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Aprovada criação de sistema para controlar distribuição e estoque de medicamentos

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O Sistema Único de Saúde (SUS) vai fornecer à população amplo acesso à informação sobre os estoques de medicamentos, de fórmulas nutricionais e outros produtos para a saúde disponíveis nas farmácias e almoxarifados sob sua responsabilidade.

É o que estabelece projeto de lei aprovado no Senado, nesta quinta-feira (28) , por 71 votos favoráveis e nenhum voto contrário, e que agora segue para apreciação da Câmara dos Deputados.

O PL 1.932/2021 estabelece que o abastecimento de medicamentos e produtos de interesse da saúde será controlado por meio de sistema integrado de acompanhamento em tempo real do consumo e do estoque desses itens, com agregação de dados por estado e Distrito Federal, e administração centralizada pelo gestor federal do Sistema Único de Saúde (SUS).

De autoria do senador Jayme Campos (DEM-MT), o projeto foi relatado pelo senador Marcos Rogério (DEM-RO), que apresentou voto favorável à proposição, com emendas do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) e das senadoras Rose de Freitas (MDB-ES) e Mara Gabrilli (PSDB-SP).

O texto – que acrescenta dois parágrafos ao artigo 19-M da Lei 8.080, de 1990, que regula as ações e serviços de saúde – também assegura acesso às informações nos termos da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

Falha apontada pelo TCU

Ao justificar a apresentação do projeto, Jayme Campos destaca relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou, em meio à pandemia da covid-19, a ocorrência de falha do Ministério da Saúde no acompanhamento dos medicamentos usados no “kit intubação”, sem “controle em tempo real” ou “sistema apropriado”. O órgão detectou ainda a distribuição de remédios de forma linear a estados, desconsiderando a diferença no número de leitos e a situação da pandemia em cada local. O tribunal identificou que as informações sobre o consumo e o nível do abastecimento são repassadas ao Ministério da Saúde pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) ou pelos estados, via e-mail, sem um sistema mais robusto de acompanhamento.

Extensão territorial

Na avaliação do relator, senador Marcos Rogério (DEM-RO), a necessidade de um sistema mais apropriado, conforme propõe o autor do projeto, é ainda mais urgente quando se considera a ampla extensão territorial coberta pelo SUS e a grande heterogeneidade das condições epidemiológicas, da capacidade instalada e, por conseguinte, das demandas de cada localidade do país.

— De fato, um sistema de saúde da magnitude e complexidade do SUS necessita de aprimoramentos nos processos de logística e de distribuição de medicamentos e outros produtos para a saúde. Evidentemente, é necessário, para isso, a informatização de todo sistema, de modo a permitir que os gestores estaduais do SUS alimentem oportunamente o banco de dados com informações acerca do suprimento e da demanda locais por esses produtos, destacou Marcos Rogério na leitura de seu relatório.

O relator ressaltou ainda que a melhora da qualidade das informações e a alimentação de um banco de dados, em tempo real, pelos estados e o Distrito Federal, proporcionará ao Ministério da Saúde melhores condições para implantar e gerenciar um sistema inteligente de distribuição de medicamentos, evitando distorções, desabastecimentos ou fornecimento em excesso de produtos para localidades com suprimento adequado.

Discussão

O PL 1.932/2021 constou da pauta de 20 de outubro, mas teve sua apreciação adiada para esta quinta (28). O senador Marcos Rogério destacou que o texto está conectado com a necessidade observada no curso da pandemia, especialmente no que se refere ao kit intubação.

— A logística para fazer chegar lá na ponta não foi efetiva e acarretou consequências e prejuízos em certas regiões em que houve falha na logística do kit intubação. Esses problemas seriam decorrentes de monitoramento inadequado na cadeia de distribuição de medicamentos. O projeto vai sanar esse problema, melhorar a transparência, a eficiência, o controle de estoque e demandas de medicamentos — disse o relator.

Marcos Rogério apontou a complexidade para implantação desse sistema de controle, mas lembrou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) já dispõe de um sistema de acompanhamento das políticas públicas no setor do ensino.

O senador Izalci Lucas também manifestou apoio à proposição.

— É inadmissível o SUS não ter controle de estoque de medicamentos. Essa medida é super importante, nós ainda vivemos num pais analógico, o gasto público não tem controle — afirmou.

Autor do projeto, o senador Jayme Campos ressaltou que relatório do TCU constatou que atualmente não existe no Brasil nenhum instrumento federal de monitoramento instantâneo do consumo e estoque dos remédios distribuídos aos estados. No âmbito do SUS, as informações disponíveis são desatualizadas, sob o arcabouço precário de fiscalização, afirmou.

— Problemas de gestão, combinados com a falta de coordenação de dados, aprofundam a escassez de materiais de saúde em diversas partes do pais em meio a pandemia. Nos últimos seis meses, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de mil cidades brasileiras detectaram problemas no acesso a medicamentos para intubação de pacientes. Para sanar esses gargalos, o projeto moderniza a gestão do SUS, informatiza os processos de logística de distribuição de medicamentos e, desse modo, colabora para evitar o desperdício dos recursos públicos. Ele reside no aperfeiçoamento da transparência, eficiência, controle de estoque e demanda de medicamentos. É um projeto que consolida as regras da boa governança, visando o desenvolvimento e a capacidade do governo de planejar e formular políticas públicas, sempre em benefício de nossa população — afirmou

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) defendeu a criação de um sistema único de monitoramento que favoreça a gestão e governação dos estoques de medicamentos no Brasil, prevista no projeto.

— Isso se revelou no momento mais dramático da saúde pública brasileira, em plena pandemia. Em Manaus, pessoas foram intubadas sem sedação por falta de kit intubação. Se houvesse monitoramento seria possível prever, planejar e resolver os problemas. A questão do oxigênio foi dramática no Amazonas. Se houvesse esse projeto implantado, não ficaria aquela discussão. Teríamos transparência, governança, competência e planejamento, seja por parte do governo federal, estaduais ou municipais. O projeto é uma resposta à nação brasileira, justamente na semana de encerramento da CPI da Pandemia — afirmou.

O senador José Aníbal (PSDB-SP) destacou a relevância do projeto.

— São Paulo, que sofreu tanto nessa pandemia com a escassez de medicamentos, fica muito grato a essa iniciativa. A racionalização desse processo de controle é um passo adiante enorme, certamente vai propiciar aumento da oferta de medicamentos, a racionalização, vai dar mais impessoalidade a esses procedimentos, independentemente de quem esteja no governo — afirmou.

A senadora Rose de Freitas também manifestou apoio à iniciativa de Jayme Campos.

— Que a saúde possa funcionar de maneira menos centralizada e acompanhada por todos que tem interesse! A pandemia nos remonta a um modelo que muitas vezes não funcionou na hora da distribuição das vacinas. O projeto vem assegurar que essa distribuição de medicamentos seja feita sem falha, vai superar essa falha de logística — afirmou.

O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse que o projeto decorre da dor que foi resultado da falta de medicamentos, insumos e remédios para acudir a população, especialmente no momento da pandemia.

— Quem não se lembra da falta de kit intubação? Vivenciamos isso em Santa Catarina de maneira dramática. A amplitude do projeto é crucial para que nós entendamos o que é o SUS. Este projeto vai abrir uma avenida de oportunidades de interação dos entes federados, que têm clientes. O Ministério da Saúde não tem paciente. O projeto vai compartilhar responsabilidades — afirmou.

O senador Zequinha Marinho (PSC-PA) disse que as diferentes necessidades de cada unidade da Federação precisam ser levadas em conta pelo governo nas ações de distribuição de medicamentos.

— Não se pode entregar a um estado com reduzido número de habitantes a mesma quantidade de medicamentos enviado a um estado maior. No combate à covid esse problema ficou mais visível. O Pará sofre desabastecimento sério de medicamentos de intubação. As necessidades das Secretarias de Saúde precisam ser avaliadas em tempo real — concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

 

 

 

 

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Empresa de codificação com atuação na agroindústria atualiza marca e expande para todo o Brasil

“Soma Solution” passa a ser a denominação da Soma Sul. Nova identidade visual, com o uso do azul e laranja, já está sendo aplicada.

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Depois de mais de 20 anos de atuação consolidada no Sul do Brasil, a empresa especializada em codificação e inspeção industrial “Soma Sul” agora passa a se chamar “Soma Solution”. A mudança no nome e na identidade visual reflete a expansão da empresa, consolidada com parcerias que fazem a companhia fornecer produtos e soluções para outras regiões do país.

A nova marca começa a ser adotada em novembro. Gradativamente, uniformes, fachadas, veículos, material de escritório e promocional, além do site, recebem a inscrição do novo nome, com novas tipologia das fontes, logomarca e cores. Depois do nome, está nas cores, por sinal, uma das mais significativas alterações, conforme ressalta o CEO da Soma Solution, Gustavo Müller Martins.

“Mantivemos o azul, representando a confiança, a segurança e a seriedade alcançadas nestas mais de duas décadas. E agregamos o laranja, representando a ação – a entrada da nossa empresa nas demais regiões do país”, explica Martins.

Quanto à alteração do nome propriamente dito, a retirada do Sul comunica justamente a abrangência nacional que o empreendimento assume. No lugar dela, colocou-se “Solution”, que preserva a sonoridade do antigo nome. Mais que isso, agrega significados. “Representa ‘aquilo que resolve’, soluciona”, informa o CEO da empresa.

Por sua vez, a logomarca, além de sintetizar os conceitos expressos pelas cores e pelo nome, traz elementos que apontam para a constante evolução, frisa Martins. “O novo símbolo é representado por setas, nos impulsionando para o futuro. A letra ‘S’ tem forma minimalista e interativa, também indicando o trinômio ‘evolução, expansão e mudança’.”

Estratégias de comunicação e marketing estão em desenvolvimento, a fim de que os clientes e o mercado sejam devidamente informados sobre a nova identidade da empresa. “O objetivo é realçar que se trata de uma atualização. Tudo será feito de forma gradativa, bem explicada, para que nenhuma mudança brusca assuste”, assegura o executivo.

Os colaboradores da Soma Solution estão sendo orientados, ainda, a contribuir na difusão da novidade; a explicar, a estreitar relacionamentos institucionais. “Tudo para que os clientes fiquem sabendo de que estamos mudando para melhor”, declara Martins.

PRESENÇA DO GRUPO

Atualmente, o agora Grupo Soma Solution, fundado em 1999, conta com sete unidades: três no Paraná (Toledo, Maringá e Curitiba), duas em Santa Catarina (Chapecó e Joinville) e uma no Rio Grande do Sul (São Leopoldo).

A companhia passa a ser representante da Markem-Imaje nesse novo estado. A Soma Solution já era distribuidora exclusiva da marca (uma subsidiária integral da Dover Corporation, dos Estados Unidos) nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em março último, a Soma Solution recebeu da Markem-Imaje o prêmio de “Melhor Distribuidor 2020”.

Mesmo com a crise econômica gerada pela Pandemia de Covid-19 que em 2020 prejudicou consideravelmente a indústria brasileira, a, agora, Soma Solution registrou um crescimento de aproximadamente 5%. Para esse ano de 2021, a empresa espera superar esse índice e em 2022 retomar os patamares de aumento anual de 20%.

PRINCIPAIS SOLUÇÕES

As soluções fornecidas pela Soma Solution abrangem inspeção e certificação de produtos; sistema de visão e leitores de código; gravação e codificação industrial; e automação elétrica e pneumática. O grupo é representante de marcas reconhecidas no mercado global, como Festo, Gravotech e Cognex, além da já mencionada Markem-Imaje, e das marcas pertencentes ao próprio grupo, Datec e SomaFlux.

Trata-se de soluções utilizadas por linhas de produção industrial dos mais variados segmentos, como indústria de alimentos, do agronegócio, da cadeia madeira-móveis, de embalagens, metalmecânica, automotiva, eletrônica, farmacêutica, química e petroquímica, entre outros.

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Confira os dias e locais das feiras rurais em dezembro

Flores, plantas ornamentais, presentes artesanais, ingredientes frescos podem ser encontrados para confraternizações

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AGÊNCIA BRASÍLIA * I EDIÇÃO: CAROLINA JARDON

As festas de fim de ano estão chegando e nada melhor do que comprar flores, plantas ornamentais, presentes artesanais, ingredientes frescos ou quitutes para as confraternizações.

Frutas, legumes, hortaliças, panificados, mel, pimentas, cogumelos, geleias, cafés, artesanato entre diversos outros itens são comercializados em diversas regiões administrativas por produtores rurais do Distrito Federal apoiados pela Emater-DF. Que tal montar uma cesta cheia de delícias para presentear?

Confira os dias e locais das feiras rurais deste mês de dezembro no Distrito Federal:

Feira Rural no Parque
Quando: 5, 12 e 19 de dezembro (domingos)
Horário: 8h às 14h
Local: Praça Jatobá, estacionamento 13 do Parque da Cidade (próximo à administração do Parque)

Feira Rural no Sudoeste
Quando: 4, 11, 18 dezembro (sábados)
Horário: 8h às 12h
Local: EQSW 301/302, atrás do Parque Bosque do Sudoeste, no estacionamento da Thomas Jefferson e da Bodytech

Feira Rural no CABV – Sobradinho
Quando: 7, 14, 21 e 28 de dezembro (terças-feiras)
Horário: 17h às 21h.
Local: Área multiuso do Condomínio Alto da Boa Vista

Feira Rural do Palácio do Planalto
Quando: 2, 9 e 16 de dezembro (quintas-feiras)
Horário: 9h às 14h
Local: Anexo IV da Presidência da República (próximo aos restaurantes)

Feira Rural do Produtor da Vargem Bonita
Quando: 4, 11, 18 de dezembro (sábados)
Horário: 7h às 15h.
Local: Em frente ao comércio local, ao lado da quadra de futebol.

Feira Rural de Multiprodutos do Barreiros
Quando: 3, 10, 17 de dezembro (sextas-feiras)
Horário: 16h às 21h
Local: DF-140, km 11, núcleo rural Barreiros

* Com informações da Emater-DF

 

 

 

 

 

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Começa a obra do viaduto do Riacho Fundo

90 mil motoristas serão beneficiados diariamente; os trabalhos devem durar cerca de um ano e gerar 300 empregos; investimento é de R$ 22,3 milhões

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IAN FERRAZ, DA AGÊNCIA BRASÍLIA I EDIÇÃO: CAROLINA JARDON

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a construção do viaduto do Riacho Fundo nesta quinta-feira (2). A obra vai beneficiar 90 mil motoristas que trafegam por este trecho da DF-075 diariamente, oriundos do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires, Arniqueiras e Park Way.

A obra consiste em dois viadutos, que serão erguidos na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB/ DF-075), no acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras

Para viabilizar a obra de arte, o governo investe aproximadamente R$ 22,3 milhões, o que deve gerar até 300 empregos. A expectativa é de que a obra de arte seja concluída em um ano.

“Faltava coragem e era por isso que as coisas não aconteciam, mas nós estamos colocando toda a nossa força para que elas aconteçam e a vida das pessoas melhorem. Nosso sonho é ver um DF sem trânsito, é ver as famílias saindo de casa mais tarde e chegando em casa mais cedo”, disse o governador Ibaneis Rocha após assinar a ordem de serviço para início dos serviços.

A obra consiste em dois viadutos, que serão erguidos na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB/ DF-075), no acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras. O local escolhido para a construção é uma importante rota de entrada e saída de Brasília pela BR-060.

No local onde será construído o elevado, hoje existe uma rotatória que causa grande congestionamento na região.

Devido ao grande número de acidentes e as entradas e saídas das cidades, ali existem duas barreiras eletrônicas com velocidade de 40 km/h nos dois sentidos da via, que forçam os veículos a reduzirem consideravelmente a velocidade ao se aproximarem do balão. Isso vai acabar segundo o diretor-geral do DER/DF, Fauzi Nacfur.

“Esses dois viadutos que iniciamos as obras hoje a gente consegue tirar esse entroncamento em desnível. Vai passar todo mundo que está chegando de Brasília por debaixo do viaduto e quem está saindo do Riacho Fundo e ADE de Águas Claras vai sair em outro nível. Não vai ter mais o entroncamento, melhorando muito a vida das pessoas”, explica Fauzi.

Ainda segundo ele, o fim do entroncamento no balão vai representar um grande ganho de tempo. “Isso é qualidade de vida, as pessoas ganham meia hora para ir ao trabalho e meia hora para voltar, totalizando uma hora a mais no dia livres”, acrescenta.

Uma dessas pessoas é a dona de casa Socorro de Freitas, de 60 anos. Ela mora na cidade há três décadas, e agora com as máquinas e operários em campo sente-se aliviada com o início dos trabalhos.

“Era meu sonho ver esse viaduto construído. Aqui é muito perigoso, não consigo passar nessa curva, tem muitos acidentes. É um sonho para os moradores daqui e também de pessoas que vêm de outras cidades. Moro aqui há 30 anos e sempre prometeram essa obra”, comemora.

“Muitos passaram, mas só o governador Ibaneis Rocha cumpriu. Esse viaduto era esperado há tantos anos e está sendo feito mesmo diante de uma pandemia de covid-19”, acrescenta Ana Lúcia Melo, administradora da cidade.

 

 

 

 

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