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PÁLIDO PONTO AZUL
Reflexão: dia o conhecimento do espaço poderá significar nossa sobrevivência como espécie.
Gabriele Chomen Costa é graduanda em Física- Licenciatura, pela Universidade Estadual do Centro-Oeste. Fez iniciação científica na área de Fotoacústica, atualmente faz pesquisa na área de Ensino em Física, com foco em Psicologia da Educação.
RESENHA SOBRE O LIVRO DE CARL SAGAN
Por que gastar fortunas com programas espaciais quando há tantos problemas aguardando solução a poucos metros de nossas casas? Para Carl Sagan, um dia o conhecimento do espaço poderá significar nossa sobrevivência como espécie. Pálido ponto azul revela como as descobertas científicas alteraram nossa percepção de quem somos e do lugar que ocupamos no Universo – e nos incita a refletir sobre o uso que iremos dar a esse conhecimento. “Refinado, empolgante. Uma linguagem sem jargões, impregnada de humor e emoção. A visão otimista de Carl Sagan ilumina todos os capítulos desse livro maravilhosamente ilustrado. “TIME Magazine” Sagan tem a capacidade de capturar a essência de um problema numa frase memorável ou numa citação reveladora. O livro todo é fascinante e de fácil leitura. Talvez a melhor obra de Sagan. “The Washington Post Book World”.

Logo na introdução Sagan faz uma analogia de nós, seres humanos, sermos como planetas (que vem do grego errante). No sentido de sermos errantes, não na forma de vivermos como nômades- constantemente em mudança-, mas sim com o pensamento de que se algo como uma catástrofe acontecer iremos buscar por novas terras, até que a adaptação ocorra novamente. E o livro gira em torno do tema outros mundos, o que nos espera neles, o que eles nos dizem sobre nós mesmos e – dados os problemas urgentes que nossa espécie enfrenta no momento – se faz sentido partir. Deveríamos resolver esses problemas primeiro? Ou serão eles uma razão a mais para partir?
Os primeiros capítulos fazem menção ao fato do nosso planeta ser um mero ponto azul em nosso Sistema Solar, e mais adiante apenas um ponto qualquer, sem distinção alguma maior. Coloca as pessoas como menores ainda, de forma que em uma foto tirada da Lua da Terra poderíamos observar nossos oceanos, mas jamais nós mesmo, mostrando nossa “insignificância”.

Conforme o Universo é descoberto, o ser humano aprende a se proteger mais, vendo ser tão difícil de haver outras Terras à fácil acesso. Aí temos noção de que aqui (por enquanto) vem sendo nosso mundo e que devemos preservá-lo. (JAXA/AKATSUKI/ Planet C Project Team/Jason Major)
TELESCÓPIOS, APENAS MÁQUINAS DO TEMPO
Carl Sagan explica muitos conceitos em seu livro começando quando denomina telescópios como máquinas do tempo, uma vez que o que vemos no céu atualmente pode já não estar lá. Abordando o fato de que se a Terra desaparecesse de alguma forma outros novos mundos muito distantes nada saberão da nossa existência. Focando mais uma vez, em nossa sorrateira importância em escalas de universo.
Em seguida aponta também que não somos o centro do Sistema Solar, e mesmo tudo parecendo privilegiar os seres humanos estamos aqui mais por um acaso do que por posições de importância. Mostra que não temos nada de diferencial e que nos deixe superior, afirmando termos ótimas circunstâncias para os contrários, sermos humildes.
Sagan também explica a luz visível a nós, afirmando que o nós da Terra percebemos é o que nossos cérebros leem no comprimento de onda da luz (poderíamos “ver tons sonoros “, mas não foi assim que evoluímos), que conforme são espalhadas é formada uma dispersão na atmosfera o que nos permite a visão de certas cores conforme acontecimentos.
Sagan também explica o radar e sua grande importância, pois antes dele não se sabia muito de Vênus e agora cada sonda emite um sinal de radar para a superfície e recolhe o que ricocheteia novamente, constituindo lentamente o mapa pormenorizado de toda a superfície. Explica também que os buracos podem conter várias coisas, e que vulcões mais ainda, e que por expelir sua lava comprovam que o interior da Terra é extremamente quente.
O livro esclarece várias curiosidades como por exemplo o nome dos dias levarem exatamente esses nomes porque derivam do nome dos planetas que por sua vez ganharam nomes de deuses, exemplificando temos Saturno que é o deus do templo e o dia de Saturno, que seria sábado.
Sagan comenta orgulhosamente sobre as missões estrelares. Por ser um livro razoavelmente antigo ainda não havia acontecido a missão Cassinim está só ocorrerá em 1997 e o autor se mostra muito interessado. Também almejava que as grandes potências se unem e formem uma estação espacial internacional, como hoje já existe a ISS.
TERRA É NOSSO MUNDO. HÁ QUE PRESERVÁ-LA
Há vários estudos e explicações sobre as Luas e os planetas, mas ao mesmo tempo há uma analogia com o que ainda não sabemos. Sagan ainda quer que Voyager saia do nosso Sistema Solar, e então explica que nela há um disco fonográfico descrevendo civilização humana. Ele também diz que já não há necessidade de um homem ir à lua, mas em sua primeira vez realmente foi um pequeno passo para o homem e um grande passo para humanidade.
Nos próximos capítulos é mencionado que, conforme o Universo é descoberto, o ser humano aprende a se proteger mais, vendo ser tão difícil de haver outras Terras à fácil acesso, temos noção de que aqui (por enquanto) vem sendo nosso mundo e que devemos preservá-lo.
Em seguida aborda-se o fato de haver riquezas em outros planetas e isto impulsionar novas aventuras aos mundos desconhecidos, levando em conta de que deveria ser viável. Aborda também o fato de violência intraestelar, quando há colisão de elementos estelares, assim as missões maiores deverão ser providas de muita tecnologia e de humanos realmente dignos de coragem.
Ao final do livro, Sagan imagina o universo sendo povoado de uma maneira bem dinâmica, de modo que China povoaria Marte, os EUA Júpiter, e por aí o Universo iria sendo povoado. Este novo povoamento, segundo Sagan, denominara-se “terraformação”, de modo que mesmo não sendo o ideal para nós humanos morarmos, iríamos deixar ele do nosso modo. E, assim, ele começa a descrever um novo mundo, intercalando ciência com ficção científica.
Também é abordado o SETI (sigla em inglês para Search for Extraterrestrial Intelligence) e a vida extraterreste, para explicar que não existe uma que esteja no mesmo “nível” que nós da Terra, uma vez que estariam muito em nossa frente ou atrás. Sendo que enviamos muitos sinais de rádio e que se houvesse algo que compartilhasse de um tempo parecido conosco já nos achariam. E vice-versa.
Nos últimos capítulos o livro descreve que é a primeira vez que podemos ter a consciência que a vida Terra pode ser destruída, por nós mesmo. Por isso deveríamos criar a ideia de deixar a Terra cada vez mais hostil para nós.
»Entrevista | MARCO AURÉLIO BRAGA | ORGANIZADOR DO LIVRO O ASSASSINATO DE JK PELA DITADURA
SILVESTRE GORGULHO
Especial para o Correio
Qual foi a força que levou à tona o que mostram JK foi assassinado na Via Dutra?
Porque o trabalho acumulou ao longo de uma década finalmente encontrou caminho institucional adequado. Hoje o caso JK está formalmente instalado perante a CEMDP, que, pela primeira vez na democracia e de verdade no Brasil, tem o poder-dever de aplicar o princípio in dubio pro victimae e declarar a morte de JK como violenta e causada pelo Estado. O mesmo tempo, a Resolução nº 50/2024 criou o mecanismo operacional para a retificação das certidões de óbito, e em janeiro de 2025, a certidão de Rubens Paiva foi retificada nesses termos. No caso JK, esse é o passo seguinte natural e juridicamente necessário.
O que o inquérito do MPF trouxe de inédito ao debate?
O MPF fez um trabalho muito relevante, pois o trabalho também muito importantes das Comissões da Verdade: ouviu pessoas, como o chefe da Polícia Política chilena, Contreras, que afirmou a atuação conjunta das ditaduras no contexto da Operação Condor; ouviu o motorista José Oliveira e outras testemunhas, confirmando que jamais ocorreu colisão do ônibus com Opala. Além disso, realizou perícias independentes, sobre a colisão e sobre os procedimentos médico-legais que demonstram, de maneira irretorquível, que a versão da ditadura foi uma farsa, com qualidade técnica sofrível.
Essas provas devem ser analisadas pela Comissão sob o regime jurídico que é da sua competência: apuração de busca da verdade e da memória nacional, e de reconhecimento da responsabilidade das vítimas.
Qual é a importância do princípio in dubio pro victimae para o desfecho do caso?
É o coração jurídico do processo. O princípio reconhece uma realidade que qualquer pessoa honesta pode admitir: é próprio para o processo de reconstrução histórica para eliminar evidências, fabricar laudos, forjar versões. Exigir, quase 50 anos depois, a mesma prova plena que se exigiria num processo penal comum é premiar exatamente essa estratégia de ocultamento. E fazer o Estado se beneficiar dos seus próprios crimes. No caso JK, os elementos são avassaladores para a atuação: por esse critério. A notícia da morte foi plantada na imprensa dias antes de ocorrer. O laudo oficial foi considerado tecnicamente inepto pelo próprio Judiciário da ditadura. Existem documentos e serviços de inteligência estrangeiros registrando planos de eliminação de JK. Há testemunhos e ameaças recebidas. Tentativas de suborno e outras alterações do motorista do ônibus foi incoerente. Tudo isso, avaliado pelo in dubio pro victimae, aponta numa única direção: a declaração pelo assassinato político.
O que a decisão da comissão significa para o Brasil?
Significa que o Estado, finalmente, assume a verdade. Não como um gesto simbólico, mas como um ato jurídico com todas as consequências que isso implica para a memória, para a reparação, para a história. Significa também que a democracia tem memória longa e suficiente para não deixar impunes as mentiras que a ditadura fabricou. E tem um significado que vai além do caso JK. Cada vez que o Estado brasileiro diz “essa morte foi política, foi causada por nós, no contexto de uma perseguição sistemática”, ele está construindo uma barreira contra a repetição. Está dizendo às gerações que vêm depois que aquilo teve nome, teve vítimas, teve responsáveis — e teve consequências. O caso JK não é sobre o passado: é sobre o futuro do país — um país que não conta mentiras e diz que suas verdades; um país em que podemos acreditar no Estado e nas autoridades; um país decente.
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TORRE DIGITAL DE BRASILIA
Uma epopeia no céu da capital em noite de lua cheia.
Trem bonito demais.
(foto: Leo Caldas)
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a Torre Digital de Brasília é um dos marcos mais contemporâneos da capital federal. Inaugurada em 2012, a estrutura se destaca pela forma futurista e pela função estratégica: centralizar a transmissão de sinais de rádio e televisão para o Distrito Federal e região.
Com aproximadamente 182 metros de altura, a torre combina tecnologia e estética. Seu design remete a uma flor do Cerrado — referência direta ao bioma predominante na região — com duas cúpulas de vidro que funcionam como mirantes. Do alto, é possível contemplar uma vista privilegiada de Brasília, evidenciando o planejamento urbano característico da cidade.
Mais do que um equipamento técnico, a Torre Digital representa a evolução da comunicação no Brasil e reafirma a vocação de Brasília como cidade símbolo de inovação arquitetônica.
No campo da literatura, o livro A Flor do Cerrado, de Silvestre Gorgulho, oferece uma leitura sensível e profunda sobre o Cerrado brasileiro. A obra reúne crônicas, reflexões e narrativas que valorizam a biodiversidade e a riqueza cultural desse bioma, frequentemente subestimado.
Silvestre Gorgulho constrói, ao longo do livro, uma homenagem à natureza resiliente do Cerrado. Suas palavras revelam a beleza escondida nas paisagens aparentemente áridas, destacando a força das flores que resistem ao clima seco e às queimadas naturais. Ao mesmo tempo, o autor chama atenção para a necessidade de preservação ambiental e para os impactos da ação humana.
Conexões entre arquitetura e literatura
A Torre Digital e A Flor do Cerrado dialogam de maneira simbólica. Enquanto a torre traduz em concreto e vidro a inspiração nas formas orgânicas do bioma, o livro transforma essa mesma essência em linguagem poética.
Ambos representam diferentes formas de enxergar o Cerrado: uma pela inovação arquitetônica, outra pela sensibilidade literária. Juntas, essas expressões reforçam a identidade cultural de Brasília e destacam a importância de valorizar o patrimônio natural brasileiro.
Assim, seja pela imponência da Torre Digital ou pela delicadeza das palavras de Silvestre Gorgulho, o Cerrado se revela não apenas como cenário, mas como protagonista da história e da cultura do país.
Silvestre Gorgulho – Jornalista. Foi Secretário de Estado de Comunicação e Secretário de Estado da Cultura de Brasília.
Há 70 anos, em 18 de abril de 1956, Brasília começou a vencer a burocracia para sair do papel e entrar na fase do concreto, com a Mensagem de Anápolis.
Em 21 de abril de 1960, a capital era inaugurada com pompa e circunstância pelo presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Lá se vão 66 anos. Nos 65 aniversários anteriores, os brasilienses assistiram a comemorações variadas: algumas simples, mas eufóricas. Outras apoteóticas. Todas sempre regadas a danças e festanças. Mas, nunca, o aniversário de Brasília foi comemorado com tanta displicência, apatia e baixo astral, como agora. A festa dos 66 anos de Brasília ficou restringida à bela edição do irmão gêmeo de Brasília, o Correio Braziliense, inclusive com a tradicional e empolgante Maratona.
Parece que Brasília está em depressão.
Lembro-me que, em 21 de abril de 2010, no Cinquentenário da Cidade, depois da capital ter passado pela crise de ter quatro governadores, a Câmara Legislativa elegeu, indiretamente, dois dias antes, um novo ocupante do Buriti. Mesmo com tantas cicatrizes, a cidade lavou a alma com uma ‘Festa dos 50 Anos’, que levou mais de um milhão de pessoas à Esplanada dos Ministérios.
Não havia nem um político no palco. A festa foi totalmente paga pela iniciativa privada com apoio logístico da Secretaria de Cultura. Deram às mãos o Sinduscon, Associação Comercial, Ademi, Asbraco e Fecomércio. Brasília cantou e dançou com Daniela Mercury – que foi âncora de um show histórico na Esplanada, onde se apresentaram com ela nada menos de 39 artistas da cidade.
À meia noite. Uma grande surpresa estava guardada a sete chaves. Apenas cinco pessoas sabiam. Além da Daniela Mercury, eu como Secretário de Cultura e mais duas pessoas de minha equipe. E, também, o próprio gênio da MPB que iria se apresentar, cantando apenas uma canção.
Apagaram-se as luzes. Estava anunciado o início da queima de fogos. Antes, um canhão de luz focou diretamente o palco e uma voz límpida e forte, a capela, ecoou pela escuridão. Aos poucos, sob o holofote, surge Milton Nascimento.
– ” Como pode o peixe-vivo / viver fora da água fria? Como poderei viver sem a tua, sem a tua companhia…”
Foi uma apoteose!
A voz de Milton Nascimento reverberou pelos quatro cantos do Brasil. Sim, a TV Globo transmitiu tudo ao vivo. Um misto de euforia e de emoção tomou conta da multidão.
Na segunda estrofe, entra Daniela Mercury que faz dueto com Milton. Aos poucos, começam a entrar cada um dos 39 artistas brasilienses que tinham se apresentado.
E a Esplanada, num coral de um milhão de vozes, sacudiu o Cerrado:
– “Como pode o peixe-vivo /viver fora da água fria? Como poderei viver sem a tua, sem a tua companhia…”
Vi muita gente chorando. A energia de tantos candangos celebrando os 50 anos de Brasília contagiou a cidade e ajudou a levantar o astral de um tempo triste e sombrio que a cidade vivia.
Agora, nos 66 anos da Capital, faltou ao atual governo sensibilidade e criatividade para tirar Brasília de uma depressão que a cidade está mergulhada.
BRASÍLIA ANO 1 – Para não dizer que falei apenas dos 50 anos da cidade, vou lembrar a comemoração de quando Brasília fez um ano, em 21 de abril de 1961. O presidente da República era Jânio Quadros. Ele estava de costas para a cidade. Falava até em voltar a Capital para o Rio de Janeiro. O prefeito, Paulo de Tarso, assoberbado com finalizações de infraestrutura e questões administrativas, nem pensou no assunto.
Na semana anterior, o então Secretário da Cultura (na época presidente da Fundação Cultural) o poeta maior José Ribamar Ferreira ou, simplesmente, Ferreira Gullar, organizou as comemorações do primeiro aniversário. Evidente, com todas as dificuldades de uma cidade ainda na placenta da História. O que ficou da festa – além de um singelo coquetel no gabinete do prefeito Paulo de Tarso, foi a poesia que nasceu da pena de Ferreira Gullar.
A verdade é que, com seus pouco mais de 100 mil habitantes (hoje são mais 3 milhões), Brasília teve mais poesia do que festança.
Sem nenhum tipo de condução e sem nenhum apoio logístico para celebrar o Ano 1 da nova Capital, Ferreira Gullar buscou solução no Exército Nacional. Marcou audiência.
Um major o recebeu educadamente. Depois de muita conversa, o oficial se saiu com essa:
– Dr. Gullar, tudo bem, mas o problema é viatura e gasolina.
– Eu sei, mas qual a solução?
– Dr. Gullar, não tem solução!
Sem solução, sem apoio, com bastante poeira e muita inspiração, Ferreira Gullar aproveitou o vinho comemorativo no final de tarde do dia 21, na sala do prefeito Paulo de Tarso, sacou do bolso um poema em forma de embolada e discursou aos convivas:
Não adianta, seu prefeito, abrir estrada.
Não adianta Carnaval na Esplanada.
Não adianta Catedral de perna fina
Não adianta rebolado de menina
Que o problema é viatura e gasolina.
Todo mundo riu muito, mas ninguém perdeu o ritmo:
– O problema é viatura e gasolina.
Bons tempos aqueles, quando o astral era altíssimo e o problema era só viatura e gasolina.

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