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Cerca de 800 novos militares reforçam a segurança do DF

GDF convocou bombeiros e policiais concursados; mais de R$ 140 milhões já foram investidos em equipamentos

 

RAFAEL SECUNHO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: CHICO NETO

 

“A secretaria faz estudos empíricos, trabalhos de inteligência para enfrentar a criminalidade, e os resultados têm sido excelentes”Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública

O ano de 2021 trouxe resultados expressivos na redução da criminalidade no Distrito Federal. Um trabalho integrado de todas as forças de segurança e o investimento constante em equipamentos mostram que as ações de prevenção e combate ao crime vão bem. Dentro do programa DF Mais Seguro, criado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), ações como a operação Quinto Mandamento e a Cidade da Segurança Pública foram às ruas com essa finalidade. Em comparação com 2020, o número de homicídios na capital federal, até novembro de 2021, caiu 18%, o que representa 74 vidas poupadas.

Outro dado chama a atenção: o mês de setembro de 2021 apresentou o menor número de crimes contra a vida em 22 anos para o mês. Esses delitos englobam, além de homicídios, os latrocínios (roubo seguido de morte) e lesões corporais seguidas de morte. Crimes contra o patrimônio também despencaram se comparados a 2020. Uma dessas modalidades, o roubo dentro de coletivos, diminuiu de 923 para 633 ocorrências.  No roubo a transeunte, houve 15,4% de redução. Os roubos a residência, de veículo e em comércio caíram 6,5%, 8,3% e 1,8% respectivamente. A queda nesses tipos de crimes representa 3,4 mil roubos a menos no Distrito Federal.

“A gente trabalha de forma regionalizada, estudando quais são as necessidades de cada região do DF. Quando vemos que tem um crime que destoa mais em uma localidade, intensificamos o combate dele”, explica o secretário Segurança Pública, Júlio Danilo. “A secretaria faz estudos empíricos, trabalhos de inteligência para enfrentar a criminalidade, e os resultados têm sido excelentes.”

A Quinto Mandamento é uma verdadeira blitz que passa pelas regiões administrativas para manter a ordem pública. Coordenada pela SSP, reúne seis órgãos nas ações: polícias Militar (PM) e Civil (PCDF), Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Secretaria DF Legal, Detran e Departamento de Estradas de Rodagem (DER).  Já visitou 24 regiões administrativas e fica por um período de até cinco dias em cada localidade. Cerca de 8 mil agentes de segurança já participaram da operação.

O projeto Cidade da Segurança Pública, por sua vez, se desloca entre as cidades combatendo o crime e oferecendo serviços como a emissão da segunda via da Carteira de Identidade, regularização de veículos e carteiras de habilitação. Conta com a participação de outras pastas, como as secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus) e a da Mulher (SMDF), que ministram palestras e empreenderam ações educativas.

Cinco cidades já foram visitadas pelo projeto até o momento: Gama, Samambaia, Planaltina, Paranoá e São Sebastião. Foram emitidas mais de 1,8 mil carteiras de identidade (RGs), com atendimento a 1.647 mulheres e 3.584 crianças e adolescentes.

Novos policiais e bombeiros

O ano também foi de reforço do efetivo, com a contratação de novos servidores e promoção de outros. A Polícia Militar formou 491 praças que já estão trabalhando nas ruas, e outros 750 já foram convocados e serão treinados este ano. O Corpo de Bombeiros, por sua vez, admitiu 303 novos servidores em novembro, enquanto a Polícia Civil abriu concurso público com 1,8 mil vagas.

 

Polícia Militar formou 491 praças, e outros 750 já foram convocados | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O governador Ibaneis Rocha autorizou ainda a quebra do interstício – tempo que cada militar precisa cumprir no posto ou graduação antes de ser promovido, beneficiando cerca de 3 mil policiais e bombeiros da capital. “Com a redução do interstício, os postos abertos com as transferências dos militares com mais de 30 anos de serviço para a reserva podem ser preenchidos mais rapidamente”, lembra o comandante-geral do CBMDF, Rogério Dutra. “Isto contribui, de maneira geral, para melhorar a qualidade do atendimento à população, uma vez que o profissional se sente mais valorizado”.

Menos armas nas ruas

Durante todo o ano passado, a PMDF retirou das ruas mais de 1,5 mil armas de fogo e efetuou mais de 8 mil prisões em flagrante por crimes diversos. Para o comandante-geral da corporação, coronel Márcio Vasconcelos, o uso da tecnologia e o policiamento orientado pela inteligência foram essenciais para o desempenho da corporação. “Tivemos um ano excepcional, de muito trabalho, e isso se refletiu na redução da criminalidade. Ampliamos nossa comunicação, inteligência e videomonitoramento, mas o empenho e compromisso dos policiais militares, que atenderam cerca de 500 mil ocorrências ano passado, fizeram a diferença”, afirma.

Destaque nacional pelo alto percentual de resolução de homicídios, a PCDF cumpriu, em 2021, 6,6 mil mandados de prisão.  A corporação realizou, ainda, 802 operações no período. De acordo com o delegado geral da PCDF, Robson Cândido, o enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, o cumprimento de mandados, o combate massivo aos crimes contra as mulheres e os praticados pela internet refletem diretamente na diminuição dos crimes letais contra a vida. “A PCDF segue ao lado do cidadão, se reinventando e se aprimorando em inteligência policial e investigação”.

Em relação à segurança nas vias do DF, o Detran destaca que houve 58% de redução nas vítimas fatais no trânsito do DF no comparativo de 2020 para 2021 (de 227 para 169). Foram realizadas 1,8 mil operações da Lei Seca e mais de 13 mil motoristas foram autuados por embriaguez ao volante. “São vidas que estamos preservando ao conscientizar a população de agir de forma responsável no trânsito, tanto por meio da educação, como das fiscalizações. Além disso, participamos de forma efetiva junto aos demais órgãos da Segurança Pública no grande esforço de reduzir também a criminalidade no Distrito Federal”, destacou o diretor-geral do departamento, Zélio Maia.

Investimentos

 

Projeção do novo prédio do Instituto Médico Legal (IML): ao custo de R$ 40,2 milhões, instalações mais modernas da América Latina | Arte: Divulgação/SSP

Os investimentos para oferecer equipamentos e melhores condições de trabalho às corporações foram altos. A PMDF chegou a R$ 100 milhões investidos em materiais de 2019 até o início de novembro de 2021. São veículos, motocicletas, lanchas, motos aquáticas, armas de fogo, detectores de metal, entre outros.

A Polícia Civil está construindo um novo prédio para abrigar o Instituto Médico Legal (IML) ao custo de R$ 40,2 milhões – serão as instalações mais modernas da América Latina. Já o CBMDF usou um orçamento de cerca de R$ 12 milhões para a compra de barcos, drones, motos aquáticas e outros.

“Este governo tem dado todo o suporte para que os policiais possam trabalhar com as melhores ferramentas. São armamentos, coletes, munição, viaturas. Não é só a instituição quem ganha, mas toda a população do Distrito Federal”, avalia o comandante-geral da PM, Márcio Vasconcelos. “Temos uma tropa de cerca de 10.700 policiais, e é fundamental o policial estar preparado para ir às ruas oferecer proteção ao cidadão.”

Participação direta no combate à dengue

Os órgãos de Segurança Pública também participaram de ações de prevenção em 2021. Os bombeiros trabalharam ativamente no combate ao Aedes aegipty (transmissor da dengue) em parceria com a Vigilância Ambiental, atuando na inspeção de casas para eliminar focos do mosquito. Até mesmo drones foram usados pela corporação nesta missão.

Os bombeiros atuaram em mais de 53 mil atendimentos médicos de urgência em 2021. Foram quase 18 mil incêndios combatidos e 30 mil operações de busca e resgate realizadas. A corporação participou ainda, em apoio, de missões fora do DF, como as da Bahia, Haiti, Brumadinho e Chapada dos Veadeiros.

“Foi um ano de muito trabalho, planejamento e coragem. Mesmo com a segunda onda da pandemia não deixamos de apoiar a sociedade do DF e até de outros estados. Foram mais de cem mil ocorrências atendidas no DF, cinco missões nacionais e uma internacional”, ressaltou o comandante-geral em exercício, Edimar Moura.

Além disso, a categoria foi essencial nos períodos críticos da pandemia do covid-19, fazendo o transporte de pacientes infectados com a doença e o apoio no transporte inter-hospitalar.

Violência contra a mulher

Em 2020, no comparativo com 2019, houve redução de quase 50% (de 32 para 17) nos casos de feminicídio no Distrito Federal. Em 2021, foram registrados 24 crimes desta natureza. “Sabíamos que para superar a marca de 2020 teríamos que intensificar nossas ações junto a outros órgãos de governo e da sociedade. Para isso, implementamos o programa Mulher Mais Segura, que prevê uma série de projetos e ações integradas de enfrentamento a este tipo de crime”, destaca o secretário Júlio Danilo.

Entre as ações propostas pelo programa Mulher Mais Segura, está o Dispositivo de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP). Trata-se de um método de acompanhamento pioneiro no país – além de o agressor receber a tornozeleira, a vítima também é acompanhada por meio de um dispositivo móvel. Vinculado ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), da SSP/DF, ao ser acionado, o aplicativo emite um chamado de forma prioritária na tela do computador do despachante do Ciob, que encaminha, imediatamente, uma viatura da Polícia Militar para o local.

Houve, também, a ampliação dos canais de denúncia e do atendimento às vítimas de violência doméstica: para tanto, foi inaugurada uma nova delegacia da mulher, além da possibilidade de a vítima registrar o boletim de ocorrência de maneira on-line. As delegacias especiais de atendimento à mulher (Deam 1 e 2) registaram, durante todo ano passado, 876 flagrantes relacionados à Lei Maria da Penha.

O Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), da PMDF, que possui policiamento especializado para casos de violência doméstica, realizou quase 23 mil visitas familiares em 2021. O trabalho ajuda a prevenir, inibir e interromper o ciclo da violência doméstica.

 

 

 

 

 

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Expectativa do mercado para inflação de 2026 cai para 5,02%

Estimativa para o IPCA recua pela sexta semana consecutiva, diz BC

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Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,02% no ano.

A projeção está abaixo dos 5,16% projetados há quatro semanas e dos 5,03% projetados pelo boletim na semana passada.

Foram também revisadas para baixo as expectativas para a economia, com uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 1,98%, após cinco semanas consecutivas com projeções estabilizadas em 1,99%.

Já as projeções para o câmbio estão estáveis em R$ 5,20 há 8 semanas, enquanto para a taxa básica de juros repetem as mesmas expectativas da semana passada – de que a Selic fechará 2026 em 13,75%.

2027 e 2028

Os quatro índices de expectativas do mercado financeiro para os anos 2027 e 2028 apresentaram todos estabilidade em relação à semana anterior. O único que registrou variação foi o relativo ao PIB de 2027, que passou dos 1,57% projetados há uma semana, para 1,52%.

Inflação, PIB e câmbio apresentaram, respectivamente, projeções de 4,22% (IPCA); R$ 5,28 (cotação do dólar); e 12% para o próximo ano.

Para 2028, as projeções do mercado financeiro se mantiveram em 3,80% para a inflação; 2% para o PIB; 5,30% para a cotação do dólar; e 10,50% para a taxa Selic.

Controle da inflação

O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação.

Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo.

Quando há redução, a expectativa é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços.

Reunião do Copom

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada no dia 5 de agosto, a taxa Selic foi reduzida em 0,25 ponto percentual, passando de 14,25% para 14% ao ano. Foi a quarta redução consecutiva dos juros básicos.

Segundo o Banco Central, o corte é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta nos próximos períodos. O BC afirmou que a decisão busca, além da estabilidade de preços, suavizar as oscilações da atividade econômica e favorecer o emprego.

O Copom manteve a avaliação de que o cenário externo exige cautela, diante das incertezas relacionadas aos conflitos no Oriente Médio e à política monetária de economias avançadas.

No cenário doméstico, o comitê observou desaceleração gradual da atividade econômica, embora o mercado de trabalho continue aquecido.

O BC destacou que a inflação recente perdeu força, mas permanece acima do limite superior da meta, ainda que os núcleos de inflação tenham mostrado desaceleração.

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Fornecer o CPF da pessoa desaparecida pode ajudar na busca

Veja mais dicas de segurança para esses casos 

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Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Alguém conhecido desapareceu? A orientação é que você aja rapidamente, não aguardando 24 horas para registrar a ocorrência, entrando em contato pelos telefones 190 ou 197. Caso o registro seja feito de forma online, um familiar ou responsável deve comparecer à delegacia para complementar a ocorrência, apresentar fotografia recente e fornecer informações que possam auxiliar na localização. A ausência de documentos não impede o registro.

Entre os dados mais importantes estão as características físicas da pessoa desaparecida, como altura, cor dos olhos e dos cabelos, tatuagens, cicatrizes, marcas de nascença e uso de óculos, além das roupas e objetos que portava quando foi vista pela última vez. Fornecer o CPF do desaparecido é fundamental, principalmente para gerar o alerta.

Em alguns casos, pode ser solicitada colega de material genético para aumentar a eficiência da busca | Foto: Divulgação

Sobre a pessoa que desapareceu, também é importante informar onde e quando ocorreu o fato, o destino previsto, o trajeto habitual, pessoas com quem manteve contato, eventual uso de veículo e informações sobre condições de saúde, uso de medicamentos, deficiência ou qualquer situação de vulnerabilidade. Quanto mais completas forem as informações, mais direcionadas poderão ser as buscas.

 

A depender da ocorrência, também pode ser solicitada a coleta de material genético de familiares e objetos de uso pessoal da pessoa desaparecida para auxiliar nos procedimentos de identificação.

Divulgação segura

A orientação é compartilhar apenas o cartaz oficial da pessoa desaparecida, disponível no perfil @desaparecidos_df, no Instagram, e no Cadastro Distrital de Pessoas Desaparecidas. Não são recomendadas a produção de cartazes próprios e a divulgação de telefones, endereços, rotinas ou outras informações pessoais, pois esses dados podem ser utilizados em tentativas de golpe.

Qualquer informação sobre o paradeiro da pessoa deve ser comunicada exclusivamente pelo telefone 197. Quando a pessoa for localizada, a família deve informar imediatamente às autoridades para que a ocorrência seja encerrada e as divulgações oficiais sejam retiradas.

O registro imediato da ocorrência e o fornecimento do maior número possível de informações são medidas que contribuem para tornar as buscas mais rápidas e eficientes, especialmente nas primeiras horas após o desaparecimento.

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Som e fúria no século XXI: lançamento do livro acontece na quarta-feira (12)

A obra é fruto de mais de duzentos artigos publicados pelo autor no Jornal de Brasília na coluna “O quinto ato” e será lançada no Foyer do Plenário

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Foto: Tiago Orihuela/Agência CLDF

 

Textos abordam temas do cotidiano sob a ótica da obra do dramaturgo inglês William Shakespeare

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) receberá o lançamento do livro Som e fúria no século XXI, de Theofílo Silva, na quarta-feira (12), às 19h, no Foyer do Plenário da Casa. O autor produziu a obra a partir de ensaios e artigos publicados no Jornal de Brasília, em sua coluna “O Quinto Ato”, que aborda temas do cotidiano sob a ótica das obras de William Shakespeare. Theófilo Silva acumula cinco obras inspiradas no escritor e dramaturgo inglês, que cruzam a fronteira literária com a crueza das manchetes do dia a dia.

A obra aborda a frieza dos algoritmos, democracia, natureza humana e corrupção. O trecho do livro “Vivemos em uma era de ruídos ensurdecedores onde o som das redes sociais e a fúria das polarizações, da loucura do homem muitas vezes não significam nada além de um grande vazio existencial” elucida como, mesmo sendo um escritor tão antigo, Shakespeare permanece atual.

O título “Som e Fúria” faz parte da peça Macbeth do poeta e escritor inglês, na qual o protagonista — no monólogo final — reflete sobre ousadia e falta de sentido na vida. O livro busca uma autópsia social sobre o mundo atual, sob a ótica das obras de William Shakespeare. “Espero que os leitores reflitam sobre as lutas diárias que somos obrigados a enfrentar. Que eles saibam que vivemos em mundo que é muitas vezes injusto. E que nós precisamos dar o melhor de nós mesmo para enfrentar as vicissitudes do dia a dia. Shakespeare tem muito a nos ensinar sobre isso.”

Theófilo finaliza com a reflexão: “Nesse mundo cada vez mais tecnológico, digital, nós precisamos de arte para que a realidade não nos esmague”. (citação de William Shakespeare)

Serviço:
O que: Lançamento do livro Som e Fúria no século XXI
Onde: Foyer do Plenário
Quando: 12 de agosto, às 19h
Transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital e pelo YouTube

Ana Carolina Rubo (Sob Supervisão de Ivan Iunes)

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