Em secretarias, administrações regionais, Procuradoria do DF e Defensoria Pública, o governador Ibaneis Rocha conta com o apoio feminino: “Trabalhamos com a sensibilidade das mulheres em atenção à população do DF”, afirma ele | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Administrar um orçamento de mais de R$ 666,9 milhões – de acordo com a Lei Orçamentária –, como é caso da secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, ou cuidar de um contingente de 27 mil professores, como faz a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ou ainda ter responsabilidade de mudar a dura realidade das mulheres do Distrito Federal, missão da secretária da Mulher, Ericka Filippelli.
Esses são apenas alguns exemplos da confiança que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, deposita nas mulheres que fazem parte do seu governo. No dia a dia, o governador conta com a competência de uma mulher, sua chefe de gabinete, Juliana Monici, peça-chave na organização e planejamento das atividades do governo.
“Estamos imbuídos, até o último dia do nosso governo, trabalhando pelo direito das mulheres e pela valorização do trabalho feminino”, diz o governador Ibaneis Rocha
Ibaneis também valorizou as mulheres nas empresas públicas da cidade. Em 40 anos, a primeira vez que a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) tem uma mulher como presidente é justamente na atual gestão, com Denise Fonseca.
“Estamos aqui para mostrar que este governo respeita o direito das mulheres e que, graças a Deus, dá certo exatamente pela força dessas companheiras que temos aqui, nas mais diversas secretarias, administrações regionais, Procuradoria do DF, Defensoria Pública. Trabalhamos com a sensibilidade das mulheres em atenção à população do DF”, afirma Ibaneis Rocha.
“Estou aqui para agradecer esse companheirismo, essa força de trabalho e dizer à população que estamos imbuídos, até o último dia do nosso governo, trabalhando pelo direito das mulheres e pela valorização do trabalho feminino”, disse o governador, em uma homenagem às mulheres que compõem o seu governo e de toda a cidade.
Da assistência social à defesa da cidadania e o acompanhamento de grandes obras, as gestoras lideram cargos estratégicos, como em dez secretarias, nove empresas públicas e órgãos vinculados e dez administrações regionais.
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) tem à frente Mayara Noronha Rocha. Cabe a ela e à sua equipe administrar programas sociais como o DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás, que beneficiam milhares de pessoas. Na Secretaria da Mulher, criada nesta gestão, Ericka Filippelli lidera iniciativas de combate à violência contra as mulheres e programas de empoderamento e autonomia econômica desse público.
As mulheres também estão à frente da Educação, da Saúde, do Turismo e da Defesa do DF em questões judiciais e extrajudiciais, como é o caso da Procuradoria-Geral do DF. A chefia de gabinete do governador Ibaneis Rocha é confiada a Juliana Monici.
Mayara Noronha Rocha | Foto: Glênio Dettmar
• Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social
A Sedes é responsável por executar políticas de assistência social, transferência de renda e de segurança alimentar e nutricional. É a secretaria que administra os restaurantes comunitários, as unidades do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e programas de governo como o DF Social, Prato Cheio e Cartão Gás. A pasta tem programa de acolhimento a mulheres em situação de rua e desabrigo e também atende mães, com o Bolsa Maternidade, destinado às mulheres com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo.
“A mulher tem sim essa característica de ser mais atenciosa no que se refere às dores do seres humanos. Quando se fala da assistência social, é preciso mencionar que em todos os programas assistenciais é sempre a mulher que predomina, seja como chefe de família – como no programa Prato Cheio, em que quase 90% das famílias assistidas são chefiadas por mulheres – , seja no programa Criança Feliz Brasiliense, em que quase 100% das mães aparecem como chefes das famílias. Na secretaria, temos cinco subsecretárias mulheres. A minha responsabilidade é aumentar o empoderamento feminino em qualquer ambiente que envolva o mercado de trabalho, seja ele público, seja privado”, diz a secretária Mayara Rocha.
Giselle Ferreira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer
A pasta dedicada ao esporte e ao lazer também é comandada por uma mulher. Giselle Ferreira está à frente de programas como o Bolsa Atleta, Compete Brasília e Jovem Candango, todos com o objetivo de fomentar o esporte. Uma das iniciativas mais recentes da Secretaria de Esporte e lazer (SEL) é a construção de dez campos de grama sintética em diferentes cidades do DF. Os programas da pasta atendem mais de 65 mil pessoas.
“Sinto-me muito orgulhosa em fazer parte de um time que acredita nas políticas públicas efetivas para as mulheres. Não fazemos políticas só em discurso, mas principalmente em ações. O tema mulher é trabalhado em todas as secretarias. Chegamos à frente da Secretaria de Esportes para uma ação simples. Temos 12 centros olímpicos por meio dos quais levamos esporte para todas as cidades do DF. Não existia nesses centros o futebol feminino, e essa modalidade foi criada. Também inserimos a queimada, que tem grande participação feminina. Existe ainda uma legislação específica que permite que não haja diferença nos valores das premiações pagas para mulheres e homens. Tivemos uma judoca daqui de Brasília, que foi porta-bandeiras em Tóquio [Japão], a Ketleyn Quadros. Estamos fazendo a diferença”, destacou a secretária de Esportes.
Marcela Passamani | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania
Tendo como premissa básica o exercício da cidadania e da defesa dos direitos inalienáveis da pessoa humana, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), comandada por Marcela Passamani, tem alcançado resultados importantes nos mais diferentes campos. A ampliação do Na Hora e de seus serviços, além da redução do tempo de atendimento, são marcas da atual gestão. O Casamento Comunitário, que já uniu mais de 200 casais, também é um programa consolidado. A pasta tem, ainda, ações voltadas para as mulheres, tanto de empoderamento quanto de acolhimento. O programa Sejus Mais Perto do Cidadão também realiza constantemente ações voltadas para esse público.
“Estar aqui é oportunidade. Mulheres precisam de oportunidades para estar em espaços de decisão e de poder. Digo e afirmo que mulher no poder não faz política pública ou trabalho só para outras mulheres: trabalha para todos, com o olhar de mulher. Esse olhar diferenciado deve ser prestigiado. Quando estamos aqui, representamos tantas outras mulheres que não têm voz e não tiveram oportunidades. A luta é de todas as mulheres”, garante Marcela Passamani.
Ericka Filippelli | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Ericka Filippelli, secretária da Mulher
Recriada nesta gestão, a Secretaria da Mulher tem Ericka Filippelli à frente das políticas voltadas para as mulheres. A pasta tem uma série de programas para o enfrentamento à violência, a autonomia econômica e o empoderamento feminino. Dispõe também de Casa Abrigo, unidades do Núcleo de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavd) e um Ônibus da Mulher.
“Ser secretária da Mulher é extremamente desafiador neste tempo em que ainda vivemos. Estamos falando de uma pauta que diz respeito diretamente à transformação da sociedade, é ter cuidado com a maior parcela da população, que são as mulheres, ainda com tantas necessidades, com tantas carências, com tantas vulnerabilidades. Ser secretária da Mulher é motivo de felicidade e realização, por ver tantas entregas, superação de desafios e poder modificar vidas. Estamos com a Casa da Mulher Brasileira, com a Clínica da Mulher e conseguimos aumentar o orçamento desta pauta em mais de 15 vezes desde o início da gestão. Também vemos as políticas para as mulheres do DF serem reconhecidas por todos os estados. Quando chegamos, precisamos trabalhar de forma muito rápida e estratégica para arrumar esta casa. Para mim, é uma honra ser a primeira secretária da Mulher do DF”, comemora.
Hélvia Paranaguá | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Hélvia Paranaguá, secretária de Educação
Uma das secretarias mais importantes do DF é comandada por uma mulher. Hélvia Paranaguá está à frente da rede pública de ensino, que tem mais de 430 mil alunos no DF. Nas escolas, o debate sobre coibir a violência e de valorização das mulheres é constante. Lives, campanhas, saraus e outros tipos de eventos também são desenvolvidos pela pasta.
“O governador Ibaneis trouxe uma proposta diferente de gestão para o DF. Eu, enquanto mulher, sinto-me muito honrada em fazer parte deste time. Na Educação, a maior força de trabalho é das mulheres. Hoje contamos com 24 mil profissionais, dos quais 17 mil são mulheres. Das oito subsecretarias, cinco são ocupadas por mulheres. E não é só pelo fato de serem mulheres, mas mulheres competentes, comprometidas. São mulheres que querem fazer a diferença no Governo do Distrito Federal”, frisa a secretária Hélvia.
Vanessa Mendonça | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Vanessa Mendonça, secretária de Turismo
O fortalecimento do artesanato, do turismo cívico e do olhar para o segmento no DF passa pelas mãos da secretária Vanessa Mendonça. Em um dos trabalhos da pasta, o número de guias de turismo em Brasília cresceu 269% entre 2019 e 2022, passando de 92 para 340. Para se ter uma noção da importância desse trabalho, hoje Brasília é o quarto destino mais procurado entre os brasileiros, ficando atrás apenas de Londres (Inglaterra), Rio de Janeiro e São Paulo.
“Estou desde o início da gestão do governo Ibaneis e tenho contado com o apoio integral a todas as ações e projetos, o que é muito importante. Ao olhar para uma cidade que até no nome é feminina, temos a possibilidade de cuidar e acolher e o turismo é muito isso. É a hospitalidade, é a forma como a gente recebe, com muito carinho. Ser secretária em Brasília é uma honra, primeiro por ter um governador que cuida da população, cuida da mulher, respeita, apoia e não abre mão no seu governo de ter lideranças femininas”, pontua Vanessa.
Luana Machado | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Luana Machado, secretária da Juventude
A Secretaria da Juventude (Sejuv) tem em sua marca a promoção de cursos, oficinas e capacitações voltadas para o público jovem. Destaque também para as unidades do Centro de Juventude, espaços criados para o desenvolvimento integral dos jovens por meio de ações em áreas como educação, cultura, saúde, cidadania e inclusão social.
“Sinto-me honrada em ocupar o cargo de secretária da Juventude pela primeira vez no Distrito Federal. Isso demonstra o cuidado e o olhar cuidadoso de nosso governador, que dá vez e voz às mulheres. Acredito que uma mulher na pasta beneficiará a população como um todo, e, por ser conhecedora da realidade das jovens do DF, dedicará a elas um olhar carinhoso”, analisou a secretária.
Ludmila Galvão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Ludmila Lavocat Galvão, procuradora-geral do DF
Responsável pela defesa do DF em questões judiciais e extrajudiciais, a Procuradoria-Geral do DF tem à frente Ludmila Galvão. O trabalho da PGDF é notadamente reconhecido, tendo sido reforçado na pandemia, com as ações que levaram à suspensão da reabertura escalonada do comércio, à redução do ICMS para álcool gel, a derrubada de liminares que pretendiam adiar o pagamento de tributos essenciais, entre outros. Vitórias do governo passaram pelo trabalho da PGDF.
“A preocupação com os direitos humanos das mulheres se insere em todas as áreas da vida em sociedade. As mulheres devem estar presentes em todos os espaços formais de poder, participando com os homens das tomadas de decisões. A sensibilidade das mulheres corrobora para uma decisão mais justa. Durante os 60 anos de existência da PGDF, dos 20 procuradores-gerais, houve somente duas mulheres: eu e minha antecessora. A mulher advogada, seja no âmbito público ou privado, deve lutar para o incremento de sua representatividade nos espaços de poder.”
• Eleutéria Guerra Pacheco Mendes, diretora-presidente do Jardim Zoológico
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) é comandada por Eleutéria Mendes. Neste ano, o Zoológico de Brasília foi um dos vencedores no prêmio internacional de enriquecimento ambiental para animais sob cuidados humanos, oferecido anualmente pela ONG Hose2Habitat. No fim do ano passado, o local ampliou a capacidade de visitantes de 1,5 mil para 5 mil pessoas.
A Emater-DF promove o desenvolvimento rural sustentável e a segurança alimentar, no DF e no Entorno, atendendo a mais de 15 mil produtores rurais. A empresa pública promove anualmente encontros destinados às mulheres do campo, quando são discutidos o empoderamento, a qualidade de vida, a violência doméstica, entre outros assuntos.
“O governador Ibaneis quebrou uma história de machismo na presidência da Emater. Em 40 anos, sou a primeira mulher a presidir o órgão, embora mais de 50% do quadro seja composto por mulheres. Nunca tínhamos ocupado esse cargo, até que em 2019 passei a presidir a empresa. Vejo isso como um ponto de partida para que a mulher do agro também possa aparecer e ter a sua vez. Com relação às produtoras, a Emater tem mais produtoras que produtores e atua na renda dessas mulheres. Juntamente com a renda, vem o empoderamento. A mulher produtora deve estar onde ela quiser”, frisa a presidente da Emater.
A coordenação, organização, planejamento e supervisão de atividades do governador Ibaneis Rocha é feita por Juliana Monici. Ela assumiu o posto em janeiro de 2020 e acompanha o dia a dia do governador, no Palácio do Buriti ou nas agendas externas.
“Ser, hoje, chefe de gabinete do governador mostra que o governo não só enxerga potencial nas vozes e representações femininas, como apoia o envolvimento delas com a política. Essa oportunidade que me foi dada abre portas para que meninas e mulheres sonhem em alcançar posições de destaque no âmbito profissional. Tenho certeza de que esse tipo de representatividade pode ajudar a transformar a próxima geração, para que a presença da mulher em todos os níveis da sociedade se torne não apenas um destaque a ser admirado, mas algo comum”, analisa Juliana.
Maria José de Nápolis | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
• Maria José de Nápolis, defensora pública do Distrito Federal
A Defensoria Pública do Distrito Federal promove assistência jurídica integral e gratuita para as pessoas em situação vulnerável. Em 2021, foram mais de 600 mil atendimentos à população. A Defensoria dispõe do Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem).
Aline De Pieri | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Aline De Pieri, diretora-executiva do Jardim Botânico
Museu vivo que reúne jardins temáticos, plantas, desenvolvimento de pesquisas e educação ambiental, o Jardim Botânico de Brasília é chefiado por Aline De Pieri. Nos últimos anos, o local passou por reformas importantes, como a instalação de quiosques, a ampliação do laboratório de reprodução in vitro e inauguração de um novo restaurante, praça de alimentação e loja de souvenir.
Mariela Souza | Foto: Divulgação
• Mariela Souza, diretora-presidente substituta do Iges-DF
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) cuida de milhares de vidas, e quem está à frente desse time é Mariela Souza, diretora-presidente substituta do instituto. O Iges-DF cuida de dois hospitais – Base e Santa Maria – e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). São milhares de atendimentos diários e atenção à saúde da população.
Regina Dias | Foto: Divulgação
• Regina Dias, diretora-presidente do DF Previcom
A Fundação de Previdência Complementar dos Servidores do DF (DF Previcom) administra e executa planos patrocinados, destinados aos servidores públicos efetivos do Distrito Federal. No ano passado, a fundação atingiu a marca de 1.000 participantes ativos em menos de três anos desde a implementação do Plano de Benefícios DF-Previdência.
Inocência Rocha | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Inocência Rocha, diretora-executiva da Fepecs
A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) é mantenedora de três escolas: Escola de Aperfeiçoamento do SUS (EapSUS), Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb). Na Fepecs são ofertados cursos na área de saúde e também ações educativas para profissionais da Secretaria de Saúde (SES).
Elaine Ferretti Starling | Foto: Divulgação
• Elaine Ferretti Costa, liquidante Proflora
Elaine Ferretti Costa é a responsável pela liquidação da empresa de sociedade de economia mista Florestamento e Reflorestamento (Proflora).
Deuselita Martins | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Deuselita Pereira Martins, diretora executiva da Funap
Deuselita Pereira Martins é delegada de polícia e exerceu o cargo de diretora da Penitenciária Feminina por quase dez anos. Na Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), desenvolve oficinas de trabalho junto às detentas, com o objetivo de remição de pena e ressocialização.
Simone Benck | Foto: Paulo H. Carvalho
• Simone Benck, reitora da UnDF
Simone Benck atua como reitora pro tempore da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), que nasceu nesta gestão e se tornou a primeira universidade distrital da história do DF.
“Acredito que o protagonismo feminino é muito importante em uma unidade da Federação como o DF, em que temos uma gestão e uma política fortemente representadas por um histórico patriarcal. E esse sentido feminino que a mulher traz aos postos de poder pode reverberar para toda a cidade como uma prestação de serviço mais eficiente, mais crítica e também mais sensível”.
Telma Rufino | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Telma Rufino, administradora de Arniqueira
A reforma de praças e quadras poliesportivas e a regularização fundiária na cidade contam com o apoio da administradora Telma Rufino. Primeira administradora regional de Arniqueira, ela atua nos projetos de implantação dos equipamentos públicos na região juntamente com os órgãos do GDF. Articulou a instalação de papa-lixos em vários pontos da RA, encaminhou o pedido dos moradores de recapeamento da Avenida Vereda da Cruz e acompanha diariamente ações de manutenção e obras na cidade.
Joseane Monteiro | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Joseane Monteiro, administradora do Gama
O Gama ganhou uma UPA, terá a UBS 7 reconstruída e a rodoviária reformada. A cidade, administrada por Joseane Feitosa Monteiro, recebeu a Avenida dos Pioneiros reformada e também melhorias em sua Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), conhecida como AMA do Gama. Estacionamentos foram feitos no campus da Universidade de Brasília (UnB) e no Hospital Regional do Gama, assim como ciclovias, entre essas a da DF-483, que liga o Gama a Santa Maria. A Feira do Galpão do Gama também ficou de cara nova.
Luciane Quintana| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Luciane Quintana, administradora do Guará
O Guará contou com melhorias no Setor Bernardo Sayão, no Polo de Modas, eficientização de iluminação pública em diferentes quadras, reforma de pista de cooper, construção de calçadas e de ciclovias. Um trabalho que teve o apoio da administradora Luciane Quintana.
Ilka Teodoro | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Ilka Teodoro, administradora do Plano Piloto
A reforma das tesourinhas, dos setores Hospitalar Sul e Rádio e TV Sul, da Praça do Povo no Setor Comercial Sul e da W3 Sul e Eixão tiveram a participação da administração comandada por Ilka Teodoro.
Ana Lúcia Melo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
• Ana Lúcia Melo, administradora do Riacho Fundo
A Praça Japonesa e a Feira Permanente do Riacho Fundo, bem como as novas calçadas, a construção de um Centro Interescolar de Línguas (CIL) e a recuperação asfáltica em diversos pontos da cidade foram executadas por diferentes órgãos e com apoio da administradora Ana Lúcia Melo.
Ana Maria da Silva | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
• Ana Maria da Silva, administradora do Riacho Fundo II
Uma UPA, uma UBS, unidades de papa-lixos e a reforma da feira são algumas das realizações no Riacho Fundo II, que tem como administradora Ana Maria da Silva.
Administrada por Marileide Romão, Santa Maria se transformou em um canteiro de obras após muitos anos de abandono. A cidade ganhou sua primeira rodoviária, a reforma do parque ecológico, a pavimentação e iluminação da Vicinal 371, a reconstrução da Escola Classe 1 Porto Rico e a construção de ciclovia na DF-483, entre outras benfeitorias.
Vânia Gurgel assumiu a administração do SCIA/Estrutural e ajudou a região administrativa a ganhar uma unidade do Na Hora e uma delegacia de polícia, bem como a reforma da Agência do Trabalhador.
Marcela Oliveira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
• Marcela Oliveira, administradora do SIA
O SIA ganhou uma rota de segurança no Setor de Inflamáveis, uma nova subestação de energia e melhorias na Ceasa-DF. Parte desse trabalho foi realizado com a influência da administradora Marcela Oliveira.
Walkiria Garcia de Freitas | Foto: Divulgação
• Walkiria Garcia de Freitas, administradora do Sudoeste/Octogonal
Iluminação em LED, construção de calçadas, instalação de papa-lixos e a reforma da Epig são obras que o Sudoeste ganhou nos últimos anos. A região administrativa vai receber um viaduto, já em construção, e tem em seu comando Walkiria Garcia de Freitas.
Catarina Lima e Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Rosualdo Rodrigues
Um pesquisador brasileiro identificou oito planetas localizados fora do Sistema Solar, os chamados exoplanetas, que têm uma possibilidade maior de ter água em estado líquido e, consequentemente, permitir o desenvolvimento de vida. O levantamento foi feito pelo cientista Fábio Calabrio Evangelista da Silva, sob a orientação do professor Marcelo Borges Fernandes, do Observatório Nacional.
Silva analisou as informações de mais de 6 mil exoplanetas já descobertos até agora, a partir de um banco de dados da Nasa, a agência espacial estadunidense. Ele examinou informações como raio, densidade e distância em que orbitam em relação à estrela.
A partir dessas informações, conseguiu identificar aqueles que têm um raio e densidade semelhantes aos do planeta Terra. Separou também aqueles que estão na chamada zona de habitabilidade.
“A zona de habitabilidade é uma zona que possibilita a água líquida porque não é nem tão quente, mais próximo da estrela, e nem tão frio, para longe da estrela. Então é a zona perfeita. A gente chama de Goldilocks Zone, a Zona dos Cachinhos Dourados”, explica Silva.
Por fim, estimou as características da atmosfera, além da pressão e temperatura da superfície. Silva, então, elencou os oito exoplanetas mais parecidos com o nosso, portanto, com maiores possibilidades de possuir água em estado líquido e sustentar vida.
“A Terra é o único exemplo que a gente vai ter, por enquanto, para se definir vida, para se definir quais são as características necessárias para se ter água líquida”, afirma o pesquisador, que apresentou seu trabalho nesta semana, na 6ª edição do Astrobion, evento sobre astrobiologia organizado pelo Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.
Dos oito exoplanetas, o mais parecido com a Terra é chamado de GJ 1002b, que, segundo a pesquisa do Observatório Nacional, tem 98% de similaridade com o nosso planeta.
Descoberto em 2022, o GJ 1002b, localiza-se a 16 anos-luz do nosso planeta (ou seja, a luz leva 16 anos para fazer o trajeto entre os dois planetas). Ele orbita uma estrela anã-vermelha (tipo M), que é mais fria que o Sol. Cada volta em torno da estrela, leva apenas 10 dias.
Busca por extraterrestres
“A gente está buscando um planeta que tenha condições similares à Terra. Mas isso não quer dizer que seja o único lugar possível de ter vida no universo, porque podem existir outras formas de vida que a gente ainda não conheça e que precisem de características químico-físicas diferentes”, ressalta o professor Marcelo Borges Fernandes.
A possibilidade de haver vida fora da terra é parte do imaginário popular há séculos. Na Grécia Antiga, pensadores já especulavam sobre a possibilidade de haver vida na Lua. A busca por organismos extraterrestres ganhou força com o início da corrida espacial, entre os anos 50 e 60.
Nas primeiras décadas, no entanto, a busca se focou em nosso Sistema Solar, em especial naqueles corpos celestes mais próximos da Terra, como a própria Lua e o planeta Marte, e na recepção de sinais enviados por eventuais civilizações extraterrestres.
Em 1992, no entanto, os primeiros exoplanetas, chamados de Poltergeist e Phobetor, foram descobertos. De lá para cá, foram mais de 6 mil descobertas na nossa galáxia, elevando assim o número de locais onde a vida pode ter se desenvolvido.
A busca por vida nesses locais, no entanto, é uma tarefa difícil, uma vez que todos eles estão a anos-luz da Terra, o que inviabiliza, pelo menos com a tecnologia existente, que sejam visitados. O estudo desses exoplanetas é feito por meio de observações intermediadas pela estrela à qual eles orbitam.
A forma de verificar a possível existência de vida nesses casos é através do exame da atmosfera desses exoplanetas. Telescópios, como o James Webb, possuem equipamentos que analisam as ondas de luz emitidas pela estrela quando o planeta está transitando em frente a ela. Esses aparelhos conseguem perceber as variações ocorridas quando elas interagem com a atmosfera do exoplaneta, já que cada substância química tem sua própria marca.
“Com alta resolução espectral, você pode ver se existe uma atmosfera, determinar a composição química da atmosfera e, com isso, você vai juntando cada pecinha do quebra-cabeça de forma tentar definir se aquele planeta pode ter condições ideais para existência da vida ou não”, explica Fernandes.
O que os cientistas que buscam vida fora da Terra, os chamados astrobiólogos, buscam são as chamadas bioassinaturas. São substâncias ou uma combinação delas que, na Terra, são comumente produzidas pela ação de mecanismos biológicos, como é o caso da coexistência dos gases metano e oxigênio.
Recentemente um estudo liderado pela Universidade de Cambridge analisou a atmosfera do exoplaneta K2-18b e encontrou sinais de metano e dióxido de carbono. Também foi detectada uma assinatura que poderia ser sulfeto de dimetila (DMS), uma molécula que, na Terra, é produzida apenas por seres vivos, como os fitoplânctons.
Como este é um planeta que tem probabilidade de ser coberto por um oceano de água global, veículos de imprensa noticiaram que cientistas haviam descoberto sinais de vida em um planeta distante.
Evidências
O problema é que muitas das bioassinaturas, inclusive as substâncias encontradas em K2-18b, poderiam ser produzidas também por meios abióticos, como processos geológicos ou radiação.
“A gente tem que ter sempre muito cuidado para analisar isso e comparar com o único exemplo que a gente tem, que é a Terra, para saber se a única explicação seria uma fonte de vida ou se pode ser de fontes geológicas ou atmosféricas não ligadas à vida, que reproduziriam aquela possível bioassinatura”, ressalta Fernandes.
De acordo com o pesquisador do Laboratório Analítico de Astrobiologia da Nasa José Aponte, encontrar bioassinaturas de forma isolada no espaço não é sinal inequívoco de vida. “Nenhuma análise, por si só, pode garantir uma confirmação definitiva [da existência de vida]. É preciso haver mais de uma linha de evidência para que isso aconteça”.
Aponte destaca que a combinação de três aspectos pode ser um forte indicador de que aquelas bioassinaturas são mesmo produzidas por seres vivos. O primeiro seria a repetição de moléculas no ambiente. “Se aquela molécula se repete exaustivamente e isso é consistente depois de várias medições, isso poderia representar uma bioassinatura”.
A segunda linha de evidências seria a predominância de um tipo de quiralidade. Moléculas quirais são aquelas que têm a mesma estrutura química, mas não são exatamente iguais. Algumas desviam a luz para a esquerda e outras, para a direita. Um bom exemplo para explicar isso são as mãos esquerda e direita. Elas são a imagem espalhada uma da outra, mas se formos sobrepô-las (ambas com as palmas para baixo), elas não se encaixam.
Na Terra, os organismos usam quase que exclusivamente os aminoácidos de configuração L (ou seja, são como nossa mão esquerda), salvo poucas exceções. Já os açúcares são praticamente todos de configuração D (isto é, como a mão direita). “Então uma segunda linha de evidência seria encontrar a predominância de um tipo de molécula quiral [no lugar investigado]”.
E a terceira linha de evidências seria a análise de isótopos, isto é, elementos químicos que têm massas diferentes. Na Terra, a vida tem preferência pelos isótopos mais leves, como o carbono 12, em vez do carbono 13, e pelo hidrogênio em vez do deutério (isótopo mais pesado do hidrogênio).
“Bioassinaturas em outros lugares também poderiam ser ricas nos isótopos mais leves. Então, não se trata apenas de encontrar uma única molécula, mas sim de encontrar mais de uma linha de evidência combinada”, explica o pesquisador da Nasa.
Ingredientes da vida
Mesmo aquelas moléculas orgânicas que são chamadas de ingredientes da vida, como os aminoácidos ou as bases nitrogenadas que formam nosso código genético, não podem ser consideradas provas da existência de vida extraterrestre.
Aponte é parte do grupo de cientistas que analisou amostras de rochas coletadas por uma sonda no asteroide Bennu, que orbita próximo à Terra. Dezenas de moléculas orgânicas foram detectadas no corpo celeste, entre elas os três componentes dos ácidos nucleicos: fosfatos, o açúcar ribose (que é parte da estrutura do RNA, o ácido ribonucleico) e as cinco bases nitrogenadas que formam os nucleotídeos de todos os seres vivos: adenina, guanina, citosina, timina e uracila.
Também foram detectados, nada menos que 14 dos 20 aminoácidos usados na produção de proteínas pelos organismos terrestres, inclusive o triptofano, que nunca havia sido observado em amostras extraterrestres.
Nada disso, no entanto, é sinal de vida extraterrestre, já que essas moléculas podem ter sido formadas de forma abiótica pela ação de radiação ou de reações químicas em um ambiente aquoso, há centenas de milhões de anos.
“No caso de encontrarmos um composto do tipo nucleotídeo ou uma cadeia de RNA, a história é outra. Isso poderia ser uma evidência mais robusta, porque moléculas como essas são muito frágeis e se decompõem muito rapidamente em termos geológicos”, afirma Aponte.
Expectativas
Apesar das dificuldades para se localizar vida fora da Terra, há grandes expectativas em relação a futuras missões não tripuladas dentro do próprio Sistema Solar, como a Europa Clipper, que deve chegar, em 2030, a Europa, satélite que orbita Júpiter. Há indícios de que, sob a crosta de gelo dessa lua joviana, exista um oceano de água salgada, que pode ter condições de abrigar vida.
Outra missão, a Dragonfly, deverá ser lançada em 2028, rumo a Titan, uma das luas de Saturno, que possui uma atmosfera possivelmente rica em nitrogênio, além de metano em forma líquida em sua superfície. O robô, que tem o mesmo nome da missão, deve chegar a Titan em 2034 e buscará indicadores químicos de vida baseada em água ou em hidrocarbonetos, como o metano.
Há expectativas também em relação a outra lua de Saturno, Enceladus, que, assim como Europa, também pode abrigar um oceano sob sua crosta de gelo; e a Marte, onde há calotas de gelo e possivelmente reservatórios subterrâneos de água.
Há 61 anos, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) conta com pessoas que escolheram transformar tempo e disposição para ajudar em uma forma de cuidado. Criado em 1965, o Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV) acompanha quase toda a trajetória do hospital, que completou 66 anos, e mantém o paciente no centro de sua atuação. Atualmente, 52 voluntários participam de atividades como acolhimento nos leitos, reiki, doação de kits de higiene e artigos hospitalares, além de ações voltadas à socialização e ao bem-estar. Ao longo de seis décadas, o SAV também ajudou a abrir espaço para a chegada de outras iniciativas de voluntariado ao HBDF.
Para ser voluntário, basta procurar o escritório do serviço no Hospital de Base para passar por uma entrevista. Outra opção é realizar o cadastro pelo site da entidade, preencher o formulário disponível e aguardar o contato da equipe. A presidente do SAV, Vandelícia Dias, ressalta que não é preciso ter experiência para participar, mas disposição para doar tempo.
Voluntários visitam paciente no Hospital de Base: “O primordial é o acolhimento, é ceder seu tempo para ouvir a outra pessoa. Pode ser que ele precise de alguém para conversar”, observa a presidente do SAV, Vandelícia Dias | Fotos: Divulgação
Para Vandelícia Dias, a essência desse trabalho está na disponibilidade para o outro. “O primordial é o acolhimento, é ceder seu tempo para ouvir a outra pessoa. Pode ser que ele precise de alguém para conversar”, afirma.
Desde 2010, a entidade alcança uma média de 3,7 mil acolhimentos a pacientes por mês, entre atendimentos realizados dentro do hospital e itens doados. Parte das ações é viabilizada com recursos obtidos por meio das vendas do bazar do SAV, abastecido por doações. “No que estiver dentro da nossa condição, nós sempre iremos ajudar. De pouquinho em pouquinho, nós vamos atendendo as demandas e espalhando o bem”, comemora Vandelícia.
Uma história construída dentro do hospital
Fundado pelo médico Oscar Moren, o SAV iniciou o trabalho com foco na pediatria e, ao longo dos anos, ampliou a atuação para outras áreas do Hospital de Base. Entre as frentes que ganharam destaque está a psiquiatria, onde são desenvolvidas atividades lúdicas voltadas para a socialização e o bem-estar dos pacientes.
Essa trajetória também contribuiu para fortalecer a presença do voluntariado na unidade. “O SAV e o Hospital de Base caminharam juntos desde o começo. Nosso trabalho abriu portas e permitiu que outras instituições também viessem para cá. Servimos de exemplo”, afirma Vandelícia.
Atividades lúdicas voltadas à socialização e ao bem-estar dos pacientes ganharam destaque nas atividades dos voluntários no HBDF
Ao mesmo tempo em que acolhe pacientes, o trabalho deixa marcas em quem escolhe dedicar parte da própria vida ao outro. Salete Paulina Malinski entrou para o SAV há 29 anos, depois de ouvir no rádio um anúncio que convidava pessoas para o voluntariado.
“Amo trabalhar com pacientes. A gente sempre consegue levar um pouco de alegria, um pouco de leveza. Gosto de me doar para os outros, de conversar e de trazer paz. Me sinto muito bem”, confessa.
Se Salete carrega quase três décadas de experiência, Rosimeire Costa representa quem está começando essa trajetória. Aposentada, ela decidiu dedicar parte do tempo livre ao voluntariado e integra o SAV há dois meses.
“Aqui, você consegue ser uma gotinha de coisas boas na vida de outras pessoas. É muito gratificante promover um momento de descanso, de alegria, de descontração a um paciente que está passando por um momento difícil. Isso traz sentido para a vida”, comemora.
Homenagem presta reconhecimento público a atletas, professores, treinadores, dirigentes e organizações que contribuem para o fortalecimento do Beach Tennis e do Tênis no DF
A Câmara Legislativa fará uma sessão solene, na próxima terça-feira (22), às 19h, em homenagem ao Beach Tennis e ao Tênis. De autoria do deputado Martins Machado (Republicanos), o evento visa destacar a relevante contribuição dessas modalidades para o desenvolvimento do esporte no Distrito Federal. A solenidade ocorrerá no plenário e será transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital.
De acordo com Martins Machado, além de promover hábitos saudáveis, as modalidades incentivam a disciplina, a superação de desafios e a convivência social. “A expansão dessas práticas esportivas também gera impactos positivos na economia local, por meio da realização de torneios, eventos, capacitações e atividades ligadas ao setor esportivo, promovendo oportunidades de trabalho e fortalecendo o turismo esportivo”, ressalta o distrital.
Ainda de acordo com o parlamentar, a homenagem representa o reconhecimento público aos atletas, professores, treinadores, dirigentes, organizadores de eventos, clubes e academias que contribuem para o fortalecimento do Beach Tennis e do Tênis no DF.