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Paranoá ganhará primeiro Centro Olímpico e Paralímpico, o 13º do DF

Primeira parte do projeto e o laudo já foram aprovados. Com investimento de R$ 14 milhões, expectativa é que o equipamento público atenda 5 mil crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência

 

Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Claudio Fernandes

 

O Distrito Federal está mais próximo de ter o 13º Centro Olímpico e Paralímpico (COP). O equipamento será construído no Paranoá em duas etapas. A primeira parte do projeto da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) e o laudo foram aprovados no último dia 30. Agora, a pasta aguarda a autorização da Caixa Econômica Federal para que seja iniciado o processo licitatório.

A primeira etapa do projeto, já aprovada, contempla administração, banheiros, campo de futebol, calçadas, pórtico de entrada e estacionamento. A segunda corresponde à construção de duas quadras de areia, ginásio coberto, espaço multiúso, duas piscinas semiolímpicas, piscina infantil, pista de atletismo, quadra de tênis, quadra descoberta e vestiário

“Nós identificamos que é uma área que necessita muito, que é carente de espaços para práticas de esporte. Identificamos várias associações treinando em áreas de terra, que não são apropriadas”, revela a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, sobre a escolha da região. A expectativa é atender 5 mil crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência (PcDs) que vivem tanto no Paranoá quanto nas regiões mais próximas, Itapoã e Lago Norte.

A primeira etapa do projeto contempla administração, banheiros, campo de futebol, calçadas, pórtico de entrada e estacionamento. A construção está orçada em R$ 2.715.040 e será bancada com recurso de emenda parlamentar de 2019. “Um recurso que praticamente ia ser perdido, mas que nós unimos esforços e conseguimos avançar. Foram muitos processos burocráticos para chegarmos nesta etapa”, explica a secretária.

De autoria da Assessoria de Obras e Infraestrutura da SEL, o projeto teve aprovação da Central de Aprovação de Projetos (CAP), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e do Corpo de Bombeiros do DF. A pasta também garantiu a dominialidade da área localizada em um terreno atrás da Rua Felipe Silva.

 

Projeto do 13º Centro Olímpico e Paralímpico do DF, que terá investimento total de R$ 14 milhões e deve atender 5 mil crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência | Imagem: Secretaria de Esporte e Lazer

Com previsão de investimento de R$ 11.460.000, a segunda etapa corresponde à construção de duas quadras de areia, ginásio coberto, espaço multiúso, duas piscinas semiolímpicas, piscina infantil, pista de atletismo, quadra de tênis, quadra descoberta e vestiário. O projeto está em fase de finalização para ser apresentado à Caixa Econômica Federal.

O administrador do Paranoá, Júnior Carvalho, destaca que a obra será importante para a população da região administrativa, que já tem uma relação estreita com o esporte. “Temos um grande número de atletas profissionais na área do atletismo, ciclismo e futebol, e nosso centro olímpico dará mais condições para nossos atletas brigarem por medalhas Brasil afora. Sem contar o ganho da comunidade, que terá um local para convivência e prática esportiva”, afirma.

Centros Olímpicos e Paralímpicos

O Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos tem como finalidade a prática esportiva e de lazer para contribuir para o pleno desenvolvimento humano. De forma gratuita, a oferta está disponível para crianças a partir de 4 anos e adultos de qualquer idade.

O DF conta com 12 unidades de COPs localizadas em Brazlândia, Ceilândia (Parque da Vaquejada e Setor O), Estrutural, Gama, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho. Neste ano, o número de vagas passou de 29 mil para 62 mil em 29 modalidades esportivas e 12 modalidades para PcDs.

Neste ano, os centros passaram por melhorias e reformas. As 27 piscinas nas 11 unidades foram reformadas e receberam tratamento das estruturas existentes, com recuperação de fissuras e aplicação de material impermeabilizante com fibra de vidro. As despesas no valor de R$ 2,5 milhões foram custeadas pelo Fundo de Apoio ao Esporte (FAE-DF). Além disso, a SEL adquiriu 30 novos aquecedores para as piscinas no valor de R$ 966 mil.

 

 

 

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Let’s Wine Brasília reúne mais de 80 rótulos em festival de vinhos com taça exclusiva inclusa

Evento acontece no dia 25 de julho, no The Club Beach Tennis, na Asa Sul, e combina degustações, gastronomia e música em um dos espaços mais procurados da capital.

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O festival Let’s Wine Brasília está de volta com uma proposta que une vinho, gastronomia e um ambiente descontraído para quem deseja aproveitar o inverno brasiliense. A próxima edição será realizada no dia 25 de julho, das 18h às 23h, no The Club Beach Tennis, na SGAS 608 Sul, reunindo mais de 80 rótulos nacionais e importados, além de opções gastronômicas assinadas pelo restaurante Vila 5.

Promovido pelo selo Festivais Boa Mesa, o evento aposta em uma experiência leve e acessível, aproximando o universo do vinho de diferentes públicos. A ideia é transformar o tradicional happy hour em uma noite de degustação ao ar livre, em um espaço conhecido pela prática de beach tennis e pelos encontros entre amigos.

Mais de 80 rótulos para degustação

Os visitantes poderão escolher entre uma ampla seleção de vinhos cuidadosamente selecionados, incluindo rótulos brasileiros e importados de diversas regiões produtoras.

Os vinhos estarão disponíveis em taças, com preços a partir de R$ 18, permitindo que o público experimente diferentes estilos durante a noite. Também haverá venda de garrafas com condições promocionais exclusivas para o evento.

A programação foi pensada tanto para apreciadores experientes quanto para quem deseja conhecer novos sabores em um ambiente descontraído.

Gastronomia assinada pelo Vila 5

Para acompanhar os vinhos, a área gastronômica contará com um cardápio desenvolvido pelo restaurante Vila 5, que preparou opções de finger foods, tábuas de frios e petiscos ideais para harmonização.

O menu foi elaborado para valorizar diferentes estilos de vinho, desde espumantes e brancos refrescantes até tintos mais encorpados, típicos da estação.

O clima do inverno favorece a experiência

Julho é um dos meses mais agradáveis para eventos ao ar livre em Brasília. As temperaturas mais amenas durante a noite criam o cenário ideal para degustar vinhos, especialmente tintos e espumantes.

Enquanto o pôr do sol convida ao consumo de brancos e rosés, a queda da temperatura ao longo da noite favorece rótulos mais intensos, tornando a experiência ainda mais agradável.

Espaço une esporte, lazer e convivência

O The Club Beach Tennis, localizado na Asa Sul, tornou-se um dos principais pontos de encontro da capital para quem busca lazer, esporte e eventos gastronômicos. Sua estrutura ao ar livre oferece um ambiente confortável e descontraído, perfeito para encontros entre casais, grupos de amigos e apreciadores da cultura do vinho.

Ingressos incluem taça exclusiva

Os ingressos para o festival estão no primeiro lote, com valor de R$ 35, e dão direito a uma taça personalizada e exclusiva do Let’s Wine.

As vagas são limitadas e a organização informa que não haverá venda de ingressos na entrada. As compras devem ser realizadas antecipadamente pela plataforma Sympla.

Serviço

Let’s Wine Brasília – Edição The Club Beach Tennis

  • Data: 25 de julho de 2026 (sábado)
  • Horário: das 18h às 23h
  • Local: The Club Beach Tennis
  • Endereço: SGAS 608 Sul, ao lado do Colégio Marista João Paulo II (Maristinha), atrás da ACM, Brasília (DF)
  • Ingresso: R$ 35 (1º lote)
  • Incluso: uma taça personalizada e exclusiva do evento
  • Vendas: antecipadas pela plataforma Sympla
  • Classificação: evento exclusivo para maiores de 18 anos.
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Controle sobre as próprias informações é a base da soberania contemporânea, afirma presidente do IBGE

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

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Pochmann: IBGE produz informações para fortalecer a democracia

“Na sociedade contemporânea, os dados constituem a verdadeira soberania nacional, mas somente se as informações forem utilizadas para construir inteligência pública. E essa é a vocação histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, disse o presidente do órgão, Marcio Pochmann, nesta sexta-feira (3), durante sessão solene no plenário da Câmara dos Deputados em homenagem aos 90 anos da instituição.

Pochmann ressaltou ainda que, durante dois séculos, a riqueza das nações foi medida pela capacidade de controlar fronteiras, defender territórios, preservar recursos naturais ou transformar matéria-prima em bens industriais. Hoje, no entanto, esse cenário mudou, principalmente com o surgimento de tecnologias como a inteligência artificial.

“No século 21, soberania significa também produzir conhecimento sobre a própria sociedade. Significa dominar tecnologias estratégicas, desenvolver inteligência artificial comprometida com o interesse público, assegurar que os dados produzidos por milhões de brasileiros fortaleçam o desenvolvimento nacional e a democracia”, enumerou.

Estatísticas confiáveis
Uma das autoras do pedido de realização da homenagem ao IBGE, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE), ressaltou que não existe democracia sem estatísticas confiáveis.

A parlamentar lembrou que são os dados produzidos pelo instituto sobre a população brasileira e suas condições de vida que orientam a formulação de políticas públicas e determinam, por exemplo, as transferências de recursos da União para estados e municípios.

Importância
A deputada Erika Kokay (PT-DF), que presidiu a sessão, também destacou a importância do instituto na formulação de estratégias para mudar essa realidade.

“O IBGE nos mostra um Brasil profundo, um Brasil que foi em grande medida invisibilizado, e desnuda as suas próprias desigualdades”, disse Erika. “O IBGE ajuda a explicitar esse Brasil real para que, a partir daí, nós possamos construir os mecanismos necessários para superar as nossas desigualdades e os nossos desafios. Portanto, o IBGE é absolutamente fundamental para a construção da democracia”, acrescentou.

Números do IBGE
Atualmente, de acordo com Luiziane Lins, a instituição tem 11 mil servidores em 27 superintendências estaduais e mais de 560 agências municipais. A deputada acrescenta que, somente em 2026, o IBGE deve produzir e divulgar 269 pesquisas sobre o Brasil e os brasileiros.

 

Reportagem – Maria Neves
Edição – Ana Chalub

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Partido político é passível de controle por lavagem de dinheiro, aprova CSP

Projeto teve voto favorável da relatora, Ivete da Silveira (no telão)
Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Partidos políticos poderão ter que se submeter às normas de controle de lavagem de dinheiro dispostas na legislação. A medida está prevista em projeto de lei aprovado nesta terça-feira (7) na Comissão de Segurança Pública (CSP) e busca reforçar a fiscalização sobre doações, contribuições e demais receitas partidárias.

O PL 4.636/2020 altera a Lei de Lavagem de Dinheiro para submeter partidos e suas respectivas fundações às obrigações legais de prevenção e controle desse tipo de crime. Com a mudança, as legendas passam a integrar a lista de pessoas e entidades obrigadas a adotar mecanismos de controle de operações financeiras e de identificação de movimentações suspeitas.

A proposta, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e de outros senadores, recebeu parecer favorável da senadora Ivete da Silveira (MDB-SC). Como foi aprovada em decisão final na CAE, seguirá para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

Alessandro Vieira afirma que o projeto visa responsabilizar os partidos quando for comprovado benefício decorrente da lavagem de dinheiro. De acordo com o autor, os debates sobre “lavagem de dinheiro eleitoral” se intensificaram após a Operação Lava Jato, que, segundo ele, revelou “relações obscuras entre empresas e políticos”.

A relatora argumenta que partidos políticos ocupam papel central na ligação entre sociedade e Estado; por isso, a sujeição das agremiações a controles mais rigorosos pode reforçar a integridade do ambiente eleitoral e reduzir espaços para a entrada de recursos ilícitos na atividade política.

— A medida proposta tende a fortalecer a confiança da sociedade nas instituições representativas, ao sinalizar que estruturas partidárias se submetem a padrões mais elevados de conformidade e de responsabilidade na gestão de recursos — afirma Ivete.

Unidos Contra a Corrupção

Na justificativa do projeto, Alessandro Vieira afirma que a proposta foi inspirada na iniciativa Unidos Contra a Corrupção, movimento que reúne representantes de diferentes setores da sociedade em defesa da adoção de práticas de transparência e integridade no combate à corrupção.

Entre os objetivos da mobilização, está estimular a adesão de agentes políticos às Novas Medidas contra a Corrupção, conjunto de 70 propostas legislativas voltadas ao fortalecimento dos mecanismos de prevenção e controle da corrupção. Segundo o senador, o PL 4.636/2020 foi elaborado com base em uma das propostas do pacote.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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