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CONFLITOS DE INTERESSE NA PROTEÇÃO DAS PAISAGENS BRASILEIRAS

SOBRE A TUTELA JURÍDICA DA PAISAGEM

 

Qual a diferença entre paisagem natural e paisagem cultural? Ambas devem ser preservadas, mas há uma diferença entre elas. Para os paisagistas e ambientalistas, a paisagem natural é aquela formada por elementos da natureza, os quais sofreram pouca ou nenhuma interferência da ação humana. Já a paisagem cultural é aquela constituída a partir da interferência humana na natureza. Isso mesmo, a paisagem cultural é formada por elementos naturais e elementos culturais, que são aqueles criados ou transformados mediante a ação antrópica. A paisagem é uma categoria de análise da Geografia que permite estudar e compreender o espaço a partir de um recorte específico. É definida como tudo aquilo que se pode identificar e interpretar por meio dos sentidos em um determinado lugar.

 

As paisagens podem ser formadas por elementos naturais e por elementos construídos a partir das atividades humanas, que são chamados de elementos culturais. A paisagem pode ser usada politicamente, tanto por instituições públicas como por grupos insurgentes. As instituições públicas podem utilizar o conceito de paisagem como um instrumento de gestão territorial, enquanto os grupos insurgentes podem mobilizar determinadas paisagens para influenciar na agenda política.

 

TUTELA JURÍDICA DA PAISAGEM

 

O livro “Tutela Jurídica da Paisagem”, de Luciano Furtado Loubet é o mais novo lançamento que aborda os conflitos entre a proteção da paisagem e o avanço de atividades econômicas, tais como desvio de cachoeiras para energia, plantio de soja no Pantanal, instalação de tirolesas em pontos turísticos e construções de prédios próximos a bens culturais.

Com uma análise prática e aprofundada, Luciano Furtado Loubet apresenta caminhos para equilibrar proteção ambiental e desenvolvimento. Como complemento à obra, Luciano Loubet disponibiliza um curso gratuito sobre o tema, tornando seu trabalho mais completo e essencial para juristas, gestores e interessados em práticas sustentáveis.

 

LUCIANO FURTADO LOUBET – ENTREVISTA

 

Promotor de Justiça no Núcleo Ambiental do Ministério Público do Mato Grosso do Sul, Luciano Loubet é, atualmente, Vice-Presidente da ABRAMPA – Associação Brasileira dos Membros de Ministério Público Ambiental e Doutor de Direito Ambiental e Sustentabilidade pela Universidade de Alicante-Espanha em cotutela(*) com a Universidade Católica Dom Bosco. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Ambiental e Tributário.

 

(*) Modalidade de cooperação internacional que permite a um estudante obter um título de mestrado ou doutorado em duas instituições de ensino superior, uma no Brasil e outra no exterior.

 

Folha do Meio – O que motivou você a escrever sobre a tutela jurídica da paisagem no Brasil?

Luciano Furtado Loubet – A motivação para escrever sobre a tutela jurídica da paisagem no Brasil surgiu da necessidade de abordar um tema que, apesar de sua relevância crescente, ainda é pouco explorado no Direito brasileiro. A paisagem, como elemento essencial da identidade cultural e ambiental, merece uma proteção jurídica mais robusta e clara, especialmente diante das pressões do desenvolvimento urbano e das mudanças climáticas.

 

Folha do Meio – Pode explicar como a paisagem é abordada no contexto jurídico brasileiro e quais são os principais desafios?

Luciano – No contexto jurídico brasileiro, a paisagem é frequentemente abordada de maneira fragmentada, sem um regramento geral que a proteja integralmente. Os principais desafios incluem a falta de uma legislação específica, a necessidade de harmonizar interesses econômicos e ambientais, e a dificuldade de integrar a proteção da paisagem em políticas públicas efetivas.

 

Folha do Meio – Como o conceito de paisagem evoluiu ao longo do tempo no Direito brasileiro?

Luciano – O conceito de paisagem no direito brasileiro evoluiu de uma visão predominantemente estética para uma abordagem mais inclusiva, que considera aspectos culturais, históricos e sociais. Essa evolução reflete uma compreensão mais ampla da paisagem como um direito humano fundamental, integrando elementos de sustentabilidade e bem-estar social.

 

Folha do Meio – Quais são os principais elementos que compõem uma paisagem, segundo sua pesquisa?

Luciano – Segundo a pesquisa, os principais elementos que compõem uma paisagem incluem o substrato material (natural e antrópico), a dimensão temporal e espacial, e o elemento humano, que atribui valor à paisagem através de sua percepção e interação com o ambiente.

 

Folha do Meio – Como a teoria de Robert Alexy sobre a ponderação de princípios é aplicada no contexto da paisagem?

Luciano – A teoria de Robert Alexy é aplicada no contexto da paisagem através da ponderação entre direitos fundamentais, como o direito à propriedade e à livre iniciativa, e o direito à proteção da paisagem. A metodologia de Alexy ajuda a equilibrar esses interesses conflitantes, promovendo decisões mais justas e equitativas.

 

SOBRE A IMPORTÂNCIA DO LIVRO

“Discutir a paisagem como um direito humano fundamental é crucial para reconhecer seu valor intrínseco e sua contribuição para a qualidade de vida das comunidades. Isso também fortalece a argumentação para políticas mais robustas de proteção ambiental e cultural”. LUCIANO LOUBET

 

Folha do Meio – Qual é a importância de se discutir a paisagem como um direito humano fundamental no cenário jurídico atual?

Luciano – Discutir a paisagem como um direito humano fundamental é crucial para reconhecer seu valor intrínseco e sua contribuição para a qualidade de vida das comunidades. Isso também fortalece a argumentação para políticas mais robustas de proteção ambiental e cultural, essenciais em um cenário de crise climática e urbanização acelerada.

 

Folha do Meio – De que forma o livro contribui para o avanço do debate sobre a proteção jurídica da paisagem no Brasil?

Luciano – O livro contribui para o avanço do debate ao oferecer uma análise abrangente dos elementos essenciais da paisagem e propor diretrizes para sua proteção jurídica. Ele também destaca a necessidade de uma abordagem interdisciplinar, envolvendo direito, ecologia, sociologia e outras áreas.

 

Folha do Meio – Como você espera que este livro influencie a legislação e a prática jurídica em relação à paisagem?

Luciano – Espero que o livro sirva como um ponto de partida para o desenvolvimento de uma legislação específica sobre paisagem e inspire práticas jurídicas que integrem a proteção da paisagem em decisões de planejamento urbano e desenvolvimento sustentável.

 

Folha do Meio – Quais são os principais conflitos de interesse que surgem na proteção da paisagem e como eles podem ser resolvidos?

Luciano – Os principais conflitos de interesse incluem o embate entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Esses conflitos podem ser resolvidos através da aplicação de critérios de ponderação, como os propostos por Alexy, e pela implementação de políticas públicas que promovam o desenvolvimento sustentável.

 

Folha do Meio – Você poderia comentar sobre a interdisciplinaridade necessária para entender e proteger a paisagem?

Luciano – Proteger a paisagem requer uma abordagem interdisciplinar que combine conhecimentos de direito, ecologia, geografia, sociologia e economia. Essa colaboração é essencial para compreender a complexidade da paisagem e desenvolver estratégias eficazes de proteção e gestão.

 

Folha do Meio – Como a participação pública pode ser incorporada na proteção e gestão da paisagem?

Luciano – A participação pública pode ser incorporada através de consultas comunitárias, educação ambiental e a inclusão de vozes locais nos processos de tomada de decisão. Isso garante que as políticas reflitam as necessidades e valores das comunidades afetadas.

 

Folha do Meio – Quais são as implicações econômicas da proteção da paisagem, especialmente em áreas de desenvolvimento urbano e rural?

Luciano – A proteção da paisagem pode ter implicações econômicas positivas, como a valorização de propriedades e o aumento do turismo. No entanto, pode também exigir investimentos em infraestrutura sustentável e compensações para atividades econômicas impactadas.

 

Folha do Meio – Quais são os próximos passos para a pesquisa e desenvolvimento de políticas públicas sobre paisagem no Brasil?

Luciano – Os próximos passos incluem a elaboração de uma legislação específica sobre paisagem, a promoção de pesquisas interdisciplinares e o fortalecimento de políticas públicas que integrem a proteção da paisagem em estratégias de desenvolvimento urbano e rural.

 

 

PARA SABER MAIS

Acesse o instagram: @lucianoloubet – 

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Setur-DF abre seleção para artesãos participarem do 21º Salão do Artesanato do Distrito Federal em 2026

A Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), por meio da Coordenação Estadual do Programa do Artesanato Brasileiro no DF, tornou público o Edital de Chamamento Público nº 001/2026 para a seleção de artesãos interessados em participar do 21º Salão do Artesanato do Distrito Federal, Raízes Brasileiras, com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB).

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Texto: Fernanda Resende

 

 

O evento será realizado de 1º a 5 de abril de 2026, no Pavilhão de Exposição do Parque da Cidade, em Brasília, um dos principais espaços para feiras e grandes eventos da capital. Ao todo, serão disponibilizadas 10 vagas, com um estande coletivo de 50 m², destinado à exposição e comercialização de peças artesanais produzidas no Distrito Federal.

De acordo com o edital, o transporte das peças de artesanato será de responsabilidade dos expositores selecionados.

Inscrições

Os interessados poderão se inscrever entre 12 de janeiro e 12 de fevereiro de 2026, por uma das seguintes modalidades:

  • Presencialmente: mediante entrega de toda a documentação exigida no item 7.2 do edital, em envelope lacrado, no Espaço Cultural de Turismo e Artesanato, localizado na W3 Sul, Quadra 507, Bloco C, térreo, entrada pela W2, ao lado do Banco do Brasil, em Brasília. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, dentro do horário estabelecido pela unidade;
  • Por e-mail: com o envio de todos os documentos exigidos no item 7.2 para o endereço artesanato.foto@setur.df.gov.br, das 18h do dia 12 de janeiro até 0h59 do dia 12 de fevereiro de 2026. No campo “Assunto”, deve constar: “21º Salão do Artesanato, Raízes Brasileiras, Inscrição Edital nº 001/2026”. No corpo do e-mail, o interessado deve informar o nome completo e a categoria de participação (artesão individual, mestre artesão, entidade representativa, associação e/ou cooperativa, ou grupo de produção artesanal);
  • Por formulário eletrônico: disponível no site da Setur-DF, com envio dos documentos exigidos no item 7.2 do edital, no mesmo período estabelecido para a inscrição por e-mail.

Valorização do artesanato local

O Salão do Artesanato do Distrito Federal é considerado uma das principais vitrines para a produção artesanal da capital, reunindo peças que expressam a diversidade cultural, a identidade e a criatividade dos artesãos locais. A iniciativa fortalece a economia criativa, amplia oportunidades de comercialização e promove o reconhecimento do artesanato como patrimônio cultural e turístico do DF.

O edital completo, com todas as regras, critérios de seleção e a lista detalhada de documentos exigidos, está disponível no site oficial da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, no link:
https://www.turismo.df.gov.br/chamamento/-/asset_publisher/HSsPMPQ0A9P5/content/edital-de-chamamento-publico-n-001-2026-processo-seletivo-de-interessados-em-participar-do-21-salao-do-artesanato-raizes-brasileiras-com-o-apoio-do-programa-do-artesanato-brasileiro

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Sesc estreia orquestra jovem no ano que em celebra seus 80 anos

Grupo conta com 51 músicos de 11 estados

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Alana Gandra – repórter da Agência Brasil

 

Em comemoração aos seus 80 anos, o Serviço Social do Comércio (Sesc) lança em 2026 o projeto Orquestra Sesc Jovem Brasil, que reúne músicos de todas as regiões do país e fará sua estreia no próximo dia 28, em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

A orquestra conta com 51 músicos de 11 estados, com idades que variam entre 18 e 29 anos. Segundo a analista de cultura do Departamento Nacional do Sesc, Sylvia Guida, os jovens foram indicados por maestros das orquestras que o Sesc mantém pelo Brasil, em um trabalho que une educação musical, formação com especialistas e inclusão social.

Em entrevista à Agência Brasil, Sylvia disse que a ideia de fazer uma orquestra nacional jovem surgiu ao longo dos anos dentro da rede Sesc, nos departamentos regionais, como uma forma de dar um passo adicional na integração desses projetos musicais.

Estreia

A Orquestra Sesc Jovem Brasil fará sua primeira apresentação no próximo dia 28, no Theatro Guarany, sob a regência de Geovane Marquetti. A programação faz parte do 14º Festival Internacional Sesc de Música, que se estenderá de 19 a 30 de janeiro em Pelotas.

No repertório, músicas brasileiras e internacionais: Mambo nº5, Pérez PradoLord of The RingsO Auto da Compadecida MedleyCheio de Malícia, de Radamés Gnattali, e La belle de jour | Girassol | Tropicana, de Alceu Valença.

No dia 30 de janeiro, membros da Orquestra Sesc Jovem Brasil também farão recital de música de Câmara dentro do mesmo festival.

Os ensaios para essa primeira apresentação já tiveram início nesta semana, em Pelotas. Em seguida, os jovens passarão a ter ensaios regulares pela internet, com um grupo específico de professores, até setembro, quando voltarão a ter ensaios presenciais, no Polo Educacional do Sesc, no Rio de Janeiro, onde se apresentarão para o público.

 

Rio de janeiro (RJ), 19/01/2026 - Nova Orquestra Sesc Jovem Brasil. Foto: Paulo Rossi/Orquestra Sesc Jovem Brasil
Nova Orquestra Sesc Jovem Brasil. Foto: Paulo Rossi/Orquestra Sesc Jovem Brasil

14º Festival Internacional Sesc de Música

O Festival de Pelotas reúne 400 alunos e 59 professores de 12 nacionalidades, em uma programação com mais de 115 apresentações gratuitas, distribuídas em teatros, praças, hospitais, igrejas, rodoviária e espaços simbólicos da cidade gaúcha, como o Mercado Público e a Praia do Laranjal.

Essa é a primeira vez que o Festival Internacional Sesc de Música recebe estudantes de fora do continente americano em seu eixo educacional.

Chama atenção o fato de seis jovens do Reino Unido participarem da classe de choro, gênero genuinamente brasileiro e símbolo da identidade musical nacional, ampliando o alcance internacional do festival e promovendo um encontro direto entre culturas.

A programação, que inclui concertos de orquestras, recitais de alunos e professores, além de homenagens, pode ser conferida em www.sesc-rs.com.br/festival.

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Fórum Nacional de Governadores comemora vetos que fortalecem o equilíbrio federativo na Reforma Tributária

Maioria dos pleitos apresentados pelos estados foram acolhidos para preservar a autonomia, segurança jurídica e estabilidade da arrecadação

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Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

O Fórum Nacional de Governadores comemorou os vetos de trechos do Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 que poderiam comprometer a autonomia dos entes federativos e a segurança do novo sistema tributário brasileiro. A medida, sancionada na terça-feira (13), representa um avanço importante na regulamentação da Reforma Tributária e reforça o equilíbrio federativo previsto na Constituição.

Coordenado pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o fórum atuou de forma conjunta para defender ajustes no texto aprovado pelo Congresso Nacional, com o objetivo de assegurar previsibilidade fiscal, governança adequada do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e respeito às competências de estados e municípios.

Ao todo, três dos quatro pontos defendidos pelos governadores foram acolhidos por meio de vetos e publicados no Diário Oficial da União (DOU). “Os vetos demonstram sensibilidade institucional e compromisso com a construção de um sistema tributário mais eficiente, justo e juridicamente seguro”, defende o governador Ibaneis Rocha.

Proteção ao sigilo fiscal

Um dos vetos atendeu à preocupação dos chefes do Executivo com a preservação da autoridade fiscal e do sigilo tributário. O dispositivo vetado mantinha atribuições previstas em legislações locais antigas, o que poderia permitir o exercício de funções típicas da administração tributária sem concurso público específico.

Na avaliação do fórum, a decisão presidencial evita riscos institucionais, protege informações fiscais sensíveis e assegura maior uniformidade na governança do IBS, em consonância com os princípios constitucionais.

Segurança jurídica e responsabilidade fiscal

Outro veto comemorado pelo fórum refere-se à ampliação de benefícios tributários originalmente destinados à Sociedade Anônima do Futebol (SAF). O texto aprovado pelo Congresso estendia o regime especial a outras atividades esportivas, o que poderia gerar conflitos com a Constituição e impactos fiscais não previstos.

 

Com o veto, o governo federal preserva a coerência do sistema tributário e evita distorções que poderiam comprometer a responsabilidade fiscal e o desenho da Reforma Tributária.

“Os vetos demonstram sensibilidade institucional e compromisso com a construção de um sistema tributário mais eficiente, justo e juridicamente seguro”

Governador Ibaneis Rocha

Autonomia municipal preservada

O Fórum Nacional de Governadores também destacou como positiva a decisão de barrar o dispositivo que alterava o momento de cobrança do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). A proposta tornava opcional a antecipação do pagamento no momento da escritura, o que poderia afetar a arrecadação e a previsibilidade financeira dos municípios.

Segundo os governadores, a manutenção das regras atuais garante segurança jurídica, estabilidade nas receitas municipais e respeito à autonomia dos entes locais.

Atuação conjunta

Em carta enviada ao presidente da República, o Fórum Nacional de Governadores reforçou que a atuação articulada dos estados tem como foco o fortalecimento do pacto federativo e a sustentabilidade fiscal do país.

Para os governadores, a decisão presidencial contribui para uma implementação mais equilibrada da Reforma Tributária, alinhada às necessidades do Brasil e aos princípios constitucionais.

Sobre o Fórum Nacional de Governadores

O Fórum é um espaço de diálogo permanente entre os chefes do Executivo estaduais e do Distrito Federal, com o objetivo de articular soluções para desafios comuns aos entes federativos. Desde sua criação, o grupo já debateu temas como equilíbrio fiscal, pacto federativo, segurança pública, educação, vacinação, saneamento básico e políticas ambientais.

Além dos governadores, as reuniões contam, em diversas oportunidades, com especialistas e representantes dos três poderes da República. Os temas a serem debatidos são definidos previamente em consenso, e os relatores são escolhidos entre os governadores conforme afinidade com o assunto.

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Reportagens

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