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GINCANA DA ÁGUA
Em Brasília haverá atividades com premiação de Notebook, Projetor Multimídia e lugar Caixa de Som
O Dia Mundial da Água terá um evento especial em Brasília. A solenidade, celebrações e atividades vão ficar por conta da Adasa. O objetivo é focar na gestão da água, harmonizando sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. As atividades visam sensibilizar a população para um uso cada vez mais racional/consciente deste recurso natural, para a corresponsabilidade nos esforços de preservação dos ecossistemas que a suportam e para a tarefa educativa de formar as novas gerações dentro de uma consciência ambiental que enxerga a água não como um bem econômico, mas um elemento vital de todos os organismos.
Nesse sentido, a Adasa promoverá a Gincana do Mês da Água, voltada para o público estudantil (das séries finais do nível Fundamental) das Redes pública e particular de Ensino, que ocupará as Escolas por um mês de preparação de tarefas – artísticas, comunitárias e pedagógicas – com foco na água.
A ação tem o objetivo de destacar a importância da água no cotidiano da população, reafirmar o papel da Adasa como incentivadora da sustentabilidade dos recursos naturais e de desenvolver atividades pedagógicas socioambientais, na qual, toda a escola esteja envolvida nas atividades da gincana, e assim, haja uma maior interação da comunidade escolar.
CRONOGRAMA
De 16 de fevereiro até o preenchimento das 30 vagas – período de inscrições das escolas.
Dia 18 de março: prazo final para postagens das atividades propostas pela gincana.
De 21 e 26 de março: avaliação da banca examinadora (formada por integrantes da Adasa e Caesb).
Dia 28 de março: divulgação do resultado final, via site institucional e mídias sociais.
Dia 31 de março: cerimônia presencial para a entrega dos prêmios.
REGULAMENTO
TAREFA 1 – Elaboração de uma Atividade sensorial com água por professor(a) da Escola que explore a dinâmica da água na Natureza (precipitação, evaporação, infiltração, vazão…). A atividade deve privilegiar o emprego de materiais naturais, preparada para o ar livre (apresentar a tarefa em vídeo de até 8min).
Critérios:
1 – Significância para o desenvolvimento da consciência ecológica;
2 - Estímulo à curiosidade;
3 – Contextualidade;
4 – Criatividade.
TAREFA 2 – Realizar uma fotografia em um corpo d’água* (solicitamos que a atividade seja realizada pelo(a) aluno(a)) que capture um instante de beleza cênica, da vida animal ou da conexão homem-natureza.
*Lagoas, rios, ribeirões, riachos…
Critérios:
1 – Criatividade;
2 – Singularidade da cena;
3 – Qualidade técnica (enquadramento, foco…).
TAREFA 3 – A equipe deverá produzir uma “reportagem” sobre o tema “o mal uso da água” (desperdício, contaminação da água entre outros) no ambiente escolar ou no entorno dela. A reportagem deve ter duração máxima de 5min, com tomada de cenas do cotidiano e/ou locais em que ocorra o problema, incluindo uma entrevista (moradores ou pesquisadores ou funcionários do serviço público relacionado à questão) e um conteúdo que apresente as consequências e o desrespeito à Legislação ambiental.
OBS: A filmagem deverá ser feita com o aparelho celular na posição horizontal.
Critérios:
1 – Roteiro do vídeo (envolve a criatividade dos takes propostos);
2 – Conteúdo da matéria (envolve trazer informações alinhadas ao tema);
3 – Imagens (envolve a variedade de cenários).
TAREFA 4 – Produção de uma obra de arte (escultura, figura ou imagem) com o lixo recolhido nas imediações do Lago (se o deslocamento até lá for complicado, pode ser substituído pelo lixo recolhido nas imediações da escola, que pode comprometer o escoamento da água pelo sistema de drenagem urbana) que transmita um alerta sobre os danos ambientais.
Critérios:
1 – Criatividade;
2 – Originalidade da ideia;
3 – Mensagem da obra.
TAREFA 5 – Produzir uma maquete que mostre uma ação humana que cause danos à qualidade e à quantidade da água no Lago Paranoá ou noutro reservatório de água do Distrito Federal (enfatizar a importância das águas subterrâneas no Ciclo Hidrológico). Enviar um vídeo (duração de até 5 min) do(a) aluno (a) explicando sobre o problema retratado na maquete.
Critérios:
1- Criatividade;
2 – Beleza artística;
3 – Pertinência da problemática;
4 – Domínio na exposição.
A PREMIAÇÃO
1° lugar Notebook
2° lugar Projetor Multimídia
3° lugar Caixa de Som
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Brasília terá título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural
Homenagem será prestada em encontro que começa hoje na cidade
Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil
Tratar de estratégias conjuntas para proteção dos patrimônios material e imaterial, e para inovação em políticas públicas está entre os objetivos centrais de um evento internacional em Brasília, desta quarta (11) até sexta-feira (13). Na ocasião, a cidade será homenageada com o título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural.

O evento é a reunião do Comitê Setorial de Patrimônio Cultural da União de Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI) e será realizado no Salão Nobre do Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal, a partir das 14h Nesses dias, estão previstos também o intercâmbio de boas práticas de gestão dessas cidades e o fortalecimento da identidade histórica urbana.
Na avaliação do secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, o novo título amplia a projeção internacional de Brasília como capital do diálogo, da diplomacia e da preservação do patrimônio. A cidade é Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1987 quando recebeu esse título da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
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Compromisso
O encontro vai abordar eixos temáticos para seguir com as discussões iniciadas em Lima (Peru), em 2025. O grupo de discussão pretende apresentar, até o final do evento, uma Carta de Compromisso comum com a preservação, valorização e gestão sustentável do patrimônio cultural.
Fazem parte da Ucci 29 cidades de 24 países ibero-americanos. A ideia da rede é permitir que as cidades compartilhem experiências e trabalhem em conjunto para enfrentar desafios comuns. Do Brasil, além de Brasília, o grupo é representado por São Paulo (SP) e o Rio de Janeiro (RJ).
Somadas, essas regiões têm 76 milhões de habitantes que falam espanhol e português. A UCCI atua como plataforma para a cooperação urbana, o intercâmbio de conhecimentos e a disseminação de boas práticas entre seus membros.
Cidade única
Segundo a pesquisadora em arquitetura Angelina Nardelli Quaglia, que estuda temas ligados à capital e periferia na Universidade de Brasília (UnB), a capital brasileira proporciona culturalmente valores únicos.
“Brasília é uma capital reconhecida internacionalmente pela arquitetura e pelos processos culturais que aqui acontecem”, afirma.
A pesquisadora entende que Brasília tem características únicas e a diversidade cultural como marca fundamental, incluindo as misturas de influências que chegam do país inteiro. A diversidade perpassa gerações, na avaliação dela. “Há uma paisagem cultural muito rica, que é a grande beleza de Brasília”.
A cidade também simboliza a democracia brasileira em diferentes momentos, como na luta pela liberdade, a Constituição de 1988 e a resistência após os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. “Eu entendo que é uma cidade à frente do tempo”.
Desafios
No entanto, Angelina Nardelli observa que a cidade, quatro anos depois de inaugurada, particularmente durante a ditadura militar (1964 – 1985), não teve legislação para manutenção do patrimônio.
“Tivemos um hiato muito grande de uma legislação que também começa a se transformar mundialmente (mas não no Brasil)”.
O cenário começaria a se alterar com o título expedido pela Unesco em 1987. “A memória foi reconhecida como patrimônio”. A pesquisadora compreende que a manutenção do patrimônio em Brasília não é simples.
A capital aprovou, por exemplo, há dois anos, o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB). Mas a pesquisadora entende que são necessários mais recursos e políticas públicas de proteção para que tanto o tombamento quanto a manutenção estejam em ordem. “Em Brasília, isso devia ser um exemplo, mas ainda não é. A capital é uma cidade muito nova”, diz.
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NÃO É MAIS TEORIA DA CONSPIRAÇÃO
O crime organizado plantou-se no ESTADO. Os Tres Poderes viraram quatro…
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MINISTÉRIO PÚBLICO ABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE COBRANÇA DE PEDÁGIO NA SERRA DA CAPIVARA
Prefeitura de Coronel José Dias vai precisar explicar bloqueio de rodovias
O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), abriu procedimento investigatório para analisar o bloqueio de rodovias no município de Coronel José Dias, com objetivo de cobrança de uma espécie de pedágio (veja detalhes em: https://folhadomeio.com/2026/02/pedagio-aos-visitantes/.), para acessar o Parque Nacional Serra da Capivara, uma unidade de conservação federal que não cobra nenhuma taxa para ingresso nos seus circuitos turísticos.
A polêmica começou após a câmara de vereadores do município aprovar uma lei que estabelece um novo imposto denominado de Taxa de Preservação Ambiental e Turística (TPAT), que começa com o valor diário de R$ 20,00, para os visitantes que desejam conhecer o parque nacional através do seu território. Para isso, a Prefeitura fechou acessos alternativos e instalou barreiras físicas controladas por funcionários para cobrança do valor.
A decisão causou uma grande repercussão no trade turístico local que pressupõe um impacto negativo no fluxo de visitantes que chegam nessa região do Piauí para conhecer a Serra da Capivara, e seus sítios arqueológicos declarados como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Segundo dados da Secretaria Estadual de Turismo do Piauí, a maior parte dos visitantes é composta por grupos de estudantes da própria região que alegam não dispor desses valores para visitar o parque nacional.
Agora, o município de Coronel José Dias vai precisar esclarecer ao Ministério Público quem autorizou o bloqueio de rodovias nos acessos ao parque. Para piorar, pipocam denuncias dos próprios turistas sobre as condições insalubres que os funcionários da Prefeitura enfrentam no dia-a-dia dos bloqueios. Abrigados numa tenda improvisada, sem acesso a internet ou rede móvel de comunicação, esses agentes não dispõem das mínimas condições de trabalho, nem mesmo um banheiro químico para as suas necessidades fisiológicas.
Ao serem parados nos bloqueios, os turistas precisam mostrar o comprovante do pagamento da TPAT para continuar o trajeto em direção ao parque nacional num claro desrespeito ao direito fundamental garantido pelo Artigo 5*, inciso XV, da Constituição Federal de 1988 (liberdade de locomoção). Se, por acaso, o visitante não tiver pago a taxa, ao chegar no bloqueio, são orientados a voltar até uma área com rede de wi-fi nos povoados próximos, para o pagamento do pedágio e, só assim, seguir viagem.
A cobrança, apesar de amparada por uma Lei Municipal, induz o visitante a erro, pois o bloqueio acontece nas proximidades do principal acesso ao parque nacional, levando o turista a acreditar que está pagando um imposto obrigatório para entrar na reserva federal. A chefia do parque, por seu lado, não tomou nenhuma medida prática e efetiva para alertar aos visitantes sobre a gratuidade do acesso ao parque nacional.
Ao contrário, os funcionários do ICMBio, que é órgão responsável pela gerencia do parque nacional, não se fazem presentes no bloqueio para alertar os visitantes que o pagamento não é obrigatório nem impeditivo para o seu acesso à unidade de conservação. “Uma espécie de dobradinha entre a atual gestão do parque e o Poder Público Municipal”, desabafa o proprietário de uma pousada no povoado do Sítio do Mocó, que não concorda com a cobrança da taxa.
Inclusive, existem denúncias que vários parentes da atual chefe, Marian Rodrigues – que não é funcionária concursada do ICMBio, mas sim ocupante de cargo de indicação politica -, entre eles, o seu cônjuge, como ela, todos residentes no município de Coronel José Dias, são condutores de visitantes credenciados pelo órgão federal para trabalhar no parque nacional, ou ocupam cargos de confiança na Prefeitura do município, fazendo uma espécie de “vista grossa”, induzindo os visitante à pagar o pedágio municipal para entrar no parque.
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