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ADEUS BEATRIZ RABELLO

ANJO DA GUARDA DE SEBASTIÃO NERY

 

Beatriz Rabello nos deixou. Fiquei arrasado quando o jornalista Ruy Nogueira me deu a notícia. Inconformado. Beatriz era um anjo para quem cruzasse seu caminho.
Foi um anjo para o governador e senador e Chanceler Magalhães Pinto.
Foi um anjo para o governador e embaixador José Aparecido de Oliveira.
Foi um anjo para Sebastião Nery. Foi um anjo para o Ziraldo, para o Henfil, para o Zé Eduardo Barbosa, para o Jaguar, para o Millôr Fernandes, para o Ângelo Oswaldo… para tanta gente. Até para mim.
Ahhh BIA, por que você foi tão cedo!
Aprendi tanto com você! Aprendi a fazer da amizade uma oração permanente.
Aprendi com você a conhecer e admirar a arte da encadernação.
Lembro-me bem você me explicando, dentro de seu atelier:
– “Silvestre, esse é um trabalho que vem lá dos Egípcios. Eles criaram a primeira forma de proteção para seus documentos. Mas hoje a encadernação é uma arte sofisticada, artesanal para enobrecer livros, cadernos e agendas dando-lhes embelezamento, estética e valor”.
Beatriz Rabello, mineira de Manhumirim, era reconhecida internacionalmente por ser uma mestra na arte de encantar todo tipo de encadernação. Em cada trabalho seu, de uma agenda para um amigo ou na participação da Bienal Mundial de Encadernação de Arte de Paris (onde foi várias vezes premiada) Beatriz deixava um pouquinho de seu coração.
Beatriz partiu!
Mas seu coração e seu sorriso ficaram em cada amizade sua e em muitas bibliotecas do mundo.
Adeus BIA!
FOTOS:
1) Beatriz Rabello e Sebastião Nery celebram em Honfleur (França) mais uma premiação na Bienal Mundial de Encadernação e Arte de Paris. Setembro de 2014.
2) Dia de aniversário: a freira Fatima (irmã do Nery) Beatriz e eu ‘bebemorando’ os 82 do Tião Nery, no Rio de Janeiro..
3) É uma agenda que a Bia fez para uma amiga italiana quando da visita ao Rio. A capa é um guia do Rio de Janeiro e as guardas o mapa do metrô do Rio.
4) Este livro de Beatriz Rabello foi premiado na X Bienal Mundial de Encadernação de Arte de Paris.
5) O segundo livro premiado na Biennale Mondiale de la Reliure d’Art, na França. Paris setembro de 2011.
6) Estes são os trabalhos que Beatriz fez para a Biennale. Os dois do centro foram premiados.

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PARQUES EÓLICOS

Transformando a paisagem e a vida nas comunidades locais e abordando o ruído das turbinas eólicas produzem

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As usinas eólicas estão se tornando uma característica comum da paisagem em muitas regiões ao redor do mundo. Essas estruturas altas, com suas hélices girando suavemente, representam uma forma de energia renovável que tem o potencial de transformar a dinâmica socioespacial das áreas onde são instaladas. No entanto, essa transformação nem sempre é uniformemente positiva, e um dos principais desafios enfrentados pelas comunidades próximas aos parques eólicos é a poluição sonora.

A Energia Eólica e sua Transformação Socioespacial

Os parques eólicos trazem consigo uma série de mudanças na paisagem e na vida das comunidades locais. Em termos econômicos, eles muitas vezes representam investimentos significativos em áreas anteriormente negligenciadas, trazendo empregos durante a construção e manutenção das usinas. Além disso, os proprietários de terras que hospedam turbinas eólicas em suas propriedades muitas vezes recebem pagamentos de arrendamento, criando uma nova fonte de renda para agricultores e proprietários de terras.

Em termos ambientais, a energia eólica é amplamente considerada uma alternativa mais limpa e sustentável às fontes de energia tradicionais, como o carvão e o petróleo. Ela contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e ajuda a mitigar os impactos das mudanças climáticas.

O Impacto Social da Poluição Sonora

No entanto, nem tudo são flores quando se trata de parques eólicos. Um dos principais impactos sociais negativos associados a essas estruturas é a poluição sonora. O ruído gerado pelas turbinas eólicas pode ser uma fonte significativa de perturbação para as comunidades vizinhas, afetando o seu bem-estar e qualidade de vida.

O som produzido pelas hélices das turbinas eólicas é frequentemente descrito como um “ruído de baixa frequência”, que pode ser audível a vários quilômetros de distância. Esse tipo de ruído pode interferir no sono das pessoas, causar estresse e ansiedade, e até mesmo afetar a saúde física e mental a longo prazo.

Além disso, a poluição sonora das usinas eólicas pode ter impactos negativos na fauna local, interferindo nas rotas migratórias de pássaros e perturbando ecossistemas sensíveis.

Mitigação e Soluções

Para lidar com o problema da poluição sonora, os desenvolvedores de parques eólicos e as autoridades locais precisam implementar medidas de mitigação adequadas. Isso pode incluir o posicionamento cuidadoso das turbinas eólicas para minimizar o impacto do ruído nas áreas residenciais, o uso de tecnologias de redução de ruído e o estabelecimento de regulamentações e diretrizes claras para o desenvolvimento de parques eólicos.

Além disso, é essencial que as comunidades locais sejam consultadas e envolvidas no processo de planejamento e implementação de projetos de energia eólica, garantindo que suas preocupações e interesses sejam levados em consideração.

Os parques eólicos têm o potencial de desempenhar um papel crucial na transição para uma economia mais sustentável e livre de carbono. No entanto, é importante reconhecer e abordar os impactos sociais negativos, como a poluição sonora, para garantir que esses projetos beneficiem verdadeiramente as comunidades locais e o meio ambiente como um todo. A busca por soluções eficazes para mitigar o ruído das turbinas eólicas é fundamental para garantir que a energia eólica continue sendo uma parte importante do mix energético global.

 

 

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MONUMENTO DE BRASÍLIA

A TORRE DIGITAL SALVOU A PAISAGEM DA NOSSA CAPITAL.

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Brasília foi a única cidade brasileira que teve a coragem e o bom-senso de construir uma torre para ser compartilhada por todas as televisões com tecnologia digital, evitando uma poluição visual na paisagem da cidade. O céu é o mar de Brasília, profetizou Lucio Costa.
TRÊS OBSERVAÇÕES NECESSÁRIAS:
1) Para o escritor e paisagista Carlos Fernando de Moura Delphim, ex-Coordenador Geral do Patrimônio Natural do IPHAN, “A Torre Digital de Brasília serviu de importante exemplo às cidades brasileiras, cada vez mais cheias de torres de todas as espécies”. E completou: “Ao subir numa torre ou numa montanha, tanto menores parecem ser as coisas do mundo terreno e maior se manifesta o mundo celeste. Esta é a sensação que tive ao subir na torre do Niemeyer”.
2) Segundo o engenheiro e ex-vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente, a Torre de Oscar Niemeyer trouxe harmonia à paisagem de Brasília e melhor qualidade para a tecnologia digital.
3) É importante informar que, para a Anatel, a belíssima torre no Eixo Monumental de Brasília, projeto de Lucio Costa, está em um lugar que não atendia todas as cidades satélites do Distrito Federal. Mais: está totalmente ocupada, não tendo mais espaço para nenhuma antena.
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HOMENAGEM A ANA DUBEUX

A jornalista ANA DUBEUX fez, faz e fará, sempre, a História de Pernambuco e, sobretudo, de Brasília

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Brevemente nascerá um livro selecionando suas reportagens e suas “Cartas ao Leitor” sobre a Capital do Brasil, pela qual Ana Dubeux tem um olhar de afeto e de cobranças, de bem-querência e de exigências, de direitos e de deveres.
Parabéns deputada Paula Belmonte pelo Título de Cidadã Honorária de Brasília à jornalista Ana Dubeux.
Homenagem merecida que será realizada no Plenário da Câmara Legislativa do DF, dia 19 de junho, às 19 horas.
Foto: nota da Coluna Eixo Capital, de Ana Maria Campos.
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Reportagens

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