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Troféu Câmara Legislativa retorna ao cenário de celebração do cinema brasiliense

Entre os dias 15 e 18 o público poderá assistir gratuitamente a um longa e dois curtas produzidos no DF. O primeiro longa será Capitão Astúcia, de Filipe Gontijo

 

O Troféu Câmara Legislativa volta a prestigiar a produção brasiliense de audiovisual no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Após um hiato que começou em 2019, a premiação retorna em sua 24ª edição dentro do festival de cinema mais antigo do Brasil, que será realizado de 14 a 20 de novembro. Este ano serão concedidos R$ 240 mil em prêmios para as produções da Mostra Brasília, que tomará palco entre os dias 15 e 18, com exibições gratuitas ao público, os ganhadores serão anunciados no encerramento do festival.

Com a missão de valorizar e incentivar o audiovisual do DF, as premiações do Troféu Câmara Legislativa prestigiam produções locais que participam da Mostra Brasília, dentro da 55ª edição do Festival de Brasília. Entre os 110 trabalhos inscritos, foram selecionados pela comissão montada pela CLDF quatro longas-metragens e oito curtas. As obras serão exibidas diariamente entre 15 e 18 de novembro.

Para Gláucia Simões, diretora de comunicação da CLDF e integrante do comitê gestor do Troféu Câmara Legislativa, a premiação é de grande relevância no cenário cultural e econômico do Distrito Federal. “O troféu representa o compromisso da CLDF com a cultura local ao premiar filmes que destacam elementos simbólicos presentes em narrativas que contam o nosso cotidiano e nossa história, que moldam nossa identidade coletiva. Além disso, fomenta a economia criativa e proporciona um momento especial de encontro, entretenimento, discussão de ideias e festividades na cidade.”

Durante cada dia de exibição o público poderá assistir gratuitamente a um longa e dois curtas produzidos no Distrito Federal. No primeiro dia da Mostra Brasília, terça-feira (15/11), a programação inclui: Super-Heróis, um curta-metragem de Rafael de Andrade; Capitão Astúcia, longa-metragem de Filipe Gontijo e Desamor, curta de Herlon Kremer.

Prêmios e programação

Além de poder assistir às obras com entrada franca, o público participa ainda da escolha dos vencedores do Troféu Câmara, que é dividido entre votação do júri oficial, composto por Andréa Glória, Edileuza Penha de Souza e João Paulo Procópio, e escolha popular. Os prêmios a serem entregues no encerramento do festival, 20 de novembro, são divididos nas seguintes categorias:

*Prêmios do júri oficial

Melhor longa-metragem- R$ 100 mil
Melhor curta-metragem- R$ 30 mil
Melhor direção- R$ 12 mil
Demais categorias técnicas: ator, atriz, roteiro, fotografia, montagem, direção de arte, edição de som e trilha sonora- R$ 6 mil

*Prêmios do júri popular

Melhor longa-metragem: R$ 40 mil
Melhor curta-metragem: R$10 mil

Confira o cronograma de exibição das obras da Mostra Brasília: 

Dia 15/11 (terça-feira) 18h

Super-Heróis (Curta-metragem)
Rafael de Andrade

Capitão Astúcia (Longa-metragem)
Filipe Gontijo

Desamor (Curta-metragem)
Herlon Kremer

Dia 16/11 (quarta-feira) 18h

Plutão não é tão longe daqui (Curta-metragem)
Augusto Borges e Nathalya Brum

Manual da pós-verdade (Curta-metragem)
Thiago Foresti

Profissão livreiro (Longa-metragem)
Pedro Lacerda

Dia 17/11 (quinta-feira) 18h

Virada de jogo (Curta-metragem)
Juliana Corso

Tá tudo bem (Curta-metragem)
Carolina Monte Rosa

Afeminadas (Longa-metragem)
Wesley Godim

Dia 18/11 (sexta-feira) 18h

Reviver (Curta-metragem)
Vinícius Schuenquer

O pastor e o guerrilheiro (Longa-metragem)
José Eduardo Belmonte

Levante pela Terra (Curta-metragem)
Marcelo Cuhexê

Para saber mais sobre os filmes, acesse o site do Festival de Cinema de Brasília.

Isabella Almeida (estagiária) – Agência CLDF

 

 

 

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Cine Brasília fará exibição especial de reabertura no dia 22 de abril

Na data em que celebra 60 anos de história, espaço tradicional da cultura brasiliense terá filme sobre JK na telona

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Por Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

 

No marco dos 60 anos de história do Cine Brasília e em meio às comemorações do 64º aniversário da capital, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) traz uma grande novidade para os amantes do cinema. No dia 22 de abril, às 11h, o Cine Brasília reabrirá as portas com uma sessão especial, apresentando pela primeira vez nas telonas o longa-metragem JK – O Reinventor do Brasil.

O Cine Brasília será reentregue à população | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

Produzido pela TV Cultura, o filme resgata e celebra a vida e o legado do ex-presidente Juscelino Kubitschek, responsável pela fundação da jovem capital brasileira. Narrado no estilo podcast, o documentário integra um projeto amplo da emissora dedicado ao ex-presidente, incluindo exposições e uma fotobiografia com imagens inéditas de Juscelino, figura central na história do Brasil como o fundador de Brasília e líder do país entre 1956 e 1961.

Além da exibição do filme, os visitantes do Cine Brasília poderão visitar a exposição e a fotobiografia exclusiva do ex-presidente. O evento marca não apenas a reabertura do Cine Brasília, mas também oferece aos brasilienses uma oportunidade única de explorar a trajetória inspiradora de JK e sua influência no cenário político e cultural do país.

*Com informações da Secec

 

 

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TV Câmara Distrital leva aos brasilienses o melhor da música instrumental

Lançado no dia do aniversário de Brasília, o programa será um tributo aos músicos locais. A estreia será com o Duo Mandrágora.

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Foto: Reprodução/ TV Câmara Distrital

A partir deste domingo – 21 de abril –, a TV Câmara Distrital levará ao ar o programa “Brasília Instrumental”, série de pocket shows que apresentará, a cada edição, músicos do DF em performances exclusivas. A estreia será com o Duo Mandrágora, que traz, como convidada especial, a percursionista Bety Vinyl.

Formado pelos violonistas Daniel Sarkis e Jorge Brasil, o dueto tem uma trajetória de mais de duas décadas, com temporadas em cidades brasileiras e de outros países. Na estreia do “Brasília Instrumental”, os músicos vão tocar composições autorais: “Sideral” (Brasil); “Paralelo 31” (Sarkis e Brasil); “Espiral” (Sarkis e Brasil), além de “Pega mata e come”, também da dupla.

O programa vai ao ar sempre às 21h30 de domingo e, a cada semana, será lançado um novo episódio, com duração de 30 minutos. Haverá reprises diárias – segunda, quarta e sexta, às 18h30; terças e quintas, 23h; e aos sábados, com início às 14h50.

Próximas atrações

Depois do Duo Mandrágora, será a vez do teclado de José Carrera e do contrabaixo de Paulo Dantas (28/4); de Oswaldo Amorim e Paulo André Tavares (5/5), contrabaixo e guitarra, respectivamente; Félix Junior, com seu violão 7 cordas (12/5); da gaita de Pablo Fagundes e do violão de Marcus Moraes (19/5); e da apresentação de Reco do Bandolim acompanhado do Grupo Choro Livre (26/5).

A TV Câmara Distrital é acessada pelo canal 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 9 da Vivo. Também está disponível no YouTube.https://www.youtube.com/channel/UCq1lyhE02Q9I0x8gBDM9lOQ

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Programa “Brasília Instrumental”
Duo Mandrágora e Bety Vinyl
TV Câmara Distrital
Domingo (21/4), às 21h30 (com reprises)

Agência CLDF

 

 

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Anvisa discute nesta sexta regulamentação de cigarro eletrônico

Fabricação e comercialização são proibidas no país desde 2009

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute nesta sexta-feira (19) a regulamentação de cigarros eletrônicos no Brasil. A reunião estava prevista para a última quarta-feira (17), mas foi adiada por causa de problemas técnicos e operacionais identificados no canal oficial de transmissão da agência no YouTube.

Desde 2009, uma resolução da agência proíbe a fabricação, comercialização, importação e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como vape. No ano passado, a diretoria colegiada aprovou, por unanimidade, relatório técnico que indicava a necessidade de se manter a proibição dos dispositivos e a adoção de medidas adicionais para coibir o comércio irregular, como ações de fiscalização e campanhas educativas.

Entenda

Os dispositivos eletrônicos para fumar são também conhecidos como cigarros eletrônicos, vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido). Embora a comercialização no Brasil seja proibida, eles podem ser encontrados em diversos estabelecimentos comerciais e o consumo, sobretudo entre os jovens, tem aumentado.

Desde 2003, quando foram criados, os equipamentos passaram por diversas mudanças: produtos descartáveis ou de uso único; produtos recarregáveis com refis líquidos (que contém, em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes), em sistema aberto ou fechado; produtos de tabaco aquecido, que possuem dispositivo eletrônico onde se acopla um refil com tabaco; sistema pods, que contém sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, entre outros.

Consulta pública

Em dezembro, a Anvisa abriu consulta pública para que interessados pudessem participar do debate sobre a situação de dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil, “com argumentos científicos e relatos relevantes relacionados ao tema”. A proposta de resolução colocada em discussão pela agência foi a de manutenção da proibição já existente. A consulta foi encerrada em fevereiro. Pouco antes do prazo ser encerrado, a Anvisa havia recebido 7.677 contribuições sobre o tema.

Perigo à saúde

Com aroma e sabor agradáveis, os cigarros eletrônicos chegaram ao mercado com a promessa de serem menos agressivos que o cigarro comum. Entretanto, a Associação Médica Brasileira (AMB) alerta que a maioria absoluta dos vapes contém nicotina – droga psicoativa responsável pela dependência e que, ao ser inalada, chega ao cérebro entre sete e 19 segundos, liberando substâncias químicas que trazem sensação imediata de prazer.

De acordo com a entidade, nos cigarros eletrônicos, a nicotina se apresenta sob a forma líquida, com forte poder aditivo, ao lado de solventes (propilenoglicol ou glicerol), água, flavorizantes (cerca de 16 mil tipos), aromatizantes e substâncias destinadas a produzir um vapor mais suave, para facilitar a tragada e a absorção pelo trato respiratório. “Foram identificadas centenas de substâncias nos aerossóis, sendo muitas delas tóxicas e cancerígenas.”

Ainda segundo a AMB, o uso de cigarro eletrônico foi associado como fator independente para asma, além de aumentar a rigidez arterial em voluntários saudáveis, sendo um risco para infarto agudo do miocárdio, da mesma forma que os cigarros tradicionais. Em estudos de laboratório, o cigarro eletrônico se mostrou carcinógeno para pulmão e bexiga.

Surto de doença pulmonar

Entre agosto de 2019 e fevereiro de 2020, foi registrado um surto de doença pulmonar em usuários de cigarros eletrônicos. Apenas nos Estados Unidos, foram notificados quase 3 mil casos e 68 mortes confirmadas.

Congresso Nacional

Além do debate no âmbito da Anvisa, tramita no Senado o Projeto de Lei (PL) 5008/2023, de autoria da senadora Soraya Thronicke, que permite a produção, importação, exportação e o consumo dos cigarros eletrônicos no Brasil.

Jovens

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019, 22,6% dos estudantes de 13 a 17 anos no país disseram já ter experimentado cigarro pelo menos uma vez na vida, enquanto 26,9% já experimentaram narguilé e 16,8%, o cigarro eletrônico.

O estudo ouviu adolescentes de 13 a 17 anos que frequentavam do 7º ano do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio das redes pública e privada.

Controle do tabaco

O Brasil é reconhecido internacionalmente por sua política de controle do tabaco. Em julho de 2019, tornou-se o segundo país a implementar integralmente todas as medidas previstas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no intuito de reduzir o consumo do tabaco e proteger as pessoas das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs).

Edição: Graça Adjuto

ebc

 

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