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CURIOSIDADES SOBRE O CARIMBÓ

A dança que marca o ritmo musical do Pará

 

Atenção: 22 de agosto é Dia do Folclore. E 26 de agosto, é o DIA DO CARIMBÓ. Motivo: nesse dia nasceu o Mestre Verequete (Augusto Gomes Rodrigues) músico conhecido como o Rei do Carimbó. A dança faz parte do folclore brasileiro. E o que é folclore? É justamente o conjunto de conhecimento de um povo. Integra o que podemos chamar de costumes, crenças, superstições, contos, mitos, lendas, músicas, danças e festas populares.

 

Fotos: Silvestre Gorgulho

 

Pois então, voltando ao carimbó. Em 2014, depois de dez anos de inventário, essa dança do folclore paraense foi declarada (por unanimidade) como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

Em 2015, no dia 11 de novembro, o carimbó recebeu oficialmente a titulação de Patrimônio Cultural do Brasil, pelo IPHAN.

 

Ângela Maria da Costa Rosa e Isa dos Santos Crabi deixaram a mineirice de lado para cair no carimbó.

 

ORIGEM DO NOME

A palavra “carimbó” é de origem indígena. O curimbó é o principal instrumento musical utilizado nessa dança folclórica. O curimbó é uma espécie de tambor tocado com as mãos, feito com um tronco escavado e oco. Do tupi korimbó (pau que produz som) resulta da junção dos elementos curi, que significa “pau”, e mbó, que significa “furado”. Daí também ser chamado de Pau e Corda, Samba de roda do Marajó e Baião típico de Marajó. A dança do carimbó é realizada em pares e marcada por movimentos giratórios.

São as roupas e os movimentos giratórios, sobretudo das mulheres, que fazem a beleza da dança.

 

COREOGRAFIA

As mulheres usam saias rodadas, volumosas, longas e bem coloridas, justamente para garantir o efeito do movimento giratório. Elas usam adornos no pescoço e nos pulsos, e enfeitam os cabelos com flores.

Já a roupa dos homens é simples. Eles se vestem como trabalhadores rurais: calças curtas ou dobradas.

Homens e mulheres sempre dançam descalços.

A coreografia do carimbó é bonita, atraente e sensual.  A dança é feita em pares, que formam uma roda. Os passos bem ritmados imitam movimento de animais.

Foto: Vera Martini

Eldianne Poring Etê de Sousa lidera o Grupo Musical de Carimbó Bibiyü na aldeia dos índios Munduruku.

 

Como é bom visitar e conhecer danças típicas, personagens marcantes como o boto, curupiras, sereias, bois-bumbá e tantos outros. São personagens que incendeiam, alimentam as cabeças e os corações de um BRASIL QUE NÃO ACABA MAIS…

 

 

 

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EMILIANO PEREIRA BOTELHO

(1948-2026)

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O Brasil perdeu ontem à noite (11/08) um cidadão empreendedor, dedicado e que deixa um legado incomensurável para a agricultura tropical: EMILIANO PEREIRA BOTELHO.
Paracatu perdeu um filho ilustre e eu perdi um amigo, inclusive, que escreveu a abertura do meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – JK-BRASÍLIA-PELÉ – A Era dos Grandes dribles na Política, Cultura e História”.
Nesse livro, Emiliano, como presidente da CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, escreveu sobre o Planalto Central e a história da revolução verde-amerela do Cerrado, focando na chegada dos japoneses das famílias Kanegae, Hayakawa, Ogawa, Ikeda e Okudi para desbravar a região do Distrito Federal.
Como jogador de futebol, amante da boa música e torcedor do Cruzeiro, EMILIANO BOTELHO tinha seu lado alegre e festeiro. Como profissional da agropecuária, deixa uma história de empreendedorismo: logo depois de ser o superintendente e, depois, presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu, a Coopervap, presidiu por mais de 30 anos a CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, ligada ao Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro para o Desenvolvimento dos Cerrados, o Prodecer.
FOTOS
1) Emiliano Botelho quando foi homenageado pela Casa de Cultura e pela Prefeitura Municipal de Paracatu como Personalidade que fez e faz diferença na região.
2) Emiliano, o Ministro Alysson Paolinelli e o primeiro presidente da CAMPO, Paulo Afonso Romano.
3) Emiliano e sua paixão pelo Cruzeiro, que hoje no jogo com o Flamengo bem podia fazer um minuto de silêncio em sua Memória.
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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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