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OPERAÇÃO SAMAÚMA ATÉ 31 DE AGOSTO

Ministério do Meio Ambiente coordena ações de fiscalização ambiental na Amazônia. Ações interministeriais integram agentes ambientais, Exército e Força Nacional

 

Em missão conjunta com a Força Nacional e do Exército Brasileiro, que atuam em conjunto no combate a crimes ambientais na região, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, acompanhou ações de fiscalização na Floresta Amazônica.

 

O ministro destacou a importância da soma de esforços do Governo Federal contra os crimes ambientais. “O trabalho em conjunto é bastante importante; é integrar as forças do Ministério da Defesa e a Força Nacional, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para combater desmatamento ilegal e mineração ilegal aqui na região”, pontuou.

A primeira etapa da visita teve foco na base do Ibama, no município de Novo Progresso-PA, e na base móvel do ICMBio, no interior da Floresta Nacional do Jamanxim. Entre os diferenciais de hoje na atuação dos agentes ambientais, está o uso do sistema Brasil M.A.I.S., do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que traz imagens diárias do território, com resolução de alta precisão.

OPERAÇÃO SAMAÚMA ATÉ 31 DE AGOSTO

Em seguida, o ministro coordenou ações estratégicas de atuação junto ao Comando do Exército, na base de Moraes de Almeida-PA, no âmbito da operação Samaúma. A força-tarefa faz parte da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que acontece entre 28 de junho e 31 de agosto em diversas localidades da Amazônia.

Além de sobrevoo pelas áreas monitoradas, o ministro acompanhou ainda preparação e ações na base aérea do Cachimbo. Ao todo, as operações em curso na Amazônia contam com 500 homens da Força Nacional, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, e ainda 3 mil homens do Exército Brasileiro, sob coordenação do Ministério da Defesa.

 

 

 

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TUPI GUARANI e o PORTUGUÊS

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Pensando alto: os Yanomami, outrora longe dos ‘homens brancos’, eram felizes na Floresta Amazônica. Atualmente, enfrentam a ameaça da destruição pela intensa presença de garimpeiros ilegais.

Na verdade, o Brasil de 1500 era dos índios. Aqui viviam mais de 5 milhões deles. Depois da Descoberta por Cabral, a população indígena foi se definhando e a ocupação e exploração de suas terras virou uma triste realidade.

A propósito dos índios Ianomami, estava pensando na contribuição do Tupi Guarani à nossa Língua Portuguesa.

De acordo com o Censo, que leva em consideração pessoas com mais de 5 anos de idade que usam o idioma em seu próprio domicílio, as línguas mais usadas no Brasil são o tikuna (com 34 mil falantes), o guarani kaiowá (com 26,5 mil), o kaingang (22 mil), o xavante (13,3 mil) e o yanomami (12,7 mil).

O TUPI diz respeito à língua Tupinambá, que era falada pelas comunidades indígenas existentes no Brasil quando o território foi colonizado pelos portugueses.

O GUARANI, por sua vez, é a língua falada pelas nações que são encontradas na Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil.

O tema TUPI-GUARANI, origem de um mundo de palavras hoje no nosso Português, é um assunto fascinante.

O tupi-guarani é uma das mais importantes línguas indígenas da América do Sul. O tronco TUPI é o maior, com alguns dialetos por todo o litoral brasileiro.

O padre jesuíta José de Anchieta pesquisou e chegou a redigir até uma gramática de tupi-guarani. Daí que muitas palavras têm origem no tupi-guarani.

O português se firmou no Brasil por uma sucessão de fatores: a expulsão dos jesuítas do Brasil no século 18 pelo marquês de Pombal, a chegada da corte portuguesa em 1808 e o acelerado processo de urbanização. Ainda assim, o português acabou sendo marcado para sempre pelo TUPI GUARANI.

Até hoje, centenas de palavras que nós falamos no Brasil têm origem indígena.

É interessante estudar a origem do nome de muitas cidades brasileiras.

Exemplos:

Itabira: pedra de ponta
Itaberaba: pedra brilhante
Itacolomi: filho ou o menino de pedra.
Itacorubi: de rio das pedras esparsas.
Itaguaçu: pedra grande ou muitas pedras.
Itai-guaçu: rio da pedra grande.
Itaimbé: pedra pontuda, afiada.
Itai-mirim: rio da pedra pequena.
Itaipava ou itapava: pedra levantada; recife, travessão rochoso.
Itajai-guaçu: de Itajai grande.
Itajai-mirim: de Itajai pequeno.
Itajuba: pedra amarela.
Itajubá: pedra amarela.
Itamirim: pedra pequena.
Itapemirim: caminho da pedra pequena
Itapema: pedra rasa, lajeado.
Itamonte: pedra na montanha
Itaperobá: pedra do caminho da canoa.
Itapitanga: pedra vermelha
Itapitinga: pedra de lajedo branco.
Itapoã: pedra redonda.
Itaqui: de pedra afiada, pontuda.
Itatiba: muita pedra, abundância de pedras.
Itaúna: pedra preta.
Itamaramdiba: pedra que rola
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GRATIDÃO ETERNA A MEU AMIGO REI

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LEMBRANÇA DE PELÉ EM BRASÍLIA.

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Era 19 de novembro de 2008. Inauguração do novo estádio Bezerrão no Gama.
Dois personagens importantes e uma data para se lembrar:
1) PELÉ dá o pontapé inicial com todas honras e circunstâncias;
2) A meu pedido, pois ela estava em Brasília, e com a ajuda do então embaixador Francisco Seixas da Costa e o pianista Adriano Jordão, a cantora portuguesa Eugénia Melo e Castro canta o Hino Nacional de Portugal: seria a primeira vez que o Hino Português era cantado ao vivo numa partida de Portugal.
3) A pedido do então governador José Roberto Arruda, Zezé de Camargo cantou o Hino Nacional.
4) Nesse dia 19, se comemorava 39 anos do GOL MIL do REI.
Pra quem quiser matar a saudade, é só assistir. Vá bem no início do filme.
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