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Programa ‘’Produtor de Água’’ reúne produtores do alto do Rio São Francisco

Evento, em Divinópolis, fortaleceu as ações pela segurança hídrica e apresentou casos de sucesso na conservação de recursos naturais na bacia do São Francisco.

Adriana Francisca da Silva, do IGAM – Instituto Mineiro de Gestão das Águas: “O Programa Produtor de Água permite que o produtor compreenda quais ações são essenciais para conservar o solo e garantir a produção de água”.

 

 

Divinópolis foi palco, nessa segunda-feira (23/06), da oficina “Produzindo Água, Colhendo Vida”, iniciativa que reuniu produtores rurais da região do Alto São Francisco para debater estratégias de conservação hídrica. O encontro foi promovido pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Agronegócios.

 

 

A oficina teve como foco principal apresentar os benefícios e as oportunidades do Programa Produtor de Água, iniciativa da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que incentiva produtores rurais a adotarem práticas sustentáveis em suas propriedades, como a recuperação de áreas degradadas e a proteção de nascentes. A proposta é conservar o solo, garantir a produção de água e recompensar os agricultores por meio de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA).

Durante o evento, representantes do IEF detalharam programas como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o PRA Produzir Sustentável, voltado para a regularização ambiental de imóveis rurais em Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e Área de Uso Restrito (AUR).

PARCERIAS PELA SEGURANÇA HÍDRICA

Para a chefe da Unidade Regional de Gestão das Águas do IGAM no Alto São Francisco, Adriana Francisca da Silva, o evento foi fundamental para alinhar políticas públicas e fomentar parcerias em prol da segurança hídrica regional. “Nosso objetivo é apresentar casos de sucesso e construir um programa que envolva todas as políticas públicas relacionadas ao uso e conservação do solo, como o PRA Produzir Sustentável e o PSA da Semad”, destacou.

A oficina também reforçou o papel de instituições parceiras como a Faemg, a Fiemg, comitês de bacia hidrográfica, Emater e o Ministério Público. A troca de experiências entre os participantes foi apontada como essencial para o aperfeiçoamento do programa em Minas Gerais, onde, desde 2022, há um Acordo de Cooperação Técnica entre Semad, IEF, Igam e ANA para fortalecer a recuperação de áreas estratégicas.

“O Programa Produtor de Água permite que o produtor compreenda quais ações são essenciais para conservar o solo e garantir a produção de água, sendo recompensado de acordo com os resultados alcançados em prol dos recursos hídricos”, finaliza Adriana da Silva.

O encontro representou mais um passo importante no engajamento do setor rural com a agenda ambiental, evidenciando que a produção sustentável é uma ferramenta estratégica para enfrentar os desafios relacionados à escassez hídrica e à preservação ambiental.

CONSERVAÇÃO DE ÁGUA E SOLO

Agencia Nacional de Água instituiu o reconhecimento de programas e projetos de conservação de água e solo no contexto do Produtor de Água

Criado em 2001, o Programa Produtor de Água busca apoiar projetos que contenham ações de conservação de recursos hídricos no meio rural com foco na segurança hídrica, no reconhecimento e no estímulo aos serviços ambientais prestados pelos produtores rurais através das ações de conservação de água e solo em suas propriedades. Em 2024, a ANA – pela resolução 181, ampliou o programa ao instituir o reconhecimento de programas e projetos de conservação de água e solo. O objetivo foi estimular instituições públicas, empresas e organizações da sociedade civil a promoverem iniciativas de conservação de água e do solo.

Proteção e cuidado com os mananciais. (Foto: Raylton Alves)

CONTRAPARTIDAS – As iniciativas deverão utilizar a marca do Programa e a logomarca da ANA para ações de comunicação e publicidade das iniciativas desenvolvidas no contexto do Produtor de Água.

Propriedade rural participante do Projeto Produtor de Água na região do Pipiripau – Distrito Federal – Foto: Raylton Alves

Todos os projetos contam com apoio de diversos parceiros, como prefeituras, comitês de bacias hidrográficas, universidades, ONGs, empresas privadas e instituições públicas. A participação é gratuita e voluntária.

 

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CABO VERDE

A COPA DO MUNDO E O BRASIL

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– “Um dia você vai olhar para trás e descobrirá que cada lágrima financiou sua vitória”. VOZINHA (Josimar José Évora Dias) goleiro de Cabo Verde,como filósofo e influenciador mundial do momento. ”
CABO VERDE está na ordem do dia. Na Europa, França e Bahia. Na Time Square, na rua e na Lua. O que é uma Copa do Mundo de Futebol, heim?
Na sexta Copa do Mundo de 1958, esse mesmo fenômeno de empatia e paixão aconteceu com o Brasil. Imagina que na recepção oficial dos 13 países participantes da Copa-6, em Estocolmo, o Comitê Organizador da FIFA simplesmente errou ao hastear a bandeira brasileira. Sim, a bandeira do Brasil – hoje cantada em prosa e verso – não estava lá. Pior: mesmo com o protesto e muita reclamação de Zagallo e do Mário Trigo, o coordenador da FIFA na Copa, Bengt Agren, levou os dois até o local onde estavam as bandeiras e mostrou, assim, com ar de autoridade:
– Está vendo? Olha aí vossa bandeira…
Era a bandeira de Portugal. Mário Trigo e Zagallo foram buscar uma enciclopédia Delta-Larousse para provar qual era a verdadeira bandeira do Brasil. Aí foi que Embaixada do Brasil na Suécia teve que entrar na historia para que a bandeira brasileira pudesse tremular em terras suecas.
Pois bem, a Copa terminou com show de Garrincha e Pelé e o mundo enrolado na bandeira do Brasil, cantando loas à Seleção Brasileira.
Pois bem, 68 anos depois, na COPA 23, CABO VERDE, por motivos diferentes, virou o queridinho da Europa, França e Bahia… do Brasil e do Mundo. E VOZINHA (Josimar Évora Dias) incorporou os mitos Garrincha e Pelé.
CABO VERDE: O QUE TEM A VER
O PAÍS DE VOZINHA COM O BRASIL?
Em abril de 2024, aportei na cidade de Praia, Capital de Cabo Verde. Como foi bom e prazeroso visitar Cabo Verde.
O país é um arquipélago de 10 ilhas. Cabo Verde, além de ser um dos nove países que falam o Português, tem duas referências fortes em relação ao Brasil. Uma delas com Brasília.
Depois de um dia em PRAIA, na Ilha Santiago, fui para Mindelo, a cidade cultural, que fica na Ilha São Vicente.
Cabo Verde foi a referência para definir a linha de demarcação do Tratado de Tordesilhas.
O Tratado foi assinado por Portugal e Espanha em 7 de junho de 1494 e ratificado em 5 de setembro do mesmo por D. João II de Portugal e Fernando II de Aragão. Ele estabelecia que as terras descobertas e as terras a descobrirem, nas Américas, deveriam obedecer um meridiano traçado a 370 léguas da ilha de Santo Antão (Cabo Verde). A OESTE do meridiano, as terras pertenceriam ao Reino de Castela (Espanha) e a LESTE ao Reino de Portugal.
O meridiano está, por assim dizer, numa linha reta de Belém do Pará até Laguna, em Santa Catarina.
Quem é de Brasília sabe que esse meridiano do Tratado de Tordesilhas passava a menos de 100km do DF, bem perto de Cacalzinho.
Os originais de cada idioma encontram-se depositados no Archivo General de Índias, na Espanha, e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
Voltando à Copa do Mundo vale dizer: a Argentina venceu o jogo entrando para as Oitavas de Final e CABO VERDE também venceu entrando para a História.
O SUCESSO DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO NINGUÉM ESQUECE.
VIVA CABO VERDE!
FOTOS:
1) A pedido da FFIFA, Cabo Verde foi o primeiro país a dar o nome de REI Pelé ao seu estádio de futebol. (Seria o sucesso de Cabo Verde na Copa o primeiro milagre do Rei?)
2) Visitando Mindelo, terra da cantora Cesarea Évora, aliás também a terra natal do goleiro VOZINHA – Josimar Évora Dias.
3) VOZINHA – depois da atuação na Copa tem emprego com bom salário garantido.

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BioTech XP reúne público no Planetário de Brasília

Confirma nova edição no Pátio Brasil com mais de 40 horas de atrações

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Brasília recebeu nesta semana a festa de lançamento da BioTech XP no Planetário de Brasília, em um evento que combinou ciência, tecnologia e experiências imersivas voltadas ao público jovem e às famílias. A programação movimentou o espaço com atividades interativas, palestras e atrações que transformaram o ambiente em um grande laboratório de descobertas.

Entre os destaques da edição no Planetário estiveram os simuladores de realidade virtual de montanha-russa e asa-delta, que proporcionaram uma experiência sensorial de alta imersão aos visitantes. As atrações chamaram a atenção do público pela proposta de aproximar ciência e tecnologia de forma prática e acessível.

O evento também contou com a participação do Einstein Jr., que apresentou conteúdos de biologia e ciência de maneira dinâmica e interativa, despertando a curiosidade dos participantes e incentivando o aprendizado por meio da experimentação. A proposta central da BioTech XP foi justamente apresentar a ciência sob uma nova perspectiva, mais lúdica e conectada ao cotidiano.

De acordo com a organização, a receptividade do público reforça a consolidação do projeto como uma iniciativa de divulgação científica voltada para novas gerações, unindo educação, entretenimento e inovação em um mesmo ambiente.

Com o sucesso da estreia, a BioTech XP já tem nova edição confirmada no Pátio Brasil Shopping. O evento contará com mais de 40 horas de programação, incluindo experiências imersivas, atividades educativas e novas atrações voltadas à ciência e tecnologia, ampliando ainda mais o alcance da proposta.

A iniciativa reforça a expansão do projeto no Distrito Federal e a intenção de levar conteúdos científicos de forma acessível e envolvente a diferentes públicos, mantendo a experiência como elemento central da jornada do visitante.

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Assim nasceu

BRASILIA

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Pela primeira vez, graças a JK, levou-se um Planejamento urbanístico sério. Mesmo com todo rigor de um plano diretor, depois de 67 anos, houve desvirtuamentos… afinal, isso aqui é Brasil.
Vale a pena assistir a este vídeo

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