Reportagens
Deu zebra! Relembre o nostálgico transporte público do Plano Piloto
Com a previsão de circular em Águas Claras, os conhecidos zebrinhas fazem parte da história da capital e do imaginário dos brasilienses desde da década de 1980
Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno
Brasília tem zebrinhas que não fazem parte da fauna do Zoológico. O ônibus compacto, oficialmente nomeado de Transporte da Vizinhança, circula na capital desde 1981 e é popularmente conhecido como Zebrinha por causa das listras que cruzam sua lataria.

Os modelos originais tinham cores que contrastavam com a dos outros ônibus do início da capital. Primeiramente em laranja e depois em vermelho, os micro-ônibus listrados com com uma dessas cores e com o branco circularam até 2012.
A partir dessa data, as cores mudaram para verde e amarelo, quando a nova licitação do Sistema de Transporte Público Coletivo do DF determinou a colorização dos veículos de acordo com cada área de operação. Contudo, desde 2021 os ônibus circulam nas cores originais.
“A ideia era criar algo que se destacasse no cinza de Brasília, por isso o laranja. Antigamente todos os ônibus eram cinza ou brancos”, explica o antigo diretor da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) que comandou a pasta à época, Adonis Ribeiro Gonçalves.

A Agência Brasília leva você de carona para o passado onde esse transporte era bem comum na capital, em mais uma matéria da série especial #TBTdoDF, que utiliza a sigla em inglês de Throwback thursday (na tradução livre, quinta-feira de retrocesso) para relembrar fatos marcantes da nossa cidade.
O nascimento da linha
O Serviço Especial de Vizinhança foi um sistema de transporte público lançado em 1980, começando a operar em 30 de abril de 1981 por meio da portaria nº 61, de 10/7/1980, que ainda está em vigor.
Considerado um transporte complementar, o ônibus diferenciado tinha como objetivo ligar as vias internas da Asa Sul, Asa Norte (W1 e L1) e Lago Sul aos locais de trabalho da Esplanada dos Ministérios e setores de Autarquias, Comerciais e Bancários da capital federal.

Era uma opção para os brasilienses que moravam ou trabalhavam nessas áreas e também um incentivo para utilizarem as linhas públicas. A iniciativa foi do ex-governador Aimé Lamaison e do secretário de Serviços Públicos, José Geraldo Maciel. O lançamento contou com uma campanha para que o brasiliense deixasse o carro em casa e utilizasse o transporte público para ir ao trabalho.
A escolha do nome do novo ônibus veio de um concurso popular. Durante as décadas de 1980 e 1990, os zebrinhas foram bastante utilizados, apesar de sua tarifa ser quase o dobro da cobrada nos ônibus convencionais. Na época, o serviço contava com 14 linhas e 83 carros. Entre 15 e 30 mil passageiros utilizavam mensalmente o Zebrinha, que tinha passagens a R$ 3,20 em meados de 2008.
Além da tarifa, os zebrinhas também se diferenciavam por não ter cobrador, então o próprio motorista recebia o dinheiro das passagens. Os micro-ônibus também não circulavam aos sábados, domingos e feriados.
Nostalgia
O Zebrinha foi o primeiro transporte público que a jornalista Mariana Ceratti usou quando, após morar em Belo Horizonte (MG), voltou para Brasília, em 1992. Com 11 anos na época, ela pegava o micro-ônibus para fazer o trecho da 104 Norte, onde ficava a Escola Parque que frequentava, até a 314 Norte, onde morava com os pais.

“E eu adorava pegar a Zebrinha porque era um ônibus pequenininho, ele tinha um charme por ser vermelho e ter aquelas listrinhas. Acho que para uma criança tinha um toque especial, na época. E eu me sentia bem segura pelo fato de ter só uma entrada e saída – e meus pais tinham muita confiança também de me deixar fazer esse trajeto sozinha, sempre foi muito tranquilo”, conta Mariana. Ela lembra que usava ônibus quando morava em Belo Horizonte, mas não diferenciados quanto o Zebrinha.
O publicitário Mauricio de Carvalho Sampaio também se recorda de andar de Zebrinha lá pelos idos de 1986, quando tinha por volta de 20 anos e morava na 215 Sul. Ele utilizava o transporte para ir à escola, que ficava na UDF, ou, às vezes, para ir ao Conjunto Nacional. Quando morou na Octogonal, também ia de Zebrinha para ir trabalhar na Funai, que na época ficava no comecinho da W3 Sul.
“Uma história engraçada é que o Zebrinha era mais baixo. Então, uma vez eu entrei e não me toquei que sempre fui alto e dei uma batida com a cabeça no teto que quase caí de volta. É porque ele era menor que os outros, os primeiros chegavam a ser até menores que o micro-ônibus, mais especial para percursos mais curtos”, detalha.

Mauricio acrescenta sobre o diferencial do transporte: “É a praticidade, ele te deixava mais perto dos locais, circulava mais tranquilo, tinha menos gente que usava. Então a viagem era mais fluida, mais rápida. Se ele voltasse a circular entre as quadras, num espaço mais restrito assim, seria interessante, como um resgate do projeto original.”
A volta dos Zebrinhas
Os zebrinhas voltaram a circular em 2021 com uma faixa branca até altura dos faróis e, na parte superior, a cor vermelha com algumas listras brancas. Segundo o ex-diretor da Semob, Adonis Ribeiro, atualmente a maior parte das linhas sumiram, por não serem consideradas rentáveis.
“O intuito desse tipo de transporte é fazer trajetos onde um ônibus convencional não passa, pequenos trajetos. É um serviço complementar que tem um atendimento diferenciado. Por isso, estamos passando por uma reformulação e criando um sistema de integração para maximizar os trajetos”, detalha.
Com a licitação do Sistema de Transporte Público Coletivo do DF (2011), o Serviço de Transporte Vizinhança foi dividido dentro das áreas operacionais, sendo que a Piracicabana assumiu nove linhas, e a Pioneira, duas. Hoje, o serviço é executado no Plano Piloto, Sudoeste, Cruzeiro e SIA.
Há previsão de que os ônibus zebrinhas comecem a circular em Águas Claras, como ocorre no Plano Piloto. “A principal diferença do serviço hoje é a integração, por meio dos cartões da bilhetagem automática”, explica o subsecretário de Operações da Semob, Márcio Antônio de Jesus.
Segundo o subsecretário, a característica do serviço continua a mesma, mas, com a implantação do sistema eletrônico dos cartões de transporte, o serviço passou a oferecer outras vantagens e, por isso, é bastante utilizado. “O Zebrinha é um veículo ágil, que percorre as vias internas das cidades, facilitando o deslocamento das pessoas, que podem deixar seus carros em casa e utilizar o transporte público coletivo”, afirma.
Antes, as pessoas se deslocavam principalmente até o Setor de Autarquias ou a Esplanada, mas, com a bilhetagem automática, o Zebrinha passou a ser utilizado também por quem faze integração com o metrô ou linhas de longas distâncias, na Rodoviária do Plano Piloto, no Terminal da Asa Sul ou nas estações.
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Câmara pode votar nesta quarta-feira novo regime para socorrer ou liquidar bancos
Entre os itens em pauta está também o projeto que prevê até cinco anos de prisão para quem for responsável por sobrevoo não autorizado de drone sobre presídio
A Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (14), a partir das 13h55, sessão do Plenário para votação de projetos. O primeiro item da pauta é a proposta que cria o novo regime de resolução bancária no Brasil, com regras para salvar ou liquidar bancos em dificuldades financeiras.
Elaborado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Projeto de Lei Complementar 281/19 estabelece novos regimes para manter a estabilidade do sistema financeiro em eventuais crises, com aplicação também aos mercados de seguros.
Também está prevista a votação do Projeto de Lei Complementar 186/26, do Poder Executivo, que estabelece um reajuste progressivo do teto da receita bruta anual para enquadramento como microempreendedor individual (MEI). Segundo a proposta, o teto vai subir dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
Sobrevoo de drones em presídios
Entre os projetos que poderão ser analisados está também o que prevê pena de reclusão de um a cinco anos e multa para quem for responsável por sobrevoo não autorizado de drone sobre presídio.
O texto que terá preferência de votação é a versão do relator, deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), para o Projeto de Lei 5902/23, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). O relator ampliou o alcance da proposta original, que punia apenas a entrega de objetos a presos. O objetivo é evitar que os drones sejam utilizados, por exemplo, para reconhecimento de local e comunicação com presos.
Segundo o texto do relator, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o juiz poderá aplicar a pena de prestação de serviços à comunidade, em substituição à pena de reclusão, se a invasão se der por erro comprovado de navegação do drone e se não resultar em risco ou dano significativo.
Outros temas
Além dessa proposta, a pauta de votações desta quarta-feira inclui outros cinco projetos de lei e um projeto de decreto legislativo. Os textos tratam de temas como violência política contra mulheres (PL 68/25), promoção da saúde de meninas (PL 5239/25) e criação do Portal Nacional de Informações Estratégicas Socioambientais, Climáticas e Territoriais (PL 4553/25).
Fonte: Agência Câmara de Notícias
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MP determina bloqueio de chamadas e mensagens abusivas
A MP cria uma base de dados centralizada, com supervisão da Anatel, para autenticar e identificar chamadas
Marcos Oliveira/Agência Senado
Entrou em vigor a medida provisória destinada a combater fraudes e o uso abusivo de chamadas telefônicas e mensagens. Publicada no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (9), a MP aplica-se às prestadoras de serviços de telecomunicações que atendem ao público em geral.
A MP 1.396/2026 trata da autenticação, da identificação e do bloqueio de chamadas telefônicas e mensagens nas redes de telecomunicações. Também institui uma base de dados centralizada de recursos de numeração, sob supervisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para fornecer informações necessárias à autenticação e à identificação das chamadas.
A autenticação das chamadas será realizada em três etapas:
- Primeiro, a prestadora de origem deverá autenticar as chamadas telefônicas originadas em sua rede;
- depois, as prestadoras de trânsito (ou provedoras de trânsito IP) deverão preservar a autenticação; e
- por último, a prestadora responsável pela terminação da chamada deverá verificar a autenticação antes de entregar a ligação ao destinatário.
As prestadoras de serviços de telecomunicações deverão bloquear, na etapa de terminação, a entrega das chamadas não autenticadas, salvo em hipóteses estabelecidas pela Anatel.
As prestadoras também deverão bloquear chamadas e mensagens que utilizem códigos de acesso em desacordo com as regras da Anatel. O nome da empresa e, quando houver, seu logotipo deverão ser exibidos ao destinatário das chamadas autenticadas.
As operadoras de telefonia que utilizam números públicos deverão impedir, por 15 dias, que usuários que fizerem uso abusivo do serviço realizem chamadas telefônicas. Para aplicar essa regra, considera-se que há uso abusivo do serviço quando, no mesmo dia e em um mesmo serviço de telefonia, duas condições sejam atendidas:
- Volume de chamadas: o usuário faz mais de mil chamadas por número de acesso ou mais de 10 mil chamadas somando todos os números de acesso vinculados a ele.
- Proporção das chamadas de curta duração: pelo menos 85% de todas as chamadas realizadas pelo usuário são de curta duração, ou seja, aquelas não completadas, destinadas à caixa postal e completadas com duração de até seis segundos.
A realização de chamadas por órgãos e entidades públicas e por prestadores de serviços de saúde, de segurança pública e de defesa civil não configura uso abusivo. Caberá à Anatel editar a regulamentação necessária.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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Prêmio Jabuti anuncia finalistas da edição 2026; confira a íntegra
Nova categoria é voltada a criadores de conteúdo em plataforma digital
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, nesta quarta-feira (14), os finalistas de cada categoria da 68ª edição do Prêmio Jabuti. 

A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada em 27 de outubro, na Sala São Paulo, em evento para convidados na capital paulista, com transmissão ao vivo pelo canal da CBL no YouTube.
Além do Livro do Ano, serão premiadas obras em 23 categorias, distribuídas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.
A edição deste ano conta com 4.675 obras e projetos inscritos. Clique aqui e confira a lista completa dos finalistas, no site oficial da premiação.
No eixo Literatura, estão Conto, Crônica, Escritor Estreante – Poesia, Escritor Estreante – Romance, Histórias em Quadrinhos, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance de Entretenimento e Romance Literário.
No eixo Não Ficção, as categorias são Artes, Biografia e Reportagem, Economia Criativa, Educação, Negócios e Saúde e Bem-estar.
O eixo Produção Editorial reúne Capa, Ilustração, Projeto Gráfico e Tradução.
Já o eixo Inovação contempla Incentivo à Leitura – Cultura Digital, Incentivo à Leitura – Projeto e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.
Novidades
A organização também revelou os cinco selecionados da nova categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital, voltada a criadores de conteúdo em plataformas digitais que contribuem para valorizar o livro e estimular a leitura. Os nomes foram definidos após votação popular encerrada em 9 de outubro.
Esta 68ª edição traz também uma mudança relevante na disputa pelo Livro do Ano, principal distinção da premiação. A partir deste ano, obras inscritas nas categorias Escritor Estreante – Poesia e Escritor Estreante – Romance passam a concorrer ao título.
A presidente da CBL, Sevani Matos, afirmou que os finalistas desta edição representam a diversidade e a qualidade da produção literária e editorial brasileira:
“O Prêmio Jabuti tem um papel importante nesse reconhecimento e em dar visibilidade aos profissionais que fazem parte de toda a cadeia do livro.”
O curador do prêmio, Hubert Alquéres, destacou o trabalho dos jurados e o grande volume de obras que concorreram neste ano. Segundo ele, isso evidencia a importância e o prestígio do Jabuti.
“O volume também reflete a grande qualidade da produção literária e editorial brasileira. Agradecemos profundamente aos jurados pela dedicação e pelo excelente trabalho para selecionar, entre tantas obras, os finalistas desta edição”, acrescentou.
Premiação
Além da estatueta e do prêmio de R$ 70 mil, o vencedor do Livro do Ano poderá participar de uma das principais feiras internacionais do livro: Londres, Bolonha, Frankfurt ou Guadalajara, com despesas custeadas pela CBL e uma programação de palestras e encontros profissionais durante o evento.
Já os vencedores de cada uma das 23 categorias receberão a estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil.
Confira a lista de finalistas abaixo.
Literatura
1.1 Conto
- Corpo estranho: ferida fechada com a lâmina dentro | Autor(a): Marcos Vinicius de Paula | Editora(s): Viseu
- Massaranduba | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio
- Minha estranha loucura | Autor(a): Evandro Luiz da Conceição | Editora(s): Todavia
- Nego tudo: ficções súbitas | Autor(a): Andréa del Fuego | Editora(s): Companhia das Letras
- Tranças de meninas: contos | Autor(a): João Anzanello Carrascoza | Editora(s): Alfaguara
1.2 Crônica
- A sangue quente: crônicas cariocas | Autor(a): Hermés Galvão | Editora(s): Labrador
- Aproveitar a vida e suas dores | Autor(a): Contardo Calligaris “em memória” | Editora(s): Planeta do Brasil
- Histórias miseráveis | Autor(a): José Castello | Editora(s): Maralto
- Lugares para chorar no Recife e outros | Autor(a): DJ Dolores | Editora(s): Seja Breve Edições
- Viagem no país da crônica | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tinta-da-China Brasil
1.3 Escritor Estreante – Poesia
- História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial
- Lavra mareia | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá
- O silêncio é a música mais antiga do mundo | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá
- Radiografia das árvores | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote
- Resto | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau
1.4 Escritor Estreante – Romance
- Cantagalo | Autor(a): Fernanda Teixeira Ribeiro | Editora(s): Todavia
- Horas azuis | Autor(a): Bruna Dantas Lobato | Editora(s): Companhia das Letras
- Índigo | Autor(a): Juca Magalhães | Editora(s): Impressões de Minas
- Pitangas verdes | Autor(a): Mariana Lobato Botter | Editora(s): Labrador
- Sutura | Autor(a): Roberta Barbosa | Editora(s): Patuá
1.5 Histórias em Quadrinhos
- Daruma: identidade | Autor(a): Monge Han | Editora(s): Pitaya
- Ouroboros | Autor(a): Luckas Iohanathan | Editora(s): Comix Zone
- Reparações | Autor(a): Marcelo Lelis | Editora(s): Figura
- Segue o baile | Autor(a): Magô Pool | Editora(s): Veneta
- Você precisa saber de mim | Autor(a): Helena Cunha | Editora(s): nVersos
1.6 Infantil
- A baleia bailarina | Autor(a): Roberta Moysés | Editora(s): Mannú
- A letra | Autor(a): Leo Cunha, Raquel Matsushita | Editora(s): Maralto
- Alfabeto atrapalhado | Autor(a): Juliane Bortolucci | Editora(s): Asinha
- Eletricista | Autor(a): Augusto Massi, Daniel Kondo | Editora(s): Elo
- Meu | Autor(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): Planeta do Brasil
1.7 Juvenil
- A descoberta que mudou minha vida | Autor(a): Ingrid Haas | Editora(s): InVerso
- A escola do fim do mundo | Autor(a): Júlio Emílio Braz | Editora(s): Arte Literária
- A única da sala | Autor(a): Tathyana Viana | Editora(s): FTD
- Ana & Artur desvendam a China | Autor(a): Silvana Salerno | Editora(s): Editora do Brasil
- Uma Maria | Autor(a): Shirley Souza | Editora(s): Xica Editorial
1.8 Poesia
- A dança áspera das raízes | Autor(a): Bárbara Mançanares | Editora(s): Praga
- Antes de dar nomes ao mundo | Autor(a): Adriana Lisboa | Editora(s): Relicário
- Boris e Marina | Autor(a): Alberto Martins | Editora(s): Companhia das Letras
- Diáspora não é lar | Autor(a): Nina Rizzi | Editora(s): Pallas
- O jardim das oliveiras | Autor(a): Adélia Prado | Editora(s): Record
1.9 Romance de Entretenimento
- Aranha movediça | Autor(a): Moacir Fio | Editora(s): Moinhos
- Cartografia para caminhos incertos | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca
- Instruções para desaparecer devagar | Autor(a): Flávia Iriarte | Editora(s): Faria e Silva
- Moeda de troca | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Rocco
- O tesouro de Joaquim Nabuco | Autor(a): Fernando Lomardo | Editora(s): Obra Independente
1.10 Romance Literário
- Coração sem medo | Autor(a): Itamar Vieira Junior | Editora(s): Todavia
- Dança de enganos | Autor(a): Milton Hatoum | Editora(s): Companhia das Letras
- Meridiana | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras
- Uma delicada coleção de ausências | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras
- Vez em quando, Billie Holiday | Autor(a): Evandro Affonso Ferreira | Editora(s): Record
Não Ficção
2.1 Artes
- Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990 | Autor(a): Tulio Custódio (Organizador) | Editora(s): Todavia
- Expediente | Autor(a): André Sanches | Editora(s): Voar
- Histórias da ecologia | Autor(a): Adriano Pedrosa, André Mesquita, Isabella Rjeille (Organizadores) | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
- O devorador: Zé Celso, vida e arte | Autor(a): Claudio Leal (Organizador) | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
- Vaqueiro de gibão | Autor(a): Pablo Pinheiro | Editora(s): Deu na Telha
2.2 Biografia e Reportagem
- A audácia dos invertidos: as estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+ no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990) | Autor(a): Rodrigo Faour | Editora(s): Record
- Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno | Autor(a): Guilherme Damasceno, Juliano Spyer, Raphael Khalil | Editora(s): Record
- João Gilberto e a insurreição Bossa Nova: outros lados da história | Autor(a): Tárik de Souza | Editora(s): L&PM
- Quem é essa mulher? : uma biografia de Zuzu Angel | Autor(a): Virginia Siqueira Starling | Editora(s): Todavia
- Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Companhia das Letras
2.3 Economia Criativa
- A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): Senac São Paulo
- Economia Azul e cidades: uma introdução | Autor(a): Rinaldo Gama, Tomas Alvim (Organizadores) | Editora(s): BEĨ
- Fazer cinema no Brasil: mercado, políticas públicas e ecossistema empreendedor cultural | Autor(a): Fernando Antonio Prado Gimenez | Editora(s): Caravana Grupo Editorial
- Inovação com propósito: negócios com impacto social | Autor(a): Caio Flavio Stettiner, Clayton Alves Cunha, Clayton Pedro Capellari (Organizadores) | Editora(s): Belas Artes
- Renda Básica Viável: Para o Governo e o Congresso reduzirem a alta desigualdade de renda no Brasil | Autor(a): Walter Barretto Jr. | Editora(s): Obra Independente
2.4 Educação
- A esperança a gente planta | Autor(a): Alexandre Coimbra | Editora(s): Planeta do Brasil
- Agora o meu chão são as nuvens: as famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes | Autor(a): Hugo Monteiro Ferreira | Editora(s): Autêntica
- Atlas da Amazônia brasileira: um retrato abrangente e atual da Amazônia brasileira com mais de 300 mapas e ilustrações | Autor(a): Clovis Luciano Teixeira | Editora(s): Obra Independente
- Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade | Autor(a): Manuel Alves de Sousa Junior | Editora(s): Schreiben
- Inspiração Griot: por uma educação antirracista | Autor(a): Sinara Rúbia | Editora(s): Malê Edições
2.5 Negócios
- De volta ao jogo: A história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual | Autor(a): Ariane Abdallah | Editora(s): Portfolio-Penguin
- Estado, economia, desafios fiscais e reformas estruturais no Brasil: textos em homenagem a Eduardo Guardia | Autor(a): Ana Carla Abrão, Ana Paula Vescovi, Pedro S. Malan (Organizadores) | Editora(s): História Real
- Governança regenerativa: uma evolução do sistema de governança para enfrentar os desafios do mundo em transição | Autor(a): Gabriela Blanchet | Editora(s): Bambual
- Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Record
- O manual da empresa antirracista: como transformar a sua empresa em uma potência que luta por todos | Autor(a): Adriana Alves | Editora(s): Planeta do Brasil
2.6 Saúde e Bem-Estar
- A paixão pela mentira: a família e as tiranias | Autor(a): Paulo Schiller | Editora(s): Todavia
- A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso? | Autor(a): Alexandre Kalache | Editora(s): Vestígio
- As dores da adolescência: como atender, acolher e cuidar | Autor(a): Carolina Delboni | Editora(s): Summus Editorial
- O dilema das galinhas felizes: diálogos sobre a ciência da felicidade | Autor(a): Gustavo Arns, Leandro Karnal | Editora(s): Record
- Por que a esquerda morreu?: e o que devemos fazer para ressuscitá-la | Autor(a): Jessé Souza | Editora(s): Civilização Brasileira
Produção Editorial
3.1 Capa
- Anônimos: móvel moderno brasileiro além dos ícones | Capista: Daniel Brito | Editora(s): Olhares
- Frans Krajcberg | Capista: Alles Blau | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
- Mano a Mano | Capista: Alceu Chiesorin Nunes | Editora(s): Companhia das Letras
- O devorador: Zé Celso, vida e arte | Capista: Mateus Valadares | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
- Vaqueiro de gibão | Capista: Beatriz Matuck | Editora(s): Deu na Telha
3.2 Ilustração
- Eletricista | Ilustrador(a): Daniel Kondo | Editora(s): Elo
- Gran Circo | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): ÔZé
- Guernica: a arte em busca da paz | Ilustrador(a): Vinicius Sabbato | Editora(s): Via Lúdica
- Pantaleão e Serapião | Ilustrador(a): Alexandre Camanho | Editora(s): Passarinho
- Pinóquio | Ilustrador(a): Gonzalo Ivar Cárcamo Luna | Editora(s): Figura
3.3 Projeto Gráfico
- Dobra | Responsáveis: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac
- Moscou feliz | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
- O capital | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
- O Inventor de livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu tempo | Responsáveis: Casa Rex | Editora(s): Ateliê Editorial, Mnema
- Wendy Andrade: eu consigo te ver feliz | Responsáveis: Carlos Bocai, Julia B. Aguiar, Lucas D’Ascenção | Editora(s): Act.
3.4 Tradução
- O Cantar de Roldão: chanson de Roland | Tradutor(a): Ronald Costa | Editora(s): Ateliê Editorial, EDUFU (Editora da Universidade Federal de Uberlândia)
- O cavaleiro de bronze e outros contos e versos | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
- O retorno do Barão de Wenckheim | Tradutor(a): Zsuzsanna Spiry | Editora(s): Companhia das Letras
- Os irmãos Karamázov | Tradutor(a): Cecília Rosas, Lucas Simone | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
- Plotino Enéadas | Tradutor(a): Juvino Alves Maia Junior | Editora(s): Nova Acrópole
Eixo: Inovação
4.1 Incentivo à Leitura – Projeto
- A cidade da gente | Responsável(eis): Otavio
- A Feira do Livro 2025 | Responsável(eis): Associação Quatro Cinco Um
- Cartovivências nas periferias da cidade | Responsável(eis): Ricardo Barbosa da Silva
- Programa de rádio Universo Literário | Responsável(eis): Fábia Pereira Lima
- Semana Literária Sesc e Feira do Livro | Responsável(eis): Mayara Elisa de Lima Cirico
4.2 Livro Brasileiro Publicado no Exterior
- A terra dá, a terra quer | Editora(s): Ubu, Editions Wildproject
- Água turva | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag
- O som do rugido da onça | Editora(s): Companhia das Letras, Liveright/ Norton
- Os substitutos | Editora(s): Companhia das Letras, Métailié
- Via Ápia | Editora(s): Companhia das Letras, Farrar, Straus & Giroux
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