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O Imperador Akihito, um cientista, e Michico, uma poetisa, visitam o Brasil e falam de Brasília

(A convite do Imperador Akihito, Silvestre Gorgulho visitou o Japão em maio de 1997, e entrevistou o casal real japonês, no Palácio Imperial, em Tóquio. A matéria foi publicada no Jornal de Brasília, quando o Imperador chegou ao Brasil, nos primeiros dias de junho, para visita oficial de uma semana)



Silvestre Gorgulho
Japão e Brasil estão em lados opostos do Planeta. O primeiro, só de Império, tem 15 séculos, enquanto o Brasil tem apenas cinco séculos de História. Cultura diferente, língua nem se fala, Brasil e Japão deveriam ser países sem nenhuma afinidade. Mas é justamente o contrário. No Brasil está a maior colônia japonesa fora da terra do sol nascente e foi o Japão o maior parceiro para o desenvolvimento do Brasil Central, especialmente da agricultura do Cerrado. O Brasil é um país muito especial para o Japão. Por isso, quando o Jumbo 747-400 do Governo japonês descer em Belém, dia 31 de maio, trazendo o Imperador e a Imperatriz do Japão para uma viagem de uma semana pelo país, haverá uma sensação de alegria de um lado e outro do planeta: pela primeira vez na história, um imperador japonês pisa o solo da América Latina, e pisa pelo Brasil, país onde existem um milhão e trezentos mil emigrantes e descendentes de japoneses. Para se ter uma idéia do que isto significa, a segunda maior comunidade está nos Estados Unidos, em torno de um milhão de emigrantes e descendentes. Mas o Imperador Akihito, 125º soberano da mais antiga monarquia por linha hereditária do mundo, não é desconhecido dos brasileiros. Já esteve aqui por duas vezes, com sua esposa Michiko, em 1967 e em 1978, ainda na condição de príncipe herdeiro. Falando, ao Jornal de Brasília, durante audiência exclusiva no Palácio Imperial, em Tóquio, o hoje Imperador Akihito disse se lembrar muito bem de Brasília, que na sua primeira visita (Governo Costa e Silva) tinha apenas começado sua função de Capital da República. Ficou vivamente impressionado pela paisagem da construção dos prédios e pela poeira vermelha. Na segunda vez que aqui esteve (1978 – Governo Geisel) a cidade tinha crescido e ele já podia ver o desenvolvimento da agricultura do cerrado.


Um dado interessante da primeira visita do então príncipe Akihito a Brasília (1967) e que ele lembrou agora durante um chá que tomamos juntos no Palácio Imperial, em Tóquio, foi que no primeiro dia de sua estada em Brasília, ele já quebrou o protocolo: saiu com alguns amigos às cinco horas da manhã do Hotel Nacional para pescar num rio a uns 100 km de Brasília. O Imperador queria saber que rio ele foi pescar. Tentamos juntos identificar o rio, mas por falta de mais informações – norte ou sul, leste ou oeste – não chegamos a nenhuma conclusão. De volta a Brasília, depois de muito perguntar, posso dizer que parecer ter sido o rio São Marcos ou rio Paracatu.


Antecipando a visita
A Comunidade japonesa no Brasil gostaria que esta visita ocorresse no ano que vem, quando haverá uma grande festa no Brasil para comemorar os noventa anos da emigração japonesa, para recordar os primeiros japoneses que chegaram pelo legendário navio Kasato-Maru. Mas o próprio Ministério das Relações Exteriores do Japão deixou claro que a viagem do Imperador agora é intencional. Motivo: é importante, também, desvincular esse lado apenas comemorativo, para salientar a importância que o Japão dá à amizade e às relações diplomáticas e comerciais com o Brasil. E acrescenta: como, desde os anos 50, não faltou nunca um representante da família imperial para comemorar as grandes datas da colônia japonesa no Brasil, também no ano que vem, para comemorar os 90 anos da emigração, alguém da família deverá estar aqui, possivelmente, o príncipe herdeiro Naruhito e a princesa Masako, que, por sinal, uma diplomata de carreira.


Akihito: entre o protocolo e a Ciência
A pesca que Akihito fez naquela manhã de maio de 1967 tinha mais do que um gosto pelo esporte e pela aventura. O Imperador é um pesquisador, com interesse especial pela ictiologia e pelo meio ambiente. Durante muitos anos se dedicou ao estudo de espécies de peixes gobídeos, tendo produzido dezenas de trabalhos científicos publicados em revistas especializadas. Ele é membro da Sociedade Ictiológica do Japão, foi presidente da Segunda Conferência Internacional sobre Peixes do Indo-Pacífico, em 1985, e faz parte da Linnean Society de Londres, sendo também pesquisador associado do Museus Australiano e da Sociedade Zoológica de Londres. Durante o chá no Palácio, perguntei ao Imperador se ele continuava com suas pesquisas e estudos. Ele respondeu que só com leituras. Com sua ascensão ao trono, em janeiro de 1989, não teve mais tempo senão para as funções que o cargo lhe impõe. Mesmo assim, em 1992, conseguiu atender um pedido especial do editor da revista Science, e escreveu um ensaio especial sobre a “Os pioneiros da ciência no Japão”.
A formação científica e a educação especial que recebeu da tutora americana Elizabeth Vining, após a Segunda Guerra, deu ao então Príncipe Akihito uma formação ocidentalizada. Conheceu sua esposa Michiko, jogando seu esporte favorito – o tênis – e acabou quebrando mais um tabu casando com ela, então uma plebéia. Para romper essa tradição milenar foi necessária a aprovação do Conselho da Casa Imperial, onde vota até o Primeiro-Ministro.


A poesia da Imperatriz
A Imperatriz Michico, que esteve aqui como princesa, ao falar de Brasília, lembrava muito bem da Praça dos 3 Poderes, da Catedral e não podia esquecer nunca de duas coisas: do céu de Brasília e do calor com que a comunidade japonesa no Brasil inteiro a recebeu.
A Imperatriz Michico gosta muito de ocupar seu tempo com as crianças, a natureza, a música e a poesia. Para ela é muito importante que se dê importância à formação da juventude em consonância com a natureza. O casal imperial tem três filhos: o príncipe herdeiro Naruhito, casado com Masako, a filha Sayako e o filho Akishino, também casado. Aliás, na formação dos filhos, um outro tabu foi quebrado na rígida tradição japonesa: o próprio casal imperial fez questão de educá-los.
Michico é muito ligada à literatura. Além das poesias, das traduções, ela escreveu o livro infantil “Subindo a Montanha Pela Primeira Vez”, cuja primeira tradução para língua estrangeira foi justamente para o Português. Durante a audiência no Palácio Imperial, a Imperatriz explicou que às vezes ela se surpreende ao perceber que a maneira de ser ou as ações dos homens são sustentadas por pensamentos impossíveis de serem avaliados por outros. Assim, o livro é baseado num episódio da infância de sua filha Sayako que acabara de subir uma montanha. O que animara a garotinha de seis anos a fazer a longa caminhada e atingir, sem perceber, o pico da montanha, foi sentir-se acompanhada pelo olhar de um “kamoshika” (mamífero somente encontrado no Japão). Ai conclui a Imperatriz-escritora: quando um coração puro se concentra em algo e o deseja ardentemente, acaba gerando uma grande força.
Durante o chá no Palácio Imperial, a Imperatriz Michico falou sobre seu gosto pela literatura e explicou que gosta de compor, mas nem sempre é uma tarefa fácil. Lamentavelmente, nosso estilo de vida ocupado não nos permite dedicar tanto à poesia, dia ela e explica: “Quando eu sinto um tema, me concentro olhando as coisas e fico com aquele tema na mente. Assim é como, usualmente, componho meus poemas”.
Na visita que suas majestades farão a São Paulo, estará reservado à Imperatriz alguns momentos de emoção. Por exemplo, no Ginásio do Ibirapuera, onde haverá a solenidade de boas vindas organizada pela comunidade nipo-brasileira, um coral de crianças japonesas vai encerrar uma apresentação, cantando uma canção composta pela própria Michico.


O Imperador e Brasília
O Imperador Akihito chega em Belém no final deste mês. Dia dois de junho ele estará em Brasília e ficará hospedado na surte presidencial do Hotel Naoum. Nesta sua terceira visita à Brasília, sendo a primeira como Imperador, o casal imperial cumprirá uma agenda mista de Chefe de Estado e de Embaixador. A nova constituição japonesa, promulgada em novembro de 1946, coloca o Imperador como o símbolo do Estado e da unidade do povo, acabando com o seu caráter divino. Se na agenda a ser cumprida com o presidente Fernando Henrique Cardoso, na visita ao Congresso Nacional e ao Supremo não se tratará de nenhum tema político ou econômico, a visita é importante para solidificar as relações diplomáticas entre os dois países. Segundo o embaixador Kiuchi, do Ministério das Relações Exteriores do Japão, uma visita imperial significa mais amizade entre os dois povos. E onde existe amizade, existe afinidade, existe mais espaço para a boa diplomacia e para as relações comerciais.
Não vejo a hora de voltar a Brasília, me disse o Imperador Akihito lá no Palácio Imperial. Brasília o marcou muito durante a primeira viagem. Não só pelo frenético ritmo de construção da cidade, mas até pela escapulida protocolar quando foi dar uma pescadinha num rio (que não lembra qual) a uns 100 km da daqui. Brasília o marcou, também, como cientista que é. Anteviu a importância da ocupação do Cerrado e chegou a lembrar do pioneiro Saburo Onoyama, um emigrante japonês que chegou em São Paulo e se transferiu para o DF fixando seu trabalho em Taguatinga, onde deixou muitos descendentes. Onoyama, visitado por Akihito em 1978, foi um estudioso da genética e da pesquisa agrícola no Cerrado.
O Imperador lembrou que sua última visita a Brasília, em 78, ocorreu quando a cidade tinha menos da metade de seus 37 anos de vida e ela já estava muito diferente de quando veio aqui a primeira vez. Perguntou por Oscar Niemeyer, se ele fez novos trabalhos aqui, e que estava ansioso para rever Brasília. – “Sua Majestade pensa em pescar novamente”? – perguntei. Gostaria, mas será impossível, respondeu ele.
Já a Imperatriz, ao falar da Capital, lembrou da Cidade-Monumento que visitou em maio de 67 e junho de 84. Mas sua sensibilidade poética falou mais alto: “I have kept vivid memories the vast sky of Brasilia which seemed to stretch out endlessly” (Eu tenho guardado vivo na minha memória o vasto céu de Brasília que parece esticar infinitamente).
Pois é, quem sabe se, neste início de junho, quando o verde de Brasília se contrapõe ao azul deste céu que teima em se esticar por esse infinito afora, o coração de Michico não será levado a fazer mais uma de suas poesias? É ela mesma quem diz: “Still, on this trip, I am sure that something will move my heart in those distant countries as I meet people there who may not all be of japanese ancestry. Yet I cannot be sure that will lead to a poem”. (Ainda, nesta viagem, estou certa que algo moverá meu coração para estes países distantes onde eu conheço pessoas, nem todas com ancestrais japoneses. Mas não tenho certeza se poderei fazer poemas, se terei inspiração”.


 

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Inscrições abertas para curso básico de Libras

Projeto Conecta DF, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, oferece 12 oficinas para quem quer aprender a linguagem dos sinais; aulas são online e gratuitas, das 18h30 às 20h30

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Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

 

Ainda dá tempo de se inscrever no curso básico de Língua Brasileira de Sinais (Libras) do Conecta DF, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). São 12 oficinas totalmente online, cada uma com cinco dias de duração, voltadas para jovens e adultos com 12 anos ou mais. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo site do projeto. O primeiro módulo começa na próxima segunda-feira, 5 de dezembro.

 

“Precisamos aprender a dialogar com essas pessoas; não há espaço para a exclusão”Sol Montes, subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural

Arte: Secec

Os temas abordados nas oficinas vão além das técnicas em Libras. Mais do que aprender a se comunicar com surdos, os participantes vão conhecer mais sobre inclusão, acessibilidade e empreendedorismo. Os módulos são semanais, sempre de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 20h30. Para garantir o certificado de conclusão, é preciso ter, no mínimo, 60% de presença online.

“Inicialmente, foram disponibilizadas 1.040 vagas, mas o número de inscrições superou nossas expectativas, já passou de 6 mil”, conta a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Sol Montes. “Esperamos chegar até as sete mil matrículas. Por se tratar de um curso online, teremos condições de atender todos os interessados.”

A subsecretária reforça a importância de iniciativas como o Conecta DF para derrubar as barreiras da comunicação com a comunidade surda: “De toda a população com deficiência do país, o maior contingente é o de surdos. Precisamos aprender a dialogar com essas pessoas; não há espaço para a exclusão”.

Além das 12 oficinas de Libras, o projeto ainda oferece outros quatro workshops voltados para contabilidade, empreendedorismo e gestão de entidades do terceiro setor, todos com intérpretes na linguagem dos sinais. “A ideia é apostar na inclusão social”, comenta a produtora-executiva do Conecta DF, Mônica Alves. “Temos muitos surdos inscritos, pessoas que aproveitam essa oportunidade oferecida pelo governo para se capacitar”.

Serviço: curso básico de Libras

→ Com oficinas para jovens a partir de 12 anos e adultos
→ Inscrições pelo site www.conectadf.com.br
→ Início das aulas: 5 de dezembro.

 

 

 

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Amanhã será ponto facultativo nos órgãos federais sediados em Brasília

Decisão está publicada no Diário Oficial de hoje

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Os órgãos federais e entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional do Executivo federal, localizados no Distrito Federal, devem observar o dia 30 de novembro, Dia do Evangélico, comemorado nesta quarta-feira, como ponto facultativo.

A portaria do Ministério da Economia, que determina a medida, está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (29). De acordo com o documento, assinado pelo ministro Paulo Guedes, a medida não é aplicável às unidades administrativas que prestem atendimento ao público e que já possuam agendamento para atender – presencial ou remotamente – nesta quarta-feira.

O Dia do Evangélico foi instituído pela Lei Distrital nº 963, de 4 de dezembro de 1995, como feriado distrital, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte EBC

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Dicas para consumidores fazerem um bom negócio nas compras de Natal

Fim de ano é uma época especial para presentear pessoas queridas, mas é preciso estar atento para não fazer um mau negócio. Prazos de troca, golpes e gastos elevados são pontos de atenção

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Carolina Caraballo, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

 

Você está todo animado para encarnar o Papai Noel. Planeja comprar vários presentes e está só esperando a primeira parcela do 13º para ir às compras. Antes de lotar o pé da árvore de Natal com caixas e sacolas, que tal conhecer algumas dicas de como não fazer um mau negócio neste fim de ano?

Se você vai comprar os presentes pela internet ou pelo telefone, saiba que tem até sete dias para fazer a devolução ou a troca do produto. O artigo não precisa apresentar defeito nem nada. Mas atenção: o respaldo legal para que a transação seja cancelada não torna a compra a distância a opção mais segura.

“Tenha uma noção clara da quantia que você poderá disponibilizar. E se atenha a ela”Rafael Oliveira, diretor de Fiscalização do Procon-DF

“Temos visto muitos golpes pelas redes sociais, [como] perfis falsos que recebem o pagamento pela venda, mas não enviam o produto”, alerta o diretor-geral do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF),Marcelo Nascimento. “É importante pesquisar a reputação da empresa, checar os comentários de outros consumidores e desconfiar de preços muito mais baratos do que os praticados no mercado.”

Já as lojas físicas não são obrigadas a trocar um produto que não apresente defeito. “A grande maioria das empresas flexibiliza essa política como forma de cativar o consumidor”, observa Marcelo. “Mas elas não têm obrigação legal de efetuar a troca por produtos de outro tamanho ou de outra cor”.

Para não abusar da sorte (ou da boa vontade do vendedor), vale ficar atento às regras de cada loja. Algumas não aceitam substituir mercadorias compradas em promoção. Outras estipulam prazos para que o artigo seja trocado. “A política de trocas precisa estar escrita em algum documento”, avisa Marcelo. “Se não estiver, o consumidor pode exigir que o vendedor escreva no cupom fiscal, por exemplo, o que foi acordado”.

Se você foi surpreendido por uma experiência negativa, deve procurar o Procon-DF pelo telefone 151 ou pelo e-mail 151@procon.df.gov.br. Para fazer a denúncia, basta informar o nome do estabelecimento e descrever a irregularidade. Agora, se a compra foi efetuada e o produto não foi entregue, a pessoa deve juntar o máximo de documentos possíveis que comprovem a transação comercial, de nota fiscal à troca de e-mails.

Saúde financeira

Prazos de troca curtos ou a possibilidade de cair em um golpe não devem ser as únicas preocupações de quem quer presentear no Natal. É preciso ficar de olho no orçamento familiar para não terminar o ano endividado. O diretor de Fiscalização do Procon-DF, Rafael Oliveira, sugere estipular o valor que poderá ser gasto antes mesmo de ir às compras.

“Tenha uma noção clara da quantia que você poderá disponibilizar. E se atenha a ela”, ensina. “Fique atento também à precificação – em meio às decorações natalinas, as etiquetas de preço nem sempre estão visíveis, obrigando o consumidor a entrar nas lojas.”

O cuidado deve ser redobrado ao usar o cartão de crédito, garante Marcelo. “O parcelamento é muito atrativo, parece que a gente vai pagar valor muito baixo”, observa. “Mas, quando você soma as parcelas de seis, sete presentes, o valor pode ficar muito alto”.

Marcelo lembra que o ano começa com gastos elevados, como matrícula em instituições de ensino, compra de material escolar e pagamento de Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA). “É importante se programar”, adverte.

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