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Os bytes e a felicidade


Silvestre Gorgulho


Durante recente congresso de informática, alguém usou um supercomputador para mostrar a explosão de bytes produzida pelo Homem: dos desenhos nas cavernas até 1999, a humanidade produziu cerca de 12 bilhões de gigabytes de informações. Agora bastaram três anos – 2001 a 2003 – para que se produzissem mais de 20 bilhões de gigabytes. Isso significa que em menos de mil dias o Homem produziu e armazenou mais informações do que durante toda a sua existência na humanidade na Terra.


É a explosão da informação, devidamente guardada em dados, provocando a explosão do conhecimento. Como a principal coisa na vida é o uso do conhecimento e ter a informação que gera o conhecimento é ter o poder, o Homem vai chegando cada vez mais perto dos Céus. Faz máquinas que produzem e que destroem, inventa produtos para o bem e para o mal, produz remédios que salvam e que matam, desvenda os mistérios da vida, cria plantas e animais, faz dos clones uma realidade que assusta e mexe e remexe com o meio ambiente.


Menos de 1000 dias significam mais saber do que toda a História da Humanidade. Confesso que isto me assusta. Vejo nossas cidades cheias de tecnologias, automóveis de última geração, computadores que ligam cafeteiras e banheiras para se chegar em casa e ter as melhores mordomias a tempo e a hora, metrôs velozes, heliportos e resultados das bolsas e das loterias nos painéis eletrônicos. A paz e a guerra, talvez, quem sabe, até o fim do mundo já estão ao alcance de botões de líderes políticos. Tudo isso é tecnologia feita de bytes, de plásticos e de minério.
Onde ficarão as praças, os parques, os jardins, as árvores, a água, o homem e a vida?


A verdade é que o romântico nas cidades não são os shoppings. Não são as vias asfaltadas. Não são os prédios inteligentes e muito menos são os bytes em mensagens digitais que correm dentro dos fios ou que são lançados pelas torres de celular ou pelos satélites lá de cima sobre nossas cabeças.


O romântico nas cidades são os parques, são os abraços, são os jardins, são os bom-dia-boa-tarde-e-boa-noite, são as flores e são os sorrisos.


Que me perdoem os 20 bilhões gigabytes de conquistas, de tecnologia e de saber. Mas como seria bom se o Homem produzisse menos bytes e mais tolerância, menos gigas e mais compreensão, menos pulsos e mais paz, menos informes e mais amor.


O Homem mecaniza, sofistica e acaba complicando tanto a vida que, pelo jeito, só vai acabar encontrando a harmonia quando voltar aos primeiros bytes. Quando voltar à sua origem. Bem simples! Quando entender que rastrear suas próprias pegadas significa colocar mais alegria e mais felicidade em seu coração.


 

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Inovação verde

Sustentabilidade e a sigla ESG tem dominado grande parte da pauta de encontros empresariais

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O conceito da sustentabilidade e a sigla ESG tem dominado grande parte da pauta de encontros empresariais, seminários e congressos de negócios. O discurso garante não ser apenas mais um modismo, como tantos outros no passado, e sim um conceito que teria vindo para ficar, até porque não teríamos escolha, se quisermos salvar o planeta. Além disso, as gerações Y e Z estão mais atentas ao assunto e cobrando maior responsabilidade ambiental, social e de governança das empresas.  O mercado financeiro e as certificadoras também observam esse novo momento para oferecer vantagens e reconhecer as companhias que demonstrarem maior comprometimento com a sustentabilidade.

Nessa pauta, um dos principais desafios é desenvolver tecnologias que sejam sustentáveis, tanto economicamente viáveis quanto atraentes para o mercado.  Hitendra Patel, diretora do IXL Center da Hult International Business School, e que no Brasil é parceiro da Revista Amanhã em um ranking de inovação, criou o termo “greenovations” para essas soluções, e destaca a necessidade da viabilidade financeira para o assunto ganhar relevância entre as empresas. Boas ideias e tecnologias não são suficientes para criar produtos e serviços ambientalmente sustentáveis. É preciso torná-los lucrativos e atrativos, criando um círculo virtuoso.

As empresas precisam transformar essa pauta em cultura para que ela permeie os novos modelos de negócios. Os setores público e privado devem trabalhar juntos para evitar excessos na legislação, buscar eficiência nos licenciamentos, equilíbrio e ponderação nas fiscalizações e oferecer estímulos à inovabilidade. É a melhor maneira de transformar o que muitas vezes ainda é visto como moda, ou como um fardo a carregar, em um compromisso espontâneo e duradouro.

 

Escrito por Carlos Rodolfo Schneider – empresário

 

 

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Brasil, falta de Neymar e resultado das urnas

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Tô pensando o seguinte:
NEYMAR faz muita falta à Seleção Brasileira. Assim como o VAR faz falta na eleição no Brasil.
Quando o Juiz vai pro VAR ele busca transparência e retidão no lance.
É tudo que se quer no resultado das urnas.
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Debênture Verde: Biotrop investe R$ 92,5 milhões em sustentabilidade no primeiro ano

Com o crescimento acelerado da demanda por produtos biológicos e naturais na agricultura, empresa amplia investimentos em P&D, estruturas, laboratórios e prepara o lançamento de novos produtos, contribuindo cada vez mais com a agricultura regenerativa

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A Biotrop, empresa dentre as líderes em soluções biológicas e naturais para o agronegócio, através da sua controlada – Total Biotecnologia S.A., acaba de ser certificada pelo Bureau Veritas pela destinação de mais de R$ 92,5 milhões de recursos para as iniciativas sustentáveis, oriundas das debêntures verdes captadas.

Do valor de R$ 100 milhões obtidos com o título, um montante superior a 92% foi destinado para investimentos em três importantes blocos: capital de giro para a fabricação e distribuição de bioinsumos; investimentos na planta, que inclui a expansão fabril, equipamentos para os laboratórios, veículos e tecnologia da informação; e para as atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), incluindo inovação, para garantir novos produtos destinados à agricultura sustentável. O valor restante dos recursos da debênture será alocado para novas demandas.

De acordo com o diretor financeiro, Adriano Zan, impressiona o montante que a Biotrop destinou de recursos já no primeiro ano da debênture. “Após a emissão, a companhia tem o prazo de até cinco anos para destinar os 100% de recursos. A rapidez desse processo é a prova da célere adoção de biotecnologias pelos agricultores, sobretudo as soluções sustentáveis da Biotrop. Um passo importante para a empresa e para a agricultura brasileira”, diz.

Para o CEO da empresa, Antonio Carlos Zem, esse relatório comprova o comprometimento e respeito da Biotrop com o mercado e principalmente a transparência com os investidores. “Utilizamos as debêntures verdes, entregamos indicadores financeiros melhores que os requeridos e usamos os recursos de modo sustentável para expandir a agricultura biológica. Pretendemos obter centenas de milhões em financiamentos verdes para 2023, dado o crescimento acelerado, o que pode ser uma ótima oportunidade para nossos credores”, diz.

Zem ressalta ainda as expectativas para o futuro. “Os agricultores no Brasil e na América Latina podem esperar o lançamento de novos produtos e maior capacidade de atender aos clientes. A Biotrop está liderando o mercado com uma robusta plataforma de inovação em várias dimensões dos biológicos. Ao associar P&D de ponta, acesso de mercado superior e equipe preparada e focada exclusivamente em biológicos, conseguimos crescer de forma exponencial, rentável, sustentável, com direção estratégica e através de pessoas extraordinárias!”, finaliza o executivo.

Sobre o título captado

Debêntures verdes são aquelas cujos recursos são investidos tanto em projetos com benefícios ambientais quanto sociais. Esses títulos de renda fixa são emitidos por empresas que precisam financiar um projeto, pagar uma dívida ou aumentar o capital. Para isso, elas pagam uma remuneração em troca do financiamento. No caso da Biotrop, as debêntures foram emitidas conforme a abordagem da ICMA (International Capital Market Association) e das Nações Unidas. O Banco Itaú BBA foi o coordenador-líder da emissão.

Sobre – A Biotrop é uma empresa brasileira, fruto da visão e empreendedorismo de um seleto grupo de profissionais apaixonados pelo agronegócio. Atua com foco em pesquisa e desenvolvimento de soluções diferenciadas e inovadoras, com o objetivo de contribuir para uma agricultura mais sustentável, saudável e regenerativa. Com escritório em Vinhedo (SP) e fábrica em Curitiba (PR), a empresa leva ao mercado o que há de melhor no mundo em soluções biológicas e naturais. Acesse www.biotrop.com.br.

 

 

 

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