Artigos
Brasília sedia I Congresso para discutir desafios ambientais da urbanização
Silvestre Gorgulho
Nasce um novo urbanismo em escala mundial. E Brasília está no centro desta discussão: cientistas políticos, pesquisadores, urbanistas e arquitetos do mundo inteiro vão se reunir no Distrito Federal, entre os dias 11 e 15 de setembro, para debater as interações entre seres humanos e meio ambiente urbano e analisar os impactos socioambientais da urbanização. É o Congresso Internacional em Planejamento e Gestão Ambiental – Desafios Ambientais da Urbanização. Este é o primeiro evento sobre o tema em nível mundial. Urbanistas e técnicos de 25 países já confirmaram presença em Brasília, quando será criada uma rede mundial de gestão ambiental e urbanismo. O 2o Congresso Internacional já está marcado para Berlim, na Alemanha, em 2007.
Os organizadores do primeiro Congresso Internacional em Planejamento e Gestão Ambiental esperam que este seja o ponto de partida para uma longa série de encontros internacionais. É esperado que durante o evento seja criada uma Associação Internacional de Planejamento e Gestão Ambiental capaz de dar continuidade aos debates e proposições, por meio de um trabalho em rede.
O Congresso culminará com a divulgação internacional de uma declaração elaborada pelos participantes, em que serão propostos os princípios do planejamento e da gestão urbana ambientalmente sustentável. Os temas do encontro são complexos e abrangentes.
Três grandes temas para discussão
Fundamentos conceituais do planejamento e gestão ambiental urbana
Nesta sessão serão enfocadas experiências reais em planejamento e gestão ambiental urbana. Até que ponto as novas práticas – como a descentralização da tomada de decisões, participação cidadã, tecnologias alternativas e serviços urbanos, educação ambiental, instrumentos econômicos ou de mercado – estão disseminados?
A professora Sueli Correa de Faria, coordenadora do Congresso espera que das muitas experiências que existem possam ser tiradas lições para enfrentar novos e difíceis desafios.
Explica a coordenadora que serão debatidas as relações entre o planejamento urbano e a gestão ambiental, a natureza e os desafios das práticas de gestão multi-setoriais e transversais. Os aspectos técnicos versus aspectos políticos do planejamento ambiental.
Também haverá discussões conceituais sobre assuntos correlacionados, tais como governança, ecologia urbana, planejamento e gestão urbana e contaminação do solo.
Dinâmica e impactos socioambientais da urbanização
Nesta sessão, o Brasil tem muito a apresentar. A própria construção de Brasília é um exemplo que deve ser melhor estudado e aproveitado. Também as cidades que nasceram da construção de hidroelétricas vão poder apresentar suas experiências e focalizar as mudanças de processos sociais, culturais e econômicos de uma urbanização planejada. É importante pesquisar os efeitos que esses processos podem causar no ambiente natural e na qualidade de vida. De que forma políticas públicas, padrões de consumo, mudanças econômicas e processos demográficos associados à urbanização afetam a sociedade e o meio ambiente? Que desafios esses problemas representam para um planejamento e gestão urbana sustentável? São perguntas que precisam ser respondidas e os participantes do I Congresso Internacional em Planejamento e Gestão Ambiental estão prontos para respondê-las.
As sessões incluirão apresentações tanto as causas quanto os impactos do processo de urbanização, inclusive os aspectos culturais, sociais, econômicos, institucionais, políticos e ambientais nele envolvidos.
Cientistas e pesquisadores vão discutir o crescimento urbano, migração rural-urbana, economia urbana, pobreza e exclusão social, uso do solo urbano e mercado imobiliário, o impacto da urbanização sobre a cultura, organização social, política, áreas verdes, poluição industrial, abastecimento de água e saneamento básico.
Gestão ambiental urbana na prática: experiências e estudos de caso
Nesta sessão, o objetivo é focar experiências reais em planejamento e gestão ambiental urbana. Até que ponto as novas práticas – como a descentralização da tomada de decisões, participação cidadã, tecnologias alternativas e serviços urbanos, educação ambiental, instrumentos econômicos ou de mercado – estão disseminados? Que lições podem ser tiradas dessas experiências e quais os desafios a serem enfrentados?
Os estudos de casos reais e apresentações de experiências de políticas mais abrangentes, em áreas como transporte, saneamento, resíduos sólidos, poluição industrial, qualidade do ar, gestão da água, parques e florestas urbanos, áreas de proteção e contaminação do solo, serão de muito interesse para as propostas de um novo urbanismo em escala mundial.
Segundo a coordenadora Sueli Correa de Faria, o Congresso será realizado de dois em dois anos. Em 2007 será realizado em Berlim. Pretende-se, no I Congresso, divulgar a Carta de Brasília, uma versão atualizada da Carta de Atenas. (ver abaixo)
URBENVIRON 2005
Presidentes de honra:
Ex-ministro Henrique de Brandão Cavalcanti e Jorge Gavidia
(UN-Habitat)
Coordenação: Sueli Correa de Faria, Prof. Dr. (Ms.)
PUC de Brasília
Campus II – SGAN 916
Mod. B – Sala A-219
70790-160 Brasília – DF, Brasil
Telefone: 55 – 61- 34487128
Fax: + 55 – 61 – 3347-4797
Email: scfaria@pos.ucb.br
Carta de Atenas
A Carta de Atenas, escrita em novembro de 1933, representou um divisor de água no urbanismo mundial. A Charta de Athenas, como está escrita originalmente, foi elaborada por um grupo de pesquisadores depois de uma série de congressos e encontros científicos. Nestes encontros se discutiu como o paradigma da arquitetura moderna poderia responder aos problemas causados pelo rápido crescimento das cidades. A Carta de Atenas tem um sentido universal. Foi escrita depois de os pesquisadores terem analisado 33 cidades das mais diversas latitudes e climas no planeta. Ela estabeleceu regras para as graves questões do saneamento, do transporte e da ocupação do solo.
A Carta de Brasília será o nascimento de um novo urbanismo em escala mundial, que leva em conta a sustentabilidade, partindo da única cidade do século passado tombada pela Unesco como Patrimônio Cultural.
A Carta de Atenas tem três partes:
1) Generalidades – A cidade e a região: a cidade é só uma parte de um conjunto econômico, social e político que constitui a região.
2) Estado Atual Crítico das Cidades – Habitação e observações;
3) Conclusões – Pontos de doutrina.
A Carta de Atenas, em 1933, já dizia que a maioria das cidades estudadas oferecia a imagem do caos.
Artigos
O papel do brincar na regulação emocional das crianças
Como as brincadeiras ajudam a desenvolver autocontrole, empatia e equilíbrio emocional desde a infância
Por Alcie Simão
Brincar é muito mais do que passar o tempo ou gastar energia. Para a criança, a brincadeira é uma linguagem essencial — uma forma de compreender o mundo, expressar sentimentos e aprender a lidar com frustrações, medos, alegrias e desafios. Em um cotidiano cada vez mais acelerado, reconhecer o valor do brincar livre e guiado é fundamental para o desenvolvimento emocional saudável.
Brincar é sentir, experimentar e elaborar
Durante as brincadeiras, as crianças simulam situações da vida real: cuidam de bonecos, encenam conflitos, inventam aventuras, criam regras e negociam papéis. Tudo isso funciona como um “laboratório emocional”, onde elas podem experimentar sentimentos em um ambiente seguro.
Quando uma criança finge ser médica, super-heroína ou professora, por exemplo, está também elaborando experiências vividas, tentando compreender o que sentiu e ensaiando novas respostas para o futuro. Esse processo ajuda a organizar emoções internas que, muitas vezes, ainda não conseguem ser expressas em palavras.
Regulação emocional começa no corpo
Correr, pular, dançar, construir, desmontar, desenhar e modelar massinha são atividades que envolvem o corpo e os sentidos. Esse movimento é essencial para liberar tensões, reduzir ansiedade e ajudar a criança a se acalmar depois de momentos intensos.
Brincadeiras físicas contribuem para:
- descarregar estresse acumulado;
- aumentar a consciência corporal;
- favorecer o autocontrole;
- melhorar a capacidade de foco após a atividade.
Já as brincadeiras mais tranquilas, como quebra-cabeças, jogos de encaixe ou leitura compartilhada, ajudam a desacelerar e encontrar estados de calma e concentração.
Aprender a lidar com frustrações e conflitos
Nem toda brincadeira é fácil — e isso é ótimo. Perder um jogo, esperar a vez, seguir regras ou negociar com amigos são experiências que desafiam emocionalmente a criança. Com apoio adulto, esses momentos se tornam oportunidades valiosas de aprendizado.
Ao vivenciar pequenas frustrações no brincar, a criança desenvolve:
- tolerância ao erro;
- persistência;
- flexibilidade;
- capacidade de resolver problemas;
- empatia.
Essas competências formam a base da autorregulação emocional, habilidade que será usada por toda a vida.
O papel dos adultos: presença sem controle excessivo
Pais, cuidadores e educadores têm um papel importante nesse processo. Não é necessário dirigir cada brincadeira — muitas vezes, observar e estar disponível já é suficiente. Quando a criança convida o adulto para participar, entrar no jogo com curiosidade e respeito fortalece o vínculo e amplia a segurança emocional.
Algumas atitudes que ajudam:
- validar sentimentos (“parece que você ficou frustrado, quer tentar de novo?”);
- evitar resolver tudo imediatamente;
- estimular a nomeação das emoções;
- oferecer tempo e espaço para brincar livremente;
- reduzir distrações como telas durante esses momentos.
Brincar também é construir vínculo
Quando adultos brincam com crianças, criam-se conexões afetivas profundas. Esse tempo compartilhado transmite a mensagem: “você é importante”, “eu estou aqui”, “seus sentimentos importam”. A segurança emocional gerada nessas interações fortalece a autoestima e facilita que a criança procure ajuda quando estiver sobrecarregada.
Um direito e uma necessidade
Mais do que lazer, o brincar é uma necessidade básica da infância. Ele sustenta o desenvolvimento emocional, social e cognitivo, ajudando a criança a crescer mais confiante, resiliente e preparada para lidar com as próprias emoções.
Em meio a agendas cheias e estímulos digitais constantes, reservar tempo diário para brincar — dentro ou fora de casa, com ou sem brinquedos estruturados — é investir diretamente na saúde emocional das crianças.
Porque, no fundo, toda grande aprendizagem emocional começa em algo simples: uma brincadeira.
“Lutei dia e noite para dar nova dimensão ao nosso País.
Quis que, da minha administração, não se pudesse dizer,
sem pecar contra a verdade, que o Brasil crescia nas horas noturnas,
enquanto o Governo dormia. Não!
O Governo não dormiu, em minhas mãos.”
Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira
Em 526 anos de Brasil, há datas a celebrar e há datas para esquecer. Felizmente, as datas para celebrar são maioria. Duas delas, por exemplo, moldaram este País por serem mais significativas e funcionarem como um divisor de águas do Brasil como Nação. Ambas as datas, separadas por 148 anos, aconteceram no mês de janeiro. A chegada da família real ao Brasil, em 22 de janeiro de 1808 e a posse do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, em 31 de janeiro de 1956.
A vinda da corte para o Brasil foi uma manobra do príncipe regente, D. João, para garantir que Portugal continuasse independente, quando foi ameaçado de invasão por Napoleão Bonaparte. A principal consequência foi a declaração do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves. O Brasil deixou de ser colônia, o que provocou uma série de transformações geopolíticas.
A permanência da família real foi decisiva para manter a unificação e grandiosidade do território nacional, a possibilidade de o país inteiro falar a Língua Portuguesa, além de outros ganhos concretos como a abertura dos portos para as nações amigas e a criação de entidades essenciais: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Real Fábrica de Pólvora, Imprensa Oficial e Banco do Brasil.
Em 31 de janeiro de 1956, 134 anos depois da Independência, vem a segunda data que transformou o Brasil em todas as dimensões: cultural, industrial, econômica e politica: a posse do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira.
Não foi fácil a chegada de JK ao Palácio do Catete. Ainda governador de Minas, Juscelino deixou claro sua intenção de disputar a Presidência da República pelo PSD.
Houve muitas tratativas de lideranças nacionais e até de militares para demover JK de sua intenção. O próprio presidente da República, Café Filho (vice de Getúlio Vargas) e o governador de Pernambuco, Etelvino Lins, se articularam para evitar a candidatura de JK.
Pior: até seu padrinho político, o ex-governador de Minas, Benedito Valadares, temeroso de que o crescimento de JK lhe roubasse influência no Estado, não mediu esforços, nos bastidores, contra a candidatura.
Em dezembro de 1954, militares de alta patente levaram ao então presidente Café Filho um documento em defesa da candidatura única à Presidência. Sem JK, evidentemente.
O presidente Café Filho – que tomou a iniciativa de ler o texto no programa ‘A Voz do Brasil’, ainda procurou demover JK, com o argumento de que as Forças Armadas não aprovavam a sua pretensão.
JK começou a ganhar a eleição ali. Não se deixando intimidar, confirmou sua candidatura e mandou um recado curto e grosso para o presidente Café Filho. Sua frase virou seu lema de vida: “DEUS POUPOU-ME O SENTIMENTO DO MEDO”.
E foi com este sentimento que JK plantou sua candidatura em 10 de fevereiro de 1955, para colher nas urnas, em 3 de outubro, 3.077.411 votos, ou 36% do total.
Não foi fácil. No dia primeiro de novembro, o coronel Jurandir de Bizarria Mamede, discursando no enterro do general Canrobert Pereira da Costa, sugere golpe militar para impedir a posse de JK e do vice João Goulart.
Em 11 de novembro de 1955, para garantir a posse de JK, antes de deixar o Ministério da Guerra, o Marechal Lott põe os tanques nas ruas e dá o “Golpe da Legalidade”. Carlos Luz, então presidente da República – com o afastamento de Café Filho – é deposto e nove dias depois, em 20 de novembro, o Congresso Nacional aprova o impedimento de Café Filho e elege Nereu Ramos presidente. O senador catarinense assume o governo até a posse de JK.
Há 70 anos, em 31 de janeiro de 1956, JK toma posse e pede ao Congresso a abolição do estado de sítio. No dia seguinte, põe fim à censura à imprensa.
JK, a seu modo, sacudiu a vida administrativa, política e cultural do Brasil. Seu governo plantou hidroelétricas, plantou estradas, plantou bom humor e plantou compromissos: cumpriu todas as 31 metas prometidas durante sua campanha à Presidência. JK plantou indústria automobilística e plantou magnanimidade, perdoando revoltosos e inimigos políticos. JK plantou Brasília.
Ao interiorizar o desenvolvimento com a construção da nova Capital, o Centro-Oeste foi ocupado de todas as formas. Onde não se produzia um grão de soja em 1960, ficou responsável por 49,3% da produção nacional. A soja avançou sobre novas fronteiras e levou junto a cultura do milho. A produção de milho na região – antes de Brasília – era inferior a 9%. Atualmente representa 54,36% da safra nacional. Essas duas culturas levaram uma promissora cultura empreendedora em outros setores: pecuária, frutas, café, arroz, feijão, trigo. Centenas de pequenos povoados nasceram no vazio do Cerrado e transformaram-se, nestes últimos 70 anos, em cidades de pequeno, médio e grande porte com excelentes índices de IDH.
Na Era JK, o Brasil colheu efervescência cultural. O Brasil colheu a primeira Copa do Mundo, colheu Bossa Nova, Cinema Novo. Colheu alegria! O povo brasileiro colheu o sentimento de que é capaz de construir o que parece impossível.
JK plantou Democracia. E o Brasil colheu Paz!
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Casa Perini convida público a viver a colheita da uva
Experiência de enoturismo inclui pisa tradicional, degustações e programação especial em fevereiro
A vinícola Casa Perini realiza, aos finais de semana de fevereiro, a Saga da Uva — uma experiência de enoturismo que convida o público a participar dos rituais tradicionais da colheita. Com duração aproximada de três horas, das 10h às 13h, a atividade acontece em grupos de até 35 pessoas por edição.
A proposta leva os visitantes ao coração dos parreirais para vivenciar cada etapa do processo: da colheita manual das uvas à clássica pisa com os pés, passando por degustações de rótulos especiais e um momento gastronômico inspirado nas tradições da imigração italiana. O cenário entre as videiras completa a imersão sensorial e aproxima o público da rotina da safra.
Aberta a todas as idades, a atividade recebe famílias com crianças e também visitantes acompanhados de animais de estimação. Pessoas com mobilidade reduzida podem participar, observando apenas a presença de trechos em estrada de chão no percurso.
Os ingressos custam R$ 550 para adultos, R$ 220 para crianças e jovens de cinco a 17 anos, enquanto menores de cinco anos têm entrada gratuita. Cada participante recebe chapéu e avental personalizados como lembrança da vivência. Em caso de chuva, a programação poderá ser transferida para o dia seguinte ou para outro final de semana, conforme as condições climáticas.
Para grupos, empresas ou turmas fechadas, a vinícola oferece a possibilidade de reservas exclusivas mediante agendamento prévio e pagamento antecipado.
De acordo com Franco Onzi Perini, presidente do Conselho de Administração da Casa Perini, o diferencial da iniciativa está na experiência completa e na conexão emocional criada com os participantes. “Na Saga da Uva, promovemos uma imersão no tradicional ritual da colheita praticado por nossos antepassados. As pessoas vivenciam a colheita e a pisa das uvas em meio aos parreirais, harmonizando o momento com vinhos, espumantes e gastronomia típica dos tempos da imigração italiana”, afirma.
As próximas datas da Saga da Uva estão marcadas para 7, 15, 21, 22 e 28 de fevereiro, conforme disponibilidade de ingressos. Informações e reservas podem ser obtidas pelo WhatsApp (54) 99176-8172 ou pelo site Wine Locals.
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