Artigos

PANTANAL

CÉU, TERRA E ÁGUAS ABENÇOADAS

 

Pantanal: onde a vida acompanha o deslocar das águas e das estrelas que regem o fluxo da vida. (Foto: Jeferson Prado)

 

Depois de ajudar implantar a maior RPPN do Brasil (Reserva Particular do Patrimônio Natural) em Poconé, no Pantanal, onde está hoje o SESC Pantanal, Raimundo Bispo Ferreira Junior administra a Pousada Siá Mariana localizada na Baía de Siá Marina, em Barão de Melgaço, a 125 km de Cuiabá. Segundo ele, uma Pousada Boutique dentro de um antiquário. Ou vice-versa. Nascido em Rondonópolis MT, Junior – como é chamado – formou-se em Administração de empresas com ênfase no Turismo. Está na área desde 1994. Trabalhou por 20 anos no SESC Pantanal um dos maiores projetos de Turismo sustentável no Brasil. Para Junior, turismo é uma atividade apaixonante em vários aspectos: “Você conhece pessoas, culturas, histórias, e tem a oportunidade de trocar experiências com diversas pessoas, muitas vezes faz grandes amizades que ficam para a vida inteira. Mesmo a distância. Tem também a oportunidade de contribuir com a preservação do Planeta, de sua história, alavancar a valorização das pequenas comunidades, melhorando seu padrão de vida social”. Raimundo Junior foi o primeiro funcionário contratado do projeto SESC Pantanal e o primeiro gerente de um trabalho que plantou definitivamente o ecoturismo sustentável em Mato Grosso. Ninguém melhor do que Junior para falar sobre a maior planície alagável de água doce do Planeta.

 

Considerado pela UNESCO Patrimônio Natural da Humanidade e uma Reserva da Biosfera, o complexo do Pantanal brasileiro é o menor bioma nacional. Tem rara beleza, rica avifauna e possui 250 mil km² de extensão. Todo o complexo do Pantanal possui uma área de 624.320 km², aproximadamente 62% localizados no Brasil. Os outros 38% se estendem pela Bolívia (20%) e Paraguai (18%).

 

A ENTREVISTA

Raimundo Bispo Ferreira Junior

 

Folha do Meio – Por que o Pantanal?

Raimundo Bispo Ferreira Junior – Sempre amei o Pantanal. A mim, parece-me ser o último fragmento de um Paraíso Perdido neste tão conturbado mundo. Em uma lancha, desempenho meu trabalho percorrendo essas águas límpidas e profusas de vidas. Sob uma abóboda celestial na qual as mais vivas cores vão se alternando ao longo do dia, as águas se movem a lembrar que são a fonte e a condição de toda a vida planetária. A infinidade de aves em voo se repete na placidez das águas sob a forma de peixes. Árvores, ninfeias, peixes saltando, aves a pescá-los, tudo parece – parece não, é – uma incessante celebração à Vida.

 

FMA – Bela poesia. Mas fale deste lugar em poesia concreta.

Junior – Este lugar singular único no Planeta guarda segredos incontáveis de uma beleza sem igual. É um berçário de vida no mais amplo sentido, regido pelo subir e descer das águas durante as cheias e as secas. Na época das cheias a água flui pela planície, transportando a matéria orgânica que se decompõe, fertilizando os campos e, ao mesmo tempo, alimentando a ictiofauna. Essa é a base de uma imensurável cadeia alimentar que impulsiona este grande berçário da vida. Baias, corixos e charcos servem como refúgio para a reprodução de uma incalculável quantidade e diversidade de peixes, pássaros, repteis e plantas. A vida acompanha o deslocar das águas e das estrelas que regem o fluxo da vida.

 

FMA – Sim, planeta água. Mas, e a seca?

Junior – Na estação das secas, quando os animais passam a zelar pela planície, tem início o indescritível e profuso espetáculo da floradas, a paisagem é brindada com um imenso e colorido jardim. Por toda parte espoucam as florações dos ipês, cambarás, gonçaleiros (também conhecidos por aratanha, aroeira-do-campo, cubatã-vermelho, ubatã, guarabu, aroeira-vermelha e sete-cascas) tarumãs, jacarandás-mimosos e mais um sem-número de espécies. O mundo parece explodir em deslumbramento: samambaias, bromélias, orquídeas, maracujás, as plantas aquáticas como ninfeias e a vitória-régia, todas se unem para homenagear a beleza do firmamento e das luzes e cores celestiais.

 

  

O espetáculo das floradas do Pantanal: ipês e cambarás. Um jardim florestal.

 

FMA – Fale sobre o bioma Pantanal.

Junior – O Pantanal é o menor bioma brasileiro e a maior planície de inundação do mundo. E tido como uma das maiores planícies alagadas do mundo, abrange o Paraguai, a Bolívia e, no Brasil, os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Se, de todos os biomas brasileiros, é o menor em dimensão, ocupando apenas uma percentagem ínfima de nosso território, é o que abriga a segunda maior biodiversidade dentre todos os biomas brasileiros. Além de uma infinidade de formas de vida diminutas e ainda desconhecidas pela Ciência, ali foram identificadas e catalogadas mais de trinta mil diferentes espécies de insetos dos quais mais de mil são borboletas. Mais de duzentos peixes e de aves. Quase cem répteis, batráquios e algo mais de cem mamíferos. A flora tem cerca de três mil e quinhentas espécies conhecidas. Contudo, muito resta para se conhecer sobre espécies inferiores da flora e da fauna, como algas, musgos, selaginelas e líquens. Isso porque, além de suas características tão peculiares, a região do Pantanal inclui ainda recortes de outros quatro biomas brasileiros: a Amazônia, o Cerrado, a Caatinga, a Mata Atlântica e um bioma que todos pensam ser exclusivo da Bolívia: o Grande Charco que, no entanto, abrange ainda porções territoriais da Argentina e do Paraguai.

 

O mapa das microrregiões do Pantanal.

 

 

FMA – Mas o Pantanal não é homogêneo, como muitos pensam…

Junior – Sim, é verdade. O Pantanal é um bioma, aparentemente único e homogêneo, mas é composto por onze microrregiões. Cada uma delas apresenta aspectos peculiares sob os pontos de vista cultural e natural. A microrregião de Barão de Melgaço, onde está a Pousada Siá Marina, situada no Alto Pantanal, reúne as áreas de maior concentração de aves e uma incomparável biodiversidade.

A revoada das aves do Pantanal sempre foi e será um dos maiores espetáculos da natureza na região.

 

 

FMA – Cite algumas microrregiões com suas características.

Junior – Sim, veja o caso específico da menor microrregião do Pantanal, que é o Abobral. O rio Abobral, que dá nome à microrregião, pode ser considerado mais um corixo. Menor que um rio. Ele chega até a secar, mas, inversamente, na época das cheias o único meio de acesso possível é através de navegação pelo rio que, de tão largo, fica difícil encontrar sua calha. O Abobral está numa região mais baixa, a primeira a ser totalmente inundada durante o período das cheias. Permanece metade do ano com seus campos alagados. Os pastos se assemelham mais a grandes lagoas nas quais as sedes das fazendas emergem como se fossem pequenas ilhas.

Também o Nabileque, por ser uma das primeiras feições pantaneiras a suportar as inundações, tão logo, em outubro, têm início a temporada chuvosa, já passa a ser objeto de preocupação.

 

 

O Pantanal é caracterizado pela alternância entre períodos de muita chuva, que acontecem de outubro a março, e períodos de seca nos meses de abril a setembro. Possui região plana, levemente ondulada, com alguns raros morros isolados e com muitas depressões rasas. As altitudes não ultrapassam 200 metros acima do nível do mar e a declividade é quase nula.

 

A microrregião Abobral constitui um pantanal belíssimo, com grande diversificação da fauna e flora e, por entender a importância ecológica do local, existe um interesse em se criar uma área de proteção ambiental/APA na unidade.

Fazenda São Bento, típica propriedade pantaneira, totalmente ilhada pelas águas durante a cheia. Foto: Daniel Marinho

 

 

 

FMA – E o Pantanal lá da região de Corumbá?

Junior – A região de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, é uma das maiores. Ali está o Pantanal de Nhecolândia. A imensa diversidade paisagística e biológica é pontuada por baías, corixos e vazantes, entremeada por cordilheiras revestidas por formações vegetais. Distingue-se de todas as outras microrregiões por ser a única área do Pantana que apresenta um mosaico formado por lagoas salinas e de água doce.

O portal na rodovia Transpantaneira, em Poconé, onde está a entrada do Pantanal em Mato Grosso. Foto: Silvestre Gorgulho

 

 

FMA – Vamos falar sobre outros encantos do Pantanal. Evidente, que o mais conhecido são os encantos naturais. Mas você ajudou a criar a RPPN do Sesc, em Poconé. E quais os outros encantos do Pantanal?

Junior – Assunto bom de falar e de viver. De fato, o Pantanal não se distingue apenas por seus encantos naturais. Seu território é todo povoado por abundantes fatos históricos e por uma cultura e uma identidade singulares. Sua gastronomia é única, pelos recursos alimentícios exclusivos e pela influência de grupos étnicos autóctones. Sua importância na configuração do território brasileiro como hoje conhecemos é muito relevante, ainda que pouco divulgada. O que se tem como estado de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul era um território espanhol até que, em meados de 1525, a expedição comandada por Pedro Aleixo Garcia em direção à Bolívia, veio consolidar as conquistas dos bandeirantes, pelo Tratado de Madrid em 1750. São muitas as figuras ilustres e os fatos históricos relevantes como Agusto Leverger e o Barão de Melgaço que se destacaram na defesa de Mato Grosso e dos limites territoriais do Brasil durante a Guerra do Paraguai. Ciclos econômicos como a extração do ouro e diamantes, contribuíram para a ocupação da região.

 

FMA – E a economia pantaneira, o agronegócio na região?

Junior – A economia pantaneira é muito importante para o País pela produção de charque e açúcar e pela implantação de usinas como a Usina de Itaici que foi, à época, a mais moderna da América do Sul, tendo chegado ao ponto de dispor até de moeda própria. A Usina de Itaici tinha por modo de produção a industrialização da cana-de-açúcar e foi o embrião de um processo de industrialização e de um modo de produção característico e novo para Mato Grosso. Está localizada à margem direita do rio Cuiabá.

 

O Prédio constitui-se de um sólido volume em três pisos tendo os fundos um alpendre onde se localiza o maquinário de limpeza e separação da matéria-prima. Em Itaici, o modelo de indústria construiu uma vila para abrigar os próprios operários, com igreja, escola, farmácia, padaria etc. um verdadeiro conjunto habitacional. O empreendimento de Totó Pais (Antônio Pais de Barros (1851 – 1906) foi um usineiro, coronel, político e presidente de Mato Grosso de 1903 a 1906) dispunha de tamanha estrutura social que chegou até criar uma banda de música que executava retretas, aos domingos, para entreter seus moradores. Em determinado período, a Usina de Itaici chegou a cunhar sua própria moeda que, com moldes provenientes da Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, passou a imprimi-la adaptando-se uma velha prensa de papel.

 

FMA – A Cultura espanhola teve muita influência na religiosidade e cultura da região.

Junior – Sim, a espanhola e a cultura indígena marcaram profundamente toda região. A religiosidade é um ponto marcante na formação do povo pantaneiro. Festas e comemorações são sempre precedidas de celebrações religiosas como a Dança dos Mascarados de Poconé, o Siriri, o Rasqueado e a Cavalhada, uma representação de origem medieval europeia, que encena a guerra entre mouros e cristãos.

Festas e comemorações são sempre precedidas de celebrações religiosas como a Dança dos Mascarados de Poconé, o Siriri, o Rasqueado e a Cavalhada.

 

 

A culinária tem até hoje forte influência indígena. Muito conhecido o peixe como ingrediente principal e, como pratos, Mugica de Pintado e o Pacu Assado.

 

 

PANTANAL, O REINO DAS ÁGUAS,

NÃO POSSUI MANANCIAIS

 

FMA – E como este paraíso convive com o progresso, com a falta de saneamento e com os incêndios florestais?

Junior – Agora chegou num ponto de grande preocupação. Nem tudo são flores neste paraíso. O equivocadamente denominado progresso tem trazido grandes ameaças ao bioma. O reino das águas, o Pantanal, não possui mananciais. Por incrível que pareça, todo as nascentes que o nutrem estão localizadas em territórios circundantes. O avanço do agronegócio predatório no entorno da planície Pantaneira e o emprego indiscriminado de agrotóxicos repercutem na qualidade da água que provém do planalto circundante. As lavouras, ao avançar nas áreas de preservação permanente, vêm aumentando significativamente o assoreamento de corpos hídricos como o Rio Miranda em Mato Grosso do Sul.

 

FMA – E o saneamento e o lixo?

Junior – Sim, todos estes problemas que citei e mais a falta de saneamento básico nos municípios a montante do Pantanal, vêm causando efeitos nefastos sobre a fauna e a flora aquática reduzindo significativamente os estoques pesqueiros. Um impacto não só ambiental, como econômico e social pois afeta a significativamente a geração de renda das populações ribeirinhas. O lixo é outro fator de degradação ambiental. Lixões a céu aberto têm ocasionado problemas como a poluição dos corpos hídricos, o aumento de mosquitos sugadores de sangue e transmissores de moléstias.

 

FMA – Tem a mesma força de destruição que os incêndios florestais?

Junior – Este é o ponto. O fator mais impactante no momento são os incêndios florestais, cada vez mais constantes e arrasadores. A falta de fiscalização e a impunidade dos infratores são um estímulo aos incêndios criminosos. Malgrado todo o aparato tecnológico hoje existente, como satélites, não há a mínima vontade política e nenhum planejamento sério por parte de todas as esferas do Poder Público, seja municipal, estadual ou, o que é mais grave, federal na solução do problema. É um eterno jogo de empurra-empurra. Uns se omitem, outros alegam não ser de sua competência, nenhum defende o banco de vida que é o Pantanal. Depois dos desastres ambientais terem se realizado, todos posam de salvadores da Pátria sob a alegação de que “isso não vai mais acontecer”.

 

FMA – Ainda há esperança?

Junior – Sempre há esperança. Tenho sempre comigo a esperança de vá ocorrer um milagre e que que algo vai mudar. Uma taboa de salvação está no turismo. O turismo sustentável pode ser uma boa alternativa para a mudança, por gerar empregos, aumentar a renda e criar ações não predatórias como fontes de renda. Desde que seja bem planejado, com prévia, séria e criteriosa avaliação de impactos, terá a capacidade de movimentar a economia das pequenas comunidades, valorizar e preservar uma natureza, uma cultura e uma história únicas e insubstituíveis.

 

 

Artigos

CABO VERDE

A COPA DO MUNDO E O BRASIL

Publicado

em

Por

 

– “Um dia você vai olhar para trás e descobrirá que cada lágrima financiou sua vitória”. VOZINHA (Josimar José Évora Dias) goleiro de Cabo Verde,como filósofo e influenciador mundial do momento. ”
CABO VERDE está na ordem do dia. Na Europa, França e Bahia. Na Time Square, na rua e na Lua. O que é uma Copa do Mundo de Futebol, heim?
Na sexta Copa do Mundo de 1958, esse mesmo fenômeno de empatia e paixão aconteceu com o Brasil. Imagina que na recepção oficial dos 13 países participantes da Copa-6, em Estocolmo, o Comitê Organizador da FIFA simplesmente errou ao hastear a bandeira brasileira. Sim, a bandeira do Brasil – hoje cantada em prosa e verso – não estava lá. Pior: mesmo com o protesto e muita reclamação de Zagallo e do Mário Trigo, o coordenador da FIFA na Copa, Bengt Agren, levou os dois até o local onde estavam as bandeiras e mostrou, assim, com ar de autoridade:
– Está vendo? Olha aí vossa bandeira…
Era a bandeira de Portugal. Mário Trigo e Zagallo foram buscar uma enciclopédia Delta-Larousse para provar qual era a verdadeira bandeira do Brasil. Aí foi que Embaixada do Brasil na Suécia teve que entrar na historia para que a bandeira brasileira pudesse tremular em terras suecas.
Pois bem, a Copa terminou com show de Garrincha e Pelé e o mundo enrolado na bandeira do Brasil, cantando loas à Seleção Brasileira.
Pois bem, 68 anos depois, na COPA 23, CABO VERDE, por motivos diferentes, virou o queridinho da Europa, França e Bahia… do Brasil e do Mundo. E VOZINHA (Josimar Évora Dias) incorporou os mitos Garrincha e Pelé.
CABO VERDE: O QUE TEM A VER
O PAÍS DE VOZINHA COM O BRASIL?
Em abril de 2024, aportei na cidade de Praia, Capital de Cabo Verde. Como foi bom e prazeroso visitar Cabo Verde.
O país é um arquipélago de 10 ilhas. Cabo Verde, além de ser um dos nove países que falam o Português, tem duas referências fortes em relação ao Brasil. Uma delas com Brasília.
Depois de um dia em PRAIA, na Ilha Santiago, fui para Mindelo, a cidade cultural, que fica na Ilha São Vicente.
Cabo Verde foi a referência para definir a linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas.
O Tratado foi assinado por Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494 e ratificado em 5 de setembro do mesmo por D. João II de Portugal e Fernando II de Aragão. Ele estabelecia que as terras descobertas e as terras a descobrirem, nas Américas, deveriam obedecer um meridiano traçado a 370 léguas da ilha de Santo Antão (Cabo Verde). A OESTE do meridiano, as terras pertenceriam ao Reino de Castela (Espanha) e a LESTE ao Reino de Portugal.
O meridiano está, por assim dizer, numa linha reta de Belém do Pará até Laguna, em Santa Catarina.
Quem é de Brasília sabe que esse meridiano do Tratado de Tordesilhas passava a menos de 100km do DF, bem perto de Cacalzinho.
Os originais de cada idioma encontram-se depositados no Archivo General de Índias, na Espanha, e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
Voltando à Copa do Mundo vale dizer: a Argentina venceu o jogo entrando para as Oitavas de Final e CABO VERDE também venceu entrando para a História.
O SUCESSO DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO NINGUÉM ESQUECE.
VIVA CABO VERDE!
FOTOS:
1) A pedido da FFIFA, Cabo Verde foi o primeiro país a dar o nome de REI Pelé ao seu estádio de futebol. (Seria o sucesso de Cabo Verde na Copa o primeiro milagre do Rei?)
2) Visitando Mindelo, terra da cantora Cesarea Évora, aliás também a terra natal do goleiro VOZINHA – Josimar Évora Dias.
3) VOZINHA – depois da atuação na Copa tem emprego com bom salário garantido.

Screenshot

Screenshot

Continue Lendo

Artigos

BioTech XP reúne público no Planetário de Brasília

Confirma nova edição no Pátio Brasil com mais de 40 horas de atrações

Publicado

em

Por

 

Brasília recebeu nesta semana a festa de lançamento da BioTech XP no Planetário de Brasília, em um evento que combinou ciência, tecnologia e experiências imersivas voltadas ao público jovem e às famílias. A programação movimentou o espaço com atividades interativas, palestras e atrações que transformaram o ambiente em um grande laboratório de descobertas.

Entre os destaques da edição no Planetário estiveram os simuladores de realidade virtual de montanha-russa e asa-delta, que proporcionaram uma experiência sensorial de alta imersão aos visitantes. As atrações chamaram a atenção do público pela proposta de aproximar ciência e tecnologia de forma prática e acessível.

O evento também contou com a participação do Einstein Jr., que apresentou conteúdos de biologia e ciência de maneira dinâmica e interativa, despertando a curiosidade dos participantes e incentivando o aprendizado por meio da experimentação. A proposta central da BioTech XP foi justamente apresentar a ciência sob uma nova perspectiva, mais lúdica e conectada ao cotidiano.

De acordo com a organização, a receptividade do público reforça a consolidação do projeto como uma iniciativa de divulgação científica voltada para novas gerações, unindo educação, entretenimento e inovação em um mesmo ambiente.

Com o sucesso da estreia, a BioTech XP já tem nova edição confirmada no Pátio Brasil Shopping. O evento contará com mais de 40 horas de programação, incluindo experiências imersivas, atividades educativas e novas atrações voltadas à ciência e tecnologia, ampliando ainda mais o alcance da proposta.

A iniciativa reforça a expansão do projeto no Distrito Federal e a intenção de levar conteúdos científicos de forma acessível e envolvente a diferentes públicos, mantendo a experiência como elemento central da jornada do visitante.

Continue Lendo

Artigos

Assim nasceu

BRASILIA

Publicado

em

Por

Pela primeira vez, graças a JK, levou-se um Planejamento urbanístico sério. Mesmo com todo rigor de um plano diretor, depois de 67 anos, houve desvirtuamentos… afinal, isso aqui é Brasil.
Vale a pena assistir a este vídeo

Continue Lendo

Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010