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Parceria do Iphan e CCBB tem atividades de educação patrimonial

Uma das metas é a preservação do patrimônio cultural

 

Cristina Índio do Brasil

 

A educação patrimonial está no centro do encontro Iphan e CCBB: patrimônio e territórios. Um dos debates é em torno do edital baseado no desenvolvimento de projetos educativos que levem ao reconhecimento, valorização e preservação do Patrimônio Cultural brasileiro. Os debates começaram nessa quarta-feira (27), no Rio de Janeiro, prosseguem hoje e terminam no dia 1º de setembro.

Segundo o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, foram habilitadas 72 propostas de Organizações da Sociedade Civil (OSC) e entidades públicas de todas as esferas com valores entre R$ 200 mil e R$ 250 mil. Dessas propostas, 15 projetos têm investimentos imediatos. No total, o edital – lançado em 10 de agosto de 2023 – dispõe de R$ 2 milhões.

“Alguns [projetos] a gente tem conseguido articular [para] que as prefeituras e governos estaduais apoiem. Há outros que estão indo por emenda parlamentar, os parlamentares resolveram estimular e viabilizar e outros a gente está tentando fazer por meio da Lei Rouanet, mas via Orçamento Geral da União, com investimentos diretos, são os 15”, informou Leandro Grass em entrevista à Agência Brasil.

Ele acrescentou que a maioria dos 15 projetos está sendo executada e outros já foram concluídos. “Tem um no Distrito Federal bem interessante, no Paranoá, que é um inventário participativo, em que a comunidade passa a indicar o referencial do que para ela é patrimônio, a gente faz oficinas e tem produção de materiais. Tem coisas diferentes acontecendo no Brasil inteiro”, afirmou.

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Seleção

Todos os projetos receberam uma pontuação e entre os cinco maiores estão o Centro de Folclore e Arte Popular de Caxias, no Maranhão, seguido da Associação Cultural Jornada Literária do Distrito Federal; da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco; do Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e da Associação de Resistência Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango, de Belo Horizonte.

Na programação do encontro está prevista a apresentação do Projeto Corpo Morada– Inventários e Educação Patrimonial nas favelas da Leopoldina.

Grass destacou, ainda, o projeto do Iphan denominado Casas de Patrimônio, que estava interrompido e foi retomado.

As casas são usadas para a preparação de espaços físicos destinados ao desenvolvimento de oficinas e realização de atividades da sociedade civil. Segundo ele, algumas unidades do Iphan estão sendo adotadas como Casa do Patrimônio e há ainda alguns escritórios técnicos para atender comunidades e disponibilizar atividades múltiplas relacionadas a patrimônio cultural e educação.

Parceria

“A gente tem um desafio, em primeiro lugar, de envolver a sociedade na preservação de bens culturais, de tê-la como parceira. Quando eu falo em sociedade é desde o indivíduo cidadão comum, que precisa entender a importância do patrimônio, passando por figuras, entidades, atores e responsáveis por espaços e áreas tombadas. Digo, por exemplo, da responsabilidade das paróquias, de pessoas da sociedade civil encarregadas de fazer a gestão de equipamentos culturais, também de bens tombados e acima de tudo, envolver as entidades que atuam também na preservação de patrimônio e que têm relação com os territórios”, assegurou.

Além disso, Leandro Grass apontou a necessidade de envolvimento do poder público municipal e estadual já que o patrimônio cultural não é uma tarefa exclusiva da União e, segundo a Constituição, é uma competência concorrente.

“Portanto, se não tiver o pacto federativo em torno do patrimônio fica muito difícil apenas com investimentos do governo federal darmos conta da demanda que temos em relação, por exemplo, a conservação e restauro, entre outros”, afirmou.

Patrimônio cultural

O presidente do Iphan ressaltou ainda a importância do papel dos órgãos de controle com os quais ele tem conversado, principalmente o Ministério Público Federal. “O controle externo tem que ser também um aliado nessa preservação, ou seja, não basta judicializar as questões, temos que encontrar meios comuns, meios colaborativos para conseguir responder às necessidades da população, responder ao patrimônio cultural preservado”, assegurou.

Grass disse, também, que a intenção de realizar o encontro Iphan e CCBB: patrimônio e territórios é a de apresentar algumas ferramentas que o Iphan tem adotado, especialmente de criação de normas mais flexíveis para centros históricos e de mostrar também a atuação em investimentos.

“Temos hoje pelo PAC – Programa Aceleração de Crescimento – investimentos de R$ 700 milhões em 144 obras. Além dos projetos que estão sendo contratados, temos o Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça que o Iphan é um dos executores e que de onde tem vindo volume muito alto de recursos para a preservação do patrimônio cultural”, indicou, acrescentando o estímulo que o órgão tem dado aos municípios para aplicar recursos na preservação do patrimônio cultural, por meio da Lei Aldir Blanc.

“Somando tudo isso, já é bastante coisa, mas ainda não é o suficiente. Nós temos um acordo de cooperação firmado com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil que visa criar um sistema de acompanhamento e orientação para arquidioceses, dioceses, ordens e congregações religiosas para que elas também assumam responsabilidade na preservação desses patrimônios”, assegurou.

Abduzido, obra inédita feita para a exposição OSGEMEOS: Nossos segredos, dos irmãos Gustavo e Otavio Pandolfo, no CCBB Rio de Janeiro, centro da cidade.
Iphan e CCBB firmaram parceria para celebrar Mês do Patrimônio – foto – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Estímulos

Em nível municipal, há boas experiências desenvolvidas no Rio de Janeiro, Recife e Salvador, cidades consideradas por ele como instrumentos de gestão territorial para estimular investimentos.

Entre os mecanismos utilizados pelos municípios estão o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) progressivo e a aplicação no estatuto das cidades do direito de construir para os empreendedores destinarem recursos a áreas tombadas.

“Algumas prefeituras têm estimulado quem resolve investir e comprar imóvel no centro histórico, por exemplo, a não pagar IPTU ou, às vezes, pagar menos. O valor venal dos imóveis, a taxa de cobrança para imóveis históricos, geralmente, tem sido menor por parte de algumas prefeituras. Uma coisa que Salvador vem adotando é o chamado crédito tributário. Se você investe uma certa quantia em um imóvel no centro histórico, metade do que investiu retorna para você em crédito. Pode-se utilizar o crédito tributário não só em IPTU, mas em outro tipo de tributo como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e no abatimento de ISS (Imposto sobre Serviços). Dessa forma tem conseguido estimular muita gente a botar dinheiro no centro histórico”, concluiu Grass.

Grátis

A entrada para o encontro Iphan e CCBB: patrimônio e territórios é gratuita e a retirada do ingresso é feita na bilheteria  do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, no centro da cidade, onde as atividades ocorreram nessa quarta-feira (27), e seguem amanhã e na segunda-feira (1º).

A parceria do Iphan e do CCBB RJ, que é parte da celebração do Mês do Patrimônio, comemorado em agosto, foi organizada pela equipe da Coordenação-Geral de Educação, Formação e Participação Social (Cogedu) do Departamento de Articulação, Fomento e Educação (Dafe) do instituto. A programação inclui, ainda, roda de conversa, palestra, caminhada cultural em torno do CCBB, oficina sobre educação patrimonial e o minicurso Arquivos patrimoniais: desafios e oportunidades.

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Rádio Nacional terá programação especial em homenagem ao Dia das Mães

Programas Natureza Viva e Ponto de Encontro vão ao ar no domingo (10)

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EBC

 

Rádio Nacional apresenta, neste domingo (10), uma programação especial em homenagem ao Dia das Mães. Das 9h às 10h, o Natureza Viva, apresentado e produzido por Mara Régia, celebra a maternidade com uma homenagem às árvores, consideradas “mães da floresta”. Em seguida, das 10h às 12h, o Ponto de Encontro, apresentado por Pedro Pontes, abre espaço para mensagens, recados e homenagens de ouvintes às mães. As edições serão transmitidas na Rádio Nacional da Amazônia (11.780KHz e 6.180KHz OC), Rádio Nacional do Alto Solimões (FM 96,1 MHz), Rádio Nacional de Brasília (AM 980 Khz) e emissoras parceiras.

O especial do Natureza Viva terá entrevista com Jota Barbosa, fotógrafo, produtor cultural e que realiza visitas guiadas na cidade de Afuá, na Ilha do Marajó, no Pará. Ele vai falar sobre uma sumaúma que chama a atenção pelo porte e pela importância simbólica para quem visita a região. A árvore tem uma altura comparada à do maior prédio da capital do Amapá e é apelidada de “Muralha da Amazônia”, com aproximadamente 60 metros de altura e raízes expostas de grande porte.

A programação também contará com a participação do cantor e compositor Nilson Chaves, que vai apresentar um repertório musical em homenagem às mães da Amazônia. O especial reúne ainda outras vozes ligadas à natureza e à defesa ambiental, entre elas Antônia Oliveira, que vive em Carlinda, em Mato Grosso, no assentamento denominado Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS).

Na sequência, o Ponto de Encontro reforça a tradição de interação com o público. A atração recebe mensagens de ouvintes que desejam prestar homenagens, retomar contatos ou simplesmente enviar uma saudação especial às mães. Os interessados poderão participar pelo WhatsApp da Rádio Nacional da Amazônia, no número (61) 99674-1568, pelo contato direto com o estúdio da Rádio Nacional, no telefone (61) 3799-5470, ou ainda pela Ouvidoria da EBC.

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No ar de segunda a domingo, das 10h às 12h, o Ponto de Encontro reúne recados, músicas e histórias compartilhadas pelos ouvintes. Ao longo da trajetória, o programa já registrou relatos de reencontros, novas amizades, casamentos e mensagens que aproximam pessoas em diferentes regiões do país.

Sobre a Rádio Nacional

A emissora pública faz 90 anos em 2026. A marca está na história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de JaneiroRádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FMRádio Nacional do RecifeRádio Nacional de São LuísRádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.

Serviço

Natureza Viva Especial – Dia das Mães
Domingo (10), a partir das 9h, no horário de Brasília (DF), nas seguintes emissoras: Rádio Nacional da Amazônia (11.780KHz e 6.180KHz OC), Rádio Nacional do Alto Solimões (FM 96,1 MHz), Rádio Nacional de Brasília (AM 980 Khz) e parceiras.

Ponto de Encontro Especial – Dia das Mães
Domingo (10), a partir das 10h, no horário de Brasília (DF), nas seguintes emissoras: Rádio Nacional da Amazônia (11.780KHz e 6.180KHz OC), Rádio Nacional do Alto Solimões (FM 96,1 MHz), Rádio Nacional de Brasília (AM 980 Khz) e parceiras.

Rádio Nacional na internet e nas redes sociais

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WhatsApp Nacional

– Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201
– Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536
– Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568
– Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966

Saiba como sintonizar a Rádio Nacional

Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz
São Paulo: FM 87,1 MHz
Recife: FM 87,1 MHz
São Luís: FM 93,7 MHz
Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC
Alto Solimões: FM 96,1 MHz
Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

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Dia da Mulher Sambista será celebrado em sessão solene na CLDF

Responsável pela iniciativa, a deputada Doutora Jane (Republicanos) destacou a importância da data como forma de reconhecimento

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Foto: Andressa Anholete / Arquivo Pessoal

Dona Ivone Lara se apresentou pela última vez em Brasília em 14 de setembro de 2015, durante o projeto Flores em Vida que homenageou grandes nomes do samba

Na próxima sexta-feira (8), às 19h, o Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebe sessão solene em homenagem ao Dia da Mulher Sambista. A data, comemorada oficialmente no dia 13 de abril, marca o nascimento de Yvonne Lara da Costa (1922–2018), conhecida como Dona Ivone Lara, considerada uma das principais referências do samba no Brasil.

Dona Ivone Lara foi a primeira mulher a assinar um samba-enredo no carnaval carioca, em 1965, e integrou a ala de compositores da escola de samba Império Serrano. Responsável pela iniciativa, a deputada Doutora Jane (Republicanos) destacou a importância da data como forma de reconhecimento da mulher como “força artística, resistência histórica e contribuição para a identidade cultural” no Distrito Federal e no Brasil.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

“Trata-se de homenagem justa a mulheres que, com talento, sensibilidade e coragem, mantêm viva uma tradição que celebra memória, ancestralidade, pertencimento e alegria popular”, afirmou.

A sessão poderá ser acompanhada pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 9 da Vivo, além do canal oficial da CLDF no YouTube.

 

 

Ágata Vaz (sob supervisão de Noelle Oliveira)

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Turismo arrecada mais de R$ 90 milhões em 2025 e impulsiona o desenvolvimento de Brasília

No Dia Nacional do Turismo, capital federal registra crescimento acima da média nacional, conquista reconhecimento no turismo de negócios e fortalece setores como eventos, hotelaria, gastronomia e cultura com geração de emprego e renda

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

 

O turismo é hoje um dos pilares da economia do Distrito Federal, movimentando uma ampla cadeia produtiva que envolve hotelaria, gastronomia, transporte, comércio e eventos. Em 2025, o setor arrecadou mais de R$ 90 milhões em Imposto sobre Serviços (ISS), refletindo sua importância direta na geração de receitas e no fortalecimento da economia local.

Além disso, o turismo é um importante gerador de empregos. De acordo com dados da Embratur, em 2025 foram registradas 59.786 admissões e 56.480 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 3.306 novos postos de trabalho no setor. O impacto vai ainda além: estimativas da Organização Mundial do Turismo e do World Travel & Tourism Council indicam que, para cada emprego direto gerado no turismo, entre 1,5 e 2 empregos indiretos ou induzidos também são criados, ampliando significativamente o alcance do setor na economia.

O crescimento do turismo em Brasília também chama atenção. Em 2025, a capital registrou um aumento de 62% no número de turistas internacionais, bem acima da média nacional de 37%, alcançando a marca recorde de cerca de 110 mil visitantes estrangeiros. Entre os principais países emissores estão Estados Unidos, Portugal, Argentina, Peru e Panamá. No turismo doméstico, mais de 1,1 milhão de visitantes passaram pelo DF, vindos principalmente de estados como São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

Esse fluxo de visitantes é atraído por uma diversidade cada vez maior de experiências. Além dos tradicionais cartões-postais do eixo cívico e arquitetônico, como o Congresso Nacional do Brasil e a Catedral Metropolitana de Brasília, a cidade se destaca por opções de lazer e natureza, como o Lago Paranoá e a Ermida Dom Bosco. Novos atrativos também ganham protagonismo, como a Casa de Chá, que já recebeu mais de 250 mil visitantes em pouco mais de um ano, além de rotas turísticas segmentadas, como a Rota do Queijo e circuitos de cicloturismo.

A agenda de eventos é outro motor fundamental do turismo no DF. Em 2025, Brasília recebeu grandes atrações internacionais como Katy Perry, Linkin Park, Imagine Dragons e Guns N’ Roses, além de importantes nomes da música brasileira, como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Thiaguinho. Eventos de grande porte também movimentaram a cidade, como a Supercopa do Brasil de 2026, com público de 71 mil pessoas, e encontros religiosos que reuniram até 80 mil participantes.

A diversificação da oferta turística tem ampliado o potencial do destino, com investimentos em segmentos como ecoturismo, turismo gastronômico, turismo rural e turismo de experiência. A Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) disponibiliza, inclusive, rotas segmentadas que conectam visitantes a diferentes vivências no território.

 

A infraestrutura acompanha esse crescimento. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, houve aumento de 8,12% na Receita por Apartamento Ocupado (RevPAR) em 2025. O setor também passa por modernizações importantes, como o projeto de requalificação dos setores Hoteleiros Norte e Sul e a ampliação do Brasília Palace Hotel, ícone da arquitetura modernista projetado por Oscar Niemeyer, que deverá ganhar cerca de 150 novos leitos.

Outro destaque é a conectividade aérea. O Aeroporto Internacional de Brasília está entre os cinco mais importantes do país e foi considerado o segundo aeroporto mais pontual do mundo em sua categoria. Em 2025, mais de 16,7 milhões de passageiros passaram pelo terminal, que conta com voos diretos para destinos como Lisboa, Miami, Buenos Aires, Lima e Santiago, conectando Brasília ao Brasil e ao mundo.

Brasília também conquista reconhecimento nacional pela excelência no turismo. Recentemente, a capital federal foi reconhecida como um dos melhores destinos de negócios do país no prêmio O Melhor do Turismo Brasileiro, promovido pelo jornal Estadão. A cidade conquistou o segundo lugar na categoria “Destino de Negócios”, ao lado de importantes centros urbanos, como São Paulo e Curitiba.

A diversificação da oferta turística tem ampliado o potencial do destino, com investimentos em segmentos como ecoturismo, turismo gastronômico, turismo rural e turismo de experiência

A premiação, realizada em Foz do Iguaçu, reconhece iniciativas e destinos que contribuem para o desenvolvimento e a qualificação do turismo brasileiro. Brasília também teve destaque na categoria “Aeroporto”, com o Aeroporto Internacional de Brasília figurando como o melhor do país, reforçando a infraestrutura estratégica da capital para o turismo de negócios e eventos.

O turismo esportivo também ganha força com a retomada do Autódromo de Brasília. A expectativa é receber 54 eventos, incluindo grandes competições como a Stock Car, ampliando ainda mais o calendário esportivo da capital. Para o secretário de Turismo interino, Bernardo Antunes, o momento é de consolidação e crescimento. “O turismo é uma das grandes forças da nossa economia. Ele gera emprego, movimenta diversos setores e posiciona Brasília como um destino cada vez mais competitivo. Temos investido na diversificação da oferta, na qualificação da infraestrutura e na promoção do destino. Os resultados mostram que estamos no caminho certo, com crescimento acima da média nacional e reconhecimento cada vez maior no cenário internacional”, afirma.

Neste Dia Nacional do Turismo, Brasília celebra não apenas números expressivos, mas um setor que conecta pessoas, transforma realidades e projeta a capital como um destino completo, que une arquitetura, cultura, natureza, eventos e experiências únicas.

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