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Recicle hoje e colha amanhã: Mustela e Drogaria Venancio firmam parceria para arrecadação de embalagens para transformar em doação

A ação acontece na capital carioca. Para participar, basta levar embalagens Mustela, ou outros produtos de higiene e limpeza, para reciclagem nas urnas de coleta instaladas em cinco lojas da rede de farmácias Venancio, na cidade do Rio de Janeiro

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Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil produz cerca de 79 milhões de toneladas de lixo. Deste montante, 85% poderiam ser reciclados, mas apenas 3% têm destinação correta para que esse processo possa acontecer.  E o restante do material? É jogado em aterros sanitários ou pior: em rios, mares, manguezais e ruas das cidades, poluindo águas, florestas e matando muitos animais, principalmente espécies marinhas, grandes vítimas do descarte incorreto de resíduos.

Como objetivo de minimizar o impacto ao meio ambiente e preservá-lo, Mustela®, primeira marca Dermo-Bebê no Brasil, em parceria com a Drogaria Venancio e a Boomera, empresa especialista em Economia Circular, Logística Reversa e transformação de resíduos, inicia nesta terça, 05/10, a campanha de reciclagem “Recicle hoje e colha amanhã”, com pontos de entrega voluntária (PEV’s) em cinco lojas da rede localizadas nas zonas sul e oeste do Rio de Janeiro.

A campanha tem o objetivo de arrecadar embalagens limpas e secas de plástico, papel, vidro e metal para destinar à reciclagem. A participação dos consumidores é fundamental para que essas embalagens sejam incorporadas nos seus ciclos de vida sustentáveis após seu uso. Por isso os PEV’s (pontos de entrega voluntária) têm o objetivo também de educar e incentivar a sociedade a contribuir com a Economia Circular e para fechar o ciclo, a Mustela irá doar cercadinhos, mesas e cadeiras feitos com plásticos reciclados para o Lar Cantinho Feliz, ONG que ampara 260 crianças carentes entre 01 a 06 anos na Comunidade do Morro dos Macacos, em Vila Isabel. “Nos próximos meses, esperamos arrecadar muitas embalagens e transformar em doação para quem precisa. É uma iniciativa da Mustela que reforça nossos pilares de sustentabilidade e cuidado com o próximo, e que trará impacto positivo para a comunidade local do Rio de Janeiro”, comenta o Wellington Santos, Diretor Geral Expanscience Brasil e Diretor de Exportação LATAM, laboratório detentor da marca Mustela®.

A parceria da Boomera, especialista em Economia Circular há 10 anos, é fundamental para que esse projeto aconteça. Ela é responsável por todo o processo de Logística Reversa até a transformação dos resíduos em produtos circulares. Os pontos de entrega voluntárias (PEV) são conectados a cooperativas de catadores da região homologadas pela empresa, que farão a coleta e a triagem desses resíduos. Depois, o material será levado para as fábricas da Boomera para terem chances de serem transformados em matéria-prima reciclada pós-consumo (PCR). “A importância desse projeto é que ele conecta peças-chave da Economia Circular, consumidores, cooperativas de catadores e indústrias, gerando impactos sociais e ambientiais”, comenta Guilherme Brammer, CEO e Fundador da Boomera.

As urnas de coleta funcionarão em cinco lojas Venancio na capital carioca, sendo duas unidades na Barra da Tijuca, uma no Flamengo, outra em Copacabana e a quinta no Recreio dos Bandeirantes. Após os seis primeiros meses, a ação acontecerá em outras cinco lojas. “Todas as lojas da rede Venancio atendem aos procedimentos sanitários contra a Covid-19, para que o nosso público se sinta seguro em trazer suas embalagens recicláveis e contribuir com essa ação em parceria com a Mustela”, comenta Walace Siffert, Diretor Comercial da Venancio.

 

Endereço das lojas participantes:

Rua Marquês de Abrantes, 88 – Flamengo – CEP: 22230-901
Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 791 – Copacabana – CEP: 22050-002
Avenida das Américas, 3757 – Barra da Tijuca – CEP: 22631-003
Avenida Olegário Maciel, 188  – Barra da Tijuca – CEP: 22621-200
Avenida das Américas, 13400 – Recreio dos Bandeirantes – CEP: 22790-702

 

Para mais informações, acesse: www.mustela.com.br/reciclagem

Sobre Laboratório Expanscience

Com sede em Paris, na França, a Expanscience, laboratório farmacêutico e dermocosmético independente, há mais de 70 anos desenvolve e fabrica produtos inovadores na assistência à artrose e saúde da pele. Presente em mais de 101 países e 16 filiais, a empresa iniciou sua operação no Brasil em 2013 com a comercialização da linha de produtos da Mustela®, primeira marca Dermo-Bebê do País. O impacto positivo da Expanscience na sociedade e no ambiente é reconhecido pela certificação internacional B Corp, recebida por associar sustentabilidade e responsabilidade social em suas práticas de crescimento econômico.

Mais informações: www.expanscience.com

 

Informações ao consumidor – Mustela

SAC: (11) 3331-4640
Website: www.mustela.com.br
Instagram: www.instagram.com/mustelabrasil
Facebook:  www.facebook.com/mustelabrasil
Youtube: https://www.youtube.com/mustelabrasil

 

Sobre a Drogaria Venancio

A história da Venancio começou em 1979, quando foi inaugurada a primeira loja na Praça Saens Peña, no bairro da Tijuca no Rio de Janeiro. Hoje, com 97 lojas, é uma das maiores redes de drogarias do país, segundo o ranking da Abrafarma. Atualmente, a rede conta com cerca de 4 mil colaboradores e está presente não somente no município do Rio, possui lojas também em Petrópolis, Niterói e na Baixada Fluminense. Referência quando se fala em “nova farmácia”, a rede possui mix diferenciado com área específica destinada a dermocosméticos e grandes marcas nacionais e importadas de beleza e perfumaria. Inovação sempre fez parte do crescimento da rede, que foi pioneira no conceito de autoserviço em drogaria e conta com projetos sociais amplamente reconhecidos na cidade, como o Saúde na Praça que oferece aulas de ginástica para centenas de idosos, mas que está pausado em tempos de pandemia, e a Blitz da Saúde, que disponibiliza serviços de saúde gratuitos, como aferição de pressão e medição de glicose nas lojas da rede. Além das 97 lojas, a Venancio conta com outros canais de vendas não presenciais: site (venancio.com.br), televendas (21 3095-1000), aplicativo, entrega pelo bairro, Market Place (parceria com o Rappi), Compre e Retire e Shipping from store.

 

Informações para Imprensa / Drogaria Venancio:

Cria Consultoria
Nathália Serpa – nathalia.serpa@criaconsultoria.com.br

 

Sobre a Boomera

A Boomera foi criada para valorizar e dar nova vida a resíduos que acabariam em aterros sanitários, especialmente materiais considerados difíceis de reciclar. Com a metodologia proprietária CircularPack®, trabalha a economia circular de ponta-a-ponta, fazendo ciência com muita consciência em seu laboratório de materiais, passando por logística reversa em parceria com mais de 8.000 cooperados e transformando resíduos em produtos circulares com causa através de muita pesquisa, desenvolvimento e inovação. Fundada em 2011, a Boomera® foi uma das primeiras empresas de Economia Circular certificadas como Empresa B, membro da Fundação Ellen MacArthur e premiada como Empreendedor Social do Ano, pela Folha de São Paulo e Fundação Schwab em 2019 e em 2020 com o reconhecimento do Fórum Econômico Mundial.

www.boomera.com.br

 

 

 

 

 

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Canabinoides podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas

É o que mostra pesquisa da Unicamp, publicada hoje

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Estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que o canabinoide, substância que pode ser encontrada em plantas do gênero cannabis, podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas. A descoberta foi feita por pesquisadores do Laboratório de Neuroproteômica, do Instituto de Biologia (IB), e publicada hoje (27) na revista European Archives of Psychiatry and Clinical Neurosciences.

“A gente sabe muito sobre o efeito dos canabinoides, endocanabinoides ou sintéticos sobre os neurônios. Estamos aprendendo agora que essas substâncias também atuam sobre as células da glia”, diz Daniel Martins-de-Souza, um dos pesquisadores. Ele explica que o nome glia significa cola em grego, porque, no passado, os pesquisadores achavam que essas células ligavam os neurônios uns nos outros, funcionando apenas como células de suporte.

Nas últimas duas décadas, no entanto, estudos mostraram que elas praticam funções importantes no cérebro. A pesquisa analisou a interação de uma dessas células da glia, chamada oligodendrócito, com os canabinoides. O oligodendrócito é responsável por produzir a bainha de mielina, que faz o “encapamento” dos axônios, que são o meio de comunicação entre os neurônios. “Para o neurônio conseguir conversar com outro por meio de impulsos elétricos, ele precisa de um encapamento no fio, vamos assim dizer”, explica o estudioso, comparando com os fios de um poste de energia elétrica.

Falhas nas células da glia podem causar doenças. “A bainha de mielina é destruída, por exemplo, na esclerose múltipla, eventualmente até na doença de Alzheimer. Então, a bainha de mielina é bastante importante para que o neurônio funcione. A gente sempre teve uma visão muito neurocêntrica, ou seja, muito da importância do neurônio no cérebro, mas ele não vai funcionar bem se as células acessórias dele também não funcionarem, como é o caso do oligodendrócito”, acrescenta Martins-de-Souza.

Com a análise in vitro, os pesquisadores viram que os canabinoides promovem a proliferação dos oligodendrócitos. “Todas as eventuais doenças que têm perda de oligodendrócitos poderiam se beneficiar”, afirma o especialista. Ele destaca que estudos com animais e humanos devem confirmar esses dados. A pesquisa também mostrou que, com os canabinoides, os oligodendrócitos amadurecem melhor. “Isso abre novas avenidas pra gente investigar potenciais tratamentos de doenças.”

Depressão e esquizofrenia são outras doenças que podem se beneficiar dessa descoberta.

O que são canabinoides

Além do canabinoide extraído de plantas do gênero cannabis, o canabidiol, o próprio organismo humano produz a substância, chamada endocanabinoide. “Foi descoberto que os compostos da cannabis se ligam a receptores no cérebro, que passaram a ser conhecidos como receptores canabinoides. O que a gente descobriu a posteriori é que o nosso organismo produz substâncias que interagem com esses mesmos receptores. Tudo isso é chamado de canabinoide”, explica o pesquisador.

O estudo, portanto, utilizou tanto compostos extraídos de plantas do gênero cannabis, como o canabidiol, o endocanabinoide, quanto sintéticos.

 

 

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Em visita à Amazon, governador assegura mais apoio a operadores logísticos

Ibaneis Rocha conheceu o Centro de Distribuição da empresa norte-americana e anunciou assinatura de decreto para facilitar ainda mais o trabalho de outros grupos que queiram se instalar no DF

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Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

 

O governador Ibaneis Rocha visitou, nesta quinta-feira (26), o Centro de Distribuição da Amazon no Distrito Federal, localizado em Santa Maria. O encontro com funcionários da empresa norte-americana e gestores do governo serviu para tratar sobre infraestrutura, tributação e a presença da Amazon no Brasil e no DF.

GDF vai assinar um decreto para facilitar ainda mais o trabalho de operadores logísticos que queiram se instalar no Distrito Federal

Na ocasião, Ibaneis Rocha conheceu cada detalhe da operação e se reuniu com diretores da empresa. Na reunião ficou definido que o GDF vai assinar um decreto para facilitar ainda mais o trabalho de operadores logísticos que queiram se instalar no Distrito Federal. O texto está sendo alinhado com o secretário de Economia, Itamar Feitosa, que também participou do encontro, bem como com os secretários de Governo, José Humberto Pires, e de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira.

 

“O Distrito Federal tem esse sinal importante. A cidade foi criada a partir do pensamento de Juscelino Kubitschek de ser um grande ponto de interligação do Brasil. Os operadores logísticos vêm para cá no sentido de integração. Nós temos facilidade de distribuição, tanto para o Centro-Oeste como para o Norte e o Nordeste, e a empresa vem só crescendo aqui. Temos dado incentivos às empresas, é um ramo que emprega bastante. E fiquei satisfeito de ver a operação, a organização e o nível de tecnologia desse centro de distribuição”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

 

A vinda da Amazon amplia a presença do Distrito Federal como centro logístico nacional, já que a capital tem o único aeroporto brasileiro com duas pistas em operação simultânea, ligado a todas as capitais do país – além de excelente malha rodoviária, mão de obra capacitada e competitividade fiscal.

 

“É muito importante termos empresas como a Amazon e outras de logística aqui no Distrito Federal. Estamos no centro do país, então temos essa capacidade maior de distribuição. Elas geram emprego e renda para famílias do DF e do entorno, e, com a intenção da Amazon de se expandir, mais empregos podem ser gerados e o serviço ampliado para os clientes ”, acrescenta o secretário de Desenvolvimento Econômico.

A Amazon tem 12 centros de distribuição no Brasil. Na capital, iniciou a operação em outubro de 2020, gerando mais de 200 empregos. Segundo a empresa, são feitas 15 mil entregas diariamente no DF.

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Lei muda orientação por cores em hospitais para atender daltônicos

Medida publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial determina que alas e pulseiras sejam adaptadas para portadores do distúrbio da visão

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Agência Brasília* | Edição: Claudio Fernandes

 

As unidades das redes pública e privada de saúde deverão alterar parcialmente seus sistemas de direcionamento por cores para atender portadoras de daltonismo. É o que determina a Lei nº 7.144, publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

“Tudo que a gente puder fazer para facilitar a vida das pessoas que tenham quaisquer restrições, faremos. Quanto mais acessível o sistema de saúde estiver, mais inclusivo ele é”Pedro Zancanaro, secretário adjunto de Assistência à Saúde

De acordo com a medida, as unidades de saúde devem adaptar os sistemas de orientação por cores de modo a incluir alguma sinalização numérica ou por outro tipo de código. Assim, as pulseiras de classificação de risco e as alas de atendimento, por exemplo, terão de conter algo além da cor. Isso porque quem é daltônico tem dificuldade de diferenciar certas cores, sobretudo os tons verde e vermelho.

O secretário adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro, afirma que a Secretaria de Saúde estudará medidas para facilitar a visualização dos pacientes com daltonismo. O gestor destacou que a lei representa uma “medida de acessibilidade”. “Tudo que a gente puder fazer para facilitar a vida das pessoas que tenham quaisquer restrições, faremos. Quanto mais acessível o sistema de saúde estiver, mais inclusivo ele é”, pontuou Zancanaro.

O daltonismo é uma denominação popular para discromatopsia ou discromopsia. Trata-se de distúrbio de visão caracterizada pela ausência total ou parcial de células do tipo cones na retina. A condição é hereditária e genética. Geralmente, a pessoa aprende a conviver com o problema, como cita o secretário adjunto. “Um exemplo clássico que mostra essa adaptação dos daltônicos é eles entenderem os semáforos do trânsito”, conclui.

*Com informações da Secretaria de Saúde

 

 

 

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