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Medidas que empresas e pessoas podem tomar para neutralizar carbono

Mudanças de simples hábitos do cotidiano, como economia de energia elétrica, e engajamento de toda população contribuem para a descarbonização

 

Em 2020, a concentração média de dióxido de carbono (CO2) na superfície da Terra foi de 412,5 ppm (partes por milhão), de acordo com a Agência de Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). O gás carbônico é um dos vilões do efeito estufa – junto com o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O) – e a emissão na atmosfera vem aumentando ao longo dos anos.

Durante a Cúpula do Clima, em abril deste ano, o presidente Bolsonaro prometeu a neutralidade de carbono até 2050, mesma meta estabelecida pelos 66 Estados para Nações Unidas, em 2019.

A descarbonização foi um dos temas debatidos por especialistas em painéis da 31ª edição do CIAB, evento promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em junho deste ano. Para frear o avanço, que colabora com o aquecimento global, as pessoas e empresas em geral mudam hábitos com finalidade em zerar a emissão de carbono.

Engajamento

A fintech ecológica Uzzipay auxilia os clientes em suas atividades financeiras e, também contribui para conscientizar em relação ao meio ambiente, com a doação de mudas de espécies nativas da flora amazônica e campanhas educativas de combate às queimadas no estado de Rondônia. O relatório “Análise das Emissões Brasileiras de Gases de Efeito Estufa”, divulgado em março deste ano, apontou que 259 milhões de toneladas de CO2 foram lançadas em 2019 na atmosfera por conta de queimadas na Amazônia.

Uma área de reserva legal da Amazônia em Porto Velho (RO) é mantida pela UzziPay. A cada abertura de conta e utilização dos recursos, como transferência e pagamentos, mais árvores da área de 700 hectares são preservadas, segundo a fintech. O monitoramento do local é feito por solo, por drones ou voos tripulados sobre a região e por imagens de satélite.

“É muito importante apoiar e financiar modelos de preservação ambiental não poluentes, que compensam a emissão de carbono e permitem o desenvolvimento sustentável das comunidades”, ressalta Isabelle Kwintner, diretora sênior de estratégia da UzziPay. “A energia elétrica é também responsável pela emissão de gases de efeito estufa. Pensando nisso, temos uma parceria com a Cooperativa de Energia Solar, que fornece energia fotovoltaica, e devolvemos aos nossos correntistas parte do dinheiro da fatura paga, como uma forma de estimular o uso de energia limpa”, complementa.

Em casa

Existem algumas atitudes simples que podem ser tomadas para neutralizar o carbono e contribuir com o meio ambiente:

  • Economizar energia elétrica. O Brasil vive a pior seca dos últimos anos e os reservatórios apresentam baixos níveis. Consequentemente, as usinas termelétricas são acionadas e elas emitem gases na atmosfera.
  • Evite utilizar carros particulares. Opte por transportes públicos, caronas solidárias, bicicletas e caminhadas. Isso porque os automóveis ainda são os que mais poluem. Caso seja impossível de evitar, prefira usar o etanol ou biocombustível.
  • Não desperdice alimentos. Prepare o que for realmente ser consumido, pois gases são liberados durante o processo de decomposição dos alimentos.
  • Recicle e opte por embalagens que podem ser reutilizadas. Boa parte dos produtos envolvem lançamento de gases poluentes, desde a produção e até mesmo no transporte.

 

Sobre a UzziPay

UzziPay traz o que toda fintech oferece, mas com uma diferença: além das mais modernas funcionalidades de uma conta de pagamentos e carteira digital, como pagamentos com QR Code, acredita que é possível preservar a natureza enquanto os clientes preservam seu patrimônio.

Propõe um movimento inovador de preservação colaborativa em direção a um futuro responsável e sustentável para o dinheiro e para o Mundo. Convida as pessoas a fazerem parte do negócio abrindo suas contas e com isso, quanto mais clientes a conta UzziPay conquistar, mais árvores serão preservadas. Porque oferecer cada vez mais vantagens e facilidades é o que todos buscam. Diferente é ter a consciência de que devemos retornar à sociedade (e neste caso, também à natureza) tudo o que ela nos proporciona de bom.

UzziPay quer crescer e prosperar, e deseja que todos também cresçam e que a Amazônia também prospere.

 

 

 

 

 

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CLDF realiza sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Por iniciativa do deputado Pastor Daniel de Castro (PP), evento reconhece a contribuição das mulheres para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural do Distrito Federal

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Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF

Por iniciativa do deputado Pastor Daniel de Castro (PP), a Câmara Legislativa realizará nesta sexta-feira (17), às 19h, sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento em plenário reconhece a contribuição das mulheres para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural do Distrito Federal.

A solenidade, explica o distrital, reafirma “o compromisso do Poder Legislativo com a promoção da igualdade de gênero, o respeito aos direitos das mulheres e o fortalecimento de políticas públicas inclusivas”.

O Dia Internacional da Mulher representa a luta histórica das mulheres por direitos, equidade e reconhecimento. Mais do que uma data comemorativa, o momento convida à reflexão sobre os avanços conquistados ao longo dos anos e os desafios que ainda persistem na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Durante a sessão solene, serão homenageadas mulheres que se destacam por suas histórias de superação, liderança e compromisso com a coletividade, servindo de inspiração para as gerações presentes e futuras.

“No Distrito Federal, as mulheres exercem papel fundamental em múltiplos espaços, atuando com protagonismo no serviço público, no empreendedorismo, nas comunidades, na política, na cultura e na formação familiar. Sua dedicação, resiliência e capacidade de transformação impactam diretamente a qualidade de vida da população e o progresso da capital”, destaca Pastor Daniel de Castro que é integrante da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara Legislativa.

Confira o evento no canal da TV Câmara Distrital no Youtube.

Bruno Sodré – Agência CLDF

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Com investimento de R$ 2,5 milhões para obras, Centro Olímpico do Paranoá atenderá 5 mil alunos

Complexo esportivo contará com pista de atletismo, quadra poliesportiva, espaço multiuso e piscinas

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Carlos Eduardo Bafutto e Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

 

O Paranoá está prestes a ganhar um novo espaço dedicado ao esporte e à inclusão social com a construção do 13º Centro Olímpico e Paralímpico (COP) do Distrito Federal. A governadora Celina Leão visitou as obras da unidade nesta quinta-feira (16).

“São duas etapas [da obra]. A primeira devemos entregar nos próximos dias. E vamos correr com a segunda”, destacou Celina Leão. A primeira fase permitiu a geração de 40 empregos.

O Centro Olímpico do Paranoá terá pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiuso e piscinas semiolímpicas e infantis, além de vestiários.

 

A primeira fase da obra foi conduzida pela Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e contemplou a construção de guarita, estacionamento, administração e campo sintético, com alambrado de 49 metros por 29 metros.

O setor administrativo do espaço vai contar com salas de apoio, sala de aula, copa, sala de reuniões, sala de coordenação, sala de professores e áreas de convivência.

Além disso, a infraestrutura será completada com drenagem, caixa d’água de 30 mil litros, pórtico de entrada com bicicletário, instalações elétricas e hidráulicas e estruturas de acessibilidade, como rampas, calçadas e estacionamento.

O DF possui 12 unidades de centros olímpicos e paralímpicos, onde são atendidos 16.557 alunos, distribuídos em 32 modalidades. O COP do Paranoá tem sido erguido em um ponto estratégico, onde há crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade.

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Ex-presidente do BRB acertou propina de R$ 146 mi, diz Polícia Federal

Acordo teria sido feito com dono do Master, Daniel Vorcaro

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Felipe Pontes – Agência Brasil *

 

O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa teria combinado com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o recebimento de propina estimada em R$ 146,5 milhões. A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão de Costa realizada hoje (16) pela Polícia Federal, na quarta fase da Operação Compliance.

O valor seria recebido por meio de quatro imóveis de alto padrão em São Paulo e dois em Brasília. A Polícia Federal disse ter rastreado, até o momento, o pagamento de ao menos R$ 74 milhões.

O restante da propina só não teria sido pago em razão de Vorcaro ter descoberto a abertura de procedimento investigatório na PF justamente sobre os pagamentos feitos a Costa. Segundo os investigadores, o banqueiro travou os repasses após ser informado sobre tal procedimento sigiloso.

Ainda segundo a PF, Vorcaro recebeu de seu funcionário Felipe Mourão, em 24 de junho de 2025, uma cópia da investigação, por meio do aplicativo WhatsApp.

A data é posterior à interrupção dos pagamentos, feita em maio, mas Mendonça deu crédito à versão da PF, afirmando que “o conjunto de elementos informativos colhidos até o momento aponta a alta probabilidade de que ele tenha tido ciência da instauração do procedimento antes do recebimento das respectivas cópias”.

Além de Costa, foi preso também o advogado Daniel Monteiro, apontado como seu testa de ferro e que teria recebido, pessoalmente, R$ 86,1 milhões em proveito ilegal. 

A prisão preventiva dos dois foi feita com base na “permanência dos atos de ocultação patrimonial, o risco de interferência na instrução, a possibilidade de rearticulação da engrenagem financeira e jurídica do esquema, além da necessidade de assegurar a ordem pública, a ordem econômica e a efetividade da persecução penal”, escreveu Mendonça.

A contrapartida para a propina seria que Paulo Henrique Costa usasse os recursos do BRB, banco controlado pelo governo do Distrito Federal, para comprar carteiras de crédito falsas do Banco Master.

Até o momento, sabe-se que ao menos R$ 12,2 bilhões em carteiras ruins foram comprados, mas o número exato ainda não foi apresentado pelo BRB e pode ser maior.

Desde que foi deflagrada, a Compliance Zero investiga a existência de uma engrenagem ilícita concebida para viabilizar a fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB. 

Saiba mais detalhes no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Defesa

Em frente à casa em que Costa foi preso, o advogado Cleber Lopes disse que a defesa “não considera essa hipótese como válida”, referindo-se ao pagamento de propina.

“A defesa considera que o Paulo Henrique não representa nenhum perigo para a instrução ou para aplicação da lei penal. Não há notícia de que ele tenha praticado qualquer ato que pudesse atentar contra a instrução criminal”, afirmou o defensor.

* Matéria alterada às 11h47 para acrescentar declaração da defesa de Paulo Henrique Costa

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