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Feira pet, teatro e competição de poesia são destaque deste fim de semana no DF

Agenda está recheada de eventos fomentados pelas secretarias de Turismo e de Cultura e Economia Criativa

 

Por Mayara da Paz, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

 

Durante este fim de semana, diversas atividades fomentadas pelas secretarias de Turismo (Setur-DF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) vão garantir uma agenda movimentada para os brasilienses.

Para apreciadores das artes cênicas, continua nesta quinta-feira (7) a 25ª edição do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. O evento ocupa os palcos e as ruas do Distrito Federal com muito teatro, dança e música. Até domingo (10), os espetáculos No Hay BandaA EsculturaMemória MatrizDanúbio e Nzinga serão apresentados no Espaço Cultural Renato Russo e no Teatro dos Bancários. Os ingressos e a programação completa estão disponíveis no site da bilheteria digital.

Feira pet

No domingo, o Dr. Pet fará uma palestra no Estacionamento 11 do Parque da Cidade | Fotos: Divulgação

Na sexta (8), no sábado (9) e no domingo (1), o Parque da Cidade será ponto de encontro para amantes de animais, com a realização do Manias Festival, que conta com exposições, artesanato e uma feira pet. O evento será no Estacionamento 11, e a entrada é gratuita.

A abertura será às 8h de sexta (8), com exposições de artesanato e a aguardada feira de adoção, que estará disponível ao longo de todo o dia. Às 9h, o público poderá conferir uma apresentação teatral do renomado Grupo Néia e Nando sobre o respeito aos animais. No período da tarde, a partir das 14h, a Cia Fábula assume o palco para uma apresentação teatral.

No sábado, o evento terá oficinas artesanais de patinhas pet, performances interativas e um desfile pet. No domingo, o especialista Alexandre Rossi, conhecido como Dr. Pet, ministrará uma palestra às 10h30. Durante o dia, os visitantes poderão participar de oficinas práticas, incluindo artesanato, além do desfile pet, às 15h.

Poesia falada

O Slam DFão deve receber 12 poetas para uma batalha, na Biblioteca Nacional de Brasília

No sábado, a poesia falada vai tomar conta da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). A partir das 16h, será realizado o Slam DFão, que, além das competições de poesia falada, também contará com feira com produções periféricas e apresentações artísticas. Ao todo, 12 poetas devem participar do evento, que é gratuito.

Mês da Consciência Negra

O projeto educativo do MAB em novembro estará voltado para temas ligados à consciência negra

No mês da consciência negra, o programa MAB Educativo, do Museu de Arte de Brasília, oferece uma série de atividades para dar visibilidade ao tema. O público terá oportunidade de participar de mediações temáticas e conhecer melhor os representantes da cultura negra e indígena.

O programa inclui oficinas de práticas artísticas relacionadas às linguagens das exposições temporárias, teatro e visitas mediadas.

A programação ocorre das 10h às 19h. A agenda completa pode ser acessada no perfil do MAB no Instagram. O acesso ao MAB, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, é gratuito e não requer inscrição prévia.

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Curso Internacional de Verão da Escola de Música abre temporada musical

Em sua 47ª edição, evento reúne estudantes do Brasil e do exterior e teve concerto de abertura com presença de autoridades

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Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

A Escola de Música de Brasília (EMB) inaugurou oficialmente a 47ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília (Civebrea), que segue até 24 de janeiro, com uma ampla programação de cursos, oficinas e apresentações musicais voltada para estudantes, professores e público em geral.

Realizado desde 1977, o curso é referência no ensino e na difusão musical no país, reunindo alunos e professores de diversas partes do Brasil e do exterior para aulas presenciais, virtuais e apresentações ao vivo. A proposta é promover um intercâmbio de experiências, aperfeiçoamento técnico e diálogo entre diferentes gerações e estilos musicais.

A abertura oficial ocorreu na noite de domingo (11), com um concerto no Teatro Levino de Alcântara. A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destacou a importância do Civebra como espaço de formação, convivência e acesso à cultura: “A Escola de Música de Brasília é um lugar que transforma vidas. Aqui, a gente vê talento, dedicação e muitos sonhos caminhando juntos. O Civebra é esse encontro bonito entre quem ensina, quem aprende e quem ama a música. É uma alegria enorme ver esse teatro cheio e perceber o quanto a arte toca as pessoas e fortalece a nossa educação.”

A Escola de Música de Brasília inaugurou oficialmente a 47ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília, que segue até 24 de janeiro | Foto: Jotta Casttro/SEEDF

Recém-chegado ao Brasil, o embaixador da Áustria, Andreas Stadler, destacou a importância da música e da formação cultural como instrumentos de fortalecimento da sociedade. Para ele, a experiência foi marcante e reforça o valor do intercâmbio cultural promovido pela Escola de Música de Brasília. “Em apenas quatro meses no Brasil, fiquei encantado ao conhecer a Orquestra JK. Foi um privilégio desfrutar dessa apresentação com a minha família. Apoiar esta escola é apoiar o amanhã; cultura e democracia são indissociáveis e é uma honra para nós colaborar com esse fortalecimento”, afirmou.

Embaixador Andreas Stadler: “Apoiar esta escola é apoiar o amanhã; cultura e democracia são indissociáveis e é uma honra para nós colaborar com esse fortalecimento”

Troca de conhecimento

Nesta 47ª edição, o Civebra reúne 53 professores convidados, vindos de diversos estados brasileiros, do Distrito Federal e de oito países: Estados Unidos, Argentina, Cuba, Canadá, Alemanha, França, Espanha e Bélgica. Dos artistas e docentes convidados, 80% são egressos da própria Escola de Música de Brasília ou de edições anteriores do curso, que retornam agora para compartilhar sua expertise com os atuais alunos.

 

A procura pelo curso foi expressiva, contabilizando quase três mil inscritos, todos com acesso às atividades de forma intensiva ao longo dos 12 dias do evento. Até 24 de janeiro, os participantes terão a oportunidade de aprender, interagir e atualizar-se com alguns dos melhores músicos em suas áreas específicas.

O Civebra é totalmente gratuito e aberto à comunidade, oferecendo workshops, aulas, masterclasses e apresentações artísticas de alto nível. A iniciativa reforça o compromisso da Escola de Música de Brasília em democratizar o acesso à cultura e ao ensino musical de qualidade.

*Com informações da Secretaria de Educação

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Exposição revisita origens visuais de Brasília

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Niemeyer no Palácio do Alvorada, uma das fotos em exposição | Foto: Acervo

O Museu de Arte de Brasília (MAB) apresenta a exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, que reúne obras de arte, fotografias históricas, documentos e objetos relacionados à construção e à inauguração da capital federal. A mostra é composta por trabalhos do acervo do próprio MAB e da Coleção Brasília, com Acervo Izolete e Domício Pereira, e propõe ao público um panorama sobre os primeiros anos de Brasília a partir de diferentes linguagens visuais e registros históricos.

O eixo central da exposição é o álbum “Brasília 1960: O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle, responsável pelos registros oficiais do governo de Juscelino Kubitschek.

O conjunto reúne 24 fotografias em preto e branco produzidas entre 1958 e 1960, que documentam etapas da construção da cidade, bem como os eventos e cerimônias de sua inauguração, em 21 de abril de 1960. As imagens apresentam registros do canteiro de obras, da arquitetura emergente e do contexto político e simbólico da criação da nova capital.

A partir desse núcleo documental, a exposição estabelece diálogos com obras de artistas que participaram da consolidação do imaginário visual de Brasília. Estão presentes trabalhos de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão, Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Zeno Zani, Ake Borglund, entre outros.

As obras evidenciam a integração entre arte, arquitetura e paisagem urbana que marcou o projeto da capital federal desde seus primeiros anos.

O percurso expositivo também inclui produções de artistas de gerações posteriores, como Honório Peçanha, Ziraldo, Danilo Barbosa e Carlos Bracher.

Essas obras estabelecem relações com o conjunto histórico ao abordar temas ligados à memória, à cidade e à permanência dos símbolos de Brasília no imaginário cultural brasileiro. A proposta curatorial coloca em diálogo produções de diferentes períodos, buscando aproximar registros do passado e interpretações contemporâneas.

Ítens históricos

Além das artes visuais, a mostra reúne objetos e itens históricos relacionados ao período de formação da capital. Entre eles, estão a maquete de lançamento do automóvel Romi-Isetta, peças utilizadas no serviço do Palácio da Alvorada e a primeira fotografia de satélite do Plano Piloto. Esses elementos ampliam o contexto histórico apresentado pelas obras e ajudam a situar o visitante no ambiente político, social e tecnológico da época.

No segmento documental, dois itens recebem destaque especial. Um deles é a carta-depoimento escrita por Juscelino Kubitschek em 1961, ao final de seu mandato presidencial, na qual o ex-presidente registra reflexões sobre seu governo e sobre a construção de Brasília. O outro é a homenagem da Igreja Católica a Dom Bosco, padroeiro da capital, composta por fragmentos de suas vestes, que remete à dimensão simbólica e religiosa associada à fundação da cidade.

“Museu Imaginado”

A exposição inclui ainda a obra “Museu Imaginado”, do artista mineiro Carlos Bracher, doada ao Museu de Arte de Brasília pelo próprio artista em parceria com o curador Cláudio Pereira. A obra propõe uma reflexão sobre o papel das instituições museológicas, da memória e da imaginação na construção de narrativas históricas e culturais, dialogando com o conjunto da exposição.

Como parte dos recursos expográficos, o público tem acesso à gravação em áudio da carta-depoimento de Juscelino Kubitschek, a um minidocumentário dedicado ao álbum “Brasília 1960: O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo” e a uma versão colorizada das fotografias históricas, realizada por meio de processos de inteligência artificial. Esses recursos ampliam as possibilidades de leitura e interpretação do material apresentado.

A proposta curatorial busca evidenciar relações entre diferentes gerações de artistas, linguagens e formas de expressão, estimulando leituras cruzadas entre obras, documentos e objetos. Ao reunir registros históricos e produções artísticas, a exposição convida o público a refletir sobre a construção da identidade cultural brasileira e sobre o papel da arte na formação simbólica da capital federal.

Pioneiros

“Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” também destaca a atuação do casal Izolete e Domício Pereira, pioneiro da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela formação de um acervo dedicado à preservação da memória artística de Brasília.

A exposição reafirma o compromisso da coleção com a preservação histórica e com a promoção do debate cultural, apresentando a arte como instrumento de reflexão e diálogo entre passado, presente e futuras gerações.

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BRASÍLIA, A CIDADE AURIVERDE

COM CORES E FLORES DURANTE O ANO INTEIRO

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FOLHA DO MEIO AMBIENTE – JANEIRO DE 2026

 

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