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Vinte e nove mulheres no primeiro escalão do GDF

Neste mês de março, dedicado às mulheres, a Agência Brasília mostra o trabalho desempenhado por elas em cada uma de suas pastas

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Em secretarias, administrações regionais, Procuradoria do DF e Defensoria Pública, o governador Ibaneis Rocha conta com o apoio feminino: “Trabalhamos com a sensibilidade das mulheres em atenção à população do DF”, afirma ele | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

 

Administrar um orçamento de mais de R$ 666,9 milhões – de acordo com a Lei Orçamentária –, como é caso da secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, ou cuidar de um contingente de 27 mil professores, como faz a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ou ainda ter responsabilidade de mudar a dura realidade das mulheres do Distrito Federal, missão da secretária da Mulher, Ericka Filippelli.

Esses são apenas alguns exemplos da confiança que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, deposita nas mulheres que fazem parte do seu governo. No dia a dia, o governador conta com a competência de uma mulher, sua chefe de gabinete, Juliana Monici, peça-chave na organização e planejamento das atividades do governo.

“Estamos imbuídos, até o último dia do nosso governo, trabalhando pelo direito das mulheres e pela valorização do trabalho feminino”, diz o governador Ibaneis Rocha

Ibaneis também valorizou as mulheres nas empresas públicas da cidade. Em 40 anos, a primeira vez que a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) tem uma mulher como presidente é justamente na atual gestão, com Denise Fonseca.

“Estamos aqui para mostrar que este governo respeita o direito das mulheres e que, graças a Deus, dá certo exatamente pela força dessas companheiras que temos aqui, nas mais diversas secretarias, administrações regionais, Procuradoria do DF, Defensoria Pública. Trabalhamos com a sensibilidade das mulheres em atenção à população do DF”, afirma Ibaneis Rocha.

“Estou aqui para agradecer esse companheirismo, essa força de trabalho e dizer à população que estamos imbuídos, até o último dia do nosso governo, trabalhando pelo direito das mulheres e pela valorização do trabalho feminino”, disse o governador, em uma homenagem às mulheres que compõem o seu governo e de toda a cidade.

Da assistência social à defesa da cidadania e o acompanhamento de grandes obras, as gestoras lideram cargos estratégicos, como em dez secretarias, nove empresas públicas e órgãos vinculados e dez administrações regionais.

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) tem à frente Mayara Noronha Rocha. Cabe a ela e à sua equipe administrar programas sociais como o DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás, que beneficiam milhares de pessoas. Na Secretaria da Mulher, criada nesta gestão, Ericka Filippelli lidera iniciativas de combate à violência contra as mulheres e programas de empoderamento e autonomia econômica desse público.

As mulheres também estão à frente da Educação, da Saúde, do Turismo e da Defesa do DF em questões judiciais e extrajudiciais, como é o caso da Procuradoria-Geral do DF. A chefia de gabinete do governador Ibaneis Rocha é confiada a Juliana Monici.

 

Mayara Noronha Rocha | Foto: Glênio Dettmar

• Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social

A Sedes é responsável por executar políticas de assistência social, transferência de renda e de segurança alimentar e nutricional. É a secretaria que administra os restaurantes comunitários, as unidades do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e programas de governo como o DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás. A pasta tem programa de acolhimento a mulheres em situação de rua e desabrigo e também atende mães, com o Bolsa Maternidade, destinado às mulheres com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo.

“A mulher tem sim essa característica de ser mais atenciosa no que se refere às dores do seres humanos. Quando se fala da assistência social, é preciso mencionar que em todos os programas assistenciais é sempre a mulher que predomina, seja como chefe de família – como no programa Prato Cheio, em que quase 90% das famílias assistidas são chefiadas por mulheres – , seja no programa Criança Feliz Brasiliense, em que quase 100% das mães aparecem como chefes das famílias. Na secretaria, temos cinco subsecretárias mulheres. A minha responsabilidade é aumentar o empoderamento feminino em qualquer ambiente que envolva o mercado de trabalho, seja ele público, seja privado”, diz a secretária Mayara Rocha.

 

 

Giselle Ferreira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer

A pasta dedicada ao esporte e ao lazer também é comandada por uma mulher. Giselle Ferreira está à frente de programas como o Bolsa Atleta, Compete Brasília e Jovem Candango, todos com o objetivo de fomentar o esporte. Uma das iniciativas mais recentes da Secretaria de Esporte e lazer (SEL) é a construção de dez campos de grama sintética em diferentes cidades do DF. Os programas da pasta atendem mais de 65 mil pessoas.

“Sinto-me muito orgulhosa em fazer parte de um time que acredita nas políticas públicas efetivas para as mulheres. Não fazemos políticas só em discurso, mas principalmente em ações. O tema mulher é trabalhado em todas as secretarias. Chegamos à frente da Secretaria de Esportes para uma ação simples. Temos 12 centros olímpicos por meio dos quais levamos esporte para todas as cidades do DF. Não existia nesses centros o futebol feminino, e essa modalidade foi criada. Também inserimos a queimada, que tem grande participação feminina. Existe ainda uma legislação específica que permite que não haja diferença nos valores das premiações pagas para mulheres e homens. Tivemos uma judoca daqui de Brasília, que foi porta-bandeiras em Tóquio [Japão], a Ketleyn Quadros. Estamos fazendo a diferença”, destacou a secretária de Esportes.

 

 

Marcela Passamani | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

Tendo como premissa básica o exercício da cidadania e da defesa dos direitos inalienáveis da pessoa humana, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), comandada por Marcela Passamani, tem alcançado resultados importantes nos mais diferentes campos. A ampliação do Na Hora e de seus serviços, além da redução do tempo de atendimento, são marcas da atual gestão. O Casamento Comunitário, que já uniu mais de 200 casais, também é um programa consolidado. A pasta tem, ainda, ações voltadas para as mulheres, tanto de empoderamento quanto de acolhimento. O programa Sejus Mais Perto do Cidadão também realiza constantemente ações voltadas para esse público.

“Estar aqui é oportunidade. Mulheres precisam de oportunidades para estar em espaços de decisão e de poder. Digo e afirmo que mulher no poder não faz política pública ou trabalho só para outras mulheres: trabalha para todos, com o olhar de mulher. Esse olhar diferenciado deve ser prestigiado. Quando estamos aqui, representamos tantas outras mulheres que não têm voz e não tiveram oportunidades. A luta é de todas as mulheres”, garante Marcela Passamani.

 

 

Ericka Filippelli | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Ericka Filippelli, secretária da Mulher

Recriada nesta gestão, a Secretaria da Mulher tem Ericka Filippelli à frente das políticas voltadas para as mulheres. A pasta tem uma série de programas para o enfrentamento à violência, a autonomia econômica e o empoderamento feminino. Dispõe também de Casa Abrigo, unidades do Núcleo de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavd) e um Ônibus da Mulher.

“Ser secretária da Mulher é extremamente desafiador neste tempo em que ainda vivemos. Estamos falando de uma pauta que diz respeito diretamente à transformação da sociedade, é ter cuidado com a maior parcela da população, que são as mulheres, ainda com tantas necessidades, com tantas carências, com tantas vulnerabilidades. Ser secretária da Mulher é motivo de felicidade e realização, por ver tantas entregas, superação de desafios e poder modificar vidas. Estamos com a Casa da Mulher Brasileira, com a Clínica da Mulher e conseguimos aumentar o orçamento desta pauta em mais de 15 vezes desde o início da gestão. Também vemos as políticas para as mulheres do DF serem reconhecidas por todos os estados. Quando chegamos, precisamos trabalhar de forma muito rápida e estratégica para arrumar esta casa. Para mim, é uma honra ser a primeira secretária da Mulher do DF”, comemora.

 

 

Hélvia Paranaguá | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Hélvia Paranaguá, secretária de Educação

Uma das secretarias mais importantes do DF é comandada por uma mulher. Hélvia Paranaguá está à frente da rede pública de ensino, que tem mais de 430 mil alunos no DF. Nas escolas, o debate sobre coibir a violência e de valorização das mulheres é constante. Lives, campanhas, saraus e outros tipos de eventos também são desenvolvidos pela pasta.

“O governador Ibaneis trouxe uma proposta diferente de gestão para o DF. Eu, enquanto mulher, sinto-me muito honrada em fazer parte deste time. Na Educação, a maior força de trabalho é das mulheres. Hoje contamos com 24 mil profissionais, dos quais 17 mil são mulheres. Das oito subsecretarias, cinco são ocupadas por mulheres. E não é só pelo fato de serem mulheres, mas mulheres competentes, comprometidas. São mulheres que querem fazer a diferença no Governo do Distrito Federal”, frisa a secretária Hélvia.

 

 

Vanessa Mendonça | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Vanessa Mendonça, secretária de Turismo

O fortalecimento do artesanato, do turismo cívico e do olhar para o segmento no DF passa pelas mãos da secretária Vanessa Mendonça. Em um dos trabalhos da pasta, o número de guias de turismo em Brasília cresceu 269% entre 2019 e 2022, passando de 92 para 340. Para se ter uma noção da importância desse trabalho, hoje Brasília é o quarto destino mais procurado entre os brasileiros, ficando atrás apenas de Londres (Inglaterra), Rio de Janeiro e São Paulo.

“Estou desde o início da gestão do governo Ibaneis e tenho contado com o apoio integral a todas as ações e projetos, o que é muito importante. Ao olhar para uma cidade que até no nome é feminina, temos a possibilidade de cuidar e acolher e o turismo é muito isso. É a hospitalidade, é a forma como a gente recebe, com muito carinho. Ser secretária em Brasília é uma honra, primeiro por ter um governador que cuida da população, cuida da mulher, respeita, apoia e não abre mão no seu governo de ter lideranças femininas”, pontua Vanessa.

 

 

Luana Machado | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Luana Machado, secretária da Juventude

A Secretaria da Juventude (Sejuv) tem em sua marca a promoção de cursos, oficinas e capacitações voltadas para o público jovem. Destaque também para as unidades do Centro de Juventude, espaços criados para o desenvolvimento integral dos jovens por meio de ações em áreas como educação, cultura, saúde, cidadania e inclusão social.

“Sinto-me honrada em ocupar o cargo de secretária da Juventude pela primeira vez no Distrito Federal. Isso demonstra o cuidado e o olhar cuidadoso de nosso governador, que dá vez e voz às mulheres. Acredito que uma mulher na pasta beneficiará a população como um todo, e, por ser conhecedora da realidade das jovens do DF, dedicará a elas um olhar carinhoso”, analisou a secretária.

 

 

Ludmila Galvão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Ludmila Lavocat Galvão, procuradora-geral do DF

Responsável pela defesa do DF em questões judiciais e extrajudiciais, a Procuradoria-Geral do DF tem à frente Ludmila Galvão. O trabalho da PGDF é notadamente reconhecido, tendo sido reforçado na pandemia, com as ações que levaram à suspensão da reabertura escalonada do comércio, à redução do ICMS para álcool gel, a derrubada de liminares que pretendiam adiar o pagamento de tributos essenciais, entre outros. Vitórias do governo passaram pelo trabalho da PGDF.

“A preocupação com os direitos humanos das mulheres se insere em todas as áreas da vida em sociedade. As mulheres devem estar presentes em todos os espaços formais de poder, participando com os homens das tomadas de decisões. A sensibilidade das mulheres corrobora para uma decisão mais justa. Durante os 60 anos de existência da PGDF, dos 20 procuradores-gerais, houve somente duas mulheres: eu e minha antecessora. A mulher advogada, seja no âmbito público ou privado, deve lutar para o incremento de sua representatividade nos espaços de poder.”

 

 

Eleutéria Mendes | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Eleutéria Guerra Pacheco Mendes, diretora-presidente do Jardim Zoológico

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) é comandada por Eleutéria Mendes. Neste ano, o Zoológico de Brasília foi um dos vencedores no prêmio internacional de enriquecimento ambiental para animais sob cuidados humanos, oferecido anualmente pela ONG Hose2Habitat. No fim do ano passado, o local ampliou a capacidade de visitantes de 1,5 mil para 5 mil pessoas.

 

 

Denise Fonseca | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Denise Fonseca, presidente da Emater-DF

A Emater-DF promove o desenvolvimento rural sustentável e a segurança alimentar, no DF e no Entorno, atendendo a mais de 15 mil produtores rurais. A empresa pública promove anualmente encontros destinados às mulheres do campo, quando são discutidos o empoderamento, a qualidade de vida, a violência doméstica, entre outros assuntos.

“O governador Ibaneis quebrou uma história de machismo na presidência da Emater. Em 40 anos, sou a primeira mulher a presidir o órgão, embora mais de 50% do quadro seja composto por mulheres. Nunca tínhamos ocupado esse cargo, até que em 2019 passei a presidir a empresa. Vejo isso como um ponto de partida para que a mulher do agro também possa aparecer e ter a sua vez. Com relação às produtoras, a Emater tem mais produtoras que produtores e atua na renda dessas mulheres. Juntamente com a renda, vem o empoderamento. A mulher produtora deve estar onde ela quiser”, frisa a presidente da Emater.

Juliana Monici | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Juliana Monici, chefe de gabinete do governador

A coordenação, organização, planejamento e supervisão de atividades do governador Ibaneis Rocha é feita por Juliana Monici. Ela assumiu o posto em janeiro de 2020 e acompanha o dia a dia do governador,  no Palácio do Buriti ou nas agendas externas.

“Ser, hoje, chefe de gabinete do governador mostra que o governo não só enxerga potencial nas vozes e representações femininas, como apoia o envolvimento delas com a política. Essa oportunidade que me foi dada abre portas para que meninas e mulheres sonhem em alcançar posições de destaque no âmbito profissional. Tenho certeza de que esse tipo de representatividade pode ajudar a transformar a próxima geração, para que a presença da mulher em todos os níveis da sociedade se torne não apenas um destaque a ser admirado, mas algo comum”, analisa Juliana.

Maria José de Nápolis | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Maria José de Nápolis, defensora pública do Distrito Federal

A Defensoria Pública do Distrito Federal promove assistência jurídica integral e gratuita para as pessoas em situação vulnerável. Em 2021, foram mais de 600 mil atendimentos à população. A Defensoria dispõe do Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem).

Aline De Pieri | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Aline De Pieri, diretora-executiva do Jardim Botânico

Museu vivo que reúne jardins temáticos, plantas, desenvolvimento de pesquisas e educação ambiental, o Jardim Botânico de Brasília é chefiado por Aline De Pieri. Nos últimos anos, o local passou por reformas importantes, como a instalação de quiosques, a ampliação do laboratório de reprodução in vitro e inauguração de um novo restaurante, praça de alimentação e loja de souvenir.

Mariela Souza | Foto: Divulgação

• Mariela Souza, diretora-presidente substituta do Iges-DF

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) cuida de milhares de vidas, e quem está à frente desse time é Mariela Souza, diretora-presidente substituta do instituto. O Iges-DF cuida de dois hospitais – Base e Santa Maria – e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). São milhares de atendimentos diários e atenção à saúde da população.

Regina Dias | Foto: Divulgação

• Regina Dias, diretora-presidente do DF Previcom

A Fundação de Previdência Complementar dos Servidores do DF (DF Previcom) administra e executa planos patrocinados, destinados aos servidores públicos efetivos do Distrito Federal. No ano passado, a fundação atingiu a marca de 1.000 participantes ativos em menos de três anos desde a implementação do Plano de Benefícios DF-Previdência.

Inocência Rocha | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Inocência Rocha, diretora-executiva da Fepecs

A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) é mantenedora de três escolas: Escola de Aperfeiçoamento do SUS (EapSUS), Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb). Na Fepecs são ofertados cursos na área de saúde e também ações educativas para profissionais da Secretaria de Saúde (SES).

Elaine Ferretti Starling | Foto: Divulgação

• Elaine Ferretti Costa, liquidante Proflora

Elaine Ferretti Costa é a responsável pela liquidação da empresa de sociedade de economia mista Florestamento e Reflorestamento (Proflora).

Deuselita Martins | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Deuselita Pereira Martins, diretora executiva da Funap

Deuselita Pereira Martins é delegada de polícia e exerceu o cargo de diretora da Penitenciária Feminina por quase dez anos. Na Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), desenvolve oficinas de trabalho junto às detentas, com o objetivo de remição de pena e ressocialização.

Simone Benck | Foto: Paulo H. Carvalho

• Simone Benck, reitora da UnDF

Simone Benck atua como reitora pro tempore da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), que nasceu nesta gestão e se tornou a primeira universidade distrital da história do DF.

“Acredito que o protagonismo feminino é muito importante em uma unidade da Federação como o DF, em que temos uma gestão e uma política fortemente representadas por um histórico patriarcal. E esse sentido feminino que a mulher traz aos postos de poder pode reverberar para toda a cidade como uma prestação de serviço mais eficiente, mais crítica e também mais sensível”.

Telma Rufino | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Telma Rufino, administradora de Arniqueira

A reforma de praças e quadras poliesportivas e a regularização fundiária na cidade contam com o apoio da administradora Telma Rufino. Primeira administradora regional de Arniqueira, ela atua nos projetos de implantação dos equipamentos públicos na região juntamente com os órgãos do GDF. Articulou a instalação de papa-lixos em vários pontos da RA, encaminhou o pedido dos moradores de recapeamento da Avenida Vereda da Cruz e acompanha diariamente ações de manutenção e obras na cidade.

Joseane Monteiro | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Joseane Monteiro, administradora do Gama

O Gama ganhou uma UPA, terá a UBS 7 reconstruída e a rodoviária reformada. A cidade, administrada por Joseane Feitosa Monteiro, recebeu a Avenida dos Pioneiros reformada e também melhorias em sua Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), conhecida como AMA do Gama. Estacionamentos foram feitos no campus da Universidade de Brasília (UnB) e no Hospital Regional do Gama, assim como ciclovias, entre essas a da DF-483, que liga o Gama a Santa Maria. A Feira do Galpão do Gama também ficou de cara nova.

Luciane Quintana| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Luciane Quintana, administradora do Guará

O Guará contou com melhorias no Setor Bernardo Sayão, no Polo de Modas, eficientização de iluminação pública em diferentes quadras, reforma de pista de cooper, construção de calçadas e de ciclovias. Um trabalho que teve o apoio da administradora Luciane Quintana.

Ilka Teodoro | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Ilka Teodoro, administradora do Plano Piloto

A reforma das tesourinhas, dos setores Hospitalar Sul e Rádio e TV Sul, da Praça do Povo no Setor Comercial Sul e da W3 Sul e Eixão tiveram a participação da administração comandada por Ilka Teodoro.

Ana Lúcia Melo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Ana Lúcia Melo, administradora do Riacho Fundo

A Praça Japonesa e a Feira Permanente do Riacho Fundo, bem como as novas calçadas, a construção de um Centro Interescolar de Línguas (CIL) e a recuperação asfáltica em diversos pontos da cidade foram executadas por diferentes órgãos e com apoio da administradora Ana Lúcia Melo.

Ana Maria da Silva | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Ana Maria da Silva, administradora do Riacho Fundo II

Uma UPA, uma UBS, unidades de papa-lixos e a reforma da feira são algumas das realizações no Riacho Fundo II, que tem como administradora Ana Maria da Silva.

Marileide Romão | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

• Marileide Romão, administradora de Santa Maria

Administrada por Marileide Romão, Santa Maria se transformou em um canteiro de obras após muitos anos de abandono. A cidade ganhou sua primeira rodoviária, a reforma do parque ecológico, a pavimentação e iluminação da Vicinal 371, a reconstrução da Escola Classe 1 Porto Rico e a construção de ciclovia na DF-483, entre outras benfeitorias.

Vânia Gurgel | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Vânia Gurgel, administradora do SCIA/Estrutural

Vânia Gurgel assumiu a administração do SCIA/Estrutural e ajudou a região administrativa a ganhar uma unidade do Na Hora e uma delegacia de polícia, bem como a reforma da Agência do Trabalhador.

Marcela Oliveira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Marcela Oliveira, administradora do SIA

O SIA ganhou uma rota de segurança no Setor de Inflamáveis, uma nova subestação de energia e melhorias na Ceasa-DF. Parte desse trabalho foi realizado com a influência da administradora Marcela Oliveira.

Walkiria Garcia de Freitas | Foto: Divulgação

• Walkiria Garcia de Freitas, administradora do Sudoeste/Octogonal

Iluminação em LED, construção de calçadas, instalação de papa-lixos e a reforma da Epig são obras que o Sudoeste ganhou nos últimos anos. A região administrativa vai receber um viaduto, já em construção, e tem em seu comando Walkiria Garcia de Freitas.

 

 

 

 

Catarina Lima e Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Rosualdo Rodrigues

 

 

 

 

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Lavagem dos vitrais prepara a Catedral para o 12 de outubro

Coordenada pelo GDF Presente, equipe de rapel faz a limpeza anual de um dos pontos turísticos mais visitados de Brasília

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Hédio Ferreira Júnior, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou nesta quarta-feira (5) a lavagem externa dos vitrais da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a Catedral de Brasília. Presos por cordas fixadas no alto da igreja, cinco rapelistas tiravam a sujeira das vidraças com esfregões, detergente desincrustante e uma mangueira de hidrojato. O trabalho segue nesta quinta-feira (6).

 

“É a valorização não só do templo, mas da própria cidade e do turismo”Padre Paulo Renato

 

Coordenada pelo GDF Presente – programa de reparos da Secretaria de Governo (Segov) realizado nas 33 regiões administrativas -, a limpeza prepara um dos símbolos de Brasília para a celebração da sua padroeira, em 12 de outubro. A previsão é que também sejam pintados a cúpula do batistério, o prédio da Cúria Metropolitana de Brasília e o campanário (torre de sinos).

Esta é a quarta vez, desde 2019, que os vitrais da Catedral de Brasília são lavados. “É o cuidado do GDF Presente com o patrimônio público”, afirma o coordenador do Polo Central 3, Alexandro César.

Depois de 14 anos à frente da paróquia São Sebastião, em Planaltina, padre Paulo Renato assumiu em 2022 o comando da Catedral, na Esplanada dos Ministérios. Ao acompanhar a lavagem dos vitrais no final da manhã, ele elogiou o que chamou de “rápidas e positivas” as respostas do governo nos cuidados com o espaço: “É a valorização não só do templo, mas da própria cidade e do turismo”.

Ao passear por Brasília, o casal de Iporá (GO) Layane Almeida, 34, e Guilherme Cunha, 30, visitava pela primeira vez a Catedral Metropolitana. Para ela, que é servidora municipal, acompanhar a lavagem dos vitrais demonstra zelo com o patrimônio público e com quem vai visitá-lo. “É importante manter a cidade estruturada e limpa para receber bem o turista”, conclui.​

 

 

 

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Hospital de Ceilândia vai ganhar reforma de R$ 11 milhões

Projeto prevê reestruturação completa e ampliação no pronto-socorro da unidade. Obras estão previstas para começar no primeiro semestre de 2023

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Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

 

“A reforma e a ampliação trarão uma atualização importante. Hoje são abertas diariamente uma média de 540 fichas e realizados 330 atendimentos médicos por dia no pronto socorro e, com a ampliação, esse número ainda poderá aumentar”Bruno Aires, diretor do HRC

O Pronto Socorro do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) vai passar por melhorias. O início efetivo das obras está previsto para o primeiro semestre de 2023. Os projetos de reforma e ampliação do PS foram aprovados e a deliberação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (3).

O valor total de investimento nas obras é de aproximadamente R$ 11 milhões, oriundos de emenda parlamentar da deputada federal Celina Leão.

O Hospital Regional de Ceilândia foi inaugurado em 1981 e ao longo dos seus 41 anos o pronto socorro não passou por reforma ou reestruturação.

 

“A reforma e a ampliação trarão uma atualização importante. Hoje são abertas diariamente uma média de 540 fichas e realizados 330 atendimentos médicos por dia no pronto socorro e, com a ampliação, esse número ainda poderá aumentar”, informa o diretor do HRC, Bruno Aires.

Somente no mês de setembro foram abertas 16.198 guias de atendimento emergencial (GAE/ficha) e um total de 9.732 atendimentos no PS do Hospital Regional de Ceilândia.

O HRC inclui em seus serviços atendimentos de emergência e ambulatorial, banco de leite, cirurgias, exames laboratoriais, radiografia, ecografia, tomografia e mamografia, epidemiologia, internação domiciliar e de oxigenioterapia.

A unidade tem um centro de trauma que absorve a demanda de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia, que integram a Região de Saúde Oeste, além de atender outras cidades do entorno.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

 

 

 

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Renovação na CLDF chega a 50% dos distritais e há um novo campeão de votos

Os 24 distritais estão distribuídos em 13 partidos. A maior bancada é do PL com 4 eleitos, seguido de PT e MDB ambos com 3 distritais

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Os resultados das urnas determinados pela escolha dos eleitores estabeleceram a renovação de 12 deputados distritais. Assim, como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é composta de 24 eleitos para representar a população, o índice de renovação equivale a 50% do total de parlamentares.

Vale registrar também que apenas 18 dos atuais distritais tentaram a reeleição, enquanto 5 buscaram outros mandatos eletivos e apenas a deputada Arlete Sampaio (PT) decidiu não se candidatar.
Para efeito de comparação, na eleição de 2018, foram 17 deputados na CLDF que não estavam na legislatura anterior. Assim, naquela ocasião, igualou-se a maior renovação já registrada, pois na eleição de 2010, as urnas também colocaram na Câmara Legislativa o mesmo número de novos distritais.

Já em 2014, a renovação foi de metade da composição total da CLDF. Em 2006, foram 13 novatos. Em 2002 eram 15 novos distritais. Em 1998, 13 que não foram reeleitos. Já em 1994, quando houve a eleição para a Segunda Legislatura, foram eleitos 13 estreantes.

 

Os resultados das urnas determinados pela escolha dos eleitores estabeleceram a renovação de 12 deputados distritais. Assim, como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é composta de 24 eleitos para representar a população, o índice de renovação equivale a 50% do total de parlamentares.

Vale registrar também que apenas 18 dos atuais distritais tentaram a reeleição, enquanto 5 buscaram outros mandatos eletivos e apenas a deputada Arlete Sampaio (PT) decidiu não se candidatar.
Para efeito de comparação, na eleição de 2018, foram 17 deputados na CLDF que não estavam na legislatura anterior. Assim, naquela ocasião, igualou-se a maior renovação já registrada, pois na eleição de 2010, as urnas também colocaram na Câmara Legislativa o mesmo número de novos distritais.

Já em 2014, a renovação foi de metade da composição total da CLDF. Em 2006, foram 13 novatos. Em 2002 eram 15 novos distritais. Em 1998, 13 que não foram reeleitos. Já em 1994, quando houve a eleição para a Segunda Legislatura, foram eleitos 13 estreantes.

 

 

 

 

 

O mais votado da história

O distrital campeão de votos nesta eleição é Fábio Félix (PSOL) com 51.792 votos. Trata-se da maior votação de toda a história para distrital, superando o número alcançado por Luis Estevão na eleição de 1994.

“É histórico um gay orgulhoso de sua sexualidade ser o mais votado da história do DF em tempos de Bolsonaro e sua política do ódio. Vamos continuar defendendo os mais vulneráveis e enfrentando as desigualdades sociais”, afirmou Fábio Félix.

 

 

* As opiniões dos parlamentares não refletem o posicionamento institucional da CLDF.

Em seguida, Chico Vigilante (PT) chega a mais um mandato na CLDF, conquistando 43.854 eleitores. Já o terceiro mais votado é Max Maciel (PSOL) que chega pela primeira vez para exercer mandato na Câmara Legislativa, conquistando o apoio de 35.758.

Os eleitos

Estão eleitos para deputado distrital Fábio Félix (PSOL); Chico Vigilante (PT); Max Maciel (PSOL); Daniel Donizet (PL); Martins Machado (Republicanos); Robério Negreiros (PSD); Jorge Vianna (PSD); Jaqueline Silva (Agir); Thiago Manzoni (PL); Eduardo Pedrosa (União Brasil); Joaquim Roriz Neto (PL), Iolando (MDB); Pastor Daniel de Castro (PP); Hermeto (MDB); Roosevelt Vilela (PL); Doutora Jane (Agir); Rogério Morro da Cruz (PMN); Gabriel Magno (PT); João Cardoso (Avante); Paula Belmonte (Cidadania); Ricardo Vale (PT); Wellington Luiz (MDB); Pepa (PP); Dayse Amarilio (PSB).

Conheça aqui todos os eleitos e o perfil de cada um deles.

Bancada feminina

Foram eleitas 4 mulheres para a composição da CLDF, uma a mais que a legislatura atual. Compõem a bancada feminina a distrital reeleita Jaqueline Silva (Agir), a estreante Doutora Jane (Agir), delegada da PCDF, Paula Belmonte (Cidadania), que encerra mandato de deputada federal, e a enfermeira Dayse Amarilio (PSB), que era presidente do SindiEnfermeiro DF. Nesta eleição de 2022, as mulheres eram 35,15% do total de candidatos a distrital. Na legislatura que está se encerrando, a bancada feminina tem 3 representantes eleitas. O maior número de mulheres foi alcançado na Quarta Legislatura (2003 – 2006), quando havia 5 representantes.

 

 

 

Partidos na CLDF

A composição partidária da CLDF confirma a pluralidade partidária. Nesta eleição, há 13 agremiações representadas. A maior bancada é do PL com 4 eleitos. Houve empate na segunda e terceira bancadas, PT e MDB ambos com 3 distritais. Na eleição de 2018, 19 partidos conseguiram eleger deputados distritais.

 

 

 

Bancada do governador

Ibaneis Rocha (MDB) foi reeleito para comandar o Palácio Buriti a partir do próximo ano. Os partidos da coligação do atual governador elegeram 12 distritais. Vale registrar que certamente a bancada de governo será maior do que apenas a composta pelos partidos que estavam presentes na coligação vitoriosa.

O cálculo

quociente eleitoral para deputado distrital foi de 69.182 votos. O número foi 10,17% maior que na eleição de 2018, quando era necessário a agremiação partidária atingir 62.385 para eleger um deputado distrital.

Quociente eleitoral é o resultado da divisão do total de votos válidos pelo total de vagas na Câmara Legislativa. Portanto, 1.660.387 dividido por 24. Em seguida, é feita uma nova divisão. Agora é o número total de votos de cada agremiação pelo quociente eleitoral. Assim, a Justiça Eleitoral chega ao resultado da distribuição de vagas por partido.

Raça

Mais de 54% dos candidatos a distrital declaram-se negros ou pardos. O resultado das urnas mostra que 8 pardos e 3 negros garantiram uma cadeira na CLDF, correspondendo a 45,83% da composição da casa. Por outro lado, 12 se identificam como brancos. E, mais uma vez, não há representantes dos povos indígenas eleitos a distrital.

Bancada Federal

Em relação aos representantes do DF na Câmara dos Deputados foram eleitos 5 novos parlamentares: Fred Linhares (Republicanos); Rafael Prudente (MDB); Professor Reginaldo Veras (PV); Fraga (PL) e Gilvan Máximo (Republicanos). Foram reeleitas as deputadas Bia Kicis (PL), campeã de votos, Erika Kokay (PT) e Julio Cesar (Republicanos).

Dos 8 deputados federais do DF, 4 não se candidataram à reeleição. Celina Leão (PP) compõe a chapa que concorre ao GDF com Ibaneis Rocha (MDB), Paula Belmonte (Cidadania) foi candidata à vaga na CLDF, Flávia Arruda (PL) concorreu ao Senado e Luis Miranda (PL) não concorreu a qualquer cargo eletivo.

Julio Cesar Ribeiro (Republicanos), Bia Kicis (PL), Professor Israel (PSB), e Erika Kokay (PT) tentaram renovar o mandato de deputado federal.

Francisco Espínola – Agência CLDF

 

 

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