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DENÚNCIAS CONTRA ONGs NA CPI
Indígenas ouvidos na CPI denunciam que dinheiro das ONGs não chega às suas comunidades. Os caciques xavantes Graciano Aedzane Pronhopa e Arlnaldo Tsererowe defendem a liberdade das comunidades indígenas para produção agrícola.
INDÍGENAS OUVIDOS NA CPI DENUNCIAM: DINHEIRO DAS ONGS NÃO CHEGA ÀS COMUNIDADES
Dois indígenas – Graciano Aedzane Pronhopa e Arlnaldo Tsererowe – garantem na CPI do Senado: o dinheiro recebido pelas ONGs que dizem defender os índios não chega às nossas comunidades.
Além de denunciar ONGs que desviam dinheiro destinado às comunidades indígenas, os líderes xavantes Graciano Pronhopa e Arlnaldo Tsererowe fazem uma defesa contundente pela liberdade de participarem da produção agrícola mecanizada nas aldeias e a derrubada dos vetos presidenciais na Lei 14.701, de 2023, do marco temporal das terras indígenas.

Índios xavantes, Pronhopa e Tsererowe, ouvidos na CPI denunciam: dinheiro das ONGs são desviados e não chegam às nossas comunidades. Pedem uma prestação rígida das contas.

O presidente da CPI das ONGs, senador Plinio Valério (PSDB-AM) disse que as denúncias são muito graves. Muitas lideranças indígenas trazem fatos que mostram que as ONGs estão aparelhando a FUNAI e instituições governamentais como o próprio Ibama. Há denúncias de dinheiro internacional para subjugar a Amazônia.
XAVANTES DEFENDEM VIDA
DIGNA E NÃO À MEDICÂNCIA
Para os índios, deveriam ser permitidos contratos entre não indígenas e indígenas para exploração econômica de suas terras. Pronhopa, cacique da etnia xavante, disse que sua aldeia na terra indígena de Sangradouro, em Poxoréu (MT), utiliza a “roça mecanizada” para subsistência.
“O governo brasileiro deve dar a liberdade de os indígenas desenvolverem em seus territórios para terem o bem-estar e uma vida digna acompanhada de desenvolvimento sem deixar as tradições, cultura ou modo de viver (…). E não ficar à mendicância, recebendo cesta básica”, disse Graciano, segundo o qual a tribo utiliza agricultura mecanizada desde 1979.
“NÃO SOMOS OUVIDOS PELA FUNAI”
Já o Arlnaldo Tsererowe, também cacique xavante, da terra indígena Parabubure no município de Campinópoles (MT), apontou dificuldade para ter acesso a representantes da Funai em Brasília. Segundo ele, todos os governos posteriores ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (de 1995 a 2003) tiveram esse problema.
“Não somos ouvidos pela Funai. Se for vir a Brasília, o cacique tem que solicitar à [coordenação] regional da aldeia. A regional encaminha, [mas] não chega resposta. É assim que está acontecendo o atendimento aos nossos líderes que vem procurar apoio”, disse Tsererowe.
EMENDAS PARLAMENTARES PARA MECANIZAÇÃO
O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) afirmou que já enviou cinco caminhões e ainda ofertará tratores aos indígenas de seu estado por meio de emendas parlamentares. Mas o senador Marcio Bittar (União-AC), que é relator da CPI, ponderou que a aprovação do marco temporal para a demarcação de terras indígenas e os envios de recursos por parlamentares não são suficientes para resolver o problema. O relatório deve propor mudanças na lei para “aumentar o poder dos indígenas sobre a terra”.

O relatório da CPI das ONGs deve propor mudanças na lei para “aumentar o poder dos indígenas sobre a terra”.
“Dar ao índio o direito de explorar os recursos naturais, tanto do solo quanto do subsolo (…). Através de uma emenda você consegue o maquinário, mas a infraestrutura não existe… Como uma reserva ianomâmi, que é maior que Portugal, não tem uma estrada?”
MÁRCIO BITTAR (União AC) relator da CPI
Mauro Carvalho Junior, que foi secretário-chefe da Casa Civil do governo de Mato Grosso, disse que a exploração da terra pelos indígenas influencia na convivência nas cidades.
“Quando saiam na cidade de Campo Novo [aldeia da etnia Haliti-Paresi, em Mato Grosso], conforme os índios paresis iam andando no comércio, os comércios iam fechando as portas com medo de saques ou coisas parecidas. Hoje é o contrário, o comércio todo [diz] ‘vem pra cá, vem fazer suas compras aqui comigo’”, afirmou o senador.
ONGs: XAVANTE COBRA RÍGIDA
PRESTAÇÃO DE CONTAS

“Todas as ONGs têm que mostrar para nós a prestação de contas, mas não mostram. Até hoje, as terras indígenas do Araguaia já acordaram que não querem mais a ONG. Chega de ONG”.
MAURO CARVALHO JUNIOR (União Brasil – MT)
Em diversas ocasiões ao longo dos trabalhos da CPI, seus integrantes acusam ONGs de não aplicarem recursos em benefício dos indígenas. Pronhopa endossou a crítica e cobrou prestação de contas das ONGs aos indígenas. Para ele, o dinheiro não é aplicado para benefício das comunidades. Ele mencionou positivamente apenas uma entidade.
“Todas as ONGs têm que mostrar para nós a prestação de contas, mas não mostram. Até hoje, as terras indígena do Araguaia já acordaram que não querem mais a ONG. Chega de ONG. [Se] vai para a cidade fazer manifestação na rua, tem dinheiro… Agora, dentro das áreas indígenas, não tem [dinheiro]. Está muito sofrido. Só uma ONG está ajudando a comunidade, é o Cimi [Conselho Indigenista Missionário, vinculado à Igreja Católica], leva medicamento (…). Para trabalhar com a roça mecanizada, a Funai não deixa, a ONG não deixa… só querem que continue a mesma, indígena fica na miséria”, disse.
Já Tsererowe afirmou que em sua região não há atuação de ONGs e que os membros de sua tribo “não compactuam” com as entidades não governamentais.
POUCAS OPÇÕES DE SERVIÇOS DE SAÚDE
Tsererowe também criticou as poucas opções de acesso aos serviços de saúde. Sem carro próprio, os indígenas dependem de viatura da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde para levar seus doentes ao posto de saúde.
“Aumentou a mortalidade, isso é muito triste (…) Quando a criança adoece e o carro leva para o município para tratamento, então, na outra aldeia, [alguém] fica doente e não tem carro. Então, fica com aquela dificuldade. Então, tem a comunicação pela internet para avisar onde está o carro e que a criança adoeceu. Aí, fica sabendo e o carro volta imediatamente para dar suporte.
“INDIOS BUSCAM QUALIDADE DE VIDA”
O senador Jayme Campos (União-MT) afirmou que os indígenas buscam “qualidade de vida”. “Eles não querem ser usados. Ele quer saúde, educação, igual a nós… Se alimentar bem, caminhonete, tudo de bom ele quer ter”.
Para a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a etnia xavante é um exemplo de povo tradicional que busca o desenvolvimento. “Eles romperam toda uma doutrinação, o que mostra que o povo xavante pensa por si (…). [Os jovens xavante] querem estudar. Quando se é dada oportunidade para um adolescente xavante, podem ir muito longe. Temos xavantes antropólogos, xavantes professores, xavantes enfermeiros… Muito mais que agricultura. Os meninos xavantes querem mais que isso”.
DILIGÊNCIAS PARA VISITAS
O colegiado aprovou requerimento (REQ 144/2023), de Marcio Bittar, para os membros da CPI visitarem o município de São Félix do Xingu, no estado do Pará. Segundo o relator, órgãos do governo federal estariam atuando para retirar moradores da terra indígena Apyterewa, com suposta participação de ONGs.
“[Queremos] mostrar ao Brasil a faceta de milhares de homens e mulheres humildes, pobres, que de uma hora para outra se tornaram, pelo Estado brasileiro, ‘foras da lei”’.
JORGE HENRIQUE CARTAXO
Especial para o Correio
“O presidente JK que trouxe meu pai para construir esta cidade. Eu vim junto com meu pai. JK será eterno porque mudou a minha família, mudou o Brasil, e eu tenho que agradecer aqui ao meu amado presidente. Custe o que custar!”
O pequeno e emocionado discurso do policial militar que rompeu as mãos dadas — para acalentar suas palavras — com as mais de duas dezenas de companheiros que cercavam, em proteção, o túmulo ainda aberto de Juscelino Kubitschek no Campo da Esperança foi a última e inesperada saudação ao fundador de Brasília antes que o corpo do grande estadista fosse guardado e entregue ao silêncio eterno, no longínquo 23 de agosto de 1976. A noite escura abraçava o cemitério de Brasília apinhado de candangos que, numa algaravia comovente, entre a tristeza, a revolta e a saudade, pranteavam o último adeus a JK. Todos seguiam as luzes difusas das câmeras de TV que se dirigiam ao jazigo, em busca do último registro da lamentável e indesejada cena histórica.
O jornalista Silvestre Gorgulho, à época assessor do então ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, estava na Catedral de Brasília naquela tarde melancólica, quando o esquife com o corpo de JK deixou o nosso primeiro templo e seria acondicionado sobre um carro do Corpo de Bombeiros. Num átimo, os candangos em multidão — cerca de 300 mil — apoderaram-se do corpo de Juscelino e o levaram de mão em mão, de braço em braço, de ombro em ombro, até o cemitério. Nos longos oito quilômetros que separam a Catedral do Campo da Esperança, parte percorrida pela Esplanada e parte pela W3 Sul, os candangos cantaram Peixe Vivo — a música preferida de JK — e o Hino Nacional, clamaram por Juscelino, silenciaram em preces e espargiram lágrimas de saudades e dor.
“Não houve honras oficiais, nem salões ou palácios da cidade que ele fez construir. Apenas a casa de Deus, as ruas e as orações candangas”, lembra Silvestre Gorgulho, que acompanhou o cortejo da Catedral até o Campo da Esperança e presenciou toda a cerimônia. Essas cenas estão contadas, com vantagens, no livro De Casaca e Chuteiras — A Era dos Grandes Dribles na Política, Cultura e História / 1956 — 1977 / Brasília-JK-Pelé, um brinde de Gorgulho a Brasília.
Primeiro recado
No dia 17 de fevereiro de 1976, o jornalista Roberto Marinho, dono das Organizações Globo, fez uma visita ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, no Rio de Janeiro. “Juscelino, trago um recado do Armando. Militares pretendem coisas dramáticas contra a sua vida”, teria dito Roberto Marinho a um apreensivo, mas sempre sereno JK. Armando Falcão, então ministro da Justiça do governo Geisel, havia sido também ministro da Justiça entre 1956 e a inauguração de Brasília, em 1960. Na foto clássica de JK com Jango e Israel Pinheiro entrando no Palácio do Planalto no final da tarde daquele histórico 21 de abril de 1960, igualmente de casaca, ao lado de Jango, estava lá ele, Armando Falcão.
No sábado, 7 de agosto daquele mesmo ano, uma “notícia” se espalharia pelo país: Juscelino teria morrido num acidente automobilístico na estrada Rio-São Paulo. A imprensa se mobilizou. Dona Sarah foi procurada no Rio. Recluso na sua Fazendinha, em Luziânia, Juscelino foi surpreendido pela visita de uma dezena de fotógrafos e jornalistas movidos pela pauta tenebrosa e, de certo modo, premonitória. Apreensiva, Vera Brant se deslocou de Brasília até Luziânia para conversar com JK. “Juscelino, acho que jogaram esse alarme falso para avaliar que tipo de emoção causaria no país a sua morte. Cuidado, que vão te matar”, vaticinou Vera ao abraçar o amigo ainda perplexo com o vasto ruído.
O desmentido viria na noite do dia seguinte, no programa Fantástico, da TV Globo. A vontade de tirar a vida de JK não era nova na ditadura militar. Em junho de 1968, um grande atentado foi abortado no país. O caso Para-Sar (tropa especial de elite da Aeronáutica especializada em busca, salvamento e operações especiais) foi um plano arquitetado pelo então brigadeiro João Paulo Burnier. As vítimas finais seriam os principais líderes civis do país perseguidos pelo golpe de 1964: Juscelino Kubitschek, Carlos Lacerda, Jânio Quadros, Dom Hélder Câmara e mais 40 militantes da oposição. Jango estava no exílio.
A primeira fase da operação terrorista consistia em realizar uma série de atentados a bomba tendo como alvo empresas norte-americanas, como o Citibank e a Sears, além da explosão de um gasômetro na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Os crimes seriam atribuídos aos movimentos de esquerda. Estabelecido o caos, os líderes civis seriam sequestrados e mortos. O capitão Sérgio Miranda de Carvalho (um cavalheiro conhecido pela tropa como Sérgio Macaco), convocado para coordenar a operação terrorista, recusou-se a praticar os atos ilegais e denunciou o horror aos seus superiores. A violência pública proposta por Burnier mergulharia nos porões — tortura, sequestros e mortes — com o AI-5, em dezembro de 1968.
Em janeiro de 1971, o assassinato do ex-deputado federal Rubens Paiva no DOI-CODI do II Exército, em São Paulo, sinalizou a fase do terror da ditadura militar. Somente em 1974, com a vitória do MDB nas eleições gerais de novembro, os limites do autoritarismo assumiriam contornos mais visíveis. É bem verdade que, em agosto de 1974 — cinco meses após a sua posse como presidente da República, em março —, o general Ernesto Geisel, num encontro com os dirigentes da Arena — partido político que dava sustentação simbólica e congressual à ditadura —, anunciou a famosa proposta de distensão política, por ele chamada de “lenta, gradual e segura”.
Como a história republicana assinala, os quartéis nunca foram exatamente harmônicos, disciplinados, amigos das leis e da legitimidade. No dia 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog foi torturado e morto nas dependências do II Exército de São Paulo, que abrigava o temido DOI-CODI. Herzog havia se apresentado voluntariamente ao general Eduardo D’Ávila Mello no dia 24 daquele mesmo outubro. Em janeiro de 1976, três meses após a morte de Vladimir Herzog, no mesmo II Exército, ainda sob o comando do general D’Ávila, seria morto o operário e sindicalista Manoel Fiel Filho.
Os dois assassinatos atingiram em cheio o governo militar e desafiaram frontalmente o presidente Geisel. O general D’Ávila foi demitido três dias após a morte de Fiel Filho. Na madrugada do dia 14 de abril de 1976, a famosa estilista Zuzu Angel foi esmagada, dentro do próprio carro, na saída do Túnel Dois Irmãos, em São Conrado, no Rio. Zuzu lutava desesperadamente pelo paradeiro de seu filho, Stuart Angel, preso, torturado e morto pela ditadura em 1971.
No dia 19 de agosto de 1976, uma bomba explodiu na sede da ABI e outro artefato foi desativado na sede da OAB, ambas no Rio. Ainda em 1976, JK seria morto no dia 22 de agosto; o ex-presidente João Goulart morreria em dezembro, também num rastro de suspeitas de atentado. Em maio de 1977 seria a vez de Carlos Lacerda, também em um cenário igualmente suspeito. No dia 12 de outubro de 1977, o presidente Geisel demitiu o então ministro do Exército, general Silvio Frota, um inimigo militante da abertura política e candidato, já em campanha, à sucessão de Geisel. Tornava-se pública a grave crise militar que abalava a ditadura, além da expressiva derrota nas eleições de 1974.
A partir daí, o terror se acentuaria. Dois atentados marcaram a época e se espalham pelo mundo. Em 27 de agosto de 1980, uma carta-bomba explodiu nas mãos da secretária da presidência da OAB, Lyda Monteiro, no Rio, ceifando-lhe a vida. Na noite do dia 30 de abril de 1981, no estacionamento do Centro de Convenções Riocentro, uma bomba explodiu no colo do sargento do Exército Guilherme do Rosário, matando-o, e deixou gravemente ferido o então capitão do Exército Wilson Dias Machado. Naquela noite, Chico Buarque, Gal Costa, Clara Nunes, Gonzaguinha, Elba Ramalho, Alceu Valença, Beth Carvalho, Moraes Moreira e João Bosco estavam se apresentando para 20 mil pessoas que lotavam o Riocentro. Um “acidente de trabalho” impediu que a tragédia se consumasse. Entre 1978 e 1983, de acordo com relatórios oficiais, a extrema-direita praticou mais de 187 ataques terroristas. Os alvos mais evidentes eram as redações de jornais, as bancas de revistas que vendiam publicações da oposição e as instituições — OAB, ABI… — que se mobilizavam pela redemocratização do país.
Retomando a cena política
Na manhã do dia 20 de agosto de 1976, uma sexta-feira, o ex-presidente Juscelino Kubitschek embarcou num avião da Vasp em Brasília com destino a São Paulo. Estavam no aeroporto e no mesmo voo o então senador José Sarney e sua esposa Marly, o ex-senador Franco Montoro e o ex-deputado federal Ulysses Guimarães. O mau tempo em Congonhas obrigou o desvio da aeronave para Viracopos, em Campinas. Durante toda a viagem, Ulysses, Montoro e JK conversaram sobre a conjuntura política do país, que se redesenhava velozmente depois da vitória do MDB nas eleições de 1974. “Hoje está cada vez mais clara a necessidade de normalização da ordem pública. Isso é um desejo de todo o povo brasileiro, à exceção de uns poucos radicais de direita e de esquerda”, disse JK a Ulysses Guimarães em um certo momento daquele último encontro.
Os atentados a bomba que haviam ocorrido na véspera também foram objeto da conversa entre eles. “Tenho sentido uma inquietação crescente nos meios econômicos e bancários com os quais tenho conversado nos últimos tempos”, revelou ainda JK aos dois notáveis interlocutores. O voo inicia o seu procedimento de pouso em Viracopos, naquele final de uma manhã diluviana em São Paulo. Apesar dos temas delicados do diálogo com Ulysses e Montoro, JK não escondia o seu contentamento com a recente retomada da cena pública. No aeroporto havia dado autógrafos. Na decolagem em Brasília, tão logo o avião alcançou a estabilidade dos 10 mil pés, a voz do comandante Sérgio informou: “Tenho o prazer de anunciar que está a bordo o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Os passageiros entoaram aplausos, sinalizando empatia e acolhimento.
Jornalista, mestre em história pela Universidade Paris-Sorbonne.
Legenda da foto: “Mais de 300 mil pessoas foram dar o último adeus a JK em agosto de 1976.”

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