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Governador Ibaneis Rocha deseja sorte ao presidente eleito

Em publicação em seu Twitter, Ibaneis diz que vai trabalhar com Lula para todos. Veja a íntegra da nota:

 

Agência Brasília | Edição: Rosualdo Rodrigues

 

Fim das disputas político-partidárias, estou certo que o Brasil sai mais forte das urnas. Desejo sorte, ao mesmo tempo em que me coloco à disposição para trabalhar ao lado do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. As diferenças devem ser colocadas de lado porque os desafios são imensos e só a união de todos os eleitos pode solucionar os muitos problemas que se apresentarão a partir de janeiro. O presidente é morador do Distrito Federal e, como governador reeleito, farei tudo para que tenhamos – e tenho certeza que teremos – uma convivência harmônica para que possamos governar para todos.

Ibaneis Rocha
Governador do Distrito Federal

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Sob nova gestão, Cine Brasília amplia acessibilidade e diversifica público

Sessões do icônico cinema de rua da capital contam com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala a meia luz, e som reduzido para pessoas autistas. Espaço será administrado em parceria entre Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Box Cultural

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Por Mayara da Paz, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

 

É como se um clássico do cinema estivesse ganhando uma sequência emocionante: o icônico Cine Brasília está prestes a relançar a gestão compartilhada ao lado da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e da Organização da Sociedade Civil (OSC) Box Cultural. Uma cerimônia no Dia do Cinema Brasileiro, comemorado nesta quarta-feira (19), vai marcar o início da nova administração.

Pelos próximos três anos, essa parceria terá como meta otimizar medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência. Hoje, o Cine Brasília conta com uma sessão acessível por mês. Nesta gestão, a ideia é ampliar esse número para duas mostras mensais. As sessões contam com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala a meia luz, e som reduzido para pessoas autistas.

A gestão compartilhada do Cine Brasília teve início em agosto de 2022. Com a renovação, que agora terá um prazo maior, a expectativa é que medidas mais robustas de manutenção ocorram com mais fluidez | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Segundo o secretário da Cultura do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, as ações visam difundir a acessibilidade do local. “O Cine Brasília é um lugar que está muito na vida das pessoas. É uma relação muito próxima porque está ligado à cena cultural da cidade desde o início. Então as pessoas realmente têm relações afetivas com o Cine Brasília. A nossa ideia é, cada vez mais, expandir a acessibilidade e trazer mais mostras e pessoas para cá”, explica.

A diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, ressalta que a gestão também pretende cumprir uma meta de realizar pelo menos 864 sessões ainda em 2024, com uma previsão de 72 sessões por mês. “Queremos ampliar as sessões acessíveis e tornar essa mobilização de público de pessoas com deficiência mais frequente, mais inclusiva, porque a gente tem as sessões dedicadas, que são exclusivas para esse público. A gente também tem ao longo da programação regular a meta de ampliar cada vez mais os filmes que possuam recursos de acessibilidade em segunda tela, para tornar a programação regular e continuada do cinema cada vez mais inclusiva para todos os públicos”, afirma.

Pelos próximos três anos, essa parceria terá como meta otimizar medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência

A pauta de acessibilidade passou a ser realidade na vida de Beatriz Cruz depois que ela adquiriu uma deficiência auditiva. A frequentadora do Cine Brasília conta que, por conta disso, decidiu lutar pela inclusão da população em seu trabalho como produtora de cinema.

“Eu nasci sem deficiência e ao longo do tempo fui ficando surda. Eu não percebia que a questão da acessibilidade em cinemas era uma necessidade. Quando passou a ser a minha realidade, vi que eu e muitas outras pessoas acabavam sendo excluídas, principalmente desse meio cultural, porque é muito regionalizado”, afirma.

Modernização sem ferir o tombamento

A gestão compartilhada do Cine Brasília teve início em agosto de 2022. Com a renovação, que agora terá um prazo maior, a expectativa é que medidas mais robustas de manutenção ocorram com mais fluidez.

As mais de 600 poltronas do local, por exemplo, são um grande desafio. Para os próximos meses, o objetivo é buscar recursos para realizar a troca das cadeiras do Cine Brasília. Um levantamento técnico está sendo feito para que todas as peças sejam preservadas, uma vez que os móveis, assim como o prédio do Cine Brasília como um todo, são tombados.

A diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, ressalta que a gestão também pretende cumprir uma meta de realizar pelo menos 864 sessões ainda em 2024, com uma previsão de 72 sessões por mês

“A última troca ocorreu há 10 anos e, portanto, não acompanharam a atualização tecnológica de poltrona de sala de cinema para acomodar a melhor experiência do público. Esperamos conseguir fazer a troca das poltronas em parceria com a Subsecretaria de Patrimônio Cultural e da Secretaria de Cultura para que todos os aspectos arquitetônicos, tombados, fiquem preservados o máximo possível em benefício do melhor conforto do público”, observa Sara Rocha.

Além da troca das poltronas, de acordo com o secretário da Cultura do DF, a experiência deve ficar ainda melhor para o público com a compra, ainda neste ano, de um novo e mais tecnológico projetor.

“A ideia de poder se pensar em uma melhoria de poltrona ou troca de equipamentos se deve também a essa gestão mais estendida. Se fosse um contrato anterior, de um ano prorrogado por seis meses, ficaria inviável um planejamento para as intervenções mais robustas. Queremos fazer do Cine Brasília não só um centro de audiovisual, mas também um centro de cultura”, ressalta Cláudio Abrantes.

Mercado audiovisual

A nova administração também continuará a promover ações de incentivo ao mercado audiovisual de Brasília. A previsão é que sejam realizadas três edições do programa FomentaCine, que reúne profissionais do setor para rodadas de negócios e palestras voltadas para produções do Centro-Oeste.

Além disso, o Cine Brasília também deve promover palestras e oficinas no âmbito do programa Conexão Cultura DF, voltado à promoção, difusão e qualificação nacional e internacional da arte e da cultura da capital.

Para Elias Guerra, produtor de cinema, iniciativas como essas colocam a produção brasiliense em pé de igualdade com o eixo Rio-São Paulo, região tradicionalmente mais privilegiada pelo mercado audiovisual nacional.

De acordo com ele, essa equiparação não apenas fortalece a visibilidade das produções do Centro-Oeste, mas também amplia as oportunidades de networking e colaboração entre profissionais de diferentes partes do Brasil, contribuindo para um ecossistema audiovisual mais diversificado e dinâmico em todo o país.

“Sempre que nós temos que nos deslocar para o eixo Rio-São Paulo, acabamos apagando um pouquinho da nossa voz. Quando tentamos equiparar essa questão, tentando fazer a coisa ficar mais equilibrada, conseguimos dar mais voz ao que nós queremos e sabemos falar”, observa.

 

 

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Na CAE, governo pede adiamento de projetos com impacto fiscal

Presidente da CAE, Vanderlan Cardoso, e Jaques Wagner, líder do governo: retirados de pauta projetos sobre FGTS e “Lei do Bem”

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (18) o adiamento, por 30 dias, da análise de dois projetos com possíveis impactos fiscais. Os pedidos foram feitos pelo líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA).

Foram retirados de pauta o PL 3.670/2023, que isenta os trabalhadores já aposentados do recolhimento do FGTS e da contribuição previdenciária; e o PL 2.838/2020 sobre a ampliação de benefícios fiscais para empresas que investirem em pesquisa e desenvolvimento tecnológico por meio da chamada “Lei do Bem” (Lei 11.196, de 2005).

De acordo com Jaques Wagner, as mudanças na Lei do Bem devem ter impacto de R$ 30 bilhões. Já o não recolhimento de previdência dos trabalhadores aposentados teria impacto de cerca de R$ 70 bilhões.

Ao pedir o adiamento das votações, o senador justificou que o governo e o Congresso ainda negociam e buscam alternativas para a compensação financeira da desoneração da folha de pagamentos dos municípios. Jaques será o relator de um projeto que reunirá as medidas financeiras necessárias para viabilizar a prorrogação da desoneração até 2027, aprovada pelo Congresso no ano passado.

— Nós ainda não resolvemos um problema, estamos colocando outro. Então não estou sendo contra por enquanto, eu quero só tempo para resolver um problema e depois a gente discutir os outros. É esse o meu ponto de vista, por isso eu pedi o requerimento de adiamento. Eu peço vênia aos meus colegas. Não é para procrastinar, é para a gente não acumular problema — afirmou.

Ele recebeu o apoio dos senadores Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Alessandro Vieira (MDB-SE), que mencionaram a situação fiscal do país e a necessidade de rever despesas e renúncias fiscais.

Relator do projeto que altera a Lei do Bem, o senador Izalci Lucas (PL-DF) fez um apelo ao governo para a aprovação do texto e o apoio na área de inovação às pequenas e microempresas. Segundo ele, a proposta representa um “investimento” e não uma despesa.

— Para cada R$ 1 investido, nessa Lei do Bem, retornam R$ 5. Então, eu não sei, não sei sinceramente, onde o governo acha tanto impacto quanto a isso — disse Izalci.

Na mesma linha, a senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), relatora da proposta sobre os aposentados, cobrou o governo sobre o cálculo de impacto mencionado por Jaques Wagner. Segundo ela, o número estimado, na casa dos R$ 70 bilhões, é “absurdamente maior” do que a realidade.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

 

 

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Câmara Legislativa concede TCHB póstumo ao Frei João Benedito

Em maio de 2023, o pároco teve um mal-estar durante a celebração da missa do Dia das Mães, na Basílica Santuário São Francisco de Assis, localizada na Asa Norte, e faleceu em razão de complicações cardíacas

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Foto: Reprodução/Web

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realiza sessão solene para outorgar o Título de Cidadão Honorário de Brasília (TCHB) para o Frei João Benedito Ferreira de Araújo, que foi pároco e reitor da Basílica Santuário São Francisco de Assis, localizada na Asa Norte. Proposto pelo deputado Chico Vigilante (PT), o evento tem início previsto para 19h no plenário e será transmitida pela TV Câmara Distrital.

A honraria, in memorian, será recebida pelo irmão do Frei João Benedito, Valcir Rosa. Em maio de 2023, o pároco teve um mal-estar durante a celebração da missa do Dia das Mães e faleceu em razão de complicações cardíacas. A missa encerrava os festejos pela elevação do Santuário para Basílica Menor, a primeira igreja honrada com esse título no Distrito Federal e entorno

“A inciativa [do TCHB] é um reconhecimento e gratidão pela brilhante trajetória de vida do religioso que nasceu em Paracatu (MG), e construiu um legado na capital federal com milhares de seguidores. Justa homenagem a quem dedicou a vida à caridade e, principalmente, àqueles que mais precisavam de atenção e ajuda”, declarou Chico Vigilante.

Convidados

Entre os convidados a participar do evento, estão o bispo auxiliar de Brasília, Dom Vicente de Paula Tavares; o coordenador de Comunicação da Arquidiocese e pároco da Paróquia São Domingos Sávio Riacho Fundo I, Padre Roger Araújo; o reitor da Basílica Menor São Francisco de Assis, Frei Flávio; o ministro providencial São Maximiliano Kolbe, Frei Gilberto; e a superiora das Irmãs Franciscana da Sagrada Família de Maria, Irmã Lucila Massoni.

Trajetória

João Benedito Ferreira de Araújo nasceu em 30 de janeiro de 1970 e viveu em Paracatu até 1973. Com sua família, João Benedito se transferiu para o Gama (DF), onde residiu durante a infância e adolescência, conduzido e educado por sua mãe, que faleceu em maio de 1992, quando ele já estava no seminário.

Quando completou 18 anos, ingressou no Postulantado da Ordem Franciscana. Em fevereiro de 1989, João Benedito iniciou o Noviciado, em Caçapava (SP) e, em fevereiro de 1990, professou os primeiros votos na Ordem Franciscana. Frei João Benedito Ferreira de Araújo, recebeu os ministérios do Leitorato e Acolitato, entre os anos de 1993 e 1994 e fez profissão solene dos votos, no dia 16 de julho de 1994, em Brasília. Foi ordenado Diácono, em dezembro de 1995.

Entre os anos de 1990 e 1996, Frei João, cursou filosofia e teologia, junto ao Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília. Em 2018, defendeu a sua tese de doutorado em teologia com especialização em liturgia pastoral, na Itália. Em 1999, foi nomeado reitor do Instituto São Boaventura (ISB).
Em 2019, foi transferido para o Convento de São Francisco de Assis de Brasília e assumiu como pároco e reitor do Santuário São Francisco de Assis. Durante a pandemia do Covid-19, também desempenhou importante papel para a promoção do Serviço Social Santa Dulce dos Pobres, através do qual assistiu muitas famílias carentes.

Em 2021, iniciou o projeto que coroaria o seu apostolado e missão: a reforma do Santuário São Francisco de Assis. E, junto aos paroquianos e fieis do Santuário, celebrou o recebimento do título da Sacrossanta Basílica Menor de São Francisco de Assis, a qual fora instalada pelo cardeal arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cezar Costa, em 13 de maio de 2023, dois dias antes do falecimento de Frei João Benedito.

Francisco Espínola – Agência CLDF

 

 

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