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DEPUTADA SÍLVIA WAIÃPI CRITICA ATUAÇÃO DO INSTITUTO IEPÉ NA CPI DAS ONGS

Sílvia Waiãpi: ONG impede indígenas de terem energia elétrica em sua comunidade

 

(Agência Senado- Geraldo Magela) A deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) repassou à CPI das ONGs documentos tratando do financiamento do Instituto IEPÉ, uma ONG que atua junto a comunidades indígenas na Amazônia. Os documentos tratam do financiamento de diversos órgãos estrangeiros a esta ONG, que foram listados pela deputada. – O IEPÉ recebe dinheiro das embaixadas da França e Noruega, da Comissão Europeia, da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Fundação Ford, da Nature Conservancy, da Rainforest Foundation, da Fundação Gordon & Betty Moore, do Internews, Fundo Lira, do GLA (Green Livelihood Alliance), da Nature Conservancy, Talmapais Trust e outras organizações estrangeiras. A mesma ONG que impede os WAIÃPI de terem energia elétrica em sua comunidade — denunciou a deputada Silvia Waiãpi.

A deputada federal Sílvia Waiãpi, ao lado do presidente da CPI, senador Plinio Valério (PSDB-AM) e do relator, senador Marcio Bittar (União-AC), afirmou que ONGs impedem indígenas de terem energia elétrica em sua comunidade

Durante a sua intervenção, a deputada apresentou um depoimento gravado em vídeo de uma indígena WAIÃPI reclamando que o IEPÉ “não quer energia elétrica nem internet” na comunidade. Essa situação prejudica diretamente até mesmo o funcionamento regular de um posto de saúde situado na comunidade. A indígena do vídeo, que estava grávida, acabou perdendo a criança devido ao atendimento precário, segundo Sílvia Waiãpi.

No vídeo, a indígena anônima também reclama ter outros problemas de saúde, que acabam sem assistência adequada devido à falta de energia elétrica. Já Sílvia Waiãpi também relatou que recentemente uma sobrinha sua, que ainda mora na comunidade, teria morrido por falta de tratamento adequado. A deputada reclama que o INSTITUTO IEPÉ, em conluio com agentes públicos, na prática impede o desenvolvimento socioeconômico dos WAIÃPI, a pretexto de uma pretensa “preservação cultural”.

MUITAS DENÚNCIAS GRAVES:

FUNCIONÁRIOS EM SÃO PAULO QUEREM CONGELAR DESENVOLVIMENTO NAS COMUNIDADES

Respondendo a perguntas do relator, senador Marcio Bittar (União-AC), Sílvia Waiãpi ainda disse que todos os funcionários do IEPÉ residem em cidades como São Paulo, “onde tem acesso aos confortos e aos planos de saúde” negados ao povo WAIÃPI. Ela criticou igualmente outras fundações estrangeiras, como a Fundação Ford, que segundo ela financiam viagens internacionais e, por conseguinte, a atuação política de lideranças indígenas para que critiquem o agro brasileiro e outras situações relacionadas ao Brasil em fóruns internacionais e nacionais.

CONLUIO COM FUNCIONÃRIOS PÚBLICOS

Para o presidente da CPI, senador Plínio Valério (PSDB-AM), as ONGs só conseguem “tamanho poder” de influenciar diretamente as políticas públicas da região devido a um conluio com funcionários públicos. Uma aliança, segundo o senador, que estaria impedindo, por exemplo, a realização de obras de infraestrutura na região Norte, sob alegações preservacionistas. Plínio Valério também crê que o “conluio” visa reservar a exploração de riquezas minerais da Amazônia para o futuro, em detrimento do Brasil.

– As ONGs só têm esse poder porque estão aliadas a partes do Judiciário. Tem sempre um desembargador, um ministro, um juiz pra conceder uma liminar pra qualquer ONG, se encontrar um caco de cerâmica, existente ou “plantado” na região, e paralisa (os trabalhos). Isso está ocorrendo por exemplo em regiões da Amazônia ricas em potássio — protestou.

INTERESSES ESTRANGEIROS

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) é outro a acreditar que o discurso preservacionista esconde “interesses estrangeiros” na exploração das riquezas da Amazônia. Sílvia Waiãpi concorda com a visão de que o financiamento estrangeiro a ONGs que atuam na região se daria por razões geopolíticas.

A deputada ainda questionou por que o aparato estatal mobilizado na repressão aos crimes ambientais não é replicado no combate a outros crimes. Sílvia observou que enquanto atividades agrícolas são reprimidas, o narcotráfico atua “livremente” na Amazônia. Por outro lado, as condições de miséria têm feito crescer a prostituição entre mulheres indígenas, assim como a venda de crianças indígenas ao crime organizado. Segundo ela, “crianças vendidas” serviriam até mesmo para práticas de “abusos sexuais” na Amazônia.

Sílvia Waiãpi classificou como “extremamente precária” a condição dos serviços de educação ao povo WAIÃPI. Ela mostrou mensagens de um grupo de whatsapp de pessoas que se cotizaram para comprar uma impressora para uma escola na comunidade.

– O INSTITUTO IEPÉ recebe financiamento de poderosas organizações estrangeiras, mas não pode comprar uma impressora para uma ESCOLA WAIÃPI — lamentou a deputada.

Ainda durante sua fala, Sílvia Waiãpi leu partes de notas de repúdio de organizações indígenas contra sua atuação política. Nessas notas, as organizações defendem que Sílvia não representa os povos indígenas, mas correntes políticas ligadas ao bolsonarismo. Essas notas mencionam que Sílvia obteve apenas 31 votos na seção eleitoral dos WAIÃPI.

Em sua defesa, Sílvia disse que as notas “são escritas pelo Instituto Iepé”, e que ela, na condição de deputada, representa os WAIÃPI e “todos os eleitores do Amapá”. As notas de repúdio também mencionam que a deputada não teria vivência entre os waiãpi.

SOFRIMENTO DO POVO KORIPAKO

Plínio Valério exibiu vídeos enviados por indígenas koripako à CPI. Esses vídeos mostram as dificuldades dos indígenas, que têm se deslocar por até seis dias em embarcações precárias para que possam receber o Bolsa-Família em São Gabriel da Cachoeira (AM). Plínio Valério reclama que a atuação da ONG Instituto Socioambiental (ISA) tem impedido a construção de uma estrada de 16 kms que atenderiam os koripako em seus deslocamentos.

– Eles estão reivindicando uma estrada que teria 16 kms. Essa estrada evitaria toda essa epopeia aí, mas o ISA com a Foirn (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro) não deixa, alegando que não fazem parte da cultura indígena as estradas, as rodovias. O que faz parte da cultura indígena, segundo essa gente, é sofrer, é passar por essas cachoeiras perigosas com o maior problema. Não teria nenhum impacto ambiental uma estrada de 16 kms no meio de tanta floresta… Não teria nenhum impacto ambiental, mas teria um impacto social muito grande, seria o resgate da dignidade — criticou.

Plínio ainda relatou que é comum que os indígenas durmam ao relento quando estão em São Gabriel da Cachoeira. Por isso ele destinou parte de suas emendas parlamentares à construção de um centro de acolhimento aos koripako na cidade, cujas obras já se iniciaram.

MARINA SILVA É CONTESTADA

NA CPI DAS ONGs

Ao ser questionada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que indagou se Marina já “tinha processado ou desconfiava de alguma ONG que não estava trabalhando sério”, a ministra do Meio Ambiente respondeu:

– Graças a Deus não tenho relacionamento com esse tipo de ONG. As que tenho foram as investigadas pelo Tribunal de Contas, que disse que elas estão fazendo o trabalho corretamente, aumentando a capacidade produtiva nos lugares em que fazem assistência técnica, trabalhando em prol do povo ianomâmi — disse Marina.

Em resposta ao senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que defendeu melhorias na infraestrutura de transporte em Rondônia e apontou demora na concessão de licenças ambientais para empreendimentos na Amazônia. Sobre a BR-319, Marina disse que não basta ser a favor do empreendimento, mas “viabilizá-lo economicamente, ambientalmente e socialmente”.

Durante o debate, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) afirmou que “seria bom se o governo brasileiro tivesse a sua própria política para os biomas ambientais”:

– As ONGs agem sem responsabilidade social, investem em narrativas mentirosas e comandam processo de expansão de terras indígena — apontou o senador.

 

DIREITOS AOS ÍNDIGENAS SÃO NEGADOS

Sílvia Nobre Waiãpi é uma política, atriz, militar, atleta e fisioterapeuta brasileira. Filiada ao Partido Liberal, foi a primeira mulher indígena a ingressar no Exército Brasileiro. Em 2022 elegeu-se deputada federal pelo Amapá, com 5 435 votos.

A deputada Sílvia Waiãpi (PL-AP) ressaltou que os povos indígenas são obrigados a respeitar a ancestralidade, porque lhes foi negado o direito de ser igual às outras sociedades. Ela discordou quando Marina avaliou que a política de integração, que teve como lema “integrar para entregar”, possa ter favorecido o desmatamento no passado. A deputada também afirmou que “a verdade de Marina não é igual à verdade daquelas pessoas que vivem no Norte do País” e sofrem com a falta de investimentos de infraestrutura. (Agência Senado)

 

 

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Brasília

A Capital Brasileira com Melhor Qualidade de Vida

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Brasília é conhecida não só por sua arquitetura mundialmente famosa, mas também pela qualidade de vida que oferece. De acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2024, a capital federal se destacou como a cidade que melhor atende às necessidades básicas dos seus habitantes e proporciona a maior qualidade de vida.

Índice de Progresso Social (IPS)

O IPS Brasil é o estudo mais abrangente sobre a realidade socioambiental dos 5.570 municípios brasileiros. Ele avalia as cidades em três categorias: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades, atribuindo notas de 1 a 100. No ranking divulgado em julho, Brasília obteve uma nota geral de 71,25, ficando à frente de Goiânia (GO) e Belo Horizonte (MG).

Água e Saneamento

Brasília se destacou na categoria Água e Saneamento, com uma pontuação de 88,46. Nos últimos cinco anos, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), investiu cerca de R$ 1,5 bilhão em manutenção, expansão e melhorias no sistema de captação de esgoto e água. A meta é investir mais de R$ 2,8 bilhões até 2027.

Atualmente, o DF é a unidade da federação com a maior taxa de esgoto tratado do país, com 94,1% dos moradores tendo esgotamento adequado, comparável a países desenvolvidos. A infraestrutura inclui 18 mil km de redes de água e esgoto, atendendo 99% da população com água tratada e 93% com coleta de esgoto. Desde 2021, o DF atende aos níveis de universalização previstos no Marco Legal do Saneamento Básico.

Infraestrutura

A melhoria na infraestrutura urbana também contribui para a qualidade de vida em Brasília. Em 2023, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) pavimentou 53.314 m² de asfalto nos primeiros seis meses. O programa Drenar DF alcançou 7,5 km de escavação para escoamento de águas pluviais, ajudando a reduzir problemas de alagamento. Além disso, cerca de 40% da iluminação pública já foi modernizada com tecnologia LED, com a meta de substituir todas as luminárias até 2026.

Social

Na área social, o GDF investiu R$ 35.194.415 no Cartão Prato Cheio e no DF Social. O Cartão Prato Cheio beneficia cerca de 100 mil famílias com crédito de R$ 250 para auxiliar em situações de insegurança alimentar. O DF Social fornece R$ 150 mensais para famílias de baixa renda. A Secretaria de Desenvolvimento Social também distribui cestas verdes com frutas, verduras e legumes, complementando a assistência alimentar.

Segurança

Na segurança pública, Brasília tem registrado a redução de diversos índices criminais graças ao uso de dados estatísticos para mapear áreas de risco e implementar políticas de prevenção. A segurança no transporte público também foi reforçada com a introdução de câmeras corporais para os agentes do Metrô-DF.

Referência Turística

Além de sua qualidade de vida, Brasília é um destino turístico atraente, com monumentos icônicos, ruas arborizadas, parques e setores planejados para o bem-estar. A cidade foi a primeira capital moderna a ser incluída na Lista do Patrimônio Cultural da Humanidade da Unesco. Em 2024, Brasília foi destacada pelo The New York Times como um dos 52 lugares para se visitar.

Esses fatores fazem de Brasília uma cidade exemplar em termos de qualidade de vida e um destino atrativo para visitantes de todo o mundo.

 

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Temporada de floração dos ipês-amarelos colore as ruas do Distrito Federal

De julho a setembro, o brasiliense aprecia a mistura com os ipês-roxos enquanto aguarda a chegada das árvores com flores nas cores rosa e branco

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Por Ana Paula Siqueira, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

 

No Distrito Federal, quanto mais o tempo estiver seco, mais bonita fica a cidade. Pelo menos no quesito de uma espécie bem especial. É que quanto mais durar a estiagem, maior o tempo de floração dos ipês, árvores símbolo do Quadradinho. Agora, chegou a hora dos amarelos, que, junto aos roxos, conferem uma coloração de encher os olhos por toda parte.

De julho a setembro é a vez da floração dos ipês-amarelos; até o fim do ano, a Novacap vai plantar mais 40 mil ipês no Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

Por aqui, são três espécies de ipês-amarelos cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap): o ipê-amarelo-felpudo, também conhecido como peludo, o ipê-caraíba e o ipê-de-petrópolis.

Os três possuem diferenças nas folhas e no caule, além de alguma variação nos tons no amarelo das flores. Somadas, as árvores já floridas, até o final do ano, podemos esperar uma explosão de cores. Isso porque, entre junho e agosto, desabrocham os ipês-roxos. De julho a setembro, é a vez dos amarelos e, entre agosto e setembro, entram em cena o rosa e o branco. Seja qual for a cor, o brasiliense tem motivos de sobra para, entre esses meses, ir às ruas apreciar os ipês e registrá-los em fotografias e na memória.

O chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Raimundo Silva, observa que os amarelos estão entre os ipês que se adaptam da melhor forma ao clima do Cerrado. “Eles se comportam bem, o que pode ser observado pelo crescimento e florescimento mais rápidos. Alguns [exemplares] plantados há três anos já apresentam flores”, destaca Silva.

As árvores que fazem parte do cartão-postal do brasiliense são tombadas como Patrimônio Ecológico do Distrito Federal, e o seu cultivo não para. Das 100 mil árvores que serão plantadas pela Novacap até o final deste ano, 40 mil são ipês – desses, 20 mil amarelos e os demais. divididos entre outros tipos da espécie. A meta do Governo do Distrito Federal (GDF) é chegar a 1 milhão de árvores em todo o Quadradinho. Atualmente, são cerca de 270 mil em todo o DF.

Além dos ipês, serão plantadas outras 30 espécies, como imbaúba, barbatimão, angico e aroeira, nativas do Cerrado, e outras oriundas de biomas diversos que se adaptam muito bem às condições do DF.

Mais que deixar a cidade bonita, a Novacap trabalha para que a fauna tenha sempre alimentos disponíveis. Por isso, muitas espécies frutíferas têm cultivo contínuo, como amoreiras, abacateiros e goiabeiras. “Temos o cuidado de fazer uma composição mista para a nossa floresta urbana que tanto nos enche de orgulho”, destaca Silva.

Para garantir essa diversidade, a companhia adquire sementes e mudas em um raio de 400 quilômetros de distância do DF, em estados como Goiás, Tocantins e Minas Gerais. “São plantas que não apresentam nenhum tipo de praga ou patógeno”, explica o chefe do Departamento de Jardins da Novacap. Qualquer plantio em área pública só pode ser feito pela Novacap. Em caso de dúvidas, basta entrar em contato pelo telefone 162.

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Livros, relógios, discos e Muita paixão pelas aves

Quem foi o articulador para criar do Dia da Ave? Dalgas Frisch. Quem articulou para fazer do Sabiá Laranjeira a Ave Nacional? Dalgas Frisch. Que empresário usou toda sua criatividade e dinheiro para bancar sua paixão passarinheira? Dalgas Frisch. Sim, Johan Dalgas Frisch, um Engenheiro Civil Industrial Químico, escritor, empresário, ornitólogo, ambientalista e ex-presidente da APVS – Associação de Preservação da Vida Selvagem, teve no seu currículo uma história de vida dedicada às águas, às aves, às florestas e aos índios. É chamado de Herói de dois mundos, da Dinamarca (terra de seus antepassados) e das Américas.

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Foram quatro discos: “Vozes da Amazônia”, que inclui o canto do uirapuru, “Sinfonia das Aves Brasileiras”, “A Ave, a Selva e a Melodia” e “Aves Brasileiras”. É de sua autoria também dois tipos de relógios com cantos de aves, que acompanham os livros “Doze Cantos do Brasil” e “Cantos Harmoniosos da América”. Em 1994, lançou com seu filho Christian, o livro “Jardim dos Beija-Flores”.

Em 2005, lançou os livros “Aves Brasileiras e Plantas que as atraem” e Aves Brasileiras Minha Paixão”.

Lançou ainda: “Para que as Primaveras não se `Calem para Sempre” e, logo depois, o livro “Uirapuru – Joia do Tumucumaque”.

 

Dalgas Frisch construiu sua própria parabólica para captar

o canto das aves.

 

O RELÓGIO DOS PÁSSAROS – O relógio de Dalgas é um hinário, que eleva nossos sentimentos a despertarem novas ações para a preservação destas espécies canoras que acompanham importantes cantos da natureza. Os segundos, minutos e as horas indicados e despertados, são importantes para acalentar nossos sentimentos pela natureza. Em vários modelos, o relógio musical, redondo, ilustrado é   acompanhado por um livro que ilustra a história dos 12 pássaros que fazem a hora acontecer.

 

  

Em 1994, lançou com seu filho Christian, o livro “Jardim dos Beija-Flores”.

A última publicação de Dalgas “Uirapuru – Joia do Tumucumaque”

 

O mesmo livro em português e em inglês.

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