que adota práticas ilegais com a utilização da fauna, como a caça e o tráfico de animais silvestres.”, alertou.

Na campanha, serão utilizados tanto os meios tradicionais de comunicação, como TV, rádio, mídia impressa e outdoors, quanto a publicidade digital, com ênfase no marketing por meio de canais on-line, como sites e redes sociais, e em diversos formatos de mídia, incluindo texto, imagem, áudio e vídeo.

“Estamos investindo na conscientização das pessoas.”, diz o superintendente Joel Araújo. “Queremos tocar as pessoas, expondo, sem dissimular, essa realidade triste, que é provocada pelo uso partes de animais silvestres na confecção de artesanatos.”.

Na edição desse ano, o evento irá exibir vídeo da campanha durante o intervalo do festival de Parintins. O vídeo foi desenvolvido pela Assessoria de Comunicação do Ibama em conjunto com a Superintendência do Instituto no Amazonas. A exibição, inédita desde que a campanha foi criada, é uma parceria entre o Instituto e as secretarias de Meio Ambiente e de Cultura do estado.

Parcerias

O Ibama se junta à mobilização em torno da festa, que recebe um número superior a 100 mil visitantes durante os três dias de sua realização. Os fiscais da autarquia visitarão locais de grande afluência de público para coibir a venda de produtos e subprodutos oriundos de animais silvestres.

Os servidores do Ibama estarão ao lado de representantes da prefeitura de Parintins, organizadora oficial do festival, do governo do estado – por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Secretaria de Segurança Pública –, universidades, escolas, Ministério Público e de entidades culturais, entre outros. Cada um levará a sua mensagem, realizando ações para que os turistas se divirtam sem causar danos à natureza.

A estratégia de ação se desenvolverá de forma equilibrada, de um lado orientando as pessoas sobre a importância da vida silvestre e a necessidade de respeitá-la tal como é, e, de outro, mostrando a ilegalidade do comércio envolvendo artigos retirados da fauna local.

O Ibama vai incentivar a opção pelo turismo de contemplação, que utiliza o patrimônio natural de forma sustentável. Segundo Joel Araújo, é uma alternativa inovadora, que se adapta às características culturais e ambientais da região, como a abundância de rios, a riqueza da fauna e as peculiaridades da flora.

Cidades de realização da campanha

Manaus é a cidade de onde mais saem visitantes para Parintins. Por isso, nos diversos locais da cidade com relevante circulação de pessoas, em especial os tradicionais pontos turísticos, a divulgação da campanha será amplificada.

De forma a estender ainda mais o alcance, o projeto de comunicação inclui visitas de sensibilização a todos os veículos de imprensa, locais e nacionais, a órgãos públicos e escolas de ensino fundamental e médio.

Os servidores responsáveis por transmitir a mensagem sobre a necessidade de cuidar da fauna silvestre darão atenção especial a dois pontos da capital amazonense, tendo em vista o trânsito elevado de pessoas: o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, por onde passa grande parte dos turistas, e o Porto de Manaus, às margens do Rio Negro, a principal porta de entrada fluvial para o estado do Amazonas, e que tem rotas diárias para Parintins que se intensificam no período do festival.

A cidade de Santarém, embora se localize no estado do Pará, também receberá atenção do Ibama. Isto porque, em função da Festa do Sairé, outra grande manifestação folclórica da Amazônia, de lá se deslocam centenas de visitantes e muitos artesãos para o Festival de Parintins.

A cidade de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), no entanto, será o alvo principal das ações do Ibama e seus parceiros. Como os organizadores do Festival, realizado tradicionalmente no último fim de semana de junho, projetam a presença de mais de 100 mil pessoas (mais de 180 mil em 2023), as ações de divulgação da campanha vão se concentrar com mais ênfase no município.

Nas últimas três décadas, só não houve campanha por dois anos consecutivos, em 2020 e 2021, em função da pandemia de covid-19. O Bumbódromo, onde se apresentam os bois, não foi aberto ao público por conta do alto risco de contaminação.

O planejamento do Ibama para a conscientização das pessoas em relação à necessidade de preservação da vida silvestre não se restringirá ao Festival de Parintins. O projeto inclui levar a campanha para outros lugares do estado onde houver eventos com grande concentração de público e também estendê-la a uma escala nacional.

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Campanha Não tire as penas da vida

Não tire as penas da vida

A campanha “Não tire as penas da vida” teve início em 2002 por meio do então servidor do Ibama Paulo Andrade, que na época trabalhava no setor de fauna do Ibama Amazonas. Paulo realizou um levantamento sobre o uso de aves mortas para a confecção de enfeites para festas folclóricas no Amazonas com penas. O número de abates chegou a mais de 30 mil aves, principalmente araras, em apenas um ano.
A campanha nasceu com a missão de salvar os animais por meio da conscientização de quem confeccionava as peças e de quem as comprava.
Desde então, o Ibama/AM, por meio da Educação Ambiental, realiza esse trabalho não apenas durante os festivais folclóricas, mas em escolas e em visitas a outras instituições.

 

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PARQUES EÓLICOS

Transformando a paisagem e a vida nas comunidades locais e abordando o ruído das turbinas eólicas produzem

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As usinas eólicas estão se tornando uma característica comum da paisagem em muitas regiões ao redor do mundo. Essas estruturas altas, com suas hélices girando suavemente, representam uma forma de energia renovável que tem o potencial de transformar a dinâmica socioespacial das áreas onde são instaladas. No entanto, essa transformação nem sempre é uniformemente positiva, e um dos principais desafios enfrentados pelas comunidades próximas aos parques eólicos é a poluição sonora.

A Energia Eólica e sua Transformação Socioespacial

Os parques eólicos trazem consigo uma série de mudanças na paisagem e na vida das comunidades locais. Em termos econômicos, eles muitas vezes representam investimentos significativos em áreas anteriormente negligenciadas, trazendo empregos durante a construção e manutenção das usinas. Além disso, os proprietários de terras que hospedam turbinas eólicas em suas propriedades muitas vezes recebem pagamentos de arrendamento, criando uma nova fonte de renda para agricultores e proprietários de terras.

Em termos ambientais, a energia eólica é amplamente considerada uma alternativa mais limpa e sustentável às fontes de energia tradicionais, como o carvão e o petróleo. Ela contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e ajuda a mitigar os impactos das mudanças climáticas.

O Impacto Social da Poluição Sonora

No entanto, nem tudo são flores quando se trata de parques eólicos. Um dos principais impactos sociais negativos associados a essas estruturas é a poluição sonora. O ruído gerado pelas turbinas eólicas pode ser uma fonte significativa de perturbação para as comunidades vizinhas, afetando o seu bem-estar e qualidade de vida.

O som produzido pelas hélices das turbinas eólicas é frequentemente descrito como um “ruído de baixa frequência”, que pode ser audível a vários quilômetros de distância. Esse tipo de ruído pode interferir no sono das pessoas, causar estresse e ansiedade, e até mesmo afetar a saúde física e mental a longo prazo.

Além disso, a poluição sonora das usinas eólicas pode ter impactos negativos na fauna local, interferindo nas rotas migratórias de pássaros e perturbando ecossistemas sensíveis.

Mitigação e Soluções

Para lidar com o problema da poluição sonora, os desenvolvedores de parques eólicos e as autoridades locais precisam implementar medidas de mitigação adequadas. Isso pode incluir o posicionamento cuidadoso das turbinas eólicas para minimizar o impacto do ruído nas áreas residenciais, o uso de tecnologias de redução de ruído e o estabelecimento de regulamentações e diretrizes claras para o desenvolvimento de parques eólicos.

Além disso, é essencial que as comunidades locais sejam consultadas e envolvidas no processo de planejamento e implementação de projetos de energia eólica, garantindo que suas preocupações e interesses sejam levados em consideração.

Os parques eólicos têm o potencial de desempenhar um papel crucial na transição para uma economia mais sustentável e livre de carbono. No entanto, é importante reconhecer e abordar os impactos sociais negativos, como a poluição sonora, para garantir que esses projetos beneficiem verdadeiramente as comunidades locais e o meio ambiente como um todo. A busca por soluções eficazes para mitigar o ruído das turbinas eólicas é fundamental para garantir que a energia eólica continue sendo uma parte importante do mix energético global.

 

 

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MONUMENTO DE BRASÍLIA

A TORRE DIGITAL SALVOU A PAISAGEM DA NOSSA CAPITAL.

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Brasília foi a única cidade brasileira que teve a coragem e o bom-senso de construir uma torre para ser compartilhada por todas as televisões com tecnologia digital, evitando uma poluição visual na paisagem da cidade. O céu é o mar de Brasília, profetizou Lucio Costa.
TRÊS OBSERVAÇÕES NECESSÁRIAS:
1) Para o escritor e paisagista Carlos Fernando de Moura Delphim, ex-Coordenador Geral do Patrimônio Natural do IPHAN, “A Torre Digital de Brasília serviu de importante exemplo às cidades brasileiras, cada vez mais cheias de torres de todas as espécies”. E completou: “Ao subir numa torre ou numa montanha, tanto menores parecem ser as coisas do mundo terreno e maior se manifesta o mundo celeste. Esta é a sensação que tive ao subir na torre do Niemeyer”.
2) Segundo o engenheiro e ex-vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente, a Torre de Oscar Niemeyer trouxe harmonia à paisagem de Brasília e melhor qualidade para a tecnologia digital.
3) É importante informar que, para a Anatel, a belíssima torre no Eixo Monumental de Brasília, projeto de Lucio Costa, está em um lugar que não atendia todas as cidades satélites do Distrito Federal. Mais: está totalmente ocupada, não tendo mais espaço para nenhuma antena.
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Reportagens

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