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Escola de música da rede pública do DF é referência nacional

Com a formação de profissionais reconhecidos em todo o país e até mesmo internacionalmente, a EMB tem hoje 2,2 mil alunos matriculados

 

Agência Brasília* | Edição: Saulo Moreno

 

Localizada no coração da capital, a Escola de Música de Brasília (EMB) tornou-se uma instituição de renome, reconhecida em todo o país por oferecer uma ampla gama de cursos e programas para estudantes de todas as idades e níveis de habilidade. Desde as primeiras turmas formadas, a escola, fundada em 1964, se empenhou em nutrir nos alunos o amor pela música, oferecendo instrução de alta qualidade em uma variedade de disciplinas musicais, desde a musicalização infanto-juvenil, qualificação profissional ou formação técnica. Atualmente, 2,2 mil estudantes estão matriculados na escola.

A escola, fundada em 1964, atende atualmente 2,4 mil estudantes | Fotos: Álvaro Henrique/Ascom SEEDF

Segundo o diretor da EMB, Davson de Souza, a escola desempenha um papel vital na promoção da cultura musical no DF. “A Escola de Música de Brasília é um local onde os sonhos musicais ganham vida. Temos uma abordagem equilibrada, que combina tradição com inovação, o que tem permitido que os estudantes explorem seu potencial artístico e desenvolvam uma compreensão profunda da linguagem universal da música”, afirma.

Por ser a única escola pública do DF a oferecer o ensino de musicalização e profissionalizante em música, a EMB adota dois critérios distintos de admissão: para estudantes de toda a comunidade do DF, entre 8 e 14 anos, a entrada é realizada por sorteio. Já para os estudantes a partir dos 15 anos, entrada somente por teste e/ou entrevista

A escola tem sido um celeiro de talentos musicais que alcançaram reconhecimento nacional e até mesmo internacional. Muitos de seus ex-alunos seguiram carreiras de sucesso na música, seja como solistas, membros de orquestras renomadas ou professores influentes. Além disso, a EMB desempenha um papel crucial na formação de músicos que alimentam a rica cena cultural de Brasília, enriquecendo a cidade com sua música diversificada. A EMB promove uma série de concertos abertos ao público, que acontecem em seus dois teatros: o Levino de Alcântara e Carlos Galvão.

Davson de Souza destaca também a importância da educação musical no desenvolvimento integral dos membros da EMB. “A música não é apenas uma forma de entretenimento, mas também uma ferramenta para o crescimento profissional, pessoal e social. Através do processo de aprendizado musical, os alunos desenvolvem habilidades como raciocínio rápido, disciplina, criatividade e trabalho em equipe, que são transferíveis para todas as áreas da vida”, observa.

Desde o início, a instituição busca formar músicos completos, abrangendo não apenas a técnica instrumental, mas também a teoria musical, a apreciação estética e a expressão artística. A escola sempre teve como missão estimular a paixão pela música em seus alunos, oferecendo um ensino que vai além das notas e acordes, proporcionando uma formação integral e um ambiente inspirador.

Como funciona

A escola oferece formação em todos os instrumentos de música erudita – piano, violão, harpa, canto lírico e popular –, instrumentos de música antiga e instrumentos de música popular, além da prática de conjunto, orquestra sinfônica, banda sinfônica e canto coral. A unidade escolar especializada oferta ainda cursos de musicalização infanto-juvenil (8 a 14 anos de idade).

O diretor da EMB, Davson de Souza, se orgulha e destaca a importância da educação musical

A partir dos 15 anos, os estudantes podem fazer cursos de qualificação profissional (cursos básicos) e cursos técnicos em instrumentos musicais erudito e popular, canto, documentação digital, processos fonográficos, iluminação de palco, arranjo (musical), técnicas de palco. Uma vez por ano, em janeiro durante as férias de verão, realiza o Curso Internacional de Verão de Brasília (Civebra), com estudantes e professores/músicos de Brasília, do Brasil e vários outros países.

Por ser a única escola pública do DF a oferecer o ensino de musicalização e profissionalizante em música, a EMB adota dois critérios distintos de admissão: para estudantes de toda a comunidade do DF, entre 8 e 14 anos, a entrada é realizada por sorteio. Já para os estudantes a partir dos 15 anos, entrada somente por teste e/ou entrevista.

Os professores da EMB dão aulas de instrumentos musicais, canto, orquestra, banda , coral e componentes curriculares teóricos nos diversos cursos oferecidos nos três turnos. Localizada na 602 Sul e com uma área construída de 7,7 mil m², a EMB possui 94 salas de aula, um teatro de câmara de 150 lugares (Teatro Carlos Galvão) para pequenas apresentações. Possui também o Teatro Levino de Alcântara com 590 lugares, para concertos e grandes apresentações.

Cursos variados para todos os amantes da música

A Escola de Música de Brasília oferece uma ampla gama de cursos para atender às necessidades e interesses dos estudantes. Seja qual for o nível de habilidade ou preferência musical, a EMB tem algo a oferecer. Entre os cursos disponíveis, destacam-se:

▹ Cursos Instrumentais: A EMB oferece aulas individuais e em grupo para uma variedade de instrumentos, como piano, violino, violoncelo, guitarra, bateria, flauta, saxofone e muitos outros. Os alunos têm a oportunidade de receber instrução especializada e desenvolver as habilidades técnicas.

▹ Canto e Técnica Vocal: A escola possui uma equipe de professores altamente capacitados para orientar os alunos no desenvolvimento das habilidades vocais. São oferecidas aulas de canto individuais e em grupo, abrangendo técnicas vocais, expressão e interpretação musical.

▹ Teoria Musical e Composição: A compreensão da teoria musical é essencial para qualquer músico. A EMB oferece cursos abrangentes de teoria musical e composição, fornecendo uma base sólida para a prática musical e incentivando a criatividade artística dos estudantes.

▹ Música de Câmara, Práticas de Conjunto, Orquestra e Banda Sinfônica: Os estudantes têm a oportunidade de participar de grupos de Música de Câmara, Práticas de Conjunto, Orquestra e Banda Sinfônica e Corais, aprimorando suas habilidades de conjunto e vivenciando a experiência de tocar em conjunto com outros músicos talentosos.

Geralmente, as inscrições são abertas entre os meses de maio e junho e entre o final de outubro e início de novembro, com a publicação dos editais. Em seguida, acontecem as entrevistas e testes dos inscritos para a seleção das vagas.

Os interessados devem ficar atentos nas informações divulgadas no site oficial da Escola de Música de Brasília e também na página da Secretaria de Educação, que indicam datas, requisitos de inscrição e processos seletivos.

Essa reportagem faz parte da série O que a Nossa Rede Tem, que mostra os serviços que a rede pública de ensino do Distrito Federal oferece.

*Com informações da SEEDF

 

 

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Dia de conscientização alerta sobre preconceito contra albinismo

Condição genética atinge 21 mil brasileiros, diz secretaria

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Ainda cercado por muitos tabus e preconceitos, o albinismo, condição genética na qual o indivíduo apresenta ausência total ou parcial da melanina, pigmento natural responsável pela coloração dos olhos, pele e cabelo, está presente em cerca de 21 mil brasileiros, segundo dados da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps). Instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo, o dia 13 de junho é dedicado a incentivar a população a acabar com o preconceito contra os albinos e a apoiar a união das pessoas que têm essa condição genética, considerada rara.

“Este é um assunto que precisa ser muito discutido, não apenas anualmente, mas rotineiramente e em todo tipo de ambiente. A mídia televisiva, com todo seu alcance, aborda o tema em novelas, em que profissionais e  pessoas com essa condição levam para a ficção as dificuldades encontradas na vida real, aumentando a propagação da informação. Esta é uma das formas de mostrar como os obstáculos podem ser superados. Assim, crianças e adultos albinos se sentirão melhor onde estiverem”, explicou a psicóloga Natalie Schonwald, que também é pedagoga e faz palestras sobre inclusão e diversidade.

Para Natalie, que trabalha na área da educação e alfabetização com os anos finais da educação infantil e iniciais do ensino fundamental I, a desinformação prejudica a vida das crianças albinas e pode levá-las à exclusão social. Segundo ela, um esforço para reduzir as consequências psicológicas decorrentes do albinismo é começar, desde a educação infantil, a explicar a essas crianças que a condição não as impede de ter uma boa vida social e participar de qualquer tipo de atividade.

“Assim como ocorre com qualquer deficiência, o albinismo não é amplamente discutido na sociedade, e a falta de conhecimento é o que gera preconceito. Muitas vezes, a desinformação impede a sociedade de lidar adequadamente com indivíduos albinos. Isso pode levar crianças a enfrentar dificuldades de relacionamento, pois seus colegas podem se afastar, resultando em danos psicológicos que necessitam de cuidados. O albinismo é um distúrbio genético que precisa ser compreendido e tratado com sensibilidade”, observou Natalie.

De acordo com a psicóloga, crenças e mitos associados à aparência dos albinos, assim como outras dificuldades, devem ter como foco o acolhimento. Ela ressaltou que nenhuma criança nasce preconceituosa e que isso vem da sociedade, por isso o ambiente escolar é propício para quebrar estigmas e transformar cidadãos, mostrando que o preconceito não tem nada de positivo.

“Nós, enquanto educadores, podemos trabalhar por meio de diversas atividades como rodas de conversa, pesquisas, bate-papos com as crianças que têm albinismo para entender quais as suas dificuldades e como se sentem no ambiente escolar. Essas propostas devem ser desenvolvidas de acordo com cada faixa etária e intenção de cada conteúdo, pois uma pauta pode abranger várias disciplinas”, complementou a educadora.

Cuidados

A falta de melanina diminui a proteção da pele e facilita a entrada de raios nocivos. Por isso, pessoas de todas as idades precisam se prevenir contra os danos causados pelo sol e pela luz ultravioleta. Para pessoas com essa condição os riscos de desenvolverem lesões, câncer e queimaduras solares é aumentado. Já nos olhos, além da fotossensibilidade, podem ter astigmatismo, hipermetropia e nistagmo, que é o movimento irregular dos olhos.

“Por isso, é recomendado o uso de protetor solar, igual ou maior que 50, e vestimentas com fator de proteção. Para os olhos, é fundamental o uso de óculos escuros para a saúde ocular. Esses são os principais desafios de saúde enfrentados pelos albinos – fora olhos, pele e cabelo, nenhum órgão é afetado”, esclareceu a dermatologista, clínica geral e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Juliana Lewi, que também alerta para a necessidade de acompanhamento permanente do indivíduo por um profissional da área.

Além disso, Juliana destacou a importância das campanhas de conscientização do portador e de toda a sociedade, que, com as informações corretas, pode ter elementos para ser mais compreensiva e desenvolver a empatia. De acordo com a profissional, assim como os pais e as escolas, a comunidade médica também deve combater o estigma gerado em torno do assunto com a finalidade de promover uma maior inclusão dos indivíduos com albinismo.

“É necessário fazer campanhas na televisão, além de outros tipos de propaganda que expliquem a doença, já que a conscientização é fundamental para evitar o preconceito. E também divulgar mais o Dia Internacional de Conscientização do Albinismo, uma data muito importante para educar a população sobre as diferenças fenotípicas que existem e fazer as pessoas albinas se sentirem acolhidas por todos”, disse.

Edição: Nádia Franco

 

 

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Innova Summit chega à quarta edição promovendo inovação e novos negócios no DF

A convenção espera receber 30 mil pessoas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Programação vai até sexta-feira (14) com entrada gratuita

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Por Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

 

Um dos maiores eventos da América Latina voltado à inovação e negócios, o Innova Summit chegou à quarta edição no Distrito Federal. Este ano a feira ocorre até 14 de junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com entrada franca. A abertura oficial da convenção ocorreu na noite desta quarta-feira (12) com a presença de autoridades do Governo do Distrito Federal (GDF), que investiu R$ 6 milhões na realização do evento.

“Nós sabemos que há uma mudança tecnológica no mundo e não podemos ficar atrás, nem reféns da tecnologia de outros países. Nós precisamos produzir conhecimento e ter tecnologias aqui para melhorar a vida do cidadão. Eventos assim demonstram a criatividade do brasileiro e a condição de produzir muita coisa boa. Mas é preciso incentivo, por isso o GDF sempre irá ajudar esse tipo de evento”, destacou a vice-governadora do DF, Celina Leão.

Celina Leão: “Eventos assim demonstram a criatividade do brasileiro e a condição de produzir muita coisa boa. Mas é preciso incentivo, por isso o GDF sempre irá ajudar esse tipo de evento” | Fotos: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

A nova edição conta com a participação de 150 startups, que montaram estandes gratuitamente no evento, além de empreendedores e influenciadores de renome. O presidente do Instituto Conecta Brasil e organizador do Innova Summit, Eduardo de Lima Moreira, ressaltou que essa é a única edição do país totalmente gratuita. “Estamos aqui, mais um ano crescendo com o evento. Nenhum outro estado conseguiu entregar um evento totalmente gratuito tanto para o público quanto para quem está expondo como acontece aqui no DF. É resultado do investimento do GDF”, ressaltou.

A expectativa é receber cerca de 30 mil pessoas ao longo de três dias e movimentar mais de R$ 150 milhões em negócios. Este ano o evento tem como foco a sustentabilidade, o empreendedorismo e a inovação com experiências imersivas e disruptivas propondo soluções inovadoras do mercado.

“Estamos aqui versando sobre o futuro da nossa cidade, criando novos negócios e estimulando novos empreendedores que, sem dúvidas, gerarão recursos e renda nas próximas décadas”

Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação

“Estamos aqui versando sobre o futuro da nossa cidade, criando novos negócios e estimulando novos empreendedores que, sem dúvidas, gerarão recursos e renda nas próximas décadas. Então o Innova Summit é isso: inspiração para esses novos empreendedores de forma gratuita”, analisou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman.

Para o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), Marco Antônio Costa Júnior, o evento consegue ser um ambiente de discussão e compartilhamento de informações capazes de transformar o cenário de Brasília. “Precisamos ajudar realmente essa cultura empreendedora, dos empreendedores e das startups aceleradas, porque sabemos que são um motor da nova economia”, opinou.

Programação diversificada

Helder Brito: “Esse tipo de evento faz o país crescer cada vez mais e incentiva o empreendedorismo”

Palestras, debates, exposição comercial e workshops estão entre as atividades previstas na programação. A estrutura conta com Palco Master, com os maiores nomes do mercado; Palco Inovação, com painéis e palestras sobre tecnologia; Palco Visionário, com foco no empreendedorismo feminino e universo gamer; Espaços Networking, ambientes interativos para a realização de encontros e experiências imersivas; e Trilha da Sustentabilidade, um caminho interativo de jornada educativa.

O empresário Helder Brito, 40 anos, visitou a feira na abertura com o objetivo de se aprofundar mais sobre empreendedorismo, conhecer novas tecnologias e fazer novos contatos. “Isso foi o que me atraiu a esse evento. Vi que tinham pessoas renomadas do mercado palestrando e também estou aproveitando para dar uma rodada nos estandes para ver tecnologias inovadoras. Acho que esse tipo de evento faz o país crescer cada vez mais e incentiva o empreendedorismo”, comentou. Ele se encantou com um projeto de impressão em 3D. “Me chamou bastante atenção essa impressora 3D. É uma perfeição. Até estou levando uma peça para dar de presente para a minha prima”, revelou.

A universitária Kailany Calisto foi ao evento para agregar conhecimento e crescimento profissional

Pela primeira vez no Innova Summit, a jovem Kailany Calisto, 22 anos, compareceu em busca de conhecimento e mais oportunidades em sua carreira. Ela é estudante de psicologia e atua em uma empresa de RH. “Como sou estudante, estou sempre buscando conhecimento para agregar no meu crescimento profissional. Todo conhecimento é bem-vindo, principalmente se for de forma gratuita”, analisou. Para ela, conhecer novos projetos foi o ponto alto da feira. “Gostei muito de um aplicativo, o Scalador, que tem uma pegada de RH para pessoas que fazem trabalhos freelancer. Achei muito interessante a ideia. É um projeto novo, que tem tudo para crescer”, completou.

O Scalador é um dos aplicativos criados em Brasília que está sendo apresentado em um dos estandes da feira. De iniciativa do empresário Bryan Horsth, 33 anos, a plataforma serve para conectar profissionais autônomos com o mercado gastronômico. Ter a oportunidade de expor o dispositivo para mais pessoas é o que atraiu a participação do Horsth na feira. “A importância é justamente demonstrar que a gente existe. Estamos aqui em Brasília, mas também temos como expandir para outros municípios e estados. Além disso, aqui temos como trazer mais investimentos para dentro da nossa startup e ampliar o campo de atuação”, disse.

O Innova Summit é uma realização do Instituto Conecta Brasil, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com patrocínio do Banco de Brasília (BRB) e da Caixa Econômica Federal.

 

 

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Regras para publicidade no Plano Piloto são alteradas e vão à sanção

Foto: Carlos Gandra/ Agência CLDF

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Na sessão desta terça-feira (11), os distritais apreciaram o projeto de lei nº 985/2024, em tramitação conjunta com o PL nº 1.066/2024. As duas proposições alteram o Plano Diretor de Publicidade do Plano Piloto, Cruzeiro, Candangolândia e Lagos Sul e Norte, e foram aprovadas na forma de substitutivo assinado pelos autores das propostas originais, os deputados Wellington Luiz (MDB) e Jorge Vianna (PSD).

O texto aprovado estabelece que, na área central de Brasília, no Setor de Diversões Norte (SDN) e no Setor de Diversões Sul (SDS), salvo nas fachadas voltadas para o Eixo Monumental (Rodoviária de Brasília), é admitida a instalação de meios de propaganda nas seguintes áreas:

– Na fachada leste voltada para o Setor Cultural Norte (SCTN);

– Na fachada oeste voltada para o Setor Hoteleiro Norte (SHN);

– Na fachada norte voltada para o Setor Comercial Norte (SCN);

– Na fachada leste voltada para o Setor Cultural Sul (SCTS);

– Na fachada oeste voltada para o Setor Hoteleiro Sul (SHS);

– Na fachada sul voltada para o Setor Comercial Sul (SCS).

De acordo com a proposta, com exceção desses locais e das “empenas cegas das edificações” – face externa sem aberturas para iluminação e ventilação de um edifício –, é proibida a instalação de painéis publicitários com mais de três metros quadrados na área tombada de Brasília.

Além disso, o texto estabelece que o Plano de Ocupação dos meios de propaganda deverá respeitar o espaçamento mínimo de 100 metros, quando localizados na mesma margem da rodovia. No caso da Estrada Parque Aeroporto (EPAR), a distância entre os meios deverá ser um pouco maior, 125 metros, segundo o projeto.

Denise Caputo – Agência CLDF

 

 

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
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(61) 98442-1010