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MOSAICO DE ECOSSISTEMAS

ARQUIPÉLAGOS DAS ANAVILHANAS E DE MARIUÁ

 

Encontro celebra os 44 anos de criação do Parque Nacional das Anavilhanas, discute ações de conservação e homenageia idealizador da unidade.

 

O Conselho Consultivo do Parque Nacional de Anavilhanas se reuniu no início de junho para debater ações de conservação, bem como projetos de pesquisa e a gestão da Unidade. Participaram da 30ª reunião todos os conselheiros, instituições parceiras e representantes das comunidades do entorno.

 

Durante a reunião houve uma homenagem especial idealizador da transformação da antiga Estação Ecológica de Anavilhanas em Parque Nacional, Antônio Maria Martin recebeu uma placa de reconhecimento.

 

“Sua participação é especialmente significativa por representar a visão e o empenho que tornaram possível a transformação da Estação Ecológica de Anavilhanas em Parque Nacional — um legado de grande importância para a conservação da Amazônia”.

 

TEMAS EM DICUSSÃO

Essa mudança foi fundamental para ampliar as possibilidades de uso público, valorizar o território e fortalecer a conservação ambiental na região.

A ocasião também celebrou os 44 anos de criação do Parque Nacional de Anavilhanas, comemorados no dia 2 de junho, reforçando o compromisso com a preservação do segundo maior arquipélago fluvial do mundo.

Entre os temas técnicos discutidos, destacaram-se:

  •  A apresentação sobre o uso de pingers (alarmes acústicos) como ferramenta para a mitigação de conflitos entre botos e pescadores.
  •  O Projeto Rios Online,desenvolvido pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), que visa promover o monitoramento dos rios e a educação ambiental na região;
  •  Informes sobre a atualização do Regimento Interno e da composição do Conselho Consultivo, buscando aprimorar a governança da unidade;
  •  Compartilhamento de informações preliminares sobre a situação fundiária da região de Tauatú.

 

A 30ª reunião reforça o papel do Conselho como espaço de construção coletiva e cooperação entre diferentes setores da sociedade, em prol da conservação do Parque Nacional de Anavilhanas e do desenvolvimento sustentável da região”, destaca o chefe do Núcleo de Gestão Integrada do ICMBio em Novo Airão, Hueliton Ferreira, que tem sob sua gestão o Parna Anavilhanas e mais três UCs, o Parna do Jaú, a Resex do Rio Unini e a Resex Baixo Rio Branco-Jauaperi.

 

PARQUE NACIONAL ANAVILHANAS

E O ARQUIPÉLAGO DE MARIUÁ.

Anavilhanas é o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. O primeiro é Arquipélago de Mariuá. Ambos no rio Negro, Amazonas.

 

Com cerca de 400 ilhas no rio Negro, localizado nos municípios de Manaus e Novo Airão, o parque é o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. O Parque Nacional das Anavilhanas foi criado pelo Decreto nº 86.061, de 2 de junho de 1981, com o objetivo de preservar a região e suas diversas formações florestais. Segundo técnicos do ICMBio, os trabalhos no parque buscam estimular a produção de conhecimento por meio da pesquisa científica e valorizar a conservação do bioma Amazônia com base em ações de educação ambiental e turismo sustentável.

Com mais de 1.400 ilhas, o maior arquipélago fluvial do mundo é o de Mariuá, localizado no município de Barcelos (AM), às margens do Rio Negro. A região inclui um mosaico de ecossistemas de águas pretas que estão entre as mais frágeis da Amazônia e incluem rios, ilhas, lagos, florestas inundadas, praias arenosas, campos e pântanos.

 

ANAVILHANAS

O Parque Nacional das Anavilhanas é administrado pelo Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e apresenta formações florestais diversas, como floresta ombrófila densa, igapó, campinarana, caatinga-gapó e chavascal, além de ecossistemas fluviais e lacustres. A parte fluvial do parque, com centenas de ilhas, representa 60% da unidade. A porção de terra firme compreende os demais 40%, num total de 350.469,8 hectares.

 

DIVERSIDADE E TURISMO

Segundo a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), a imensidão e a diversidade do rio Negro no Amazonas trazem ao turismo diversas rotas e passeios para conhecer paisagens exuberantes. Entre tantas opções para o visitante, Anavilhanas é destaque, com suas ilhas, praias e biodiversidade que formam um dos mais espetaculares cenários da região Norte.

O Parque das Anavilhanas está localizado a 40 quilômetros acima da cidade de Manaus, com sede no município de Novo Airão. O Parque Nacional de Anavilhanas é o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com cerca de 400 ilhas e 60 lagos. No ano de 2000, por conta de sua imensa biodiversidade e riquezas naturais, o Parque foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) como Patrimônio Natural da Humanidade.

Esse labirinto verde nunca deixa seus visitantes entediados e pode ser apreciado de diversas formas e, dependendo da época do ano, apresenta cenários completamente diferentes. Na seca (setembro a fevereiro) é possível desfrutar das deslumbrantes praias de areias brancas que emergem por todo o arquipélago. Já na cheia (março a agosto) o vislumbre fica por conta das trilhas aquáticas de igapó, que são passeios de barco por dentro das florestas alagadas, um cenário misterioso e de tirar o fôlego.

Em qualquer época, porém, é possível apreciar a rica flora e fauna amazônica, fazer passeios de barco, trilhas terrestres, dar um mergulho nas belas águas do rio Negro, conhecer comunidades tradicionais ribeirinhas e o belo artesanato de Novo Airão, entre outros atrativos.

ONDE FICAR – Pousadas, hotéis e até apartamentos para temporada são facilmente encontrados no município de Novo Airão. Partindo do município, os visitantes podem fechar passeios que saem diariamente até o Parque Nacional.

Para quem se hospeda no município de Novo Airão, conhecer a culinária da pequena cidade e o artesanato local são programas imperdíveis.

Outra opção de hospedagem são os Hotéis de Floresta que ficam localizados em meio à imensidão verde e proporcionam ao turista uma experiência única de imersão na floresta.

COMO CHEGAR – A partir de Manaus é possível chegar à Novo Airão – cidade sede do Parque – por via aérea ou terrestre.

VIA AÉREA – Novo Airão não possui aeroporto, mas é possível fretar um hidroavião a partir de Manaus e pousar no rio Negro.

VIA TERRESTRE – A partir de Manaus, depois de atravessar a ponte sobre o rio Negro, o visitante deve seguir pela AM-070 por aproximadamente 86 quilômetros, sentido Manacapuru. Após passar pelo balneário do Miriti, haverá um entroncamento à direita, onde se inicia a rodovia AM-352. Desse ponto, o deslocamento é de 98 quilômetros até Novo Airão.

 

 

ARQUIPÉLAGO DE MARIUÁ

Distante 402km de Manaus, localizado no município de Barcelos (AM), às margens do Rio Negro, o Arquipélago de Mariuá é considerado o maior arquipélago fluvial do mundo. A região inclui um mosaico de ecossistemas.
Em meio a toda a diversidade de paisagens da Amazônia, encontram-se áreas úmidas, consideradas armazéns naturais de diversidade biológica. A Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá, no Amazonas, é a única do bioma amazônico reconhecida como Zona Úmida de Importância Internacional (ou Sítio Ramsar), mas uma segunda região foi proposta pelo Brasil para reconhecimento: o Arquipélago Mariuá, também no estado do Amazonas.

 

São mais de 1.400 ilhas, que apresentam rica diversidade sociocultural, com cerca de 30 comunidades. A região caracteriza-se, também, pelo alto grau de dependência das populações locais, principalmente ribeirinhos e indígenas, com relação aos recursos naturais do Arquipélago, o que propicia o surgimento de conflitos diversos.

 

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UnB tem finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Obras dos docentes Edileuza Penha, Gabriele Cornelli e Elimar Pinheiro concorrem nas áreas de Artes; Tradução; e Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. Premiação ocorre em 11 de agosto, em São Paulo

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Eleições 2026: conheça as regras e faça do seu voto um instrumento de transformação

Entenda o calendário eleitoral, as principais normas do pleito e a importância de buscar informação de qualidade para exercer um voto consciente e fortalecer a democracia brasileira.

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Antes de escolher um candidato, o eleitor escolhe o futuro do país. Em 2026, milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Mais do que um direito, o voto é um dos principais instrumentos da democracia e uma oportunidade de influenciar os rumos do Brasil pelos próximos anos.

As eleições deste ano seguem regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que buscam garantir transparência, igualdade entre os candidatos e segurança no processo de votação. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, enquanto o segundo turno, caso necessário para presidente e governadores, ocorrerá em 25 de outubro. A campanha eleitoral oficial começa em 16 de agosto, quando passam a ser permitidas as propagandas e os atos de campanha previstos na legislação.

Além do calendário, algumas normas ganharam destaque em 2026. O TSE atualizou regras relacionadas ao uso da inteligência artificial nas campanhas, reforçou medidas de combate à desinformação, aprimorou procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas e promoveu ajustes na regulamentação do Fundo Eleitoral. O objetivo é aumentar a transparência, proteger a integridade do processo eleitoral e oferecer mais segurança aos eleitores.

Mas conhecer as regras é apenas parte da responsabilidade do eleitor. O voto consciente começa muito antes do dia da eleição. É importante pesquisar a trajetória dos candidatos, avaliar suas propostas, verificar seu histórico de atuação e confirmar se as informações compartilhadas nas redes sociais são verdadeiras. Em um cenário marcado pelo grande volume de conteúdos digitais, desconfiar de mensagens sem fonte confiável e consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral faz toda a diferença.

Também vale lembrar que votos brancos e nulos não são direcionados a nenhum candidato e não alteram o cálculo dos votos válidos utilizados para definir os eleitos. Por isso, participar de forma consciente significa escolher um candidato de acordo com suas convicções e acompanhar, depois da eleição, o trabalho dos representantes escolhidos.

A democracia não se fortalece apenas no dia da votação. Ela depende da participação permanente da sociedade, do respeito às instituições e do compromisso de cada cidadão com a informação de qualidade. Informar-se, comparar propostas e votar com responsabilidade são atitudes que ajudam a construir um país mais justo, transparente e representativo.

Para conferir o calendário completo, as regras atualizadas e outras informações oficiais sobre as Eleições 2026, consulte a página oficial das Eleições 2026 do TSE e o Calendário Eleitoral.

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BRASIL HELOU ou BRASÍLIA HELOU

Brasília está mais triste.

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Nos despedimos hoje de uma das mais importantes, carismáticas e realizadoras figura de Brasília: BRASIL HELOU.
Sua empresa construiu o Panteão e também a Igrejinha Ortodoxa do Lago Sul – projetos de Oscar Niemeyer.
Eu tinha um carinho especial por ele. Sempre proavitivo, tranquilo e levava na alma a força do Bemquerer.
Mais do que um pioneiro, Brasília perdeu um cidadão do bem e que, em vida, só fez o bem.
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Reportagens

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