Artigos

NIÈDE GUIDON, UMA GUERREIRA DO SERTÃO NORDESTINO

E a vida segue seu ciclo. Estava me preparando para ir ao Campo da Esperança para me despedir do amigo Fausto Salim, quando recebo a notícia da passagem de outra amiga: Niède Guidon.

 

Aos 92 anos, a arqueóloga Niède Guidon morreu na madrugada desta quarta-feira.
O Parque Nacional da Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato (PI) apesar seus milhares de ano tem um divisor de águas: Niède Guidon. Antes e Depois de Niède Guidon.
IMPORTANTE: a última entrevista concedida por Niède Guidon foi dada à Folha do Meio Ambiente, em agosto do ano passado. Fiz várias entrevistas com Niède, mas quando conversei com ela em agosto de 2024, senti que era a última vez. Ela já queria fazer uma prestação de contas.
No final desta nota, está o link da entrevista.
Niède é reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho científico. Foi sua luta e sua dedicação que gerou a criação do Parque Nacional da Serra da Capivara. A verdade é que Niéde, (completou 92 anos em 12 de março) tinha um ideal: proteger, pesquisar e fazer do Parque Nacional da Serra da Capivara, uma região pobre em economia, mas muito rica em História e Cultura. E transformar a região em um grande centro de estudos e de turismo no coração do Piauí. E ela conseguiu. Foram 54 anos para Niéde mudar o perfil econômico da área com investimentos educação, em cultura e turismo.
NIÈDE GUIDON DEIXOU UM LEGADO IMENSO PARA O BRASIL E PARA A HUMANIDADE.
As fotos são de André Pessoa.
Link para ler a última entrevista de Niède Guidon, dada para a Folha do Meio Ambiente:

Artigos

SEBASTIÃO NERY

SAUDADES

Publicado

em

Por

 

Vi hoje um video produzido pela Câmara Municipal de Jaguaquara-BA, terra natal do Tião Nery, que me trouxe lembranças queridas e uma saudade imensa do meu amigo.
Como eu gostava de viajar nos livros, nas palavras e nos causos do NERY. Sobretudo na companhia dele e da Bia. Ainda bem que viajamos muito por este mundo a fora. Até nas montanhas dos Pintos Negreiros, lá perto de São Lourenço, um distrito de Maria da Fé (na Mantiqueira) nós formos. Rodamos a Amazônia, Chapada dos Veadeiros, Líbia, Marvão, a Europa, Líbia, França e Bahia… Fomos juntos, pelo menos, quatro vezes ao Pantanal.
Ganhamos um PRÊMIO ESSO juntos… Uma história fantástica que ocupa cinco páginas (pag.414) de seu livro “A NUVEM – 50 Anos de História do Brasil”.
Mas vamos ao vídeo, um bom resumo da vida desse `Guerrilheiro das palavras`.
Continue Lendo

Artigos

EMILIANO PEREIRA BOTELHO

(1948-2026)

Publicado

em

Por

 

O Brasil perdeu ontem à noite (11/08) um cidadão empreendedor, dedicado e que deixa um legado incomensurável para a agricultura tropical: EMILIANO PEREIRA BOTELHO.
Paracatu perdeu um filho ilustre e eu perdi um amigo, inclusive, que escreveu a abertura do meu livro “DE CASACA E CHUTEIRAS – JK-BRASÍLIA-PELÉ – A Era dos Grandes dribles na Política, Cultura e História”.
Nesse livro, Emiliano, como presidente da CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, escreveu sobre o Planalto Central e a história da revolução verde-amerela do Cerrado, focando na chegada dos japoneses das famílias Kanegae, Hayakawa, Ogawa, Ikeda e Okudi para desbravar a região do Distrito Federal.
Como jogador de futebol, amante da boa música e torcedor do Cruzeiro, EMILIANO BOTELHO tinha seu lado alegre e festeiro. Como profissional da agropecuária, deixa uma história de empreendedorismo: logo depois de ser o superintendente e, depois, presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu, a Coopervap, presidiu por mais de 30 anos a CAMPO – Companhia de Promoção Agrícola, ligada ao Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro para o Desenvolvimento dos Cerrados, o Prodecer.
FOTOS
1) Emiliano Botelho quando foi homenageado pela Casa de Cultura e pela Prefeitura Municipal de Paracatu como Personalidade que fez e faz diferença na região.
2) Emiliano, o Ministro Alysson Paolinelli e o primeiro presidente da CAMPO, Paulo Afonso Romano.
3) Emiliano e sua paixão pelo Cruzeiro, que hoje no jogo com o Flamengo bem podia fazer um minuto de silêncio em sua Memória.
Continue Lendo

Artigos

UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

Publicado

em

Por

 

Continue Lendo

Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010