Reportagens
DF cria Centro de Inteligência Artificial e se torna referência nacional em inovação em gestão pública
Projeto de pesquisa foi implementado para automatizar e acelerar a eficiência na prestação de serviços em áreas como saúde, educação e segurança pública
Por
Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares
O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo importante rumo à modernização na gestão pública. Com financiamento da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), foi estruturado o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), colocando a capital federal como referência quando o assunto é inovação. O projeto de pesquisa é considerado a primeira infraestrutura de alto desempenho em inteligência artificial (IA) dentro do governo, com o objetivo de automatizar projetos em áreas estratégicas do Executivo local, como saúde, educação e segurança pública.
A proposta é oferecer um espaço compartilhado para órgãos do governo, instituições acadêmicas e setor produtivo, permitindo que pesquisadores, servidores e startups desenvolvam soluções de impacto social. O modelo prevê credenciamento por meio de projetos, avaliados por critérios como relevância para a gestão pública, viabilidade técnica e resultados esperados para a população.
Até agora, já foram investidos cerca de R$ 400 mil em infraestrutura e equipamentos, com previsão de R$ 800 mil até o fim de 2025, e R$ 6 milhões adicionais em dois anos. A expectativa é executar mais de 10 projetos-piloto nos primeiros 12 meses de operação, além de capacitar 300 profissionais e firmar ao menos 15 parcerias formais com universidades, centros de pesquisa e empresas.
“Ter um centro integrado de inteligência artificial dentro do governo significa trazer a ciência e a tecnologia para dentro das políticas públicas. Isso nos permite planejar e executar estratégias com base em dados concretos, desenvolver soluções ágeis e inovadoras e, ao mesmo tempo, garantir mais eficiência e economia aos cofres públicos. Com o CIIA, será possível transformar inovação em benefício direto para o cidadão”.
Marco Antônio Costa Júnior, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF
A meta central do CIIA é usar a inteligência artificial não apenas para aumentar a eficiência administrativa, mas também para democratizar o acesso a serviços públicos de qualidade. Nos próximos três anos, o objetivo é gerar R$ 15 milhões em economia de recursos, criar mais de 20 startups e colocar em produção pelo menos 30 soluções de IA.
“Para a população, são inúmeros os benefícios. Primeiro, na questão do treinamento porque conseguimos disponibilizar competências sobre o uso da inteligência artificial por meio de capacitação de educadores e também da população em geral, com cursos oferecidos dentro da plataforma ou no site do CIIA. Além disso, de forma mais pontual, as soluções em desenvolvimento, por exemplo nas áreas de saúde e educação, vão melhorar os serviços públicos, reduzindo o tempo de espera e melhorando o atendimento”, esclareceu o professor da Universidade do DF e coordenador do centro, Ricardo Sampaio.
Mais eficiência na gestão pública
Na saúde, o sistema RegulaSense reduziu em 60% o tempo de análise de encaminhamentos médicos no SUS, acelerando o acesso de pacientes a consultas e exames. Na educação, um sistema de auditoria inteligente do Cartão PDAF prevê cortar em 70% o tempo de detecção de irregularidades no uso dos recursos. Na segurança, estão em desenvolvimento iniciativas de análise preditiva e otimização de recursos policiais.
Além dos projetos em andamento, o CIIA já mapeou 20 desafios em secretarias do GDF, firmou 15 parcerias com instituições de ensino e disponibilizou 5 mil licenças de capacitação em tecnologia da informação e IA para a população, além de mil licenças específicas para professores.
Tecnologia em benefício da população
O Laboratório Multiusuário do CIIA funciona em modelo multiusuário, com base em créditos computacionais com três níveis de prioridade — estratégica, acadêmica e experimental. A estrutura inclui um sandbox ético de IA — quando os algoritmos de inteligência artificial podem ser utilizados em condições adequadas —, para garantir transparência e segurança nos testes, além da integração com os Núcleos de Inteligência Artificial (NIAs) setoriais, que aplicam soluções diretamente em áreas como saúde, educação, segurança e justiça.
Segundo a equipe técnica, o processo de desenvolvimento envolve desde a identificação de problemas específicos até a implementação prática da solução, sempre acompanhado por especialistas que oferecem suporte desde dúvidas básicas até consultoria avançada.
“O projeto tem cerca de 80 pessoas e, em cada núcleo, de três a quatro professores, e seis a sete alunos. Hoje temos parceria com universidades públicas e privadas do DF, que entram com o corpo técnico de pesquisadores e alunos no desenvolvimento das soluções. Também temos parceria com Sebrae, Senai e Senac, que ajudam na capacitação e treinamento para a indústria, o comércio e o empreendedorismo”, acrescentou o professor Ricardo Sampaio.
DF na vanguarda
Criado em maio de 2023, o Centro de Inteligência Artificial do DF se consolidou como centro estratégico da política de IA no governo local. Combinado ao Laboratório Integrado de Inteligência Artificial (LIA) e aos NIAs setoriais, o modelo busca posicionar Brasília como referência em GovTech no Brasil.
O DF se destaca porque é o único ente federativo do país a contar com um centro integrado de inteligência artificial dentro da própria estrutura governamental, responsável não apenas por traçar diretrizes e orientações sobre o tema, mas também por implementar soluções concretas na prática, em benefício direto da população.
“Temos várias iniciativas parecidas no país, mas em termos de centro de inteligência artificial do governo, o DF é pioneiro. Normalmente, as que existem em outros estados estão dentro da academia. Aqui, por ser um centro do governo, conseguimos articular a tríplice hélice: a academia desenvolvendo soluções com sua competência, o governo aplicando diretamente em suas demandas e o setor produtivo sendo apoiado, inclusive com contratações simplificadas. Assim, aumentamos a eficiência da máquina pública e estimulamos o desenvolvimento do ecossistema local”, arrematou o professor Ricardo Sampaio.
Reportagens
CLDF publica diretrizes da Revista Parlamento e Cidadania e de prêmio para artigos científicos
Foto: Carolina Curi/ Agência CLDF
A Revista Parlamento e Cidadania foi lançada em 2024
O Diário da Câmara Legislativa traz nesta sexta-feira (28) a Resolução 363/2025, que estabelece as normas de funcionamento da Revista Parlamento e Cidadania (RPC) e institui o Prêmio Câmara Legislativa de artigos científicos. As ações buscam fortalecer a relação entre o Poder Legislativo e a sociedade civil, atuando como canais de promoção e difusão de produção acadêmica de interesse para o Poder Legislativo e a população do DF.
A Revista Parlamento e Cidadania foi lançada em 2024, no entanto, agora passa a ter seu funcionamento amparado normativamente. O periódico técnico-científico tem periodicidade anual, traz artigos inéditos e opera totalmente em formato eletrônico.
A revista aborda temas de destaque na Casa, como políticas públicas, processo legislativo, memória do Legislativo e estudos comparados sobre o Parlamento. Para garantir a qualidade e o ineditismo, todos os artigos submetidos – tanto os escritos por autores internos quanto externos – serão revisados por pareceristas por meio do sistema duplo-cego.
O Comitê Editorial da Revista Parlamento e Cidadania compõe-se por, ao menos:
I – 1 servidor efetivo da Unidade de Redação Parlamentar, Estudos e Pesquisas Legislativas – URP, o qual atua como coordenador do Comitê;
I – 1 servidor efetivo da Biblioteca Paulo Bertran – Sebib, o qual atua como vicecoordenador do Comitê;
III – 2 servidores efetivos da Consultoria Legislativa – Conlegis, entre os lotados nas Unidades;
IV – 1 servidor efetivo do Gabinete da Terceira Secretaria – GTS;
V – 1 servidor efetivo da Diretoria de Comunicação Social – Dicom;
VI – 1 servidor efetivo da Consultoria Técnico-Legislativa de Fiscalização, Controle, Acompanhamento de Políticas e Contas Públicas e Execução Orçamentária – Conofis.
Prêmio CLDF
Para além da normatização da Revista Parlamento e Sociedade, a Resolução 363/2025 cria o Prêmio Câmara Legislativa de Artigos Científicos, um concurso anual desenhado para estimular a produção de conhecimento, observadas as competências constitucionais do Distrito Federal e a repercussão na realidade local.
O Prêmio funcionará com alternância de temas em cada edição e oferecerá premiação em dinheiro para os três primeiros colocados. O edital de cada edição definirá o tema, os valores das premiações e os prazos, podendo, inclusive, conceder menções honrosas.
A gestão da Revista e do Prêmio ficará a cargo do Comitê Editorial da Revista Parlamento e Cidadania. O comitê será composto por servidores efetivos de unidades estratégicas da Casa (como Redação Parlamentar, Biblioteca, Consultorias e Comunicação) e terá como atribuições elaborar a política editorial, coordenar o fluxo de submissão da Revista e preparar os editais do Prêmio, incluindo o recrutamento de avaliadores externos com notória especialização.
Bruno Sodré – Agência CLDF
Reportagens
Última turma do Pontes para o Mundo retorna ao Brasil após três meses no Reino Unido
Grupo de 19 alunos desembarcou em Brasília neste domingo (7), em um reencontro marcado por emoção
Agência Brasília* | Edição: Carolina Caraballo
A estudante Maria Fernanda Caldeira, de 17 anos, estava entre os 19 jovens que retornaram à capital na manhã deste domingo (7), após três meses de intercâmbio pelo programa Pontes para o Mundo. Emocionada, ela e os colegas viajantes falaram sobre suas experiências no exterior, os estudos e a saudade do Brasil. O reencontro com familiares e amigos foi acompanhado pela secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá.
Apaixonada por dança e estudante do renomado NPTC Group of Colleges, no Reino Unido, Maria Fernanda contou que o período longe de casa trouxe amadurecimento, novas amizades e uma convivência calorosa com a família anfitriã. “Enquanto eu estava vivendo lá, parecia que o tempo passava devagar, por causa da saudade; mas agora, olhando para trás, sinto como se os três meses tivessem voado. Fiz amizades incríveis, especialmente na aula de dança, e minha host family me acolheu de um jeito leve e divertido. A gente passava horas conversando, criando uma rotina que fez toda a diferença. Foi uma experiência que eu vou levar para a vida”, disse.
A jovem destacou que a vivência ampliou seus horizontes pessoais e acadêmicos, enquanto sua mãe, Luciana Caldeira, acompanhava tudo a distância, com o coração apertado, mas tranquila por saber que a filha estava feliz e bem acolhida. “A Maria Fernanda já viaja muito por causa das competições de dança, então conseguimos lidar bem com a distância, apesar da saudade. Falávamos praticamente todos os dias por vídeo, e ver a felicidade dela lá fora deixava meu coração em paz. Se depender de mim, ela volta para estudar no exterior amanhã; eu apoio de olhos fechados”, afirmou.
Reencontro
O retorno dos estudantes trouxe clima de festa ao Aeroporto Internacional de Brasília, com famílias e amigos à espera, cartazes, flores e muitos abraços. Entre eles estava Jairo Santos, pai de Ana Clara, 16 anos, que acompanhou a distância os três meses da filha na Inglaterra. Protetor, ele admitiu que a preocupação deu lugar ao orgulho ao ver o amadurecimento da jovem, que enfrentou desafios, cuidou de si e voltou para casa mais independente.
“No começo, bate aquela preocupação de pai protetor, né? A gente fica longe, sem saber o que pode acontecer. Mas, ao mesmo tempo, era o sonho dela, e com sonho a gente não brinca. Ela se dedicou, estudou e conquistou essa oportunidade pelo próprio mérito. Ver que conseguiu se virar, até quando ficou doente, me enche de orgulho.”
Entre os estudantes que viveram intensamente os três meses de intercâmbio está Igor Pereira dos Santos, 17, que realizou o programa no País de Gales. Ele contou que a experiência e a convivência com a família anfitriã foram marcantes e transformadoras. “Ficar no País de Gales foi uma das melhores experiências da minha vida. Minha host family me acolheu como se eu fosse da família e me ensinou a olhar o mundo de um jeito mais amplo. Os estudos também fizeram muita diferença, porque pude conhecer outras formas de aprender e me desafiar. Quero muito voltar para continuar meus estudos lá. Esse intercâmbio abriu portas que eu nem imaginava”, declarou.
Para Hélvia Paranaguá, a volta da última turma simbolizou o fechamento de um ciclo vitorioso. “A chegada dessa última turma simboliza o encerramento de um ciclo muito vitorioso. Acompanhar o desembarque e ouvir cada estudante sobre sua experiência no exterior é gratificante e mostra que o programa funciona e vale a pena. Estou muito feliz”, afirmou.
A secretária falou ainda sobre os próximos passos do Pontes para o Mundo: “O programa é um verdadeiro sucesso. Estamos trabalhando para que, em 2026, mais alunos possam vivenciar essa experiência. Nossa meta é ampliar o número de participantes, passando dos atuais 101 para 400 alunos, e não apenas no Reino Unido, mas também em outros países, como Espanha, Canadá e Japão. Ano que vem traremos mais detalhes. Vai ser incrível”.
O Pontes para o Mundo é um programa de intercâmbio educacional executado pela Secretaria de Educação (SEEDF), que oferece a estudantes da rede pública do DF a oportunidade de vivência internacional. A primeira edição ocorreu entre setembro e dezembro de 2025, no Reino Unido, onde os alunos selecionados foram direcionados para diferentes colleges na Inglaterra, País de Gales e Escócia. Para transformar a iniciativa em um programa permanente, a pasta encaminhará um projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
*Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
Reportagens
Mercado financeiro eleva projeção do PIB para 2,25% em 2025
Previsão da inflação caiu para 4,4% este ano
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,16% para 2,25%. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,78% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,84% e 2%, respectivamente.
Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.
A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.
Inflação
Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,43% para 4,4% este ano.
Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,17% para 4,16%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.
Pela quarta semana seguida, a previsão foi reduzida, após a divulgação do resultado da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o IBGE. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação foi de 0,56%.
Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.
Na próxima quarta-feira (10), o IBGE divulga o IPCA de novembro.
Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início do mês passado.
No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.
Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. No Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão altos por bastante tempo.
O Copom faz a última reunião do ano nesta terça (9) e quarta-feira (10), e a estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.
Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
-
Artigos3 meses ago23 de setembro dia de Padre Pio
-
Artigos4 meses agoO ADEUS JK
-
Artigos3 meses agoJackson Rangel, jornalista capixaba com mais de 40 anos de carreira
-
Artigos3 meses agoSÃO LOURENÇO: UM MEMORIAL PARA A CIDADE
-
Artigos4 meses agoRio Innovation Week discute tendências e soluções globais até sexta
-
Reportagens4 meses agoCLDF comemora 47 anos da Associação dos Servidores da Terracap
-
Reportagens2 meses agoGDF leva Harlem Globetrotters a Ceilândia em ação social com estudantes
-
Reportagens2 meses agoTV Brasil e Canal Gov transmitirão Círio de Nazaré neste domingo
