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SAS acelera a sustentabilidade e melhora os resultados globais por meio da inovação social

Ações da companhia tem por objetivo incentivar maneiras criativas de acelerar o progresso global e mover o mundo em direção a um futuro mais sustentável

 

São Paulo, julho de 2021 – Com um espírito de curiosidade impulsionando a inovação analítica por mais de quatro décadas, o SAS, líder global em analytics, segue priorizando a cidadania corporativa e a combinação de tecnologia com o propósito de orientar seus negócios a partir de uma estratégia climática. Além de ajudar os clientes com suas iniciativas de negócios e necessidades sustentáveis, o SAS tem uma reputação de longa data por apoiar a energia limpa e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, ao mesmo tempo que usa seu software para tratar de questões econômicas, sociais e ambientais.

“O ano passado nos mostrou como estamos intimamente conectados e como podemos realmente causar um impacto trabalhando juntos”, disse o CEO e cofundador do SAS, Jim Goodnight. “No SAS, conhecemos o poder da tecnologia para ajudar a encontrar melhores respostas para conduzir melhores decisões – que protegem nosso meio ambiente, salvam vidas e tornam nosso mundo um lugar melhor e mais seguro com um futuro mais sustentável.”

Crescendo por meio de práticas inovadoras de sustentabilidade
Para o SAS, um local de trabalho amigável ao meio ambiente incorpora um modelo de negócio sustentável, apoiando o Acordo do Clima de Paris e estimulando a curiosidade e a criatividade dos colaboradores. Com streaming de dados para melhorar as operações por meio de seu projeto de campus inteligente para abastecer seus escritórios com energia limpa por meio de parques solares, a empresa usa o SAS Visual Analytics para coletar, gerenciar, calcular e relatar seu desempenho ambiental. Como líder e defensora da sustentabilidade corporativa, o SAS trabalha em estreita colaboração com funcionários, fornecedores e clientes para reduzir sua pegada ambiental com programas focados em conservação de energia, gestão de emissões, mitigação de poluição, conservação de água, construção ecológica e outras iniciativas.

Em 2020, os principais feitos ambientais do SAS incluem:

Comprometimento com a meta de emissões de carbono zero até 2050.
Envio das metas de redução de emissões de 2025 e 2030 à Science Based Targets (SBTi) para revisão.
As emissões do SAS em todos os escopos foram 39,5% mais baixas do que as apresentadas para a SBTi em 2018.
Redução das emissões globais em todos os escopos em 37,7% em 2020 de 107.267 para 66.875 milhões de toneladas (MtCO2e).
Atingida a meta de intensidade de uso de energia de 40% até 2025 para edifícios de escritórios – uma melhoria de 46% no ano base.
Atingiu a meta de intensidade de uso de carbono de 50% até 2025 para edifícios de escritórios – uma melhoria de 56% no ano base.
Desviou 50% dos resíduos operacionais e de construção de aterros em todo o mundo.
Obteve as certificações Energy Star para 11 edifícios.
Gerou 3,8 milhões de kWh de energia limpa e renovável a partir de sistemas solares instalados em telhados e no solo.
Melhorar a sociedade por meio de contribuições positivas
A iniciativa de inovação social do SAS trabalha para encontrar maneiras criativas de acelerar o progresso global e mover o mundo em direção a um futuro mais sustentável. Esses programas de impacto social contam com a curiosidade e a experiência dos funcionários do SAS, que são apaixonados por usar suas habilidades para o bem social, assim como com as parcerias da empresa com clientes, grupos da indústria, organizações sem fins lucrativos, governos e organizações globais.

O SAS continua a descobrir novas oportunidades do uso de analytics para servir ao bem maior por meio do movimento Data for Good, que incentiva o uso de dados de maneiras significativas para resolver questões humanitárias em torno da pobreza, saúde, direitos humanos, educação e meio ambiente. Desde ajudar a aumentar populações de abelhas saudáveis e combater o desmatamento, até revelar disparidades raciais na propriedade de uma casa e investir no bem-estar do paciente, o SAS está contribuindo para a construção de um mundo melhor para as pessoas e o planeta – trabalho que foi reconhecido pela Fast Company and Inc. Magazine, entre outros.

Contribuir para um trabalho significativo é apenas parte da cultura premiada do local de trabalho, que se dedica a tratar os funcionários como os que fazem a diferença e com foco em seu bem-estar. A cultura do SAS sempre foi parte integrante de quem ela é como empresa, conectando a natureza curiosa que iniciou o SAS e o espírito de inovação que o move para a frente. É por causa dessa curiosidade – e da paixão do SAS por fazer o bem – que a empresa e seus colaboradores rapidamente se prepararam para ajudar durante a pandemia da COVID-19. Além de ajudar vários clientes a controlar a propagação do vírus, o SAS criou um hub de recursos de análise de dados para ajudar empresas e indivíduos a combater o vírus por meio de ferramentas e recursos gratuitos.

O SAS forneceu seu software gratuitamente ao COVID-19 Research Database – o maior repositório único de dados de pacientes não identificados relacionados ao COVID-19 no mundo – para que pesquisadores de políticas de saúde pública entendam melhor a pandemia. O SAS também construiu um Painel Interativo de Populações Vulneráveis para entender quais populações estão em maior risco por geografia.

Este compromisso de cuidar dos outros e garantir o futuro, se estende à filosofia filantrópica do SAS em apoiar a alfabetização em dados e iniciativas de educação para todos. De alunos de pré-escolas à pós-graduação, o SAS oferece suporte a inúmeros programas educacionais para ajudar alunos de todas as origens a atingirem seu pleno potencial como futuros líderes inovadores. Para atender às necessidades de adaptação de alunos e profissionais às novas rotinas diárias trazidas pela COVID-19, a empresa lançou opções flexíveis e gratuitas para aprender SAS no ano passado. Em 2019, para a pré-escola aos 12 anos, mais de 2,5 milhões de educadores e alunos usaram ferramentas, recursos e aplicativos digitais gratuitos do SAS. Em 2020, cerca de 50.000 professores e 200.000 alunos criaram novas contas e para o ensino superior e alunos adultos, os downloads e registros do Software SAS para acadêmicos saltou 59%.

Para saber mais sobre as iniciativas do SAS, leia o mais recente relatório de Responsabilidade Social Corporativa do SAS e aprenda o que a torna uma empresa líder em sustentabilidade.

Sobre o SAS
O SAS é líder global em Analytics e a maior empresa de software de capital fechado do mundo. Fundada em 1976, suas soluções são usadas em mais de 80 mil empresas em todo o planeta, incluindo 93 das top 100 companhias listadas na Fortune Global 500. No Brasil, o SAS está presente desde 1996 com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), atuando em setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, educação, entre outros. A empresa também é mundialmente reconhecida por suas boas práticas de Recursos Humanos, inclusive no Brasil, onde foi incluída seis vezes consecutivas entre os três melhores empregadores do país pelo ranking Top Employers Institute. Confira o site: www.sas.com/br

 

 

 

 

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Proposta de mudança do nome do parque do Sudoeste é arquivada

Audiência pública que seria realizada na quarta-feira (19) para debater a troca do nome também foi cancelada

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Foto: Agência Ceub

O projeto de lei nº 582/2023, que previa a modificação da nomenclatura do Parque Bosque do Sudoeste para Parque Monsenhor Jonas Abib, foi retirado de pauta e não será mais votado pela Casa. É o que anunciou o autor da proposta, deputado João Cardoso (Avante), em suas redes sociais na última sexta-feira (14).

O parlamentar afirmou que a iniciativa da proposta se deu para atender a uma reivindicação que chegou ao seu gabinete que visava homenagear o religioso fundador do movimento católico “Renovação Carismática”, mas que, após repercussão negativa dos moradores da Região Administrativa, optou por não dar seguimento à proposta. Consequentemente, a audiência pública organizada para debater o PL também foi cancelada.

Cardoso fez questão de frisar que tanto a iniciativa do PL quanto a decisão por seu arquivamento se deram em atendimento às demandas dos cidadãos, e que suas propostas visam o respeito pela opinião popular.

“Na audiência pública iriamos discutir a proposta, não seria uma imposição. Depois de ouvir diversas pessoas que nos procuraram, decidimos cancelar a audiência e retirar o PL nº 582/2023 de pauta. Quero que os moradores do Sudoeste se sintam tranquilos porque nosso mandato é voltado para a população, não estamos aqui para violentar ninguém, o parque vai continuar com seu nome”, afirmou da tribuna o parlamentar.

O distrital anunciou ainda que está propondo um título de cidadão honorário ao monsenhor, que deverá ser votado em breve e que, futuramente, poderá propor a utilização de seu nome para batizar outra praça ou parque público de Brasília que ainda não tenha nome oficial.

Christopher Gama – Agência CLDF de Notícias

 

 

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Entrevista coletiva traz detalhes sobre Grand Prix de Boxe

Encontro com a imprensa será realizado nesta quarta (19), com a presença de atletas que representarão o Brasil nas Olimpíadas de Paris 2024

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Por Agência Brasília* | Edição: Carolina Caraballo

 

A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL) realiza nesta quarta-feira (19), às 14h, na Arena BRB Nilson Nelson, a coletiva de imprensa que divulgará detalhes sobre o Grand Prix Internacional de Boxe.

O evento ocorre entre os dias 19 e 22 de junho na Arena BRB Nilson Nelson. A competição é a última antes da participação dos atletas nas Olimpíadas de Paris 2024.

Estão confirmados para a coletiva os atletas Bia Ferreira, Abner Teixeira, Barbara Santos e Luiz Bolinha Oliveira – eles representarão o Brasil na competição em Paris.

Coletiva de imprensa – Grand Prix de Boxe

• Dia: Quarta-feira (19)
•  Hora: 14h
• Local: Arena BRB Nilson Nelson

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

 

 

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‘A Funap mudou a minha vida’, conta reeducando empregado em restaurante do DF

De 2019 a 2024, o prazo de espera de uma pessoa originária do sistema semiaberto para conseguir um emprego caiu de nove para três meses; investimentos em cursos de capacitação e diálogo com os empresários foram responsáveis pela diminuição do prazo

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Por Rodrigo Pael, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

 

C.B.S. é um reeducando do sistema prisional do Distrito Federal que trabalha em um restaurante do Distrito Federal há um ano e quatro meses. Para conquistar uma vaga no mercado de trabalho, o funcionário frequentou cursos de capacitação oferecidos pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap).

Reforçado pela articulação com empresários, o programa Capacita Funap tem sido responsável pelo aumento do número de reeducandos reinseridos no mercado de trabalho | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

“Trabalho aqui com mais 70 pessoas, entre reeducandos do semiaberto e de monitorados por tornozeleira, e não temos nenhum problema de indisciplina. Muitos aqui, depois de aprenderem uma profissão, já conseguiram empregos em outros lugares”

C.B.S, reeducando

“A gente sabe da dificuldade de conquistar um emprego por já ter passado pelo sistema prisional. Então, eu tive essa visão de me colocar para trabalhar em empresas privadas depois dos cursos que fiz”, relata. “Graças a Deus, está dando certo. Trabalho aqui com mais 70 pessoas, entre reeducandos do semiaberto e de monitorados por tornozeleira, e não temos nenhum problema de indisciplina. Eu já fui cozinheiro, gerente de campo de obras e administrativo. Hoje eu sou um gestor. Sendo gestor, eu tenho a oportunidade de ensinar aos outros reeducandos. Muitos aqui, depois de aprenderem uma profissão, já conseguiram empregos em outros lugares .”

Em 2019, um reeducando do sistema prisional do Distrito Federal poderia ter que aguardar até nove meses para conseguir um emprego e a sua ressocialização. Neste ano, a fila de espera caiu para três meses. Em alguns casos, ex-detentos com cursos ou experiência comprovada podem aguardar até menos de 60 dias para uma recolocação profissional. O programa Capacita Funap, lançado em 2023, e a articulação com empresários foram os grandes responsáveis por essa mudança.

Oportunidades 

Os números de reeducandos reinseridos pela Funap no mercado de trabalho vêm crescendo ao longo dos anos. Em 2019, eram 830 contratados; já em 2020, essa cifra pulou para 1.261. Em 2021, 1.838 apenados estavam trabalhando em empregos conveniados com a fundação no DF. Em 2022, esse número passou para 2.111 e em 2023, para 2.495. O maior salto será computado em 2024. Apenas nos quatro primeiros meses deste ano, 3.100 reeducandos estão contratados por meio da instituição do Governo do Distrito Federal (GDF) – só em maio, 350 reeducandos assinaram contrato de trabalho.

O programa Capacita é gerido pela Funap, órgão ligado à Secretaria de Justiça e de Cidadania do DF (Sejus). “Conquistamos esses números graças à completa reestruturação da fundação”, explica a diretora da Funap, Deuselita Pereira Martins. “Informatizamos todos os processos, e com isso ganhamos em qualidade para atender os reeducandos e as empresas que contratam. A performance da fundação melhorou muito depois da informatização. Equipamos e adquirimos um software de gestão e, com isso, ganhamos em credibilidade”.

“A questão da não reincidência está muito vinculada à possibilidade de essas pessoas terem vínculos empregatícios, portanto é preciso criar as oportunidades para que esses detentos se capacitem”

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

As ações do GDF para reinserção de reeducandos no mercado de trabalho também impactam a segurança. Os índices de reincidência caíram para menos de 5%. Para garantir esses ganhos a toda a sociedade, a Funap repassa aos ex-detentos contratados um vale-transporte diário de R$ 11 e um vale-alimentação no valor de R$ 17 por dia trabalhado durante três meses, além de uma bolsa que varia entre 3/4 de um salário mínimo para reeducandos sem experiência profissional a um valor próximo de um salário mínimo para portadores de diploma de nível superior ou para o trabalhador que demonstre sólida formação profissional.

“Oferecer profissionalização aos reeducandos é contribuir para a função ressocializadora atribuída às penas privativas de liberdade a fim de reintegrá-los à sociedade”, resume a secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani. “A questão da não reincidência está muito vinculada à possibilidade de essas pessoas terem vínculos empregatícios, portanto é preciso criar as oportunidades para que esses detentos se capacitem.”

Capacitação

Os cursos ofertados aos reeducandos são das áreas de gastronomia (garçom, copeiros, cozinheiro), construção civil (pintor de parede, bombeiro hidráulico, serralheria, eletricista) e outras capacitações, como costura, práticas agrícolas, empreendedorismo, instalação e manutenção de ar-condicionado e restauração de móveis.

“Os cursos são escolhidos por meio das demandas apresentadas pelas empresas”, explica Deuselita. “São elas que orientam quais as necessidades e nós tentamos atender. Os cursos são contratados em valor que varia entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil por aluno.”

Os reeducandos não têm vínculo com as empresas, e esta é uma vantagem para os empregadores. “Com todo esse investimento, a fundação ganhou ainda mais credibilidade”, afirma Deuselita. “A fundação acompanha, por meio de um preposto que visita as empresas e todos os ex-detentos contratados. Durante os primeiros três meses de experiência, as visitas são mais frequentes; depois desse período, ainda fazemos visitas, mas menos frequentes e sempre que solicitadas”.

Convênio

“Além da qualidade do trabalho e da oportunidade para essas pessoas, as vantagens financeiras para a contratação são muito grandes para a empresa. Aqui dentro é todo mundo igual, todo mundo é funcionário”

B.M.C, gerente de restaurante

Um restaurante no DF é o maior empregador privado em convênio com a Funap, tendo contratado 70 funcionários que cumprem pena. O contrato com a fundação foi firmado há um ano. Os proprietários do estabelecimento fizeram um trabalho de conscientização com a vizinhança para tentar diminuir o preconceito.

“Eu só tenho elogios a fazer à fundação e aos funcionários que trabalham aqui”, avalia o gerente do estabelecimento, B.M.C. “Já estamos estudando para contratar mais 30 reeducandos. Entre dez que vêm trabalhar com a gente, um não se adapta. Isso é mínimo. Nós selecionamos os perfis e estabelecemos as funções, quem vai para trabalho interno e quem vai para o atendimento no restaurante. Nós fazemos um campeonato aqui dentro. Quem tiver a melhor avaliação no Google ganha uma gratificação.”

O gestor faz questão de manter o mesmo tratamento com os contratados: “Além da qualidade do trabalho e da oportunidade para essas pessoas, as vantagens financeiras para a contratação são muito grandes para a empresa. Nossa maior dificuldade é a discriminação que eles sofrem quando são reconhecidos como do sistema prisional. Mas aqui dentro é todo mundo igual, todo mundo é funcionário”.

G.S.S, 28, trabalha no restaurante há um ano. Foi chamado para a empresa por indicação de outro reeducando que já estava empregado. “Eu acreditava que não iria me adaptar em trabalhar neste ramo, mas, com o tempo e com o acolhimento de todos aqui, as dicas que me deram, eu me senti muito melhor”, relata. “Já ganhei até folgas e férias aqui. Hoje tenho uma profissão, sou garçom. Com esse emprego, eu já consegui financiar uma casa para mim no Jardim Ingá. Meu sonho para o futuro é quitar o financiamento. Me sinto muito bem aqui. Aqui não tem discriminação”.

 

 

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