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Demanda crescente: 46% dos brasileiros retomarão viagens corporativas até início de 2022.

Travel tech mineira anuncia investimento em todo o Brasil, a começar por uma parceria estratégica no Espírito Santo.

 

Diante da vacinação contra a Covid-19, o retorno gradual do trabalho presencial começa a ser cada vez mais acentuado. Este movimento também está sendo registrado no setor de turismo de negócios. Um levantamento realizado pelo buscador Kayak mostra que 46% dos brasileiros devem retomar as viagens corporativas até começo de 2022. Para 23,9% dos mil entrevistados estas retornarão até o fim deste ano, enquanto 22,1% acreditam que isso acontece até o início de 2022. A pesquisa apontou ainda que, para quase 14% dos entrevistados, as viagens corporativas já voltaram.

Com este cenário, as empresas do segmento começam a esboçar reação positiva, faturando R$ 351 milhões, o que corresponde a um avanço de 252,6% na comparação anual, segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) em balanço de julho.

Uma delas é a Onfly, travel tech de Minas Gerais, que na pandemia conseguiu crescer três vezes em volume transacionado e em receita, e cuja pretensão é fechar 2021 com R$ 40 milhões de volume transacionado.

Desde o início do ano, sempre ampliando o número de funcionários e a carteira de clientes, sabendo agora que o momento é de “retomada explosiva”, seu propósito é estreitar os laços com fornecedores e empresas que precisam digitalizar seus processos de viagens e reembolsos, livrando-se, assim, das ineficiências com solicitação de viagens a trabalho e reembolsos nas empresas, entre outros fatores que geram mais produtividade e economia para todos os envolvidos, conforme explica Marcelo Linhares, CEO da Onfly, “O objetivo é gerar mais produtividade aos colaboradores e economicidade às pessoas jurídicas”.

Para isso, a travel tech acaba de anunciar sua mais nova parceira: a capixaba DNA Turismo, a primeira de uma grande rede de parceiros que está sendo construída em todos os estados para aumentar a distribuição da Onfly em todo o país. A ideia é minimizar as dores do setor com a digitalização de processos de viagens, ampliando e integrando os múltiplos canais de serviços e relacionamentos.

Segundo Servulo Clermont, diretor da DNA Turismo, todo o processo será feito graças à integração dos sistemas e à interface amigável, diferenciais fundamentais para o aumento da produtividade e simplificação das atividades que envolvem a gestão de viagens e reembolsos. “O fato de conhecer a Onfly e saber o quanto são dedicados à inovação me faz ter a segurança de que nossos clientes estarão muito bem servidos”.

Ao passo que Servulo Clermont ficará responsável diretamente pela parte comercial no Espírito Santo, a Onfly assumirá os aspectos relacionados ao sourcing, atendimento, financeiro e, principalmente, tecnologia. A meta das empresas no território capixaba é agressiva: a pretensão é de ter, no mínimo, 80 clientes recorrentes em dois anos e uma forte presença digital no estado, já envolvida no plano de crescimento.

O foco da parceria será a plataforma “Tudo em Um”, onde gestão de reembolsos e viagens são feitas em uma única plataforma. Do cafezinho que o colaborador toma no aeroporto, passando pelo trajeto de Uber ou 99, e culminando na reserva de hotel e compra de passagem aérea, tudo fica consolidado em um único lugar, facilitando o acesso aos dados e a tomada de decisão pelos gestores.

E, uma vez que a retomada das atividades de viagens e turismo pós-Covid-19 está sendo acompanhada de uma disruptura provocada pela indispensável digitalização, depois de registrar faturamento de R$ 8,5 milhões em 2020, a expectativa é fechar 2021 com um crescimento cinco vezes maior. “O fato de investirmos em ativos digitais únicos, sem legados, totalmente centrados nas necessidades dos viajantes, dos gestores e dos seus respectivos acionistas, nos coloca de forma diferenciada no mercado, atualmente carente de inovação e excessivamente comoditizado, sem a dependência de terceiros”, diz Marcelo Linhares.

Histórico

A Onfly, travel tech que permite que empresas e funcionários façam reservas de voos e locação de carros de forma on-line, trabalhando a gestão de reembolsos e de viagens em uma única plataforma, começou as suas atividades em setembro de 2018. Seu ápice em negócios fechados se deu em fevereiro de 2020, com R$ 1,650 milhão de volume transacionado. Com a pandemia e a adoção de medidas restritivas, em abril do ano passado a startup registrou movimentação de R$ 14 mil. Em uma “volta por cima”, graças à crescente demanda pela digitalização das empresas, a situação começou a melhorar a partir de maio e a movimentação alcançou o patamar de R$ 1 milhão em novembro do ano passado.

No mês de agosto deste ano, a startup registrou 160 clientes recorrentes e 46 funcionários, batendo recorde de R$ 4,8 milhões de reservas transacionadas.

 

 

 

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Projeto prevê aplicação de multa à distribuidora de energia elétrica em caso de falha no fornecimento

EM TRAMITAÇÃO

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Foto: Reprodução/Web

Valor deverá ser compensado como crédito na fatura do usuário. A ideia é ressarcir os consumidores pelos prejuízos, além de estimular investimentos nas redes elétricas

O líder do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado distrital Robério Negreiros (PSD), apresentou um projeto de lei (PL 927/24) com o objetivo de determinar a aplicação de multa à concessionária de energia elétrica quando houver falha no fornecimento do serviço. A ideia é que sejam criados mecanismos para ressarcir os consumidores por ocasionais prejuízos, bem como estimular investimentos nas redes elétricas e, assim, melhorar a qualidade do serviço prestado.

O valor referente à multa indenizatória, de acordo com a proposta, deverá ser compensado como crédito na fatura de consumo do usuário. A multa será fixada no equivalente a cinco vezes a média do consumo, considerado o intervalo de tempo em que ocorrer falha no fornecimento de energia, e terá como base de cálculo o consumo dos últimos seis meses.

Defesa do consumidor

A proposta foi apresentada após recentes apagões que deixaram centenas de moradores sem luz em algumas regiões administrativas do DF. Para o distrital, esse tipo de situação impede, inclusive, o funcionamento de estabelecimentos e dificulta a expansão dos negócios para que as necessidades da população sejam atendidas.

 

 

Segundo o autor do projeto, por diversas razões as distribuidoras ainda alegam que a queima de itens eletroeletrônicos não é de sua responsabilidade e que os usuários não comprovam que os estragos são consequência das oscilações.“Todos sabem que a falta de energia pode danificar aparelhos eletrônicos, causando prejuízos aos consumidores, e é necessário estabelecer mecanismos para ressarcir tais danos”, defende Robério.

Por esse motivo, a proposta, afirma o parlamentar, tem como intuito garantir direitos e proteger o consumidor do DF. “O fornecimento de energia elétrica é um caso claro de relação de consumo, onde o consumidor é parte extremamente hipossuficiente, razão pela qual seus direitos devem ter tratamento diferenciado”, justifica o distrital.

* Com informações da assessoria de imprensa do deputado Robério Negreiros

Agência CLDF

 

 

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Recintos do Zoológico de Brasília são reformados para bem-estar dos animais

Estão em obras os espaços destinados a micos, onças, ariranhas e cervídeos. No caso do micário, ampliação está sendo feita para abrigar dois novos bichos que chegaram ao Zoo

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Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

 

Em breve, alguns espaços do Zoológico de Brasília estarão de cara nova. Os recintos dos micos, das onças, das ariranhas e dos cervídeos estão em obras para garantir ambientes mais confortáveis para os animais. As intervenções incluem benfeitorias, como pintura, e ampliação, com a criação de novas áreas. Para realizar os trabalhos estão sendo utilizados recursos do Governo do Distrito Federal (GDF) e de emenda parlamentar, num total superior a R$ 1 milhão.

O micário ganhou dois novos recintos que receberão um mico-leão-dourado e um mico-leão-da-cara-dourada | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília

A grande novidade é a extensão do micário. O espaço ganhou dois novos recintos que serão usados para abrigar dois animais que chegaram ao Zoo vindos de outros estados: um mico-leão-dourado e um mico-leão-da-cara-dourada. O primeiro já está integrado no plantel antigo, enquanto o outro segue no Hospital Veterinário aguardando a liberação para a exposição.

“Precisamos ampliar os espaços adequando às novas normas e algumas exigências que precisamos cumprir. Tem mais ou menos 15 anos que não se tinha entrega aqui no Zoológico”, revela o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), Wallison Couto.

O recinto das onças-pintadas, que já havia passado por intervenções com o aumento da grade e a instalação da cerca elétrica, agora terá outras melhorias. Além de uma nova pintura interna, o espaço voltará a ter uma área com água para os animais poderem nadar. “Tem um tempo já que a parte de água das onças não está funcionando. Vamos revitalizar para que possa voltar a funcionar novamente. Também vamos fazer uma cascata para o bem-estar dos animais”, adianta.

O espaço dedicado aos cervídeos vai ser equipado com um tanque de 24 metros quadrados

As obras se estendem, ainda, para o recinto das ariranhas, onde foi feita a pintura, a reforma do tanque e a recuperação de toda a área, e para o espaço dos cervídeos, onde fica o cervo-do-pantanal, com adaptação para a implantação de um tanque de 24 metros quadrados.

“Todas essas reformas, melhorias e construções foram pensadas para melhorar o ambiente interno dos animais. Temos um planejamento para os próximos cinco anos. O nosso trabalho aqui é de preservação e conservação ambiental. Criamos um cenário para que os animais se sintam bem”, esclarece o diretor-presidente.

Aprovação do público

A analista de sistemas Josiane da Cruz, 31 anos, passou a manhã com as filhas, as gêmeas Helena e Catarina, 3, no Zoológico. Esse é um passeio que a família adora. Ela se mostrou animada com as reformas no espaço. “Sem dúvida vai ser mais agregadora para o Zoológico e para as pessoas que estão vindo aqui fazer uma visita”, define.

Enyo Guimarães elogia as melhorias no espaço das onças-pintadas: “Vai ser mais agradável ver o animal mais confortável”

Para Josiane, o local é uma ótima opção de lazer e de contato com a natureza. “É um excelente lugar para trazer as crianças. Percebemos muitas melhorias. O Zoológico está bem limpinho e legal para passearmos com as crianças”, acrescenta.

O empresário Enyo Guimarães, 35, foi até o Zoo para fazer turismo e se surpreendeu com o espaço. Ele elogiou a iniciativa da FJZB de reestruturar os recintos. “Acredito que a reforma vai ser boa, porque sabemos que as onças gostam de contato com a água. Até para evitar que o animal fique estressado é importante”, diz. “E para nós, como visitantes, vai ser mais agradável ver o animal mais confortável”, analisa.

A empresária Romy do Socorro, 47, veio do Maranhão para conhecer o Zoológico. Essa foi a primeira experiência dela num espaço deste tipo. “Fiquei apaixonada, me encantei”, afirma. Sobre as obras, ela destacou: “Toda benfeitoria é bem-vinda, a população agradece. Quem ganha somos nós”.

 

 

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Força-tarefa define medidas para fortalecer acolhimento familiar

Recomendações foram publicadas hoje no Diário Oficial

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reuniu várias instituições, como ministérios e colegiados de assistência social, em uma força-tarefa para garantir o direito de convivência familiar a crianças, adolescentes e jovens mesmo durante medida protetiva de acolhimento. Uma recomendação conjunta foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23), com objetivos e orientações.

O texto orienta que União, estados, Distrito Federal, municípios, Poder Judiciário e o Ministério Público trabalhem em regime de colaboração com a sociedade civil, para atingir objetivos como a implementação e a ampliação dos Serviços de Acolhimento em Família Acolhedora do Sistema Único de Assistência Social, por exemplo. Também recomenda um esforço para promover a transição da modalidade de acolhimento institucional para acolhimento familiar.

O principal objetivo é permitir que crianças e adolescentes afastados da família de origem por qualquer razão, possam aguardar uma solução em ambiente familiar, por meio de adoção temporária, por exemplo. Esse formato daria lugar à permanência do menor de 18 anos em instituições, até que ele possa ser reinserido na família ou que seja adotado de forma permanente.

As recomendações incluem a meta de garantir o acolhimento em ambiente familiar de, pelo menos, 25% da demanda do país até 2027.

O documento indica estratégias para atingir os objetivos estabelecidos, como o financiamento por diferentes frentes para ampliação do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, bem como o direcionamento dos recursos disponíveis preferencialmente para essa modalidade.

A estruturação, oferta e qualificação de formação inicial e de educação permanente para os atores envolvidos na transição, também são medidas previstas para alcançar metas e objetivos.

Mais do que recomendações, o documento é também um compromisso das instituições participantes de concentrar esforços em medidas que possibilitem a transição, como o estudo da situação de cada caso, a elaboração e implementação do Plano Individual de Atendimento (PIA), de forma intersetorial e o envio de relatórios trimestrais para o Poder Judiciário, pelo Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, por exemplo.

Além do CNJ, assinam o documento ministros e presidentes do Conselho Nacional do Ministério Público, Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Ministério do Planejamento e Orçamento, Conselho Nacional de Assistência Social, Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente.

Edição: Graça Adjuto

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Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
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(61) 98442-1010