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Vinte e nove mulheres no primeiro escalão do GDF

Neste mês de março, dedicado às mulheres, a Agência Brasília mostra o trabalho desempenhado por elas em cada uma de suas pastas

 

Em secretarias, administrações regionais, Procuradoria do DF e Defensoria Pública, o governador Ibaneis Rocha conta com o apoio feminino: “Trabalhamos com a sensibilidade das mulheres em atenção à população do DF”, afirma ele | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

 

Administrar um orçamento de mais de R$ 666,9 milhões – de acordo com a Lei Orçamentária –, como é caso da secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, ou cuidar de um contingente de 27 mil professores, como faz a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ou ainda ter responsabilidade de mudar a dura realidade das mulheres do Distrito Federal, missão da secretária da Mulher, Ericka Filippelli.

Esses são apenas alguns exemplos da confiança que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, deposita nas mulheres que fazem parte do seu governo. No dia a dia, o governador conta com a competência de uma mulher, sua chefe de gabinete, Juliana Monici, peça-chave na organização e planejamento das atividades do governo.

“Estamos imbuídos, até o último dia do nosso governo, trabalhando pelo direito das mulheres e pela valorização do trabalho feminino”, diz o governador Ibaneis Rocha

Ibaneis também valorizou as mulheres nas empresas públicas da cidade. Em 40 anos, a primeira vez que a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) tem uma mulher como presidente é justamente na atual gestão, com Denise Fonseca.

“Estamos aqui para mostrar que este governo respeita o direito das mulheres e que, graças a Deus, dá certo exatamente pela força dessas companheiras que temos aqui, nas mais diversas secretarias, administrações regionais, Procuradoria do DF, Defensoria Pública. Trabalhamos com a sensibilidade das mulheres em atenção à população do DF”, afirma Ibaneis Rocha.

“Estou aqui para agradecer esse companheirismo, essa força de trabalho e dizer à população que estamos imbuídos, até o último dia do nosso governo, trabalhando pelo direito das mulheres e pela valorização do trabalho feminino”, disse o governador, em uma homenagem às mulheres que compõem o seu governo e de toda a cidade.

Da assistência social à defesa da cidadania e o acompanhamento de grandes obras, as gestoras lideram cargos estratégicos, como em dez secretarias, nove empresas públicas e órgãos vinculados e dez administrações regionais.

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) tem à frente Mayara Noronha Rocha. Cabe a ela e à sua equipe administrar programas sociais como o DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás, que beneficiam milhares de pessoas. Na Secretaria da Mulher, criada nesta gestão, Ericka Filippelli lidera iniciativas de combate à violência contra as mulheres e programas de empoderamento e autonomia econômica desse público.

As mulheres também estão à frente da Educação, da Saúde, do Turismo e da Defesa do DF em questões judiciais e extrajudiciais, como é o caso da Procuradoria-Geral do DF. A chefia de gabinete do governador Ibaneis Rocha é confiada a Juliana Monici.

 

Mayara Noronha Rocha | Foto: Glênio Dettmar

• Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social

A Sedes é responsável por executar políticas de assistência social, transferência de renda e de segurança alimentar e nutricional. É a secretaria que administra os restaurantes comunitários, as unidades do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e programas de governo como o DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás. A pasta tem programa de acolhimento a mulheres em situação de rua e desabrigo e também atende mães, com o Bolsa Maternidade, destinado às mulheres com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo.

“A mulher tem sim essa característica de ser mais atenciosa no que se refere às dores do seres humanos. Quando se fala da assistência social, é preciso mencionar que em todos os programas assistenciais é sempre a mulher que predomina, seja como chefe de família – como no programa Prato Cheio, em que quase 90% das famílias assistidas são chefiadas por mulheres – , seja no programa Criança Feliz Brasiliense, em que quase 100% das mães aparecem como chefes das famílias. Na secretaria, temos cinco subsecretárias mulheres. A minha responsabilidade é aumentar o empoderamento feminino em qualquer ambiente que envolva o mercado de trabalho, seja ele público, seja privado”, diz a secretária Mayara Rocha.

 

 

Giselle Ferreira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer

A pasta dedicada ao esporte e ao lazer também é comandada por uma mulher. Giselle Ferreira está à frente de programas como o Bolsa Atleta, Compete Brasília e Jovem Candango, todos com o objetivo de fomentar o esporte. Uma das iniciativas mais recentes da Secretaria de Esporte e lazer (SEL) é a construção de dez campos de grama sintética em diferentes cidades do DF. Os programas da pasta atendem mais de 65 mil pessoas.

“Sinto-me muito orgulhosa em fazer parte de um time que acredita nas políticas públicas efetivas para as mulheres. Não fazemos políticas só em discurso, mas principalmente em ações. O tema mulher é trabalhado em todas as secretarias. Chegamos à frente da Secretaria de Esportes para uma ação simples. Temos 12 centros olímpicos por meio dos quais levamos esporte para todas as cidades do DF. Não existia nesses centros o futebol feminino, e essa modalidade foi criada. Também inserimos a queimada, que tem grande participação feminina. Existe ainda uma legislação específica que permite que não haja diferença nos valores das premiações pagas para mulheres e homens. Tivemos uma judoca daqui de Brasília, que foi porta-bandeiras em Tóquio [Japão], a Ketleyn Quadros. Estamos fazendo a diferença”, destacou a secretária de Esportes.

 

 

Marcela Passamani | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

Tendo como premissa básica o exercício da cidadania e da defesa dos direitos inalienáveis da pessoa humana, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), comandada por Marcela Passamani, tem alcançado resultados importantes nos mais diferentes campos. A ampliação do Na Hora e de seus serviços, além da redução do tempo de atendimento, são marcas da atual gestão. O Casamento Comunitário, que já uniu mais de 200 casais, também é um programa consolidado. A pasta tem, ainda, ações voltadas para as mulheres, tanto de empoderamento quanto de acolhimento. O programa Sejus Mais Perto do Cidadão também realiza constantemente ações voltadas para esse público.

“Estar aqui é oportunidade. Mulheres precisam de oportunidades para estar em espaços de decisão e de poder. Digo e afirmo que mulher no poder não faz política pública ou trabalho só para outras mulheres: trabalha para todos, com o olhar de mulher. Esse olhar diferenciado deve ser prestigiado. Quando estamos aqui, representamos tantas outras mulheres que não têm voz e não tiveram oportunidades. A luta é de todas as mulheres”, garante Marcela Passamani.

 

 

Ericka Filippelli | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Ericka Filippelli, secretária da Mulher

Recriada nesta gestão, a Secretaria da Mulher tem Ericka Filippelli à frente das políticas voltadas para as mulheres. A pasta tem uma série de programas para o enfrentamento à violência, a autonomia econômica e o empoderamento feminino. Dispõe também de Casa Abrigo, unidades do Núcleo de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavd) e um Ônibus da Mulher.

“Ser secretária da Mulher é extremamente desafiador neste tempo em que ainda vivemos. Estamos falando de uma pauta que diz respeito diretamente à transformação da sociedade, é ter cuidado com a maior parcela da população, que são as mulheres, ainda com tantas necessidades, com tantas carências, com tantas vulnerabilidades. Ser secretária da Mulher é motivo de felicidade e realização, por ver tantas entregas, superação de desafios e poder modificar vidas. Estamos com a Casa da Mulher Brasileira, com a Clínica da Mulher e conseguimos aumentar o orçamento desta pauta em mais de 15 vezes desde o início da gestão. Também vemos as políticas para as mulheres do DF serem reconhecidas por todos os estados. Quando chegamos, precisamos trabalhar de forma muito rápida e estratégica para arrumar esta casa. Para mim, é uma honra ser a primeira secretária da Mulher do DF”, comemora.

 

 

Hélvia Paranaguá | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Hélvia Paranaguá, secretária de Educação

Uma das secretarias mais importantes do DF é comandada por uma mulher. Hélvia Paranaguá está à frente da rede pública de ensino, que tem mais de 430 mil alunos no DF. Nas escolas, o debate sobre coibir a violência e de valorização das mulheres é constante. Lives, campanhas, saraus e outros tipos de eventos também são desenvolvidos pela pasta.

“O governador Ibaneis trouxe uma proposta diferente de gestão para o DF. Eu, enquanto mulher, sinto-me muito honrada em fazer parte deste time. Na Educação, a maior força de trabalho é das mulheres. Hoje contamos com 24 mil profissionais, dos quais 17 mil são mulheres. Das oito subsecretarias, cinco são ocupadas por mulheres. E não é só pelo fato de serem mulheres, mas mulheres competentes, comprometidas. São mulheres que querem fazer a diferença no Governo do Distrito Federal”, frisa a secretária Hélvia.

 

 

Vanessa Mendonça | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Vanessa Mendonça, secretária de Turismo

O fortalecimento do artesanato, do turismo cívico e do olhar para o segmento no DF passa pelas mãos da secretária Vanessa Mendonça. Em um dos trabalhos da pasta, o número de guias de turismo em Brasília cresceu 269% entre 2019 e 2022, passando de 92 para 340. Para se ter uma noção da importância desse trabalho, hoje Brasília é o quarto destino mais procurado entre os brasileiros, ficando atrás apenas de Londres (Inglaterra), Rio de Janeiro e São Paulo.

“Estou desde o início da gestão do governo Ibaneis e tenho contado com o apoio integral a todas as ações e projetos, o que é muito importante. Ao olhar para uma cidade que até no nome é feminina, temos a possibilidade de cuidar e acolher e o turismo é muito isso. É a hospitalidade, é a forma como a gente recebe, com muito carinho. Ser secretária em Brasília é uma honra, primeiro por ter um governador que cuida da população, cuida da mulher, respeita, apoia e não abre mão no seu governo de ter lideranças femininas”, pontua Vanessa.

 

 

Luana Machado | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Luana Machado, secretária da Juventude

A Secretaria da Juventude (Sejuv) tem em sua marca a promoção de cursos, oficinas e capacitações voltadas para o público jovem. Destaque também para as unidades do Centro de Juventude, espaços criados para o desenvolvimento integral dos jovens por meio de ações em áreas como educação, cultura, saúde, cidadania e inclusão social.

“Sinto-me honrada em ocupar o cargo de secretária da Juventude pela primeira vez no Distrito Federal. Isso demonstra o cuidado e o olhar cuidadoso de nosso governador, que dá vez e voz às mulheres. Acredito que uma mulher na pasta beneficiará a população como um todo, e, por ser conhecedora da realidade das jovens do DF, dedicará a elas um olhar carinhoso”, analisou a secretária.

 

 

Ludmila Galvão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Ludmila Lavocat Galvão, procuradora-geral do DF

Responsável pela defesa do DF em questões judiciais e extrajudiciais, a Procuradoria-Geral do DF tem à frente Ludmila Galvão. O trabalho da PGDF é notadamente reconhecido, tendo sido reforçado na pandemia, com as ações que levaram à suspensão da reabertura escalonada do comércio, à redução do ICMS para álcool gel, a derrubada de liminares que pretendiam adiar o pagamento de tributos essenciais, entre outros. Vitórias do governo passaram pelo trabalho da PGDF.

“A preocupação com os direitos humanos das mulheres se insere em todas as áreas da vida em sociedade. As mulheres devem estar presentes em todos os espaços formais de poder, participando com os homens das tomadas de decisões. A sensibilidade das mulheres corrobora para uma decisão mais justa. Durante os 60 anos de existência da PGDF, dos 20 procuradores-gerais, houve somente duas mulheres: eu e minha antecessora. A mulher advogada, seja no âmbito público ou privado, deve lutar para o incremento de sua representatividade nos espaços de poder.”

 

 

Eleutéria Mendes | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Eleutéria Guerra Pacheco Mendes, diretora-presidente do Jardim Zoológico

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) é comandada por Eleutéria Mendes. Neste ano, o Zoológico de Brasília foi um dos vencedores no prêmio internacional de enriquecimento ambiental para animais sob cuidados humanos, oferecido anualmente pela ONG Hose2Habitat. No fim do ano passado, o local ampliou a capacidade de visitantes de 1,5 mil para 5 mil pessoas.

 

 

Denise Fonseca | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Denise Fonseca, presidente da Emater-DF

A Emater-DF promove o desenvolvimento rural sustentável e a segurança alimentar, no DF e no Entorno, atendendo a mais de 15 mil produtores rurais. A empresa pública promove anualmente encontros destinados às mulheres do campo, quando são discutidos o empoderamento, a qualidade de vida, a violência doméstica, entre outros assuntos.

“O governador Ibaneis quebrou uma história de machismo na presidência da Emater. Em 40 anos, sou a primeira mulher a presidir o órgão, embora mais de 50% do quadro seja composto por mulheres. Nunca tínhamos ocupado esse cargo, até que em 2019 passei a presidir a empresa. Vejo isso como um ponto de partida para que a mulher do agro também possa aparecer e ter a sua vez. Com relação às produtoras, a Emater tem mais produtoras que produtores e atua na renda dessas mulheres. Juntamente com a renda, vem o empoderamento. A mulher produtora deve estar onde ela quiser”, frisa a presidente da Emater.

Juliana Monici | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Juliana Monici, chefe de gabinete do governador

A coordenação, organização, planejamento e supervisão de atividades do governador Ibaneis Rocha é feita por Juliana Monici. Ela assumiu o posto em janeiro de 2020 e acompanha o dia a dia do governador,  no Palácio do Buriti ou nas agendas externas.

“Ser, hoje, chefe de gabinete do governador mostra que o governo não só enxerga potencial nas vozes e representações femininas, como apoia o envolvimento delas com a política. Essa oportunidade que me foi dada abre portas para que meninas e mulheres sonhem em alcançar posições de destaque no âmbito profissional. Tenho certeza de que esse tipo de representatividade pode ajudar a transformar a próxima geração, para que a presença da mulher em todos os níveis da sociedade se torne não apenas um destaque a ser admirado, mas algo comum”, analisa Juliana.

Maria José de Nápolis | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Maria José de Nápolis, defensora pública do Distrito Federal

A Defensoria Pública do Distrito Federal promove assistência jurídica integral e gratuita para as pessoas em situação vulnerável. Em 2021, foram mais de 600 mil atendimentos à população. A Defensoria dispõe do Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem).

Aline De Pieri | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Aline De Pieri, diretora-executiva do Jardim Botânico

Museu vivo que reúne jardins temáticos, plantas, desenvolvimento de pesquisas e educação ambiental, o Jardim Botânico de Brasília é chefiado por Aline De Pieri. Nos últimos anos, o local passou por reformas importantes, como a instalação de quiosques, a ampliação do laboratório de reprodução in vitro e inauguração de um novo restaurante, praça de alimentação e loja de souvenir.

Mariela Souza | Foto: Divulgação

• Mariela Souza, diretora-presidente substituta do Iges-DF

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) cuida de milhares de vidas, e quem está à frente desse time é Mariela Souza, diretora-presidente substituta do instituto. O Iges-DF cuida de dois hospitais – Base e Santa Maria – e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). São milhares de atendimentos diários e atenção à saúde da população.

Regina Dias | Foto: Divulgação

• Regina Dias, diretora-presidente do DF Previcom

A Fundação de Previdência Complementar dos Servidores do DF (DF Previcom) administra e executa planos patrocinados, destinados aos servidores públicos efetivos do Distrito Federal. No ano passado, a fundação atingiu a marca de 1.000 participantes ativos em menos de três anos desde a implementação do Plano de Benefícios DF-Previdência.

Inocência Rocha | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Inocência Rocha, diretora-executiva da Fepecs

A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) é mantenedora de três escolas: Escola de Aperfeiçoamento do SUS (EapSUS), Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb). Na Fepecs são ofertados cursos na área de saúde e também ações educativas para profissionais da Secretaria de Saúde (SES).

Elaine Ferretti Starling | Foto: Divulgação

• Elaine Ferretti Costa, liquidante Proflora

Elaine Ferretti Costa é a responsável pela liquidação da empresa de sociedade de economia mista Florestamento e Reflorestamento (Proflora).

Deuselita Martins | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Deuselita Pereira Martins, diretora executiva da Funap

Deuselita Pereira Martins é delegada de polícia e exerceu o cargo de diretora da Penitenciária Feminina por quase dez anos. Na Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), desenvolve oficinas de trabalho junto às detentas, com o objetivo de remição de pena e ressocialização.

Simone Benck | Foto: Paulo H. Carvalho

• Simone Benck, reitora da UnDF

Simone Benck atua como reitora pro tempore da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), que nasceu nesta gestão e se tornou a primeira universidade distrital da história do DF.

“Acredito que o protagonismo feminino é muito importante em uma unidade da Federação como o DF, em que temos uma gestão e uma política fortemente representadas por um histórico patriarcal. E esse sentido feminino que a mulher traz aos postos de poder pode reverberar para toda a cidade como uma prestação de serviço mais eficiente, mais crítica e também mais sensível”.

Telma Rufino | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Telma Rufino, administradora de Arniqueira

A reforma de praças e quadras poliesportivas e a regularização fundiária na cidade contam com o apoio da administradora Telma Rufino. Primeira administradora regional de Arniqueira, ela atua nos projetos de implantação dos equipamentos públicos na região juntamente com os órgãos do GDF. Articulou a instalação de papa-lixos em vários pontos da RA, encaminhou o pedido dos moradores de recapeamento da Avenida Vereda da Cruz e acompanha diariamente ações de manutenção e obras na cidade.

Joseane Monteiro | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Joseane Monteiro, administradora do Gama

O Gama ganhou uma UPA, terá a UBS 7 reconstruída e a rodoviária reformada. A cidade, administrada por Joseane Feitosa Monteiro, recebeu a Avenida dos Pioneiros reformada e também melhorias em sua Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), conhecida como AMA do Gama. Estacionamentos foram feitos no campus da Universidade de Brasília (UnB) e no Hospital Regional do Gama, assim como ciclovias, entre essas a da DF-483, que liga o Gama a Santa Maria. A Feira do Galpão do Gama também ficou de cara nova.

Luciane Quintana| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Luciane Quintana, administradora do Guará

O Guará contou com melhorias no Setor Bernardo Sayão, no Polo de Modas, eficientização de iluminação pública em diferentes quadras, reforma de pista de cooper, construção de calçadas e de ciclovias. Um trabalho que teve o apoio da administradora Luciane Quintana.

Ilka Teodoro | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Ilka Teodoro, administradora do Plano Piloto

A reforma das tesourinhas, dos setores Hospitalar Sul e Rádio e TV Sul, da Praça do Povo no Setor Comercial Sul e da W3 Sul e Eixão tiveram a participação da administração comandada por Ilka Teodoro.

Ana Lúcia Melo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Ana Lúcia Melo, administradora do Riacho Fundo

A Praça Japonesa e a Feira Permanente do Riacho Fundo, bem como as novas calçadas, a construção de um Centro Interescolar de Línguas (CIL) e a recuperação asfáltica em diversos pontos da cidade foram executadas por diferentes órgãos e com apoio da administradora Ana Lúcia Melo.

Ana Maria da Silva | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Ana Maria da Silva, administradora do Riacho Fundo II

Uma UPA, uma UBS, unidades de papa-lixos e a reforma da feira são algumas das realizações no Riacho Fundo II, que tem como administradora Ana Maria da Silva.

Marileide Romão | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

• Marileide Romão, administradora de Santa Maria

Administrada por Marileide Romão, Santa Maria se transformou em um canteiro de obras após muitos anos de abandono. A cidade ganhou sua primeira rodoviária, a reforma do parque ecológico, a pavimentação e iluminação da Vicinal 371, a reconstrução da Escola Classe 1 Porto Rico e a construção de ciclovia na DF-483, entre outras benfeitorias.

Vânia Gurgel | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

• Vânia Gurgel, administradora do SCIA/Estrutural

Vânia Gurgel assumiu a administração do SCIA/Estrutural e ajudou a região administrativa a ganhar uma unidade do Na Hora e uma delegacia de polícia, bem como a reforma da Agência do Trabalhador.

Marcela Oliveira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

• Marcela Oliveira, administradora do SIA

O SIA ganhou uma rota de segurança no Setor de Inflamáveis, uma nova subestação de energia e melhorias na Ceasa-DF. Parte desse trabalho foi realizado com a influência da administradora Marcela Oliveira.

Walkiria Garcia de Freitas | Foto: Divulgação

• Walkiria Garcia de Freitas, administradora do Sudoeste/Octogonal

Iluminação em LED, construção de calçadas, instalação de papa-lixos e a reforma da Epig são obras que o Sudoeste ganhou nos últimos anos. A região administrativa vai receber um viaduto, já em construção, e tem em seu comando Walkiria Garcia de Freitas.

 

 

 

 

Catarina Lima e Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Rosualdo Rodrigues

 

 

 

 

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CLDF publica diretrizes da Revista Parlamento e Cidadania e de prêmio para artigos científicos

Foto: Carolina Curi/ Agência CLDF

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A Revista Parlamento e Cidadania foi lançada em 2024

O Diário da Câmara Legislativa traz nesta sexta-feira (28) a Resolução 363/2025, que estabelece as normas de funcionamento da Revista Parlamento e Cidadania (RPC) e institui o Prêmio Câmara Legislativa de artigos científicos. As ações buscam fortalecer a relação entre o Poder Legislativo e a sociedade civil, atuando como canais de promoção e difusão de produção acadêmica de interesse para o Poder Legislativo e a população do DF.

A Revista Parlamento e Cidadania foi lançada em 2024, no entanto, agora passa a ter seu funcionamento amparado normativamente. O periódico técnico-científico tem periodicidade anual, traz artigos inéditos e opera totalmente em formato eletrônico.

A revista aborda temas de destaque na Casa, como políticas públicas, processo legislativo, memória do Legislativo e estudos comparados sobre o Parlamento. Para garantir a qualidade e o ineditismo, todos os artigos submetidos – tanto os escritos por autores internos quanto externos – serão revisados por pareceristas por meio do sistema duplo-cego.

O Comitê Editorial da Revista Parlamento e Cidadania compõe-se por, ao menos:

I – 1 servidor efetivo da Unidade de Redação Parlamentar, Estudos e Pesquisas Legislativas – URP, o qual atua como coordenador do Comitê;
I – 1 servidor efetivo da Biblioteca Paulo Bertran – Sebib, o qual atua como vicecoordenador do Comitê;
III – 2 servidores efetivos da Consultoria Legislativa – Conlegis, entre os lotados nas Unidades;
IV – 1 servidor efetivo do Gabinete da Terceira Secretaria – GTS;
V – 1 servidor efetivo da Diretoria de Comunicação Social – Dicom;
VI – 1 servidor efetivo da Consultoria Técnico-Legislativa de Fiscalização, Controle, Acompanhamento de Políticas e Contas Públicas e Execução Orçamentária – Conofis.
Prêmio CLDF

Para além da normatização da Revista Parlamento e Sociedade, a Resolução 363/2025 cria o Prêmio Câmara Legislativa de Artigos Científicos, um concurso anual desenhado para estimular a produção de conhecimento, observadas as competências constitucionais do Distrito Federal e a repercussão na realidade local.

O Prêmio funcionará com alternância de temas em cada edição e oferecerá premiação em dinheiro para os três primeiros colocados. O edital de cada edição definirá o tema, os valores das premiações e os prazos, podendo, inclusive, conceder menções honrosas.

A gestão da Revista e do Prêmio ficará a cargo do Comitê Editorial da Revista Parlamento e Cidadania. O comitê será composto por servidores efetivos de unidades estratégicas da Casa (como Redação Parlamentar, Biblioteca, Consultorias e Comunicação) e terá como atribuições elaborar a política editorial, coordenar o fluxo de submissão da Revista e preparar os editais do Prêmio, incluindo o recrutamento de avaliadores externos com notória especialização.

Bruno Sodré – Agência CLDF

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Última turma do Pontes para o Mundo retorna ao Brasil após três meses no Reino Unido

Grupo de 19 alunos desembarcou em Brasília neste domingo (7), em um reencontro marcado por emoção

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Agência Brasília* | Edição: Carolina Caraballo

A estudante Maria Fernanda Caldeira, de 17 anos, estava entre os 19 jovens que retornaram à capital na manhã deste domingo (7), após três meses de intercâmbio pelo programa Pontes para o Mundo. Emocionada, ela e os colegas viajantes falaram sobre suas experiências no exterior, os estudos e a saudade do Brasil. O reencontro com familiares e amigos foi acompanhado pela secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá.

Apaixonada por dança e estudante do renomado NPTC Group of Colleges, no Reino Unido, Maria Fernanda contou que o período longe de casa trouxe amadurecimento, novas amizades e uma convivência calorosa com a família anfitriã. “Enquanto eu estava vivendo lá, parecia que o tempo passava devagar, por causa da saudade; mas agora, olhando para trás, sinto como se os três meses tivessem voado. Fiz amizades incríveis, especialmente na aula de dança, e minha host family me acolheu de um jeito leve e divertido. A gente passava horas conversando, criando uma rotina que fez toda a diferença. Foi uma experiência que eu vou levar para a vida”, disse.

A jovem destacou que a vivência ampliou seus horizontes pessoais e acadêmicos, enquanto sua mãe, Luciana Caldeira, acompanhava tudo a distância, com o coração apertado, mas tranquila por saber que a filha estava feliz e bem acolhida. “A Maria Fernanda já viaja muito por causa das competições de dança, então conseguimos lidar bem com a distância, apesar da saudade. Falávamos praticamente todos os dias por vídeo, e ver a felicidade dela lá fora deixava meu coração em paz. Se depender de mim, ela volta para estudar no exterior amanhã; eu apoio de olhos fechados”, afirmou.

Maria Fernanda foi recebida pela mãe, Luciana Caldeira, no Aeroporto Internacional de Brasília após três meses de intercâmbio no Reino Unido | Fotos: Ícaro Henrique/SEEDF

Reencontro

O retorno dos estudantes trouxe clima de festa ao Aeroporto Internacional de Brasília, com famílias e amigos à espera, cartazes, flores e muitos abraços. Entre eles estava Jairo Santos, pai de Ana Clara, 16 anos, que acompanhou a distância os três meses da filha na Inglaterra. Protetor, ele admitiu que a preocupação deu lugar ao orgulho ao ver o amadurecimento da jovem, que enfrentou desafios, cuidou de si e voltou para casa mais independente.

“No começo, bate aquela preocupação de pai protetor, né? A gente fica longe, sem saber o que pode acontecer. Mas, ao mesmo tempo, era o sonho dela, e com sonho a gente não brinca. Ela se dedicou, estudou e conquistou essa oportunidade pelo próprio mérito. Ver que conseguiu se virar, até quando ficou doente, me enche de orgulho.”

Entre os estudantes que viveram intensamente os três meses de intercâmbio está Igor Pereira dos Santos, 17, que realizou o programa no País de Gales. Ele contou que a experiência e a convivência com a família anfitriã foram marcantes e transformadoras. “Ficar no País de Gales foi uma das melhores experiências da minha vida. Minha host family me acolheu como se eu fosse da família e me ensinou a olhar o mundo de um jeito mais amplo. Os estudos também fizeram muita diferença, porque pude conhecer outras formas de aprender e me desafiar. Quero muito voltar para continuar meus estudos lá. Esse intercâmbio abriu portas que eu nem imaginava”, declarou.

Para Hélvia Paranaguá, a volta da última turma simbolizou o fechamento de um ciclo vitorioso. “A chegada dessa última turma simboliza o encerramento de um ciclo muito vitorioso. Acompanhar o desembarque e ouvir cada estudante sobre sua experiência no exterior é gratificante e mostra que o programa funciona e vale a pena. Estou muito feliz”, afirmou.

A secretária falou ainda sobre os próximos passos do Pontes para o Mundo: “O programa é um verdadeiro sucesso. Estamos trabalhando para que, em 2026, mais alunos possam vivenciar essa experiência. Nossa meta é ampliar o número de participantes, passando dos atuais 101 para 400 alunos, e não apenas no Reino Unido, mas também em outros países, como Espanha, Canadá e Japão. Ano que vem traremos mais detalhes. Vai ser incrível”.

 

O Pontes para o Mundo é um programa de intercâmbio educacional executado pela Secretaria de Educação (SEEDF), que oferece a estudantes da rede pública do DF a oportunidade de vivência internacional. A primeira edição ocorreu entre setembro e dezembro de 2025, no Reino Unido, onde os alunos selecionados foram direcionados para diferentes colleges na Inglaterra, País de Gales e Escócia. Para transformar a iniciativa em um programa permanente, a pasta encaminhará um projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

*Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Mercado financeiro eleva projeção do PIB para 2,25% em 2025

Previsão da inflação caiu para 4,4% este ano

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Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

 

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,16% para 2,25%. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,78% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,84% e 2%, respectivamente.

Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

Inflação

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,43% para 4,4% este ano.

Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,17% para 4,16%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

Pela quarta semana seguida, a previsão foi reduzida, após a divulgação do resultado da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o IBGE. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação foi de 0,56%.

Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.

Na próxima quarta-feira (10), o IBGE divulga o IPCA de novembro.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início do mês passado.

No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.

Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. No Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão altos por bastante tempo.

O Copom faz a última reunião do ano nesta terça (9) e quarta-feira (10), e a estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.

Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

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