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Carnaval: dicas práticas para se alimentar bem durante a folia

Centro Paula Souza indica como aproveitar uma das maiores festas do país sem causar prejuízos à saúde

 

Do Portal do Governo

 

Para aproveitar ao máximo uma das maiores festas brasileiras, o Centro Paula Souza (CPS) elaborou dicas sobre alimentação no período do carnaval. Quem explica o assunto é Clara Korukian Freiberg, professora de nutrição da Escola Técnica Estadual (Etec) Carlos de Campos, da Capital. Ela indica como prevenir problemas por contaminação de alimentos que causam diarreia, intoxicação alimentar e infecção intestinal.

Bloquinhos de rua, desfiles no Sambódromo, festas à fantasia. Existem diversas formas de pular o carnaval. “Todas elas exigem um cuidado extra com a alimentação para evitar danos à saúde durante a folia e nos dias seguinte”, reforça Clara, que é Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Dicas de lanche para manter o pique da folia

  • Uma boa sugestão de lanche para levar na bolsa são as nozes, castanhas e outros alimentos semelhantes que, além de serem muito nutritivos e fontes de energia, são muito fáceis de transportar. Você pode preparar um mix com suas opções favoritas: amêndoas, castanhas de caju ou do Pará, pistache. Pode ainda adicionar damasco, ameixa seca, uva passa e tâmaras;
  • Um docinho também pode ajudar a repor energia. Doces de banana e goiaba, por exemplo, são vendidos em embalagens individuais e de fácil consumo;
  • Aqueles pacotinhos de salgadinho podem ser substituídos por algo bem mais nutritivo. Já experimentou chips de frutas? “No mercado, encontramos o de banana, maçã e outras, que são leves, fáceis de transportar e não deterioram com facilidade”, explica Clara.
  • Evite frituras e alimentos sensíveis ao calor, como comida japonesa. Peixes e frutos do mar, quando expostos a altas temperaturas, estão sujeitos a risco de contaminação.

Para quem pretende aproveitar o carnaval na praia

Para quem vai à praia nesta época, o tempo de exposição ao calor é maior ainda. “A dica é: Hidrate-se! Hidrate-se! Vale água de coco, água natural, frutas cítricas, saladas no geral e até mesmo chás gelados. Assim, evitamos tonturas e dores de cabeça, sintomas comuns da desidratação”, pontua Clara.

A oferta de alimentos na praia em quiosques e restaurantes ou vendidos por ambulantes é grande. É preciso escolher com cuidado o que consumir para a prevenção de problemas comuns, como diarreia e até infecção intestinal. “Frutos do mar, queijos e maionese, que são ingredientes de lanches e sanduíches naturais, podem estragar rapidamente se mantidos muito tempo fora da refrigeração e expostos ao calor constante. Além disso, podem se contaminar com muito mais facilidade”, orienta a professora.

Outra orientação relevante é sempre ficar de olho no entorno do local onde está sendo vendida a comida. Condições higiênico-sanitárias ruins podem ser indicativas de riscos de contaminação alimentar.

Mas nos quiosques de praia também encontramos alimentos interessantes. Saladas, frutas e sucos podem ser aliados importantes para ter energia e aproveitar o calor. “É interessante consumir frutas ricas em vitamina C, que promovem a hidratação e o aumento da imunidade, como abacaxi, acerola, laranja, lichia, limão, maracujá, melancia e melão. Frutas picadas, prontas para consumo, ou suco dessas frutas podem ser colocados em embalagens descartáveis, na mochila. Pode-se adicionar gengibre no suco ou na salada para conseguir mais disposição.”

Recuperação pós-folia

A perda de líquido pelo suor ou pelo consumo exagerado de álcool, associada a uma alimentação pouco regrada e poucas horas de sono, podem ocasionar em nosso organismo alterações ou desajustes nutricionais importantes.

Dessa forma, para restabelecer a saúde física e mental e voltar à rotina com disposição, o pós-carnaval é muito importante. “Se houve exagero, os cuidados devem ser maiores. Para repor a energia perdida, é preciso uma alimentação equilibrada, incluindo frutas, legumes e carnes grelhadas. É importante não pular as refeições e ingerir muito líquido para repor e manter a hidratação”, finaliza a professora da Etec Carlos de Campos.

 

 

 

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Flavio Dino toma posse no Supremo Tribunal Federal

Cerimônia está marcada para as 16h

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O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino será empossado nesta quinta-feira (22) no cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A cerimônia de posse está prevista para começar às 16h e contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, além de outras autoridades. Os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, também foram convidados. Cerca de 800 pessoas devem comparecer à solenidade.

Após a cerimônia, às 19h, Dino vai participar de uma missa de ação de graças na Catedral de Brasília. O novo ministro dispensou o tradicional jantar oferecido por associações de magistrados a todos os ministros que tomam posse no STF.

Dino foi indicado pelo presidente Lula para ocupar a cadeira deixada pela aposentadoria da ministra Rosa Weber, ocorrida em outubro de 2022.

Em dezembro do ano passado, Dino ele o nome aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado por 17 votos a 10. Em seguida, também foi aprovado pelo plenário da Casa com placar de 47 votos a 31.

O novo ministro herdará cerca de 340 processos oriundos do gabinete de Rosa Weber. Flávio Dino se tornará relator de processos sobre a atuação do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid-19 e sobre a legalidade dos indultos natalinos assinados durante a gestão anterior.

Perfil

Flávio Dino chega ao Supremo com 55 anos e poderá permanecer na Corte por 20 anos. A idade para aposentadoria compulsória é de 75 anos. Em sua carreira, o novo ministro colecionou passagens pelos três Poderes.

Dino é formado em direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Foi juiz federal, atuou como presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e chefiou a secretaria-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em 2006, entrou para a política e se elegeu deputado federal pelo Maranhão. Entre 2011 e 2014, ocupou o cargo de presidente da Embratur.

Nas eleições de 2014, Dino foi eleito governador do Maranhão pela primeira vez, sendo reeleito no pleito seguinte, em 2018. Em 2022, venceu as eleições para o Senado, mas deixou a cadeira de parlamentar para assumir o comando do Ministério da Justiça do terceiro mandato de Lula.

Edição: Graça Adjuto

ebc

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Edital de chamamento para gestão do Cine Brasília é publicado

Organização da Sociedade Civil terá orçamento anual de R$ 2 milhões para agir em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

 

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou edital de chamamento para a contratação da nova gestão do Cine Brasília no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (22). O processo de seleção da Organização da Sociedade Civil (OSC) ficará aberto por 30 dias. Após esse prazo a secretaria terá mais 30 dias para analisar e concretizar o Termo de Cooperação Técnica.

Ao final deste período, a OSC vencedora da seleção fará a gestão compartilhada do Cine Brasília, em parceria com a Secec. O orçamento previsto para a gestão é de R$ 2 milhões por ano, totalizando R$ 6 milhões ao final do contrato.

A gestão compartilhada do Cine Brasília faz parte de um pacote de medidas da Secec visando o audiovisual | Foto: Divulgação/ Secec-DF

O Cine Brasília está fechado, desde o dia 8 de fevereiro, para intervenções e manutenções na estrutura.

“É importante lembrar que agora essa parceria de cogestão tem o prazo de até três anos para dar mais longevidade ao projeto e já possui recursos garantidos para promover o audiovisual do DF, por meio deste equipamento tão importante que é o Cine Brasília”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes.

“Ainda neste semestre estamos trabalhando para antecipar o Festival de Cinema e lançar o FAC para o audiovisual. Uma série de medidas para dar o protagonismo que o cinema do DF e o audiovisual merecem”, acrescenta Abrantes.

*Com informações da Secec-DF

 

 

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Distritais elencam diversos problemas na volta às aulas

Foto: Carlos Gandra/ Agência CLDF

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Reiniciadas esta semana, as aulas da rede pública de ensino do Distrito Federal foram tema de deputados de diversos partidos na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta quarta-feira (21). Os parlamentares apresentaram um rol de problemas em todas as áreas, por esse motivo, Gabriel Magno (PT) fez um apelo para que a Secretaria de Educação se faça presente na comissão geral da CLDF que discutirá o tema na próxima semana.

“Faltam professores e monitores, as turmas de educação especial estão sendo fechadas. Há problemas com uniformes e mobiliário. As escolas começaram sem papel, porque o governo não adquiriu e ainda pediu que os gestores adquirissem o material com recursos destinados aos estabelecimentos para outros gastos”, comentou o distrital.

Por sua vez, o deputado João Cardoso (Avante) afirmou que existem escolas, em Sobradinho, nas quais mais 90% dos servidores são temporários. “Fizemos um levantamento e há locais em que apenas os gestores escolares são efetivos”, lamentou. Já Thiago Manzoni (PL) destacou proposição de sua autoria, em tramitação, permitindo o financiamento privado em equipamentos públicos, nesse caso, “para contribuir com as escolas”.

O deputado Rogério Morro da Cruz (sem partido) lembrou que fez várias indicações (sugestões ao GDF) solicitando a pavimentação nas vias por onde transitam o transporte escolar na região de São Sebastião. Ele pediu apoio aos colegas para que destinem recursos, por meio de emendas parlamentares, “para resolver o problema do atoleiro”.

Já Paula Belmonte (Cidadania) contou ter verificado in loco o retorno dos alunos no dia 19 passado e constatou a falta de treinamento para os novos docentes contratados temporariamente. Na avaliação da distrital, a ausência de planejamento “prejudica o professor e o aluno”. Por esse motivo, defendeu a contratação de mais servidores na área de educação. Também apontou dificuldades no transporte escolar.

Creches

A partir de um relato de sua vivência familiar, o deputado Max Maciel (Psol) reclamou da falta de vagas em creches que, segundo ele, chega a 14 mil. “Não podemos permitir que isso aconteça. É urgente incluir no orçamento mais verbas para construir novas creches”. O parlamentar observou que soluções improvisadas “não garantem qualidade”.

Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

 

 

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