Reportagens

Etecs de SP conquistam 42 medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática 2023

Premiações foram para representantes de 30 unidades das Escolas Técnicas Estaduais do Centro Paula Souza

 

Do Portal do Governo

 

Com três medalhas de ouro, três de prata e 36 de bronze, os alunos das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) do Centro Paula Souza (CPS) marcaram presença na 18ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Ao todo foram 42 medalhas conquistadas por representantes de 30 unidades na competição deste ano.

Conquistaram medalhas de ouro os alunos Adriano Micotti, da Etec Antônio de Pádua Cardoso, de Batatais, Heitor Vieira Strabelli, da Etec de Santa Fé do Sul e Vitor Garcia Silva, da Etec de São Paulo, conhecida como Etesp. Foram contemplados com as medalhas de prata Gabriela Puri Alvim Gonzalez, da Etec de Suzano; Rodrigo Polastro da Silva, da Etec Euro Albino De Souza, de Mogi Guaçu; e Vinícius Botelho de Souza, da Etec Polivalente, de Americana.

Na categoria bronze, destaque para as Etecs Presidente Vargas, de Mogi das Cruzes, e Lauro Gomes, de São Bernardo do Campo, com três medalhas cada uma. As Etecs do Centro Paula Souza ainda receberam 529 menções honrosas e medalhas nas disputas regionais.

Todos os medalhistas estão convidados a participar da edição 2024 do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), como um incentivo ao conhecimento científico e desenvolvimento da matemática. Para saber mais, clique aqui.

Confira abaixo todos os medalhistas das Etecs por ordem por ordem alfabética:

Ouro
Estudante Unidade Município
Heitor Vieira Strabelli Etec de Santa Fé do Sul Santa Fé do Sul
Adriano Micotti Etec Antônio de Pádua Cardoso Batatais
Vitor Garcia Silva Etec de São Paulo Capital
Prata
Estudante Unidade Município
Gabriela Puri Alvim Gonzalez Etec de Suzano Suzano
Rodrigo Polastro Da Silva Etec Euro Albino De Souza Mogi Guaçu
Vinícius H. Botelho de Souza Etec Polivalente de Americana Americana
Bronze
Estudante Unidade Município
Arthur Daniel Conceição Martinez Etec Prof. Eudécio Luiz Vicente Adamantina
Arthur Mingatto Ramos Etec de Nova Odessa Nova Odessa
Caio Gonçalves Bras Etec de Campo Limpo Paulista Campo Limpo Paulista
Carlos Fernando dos Santos Etec Dr. Vasco Antonio Venchiarutti Jundiaí
Cristian Agostinho de Faria Etec Dr. Geraldo José Rodrigues Alckmin Taubaté
Dante Brito Lourenco Etec Presidente Vargas Mogi das Cruzes
Davi Oliveira Teobaldo Etec de Cotia Cotia
David Hanry Cluezi Etec Philadelpho Gouvêa Netto São José do Rio Preto
Enzo Moura e Silva Etec Getulio Vargas Capital
Fernando Alves Ceobaniuk Etec Profª Maria Cristina Medeiros Ribeirão Pires
Fernando Vinicius Soares Macedo Etec de Guarulhos Guarulhos
Franklin Alonso Alves Bezerra Etec Itaquera II Capital
Gabriel de Jesus Castro Carrenho Etec de Campo Limpo Paulista Campo Limpo Paulista
Giovana Teixeira de Queiroz Etec Lauro Gomes São Bernardo Do Campo
Giovanna Assuncao Cavalcante Etec de São Paulo Capital
Guilherme Henrique Chimarelli Etec de Fernandópolis Fernandópolis
Heitor Barbosa Previtalli Etec Cel.Fernando Febeliano Da Costa Piracicaba
Henrique Moura dos Santos Etec Presidente Vargas Capital
Hugo de Jesus Ferreira Etec Prof. Basilides De Godoy Capital
Joao Francisco Caravina Etec Prof. Adolpho de Arruda Mello Presidente Prudente
Karine Santos Peres Etec de São Sebastião São Sebastiao
Leonardo Frederico Correa Etec de Araçatuba Araçatuba
Lucas dos Santos Cordebello Etec Profª Anna De Oliveira Ferraz Araraquara
Lucas Teofilo Torres Etec de São Paulo Capital
Luiz Carlos Sousa Da Silva Etec Irmã Agostina Capital
Marco Antonio Thomazini Etec Antonio Prado Conselheiro Campinas
Marcos Rossetti Santana Etec Presidente Vargas Mogi das Cruzes
Maria Clara de Oliveira Castilho Etec Philadelpho Gouvea Netto Sao José do Rio Preto
Mateus Melo Mondejar Etec Lauro Gomes São Bernardo do Campo
Matheus Vinicius Graces Lima Etec de Ilha Solteira Ilha Solteira
Melissa Monteiro Venancio Etec de Nova Odessa Nova Odessa
Nicolas Fagundes Justi Muniz Etec Polivalente de Americana Americana
Pedro Henrique Jeni Darchiche Etec Lauro Gomes São Bernardo do Campo
Thais Jellmayer Martins Etec Profa Marinês Teodoro Almeida Novo Horizonte
Thomaz Santiago de Brito Etec de São Paulo Capital
Tiago Soares Perini Etec Martin Luther King Capital

Siga o canal “Governo de São Paulo” no WhatsApp:
https://bit.ly/govspnozap

 

Continue Lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Reportagens

Proposta de mudança do nome do parque do Sudoeste é arquivada

Audiência pública que seria realizada na quarta-feira (19) para debater a troca do nome também foi cancelada

Publicado

em

 

Foto: Agência Ceub

O projeto de lei nº 582/2023, que previa a modificação da nomenclatura do Parque Bosque do Sudoeste para Parque Monsenhor Jonas Abib, foi retirado de pauta e não será mais votado pela Casa. É o que anunciou o autor da proposta, deputado João Cardoso (Avante), em suas redes sociais na última sexta-feira (14).

O parlamentar afirmou que a iniciativa da proposta se deu para atender a uma reivindicação que chegou ao seu gabinete que visava homenagear o religioso fundador do movimento católico “Renovação Carismática”, mas que, após repercussão negativa dos moradores da Região Administrativa, optou por não dar seguimento à proposta. Consequentemente, a audiência pública organizada para debater o PL também foi cancelada.

Cardoso fez questão de frisar que tanto a iniciativa do PL quanto a decisão por seu arquivamento se deram em atendimento às demandas dos cidadãos, e que suas propostas visam o respeito pela opinião popular.

“Na audiência pública iriamos discutir a proposta, não seria uma imposição. Depois de ouvir diversas pessoas que nos procuraram, decidimos cancelar a audiência e retirar o PL nº 582/2023 de pauta. Quero que os moradores do Sudoeste se sintam tranquilos porque nosso mandato é voltado para a população, não estamos aqui para violentar ninguém, o parque vai continuar com seu nome”, afirmou da tribuna o parlamentar.

O distrital anunciou ainda que está propondo um título de cidadão honorário ao monsenhor, que deverá ser votado em breve e que, futuramente, poderá propor a utilização de seu nome para batizar outra praça ou parque público de Brasília que ainda não tenha nome oficial.

Christopher Gama – Agência CLDF de Notícias

 

 

Continue Lendo

Reportagens

Entrevista coletiva traz detalhes sobre Grand Prix de Boxe

Encontro com a imprensa será realizado nesta quarta (19), com a presença de atletas que representarão o Brasil nas Olimpíadas de Paris 2024

Publicado

em

 

Por Agência Brasília* | Edição: Carolina Caraballo

 

A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL) realiza nesta quarta-feira (19), às 14h, na Arena BRB Nilson Nelson, a coletiva de imprensa que divulgará detalhes sobre o Grand Prix Internacional de Boxe.

O evento ocorre entre os dias 19 e 22 de junho na Arena BRB Nilson Nelson. A competição é a última antes da participação dos atletas nas Olimpíadas de Paris 2024.

Estão confirmados para a coletiva os atletas Bia Ferreira, Abner Teixeira, Barbara Santos e Luiz Bolinha Oliveira – eles representarão o Brasil na competição em Paris.

Coletiva de imprensa – Grand Prix de Boxe

• Dia: Quarta-feira (19)
•  Hora: 14h
• Local: Arena BRB Nilson Nelson

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

 

 

Continue Lendo

Reportagens

‘A Funap mudou a minha vida’, conta reeducando empregado em restaurante do DF

De 2019 a 2024, o prazo de espera de uma pessoa originária do sistema semiaberto para conseguir um emprego caiu de nove para três meses; investimentos em cursos de capacitação e diálogo com os empresários foram responsáveis pela diminuição do prazo

Publicado

em

 

Por Rodrigo Pael, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

 

C.B.S. é um reeducando do sistema prisional do Distrito Federal que trabalha em um restaurante do Distrito Federal há um ano e quatro meses. Para conquistar uma vaga no mercado de trabalho, o funcionário frequentou cursos de capacitação oferecidos pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap).

Reforçado pela articulação com empresários, o programa Capacita Funap tem sido responsável pelo aumento do número de reeducandos reinseridos no mercado de trabalho | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

“Trabalho aqui com mais 70 pessoas, entre reeducandos do semiaberto e de monitorados por tornozeleira, e não temos nenhum problema de indisciplina. Muitos aqui, depois de aprenderem uma profissão, já conseguiram empregos em outros lugares”

C.B.S, reeducando

“A gente sabe da dificuldade de conquistar um emprego por já ter passado pelo sistema prisional. Então, eu tive essa visão de me colocar para trabalhar em empresas privadas depois dos cursos que fiz”, relata. “Graças a Deus, está dando certo. Trabalho aqui com mais 70 pessoas, entre reeducandos do semiaberto e de monitorados por tornozeleira, e não temos nenhum problema de indisciplina. Eu já fui cozinheiro, gerente de campo de obras e administrativo. Hoje eu sou um gestor. Sendo gestor, eu tenho a oportunidade de ensinar aos outros reeducandos. Muitos aqui, depois de aprenderem uma profissão, já conseguiram empregos em outros lugares .”

Em 2019, um reeducando do sistema prisional do Distrito Federal poderia ter que aguardar até nove meses para conseguir um emprego e a sua ressocialização. Neste ano, a fila de espera caiu para três meses. Em alguns casos, ex-detentos com cursos ou experiência comprovada podem aguardar até menos de 60 dias para uma recolocação profissional. O programa Capacita Funap, lançado em 2023, e a articulação com empresários foram os grandes responsáveis por essa mudança.

Oportunidades 

Os números de reeducandos reinseridos pela Funap no mercado de trabalho vêm crescendo ao longo dos anos. Em 2019, eram 830 contratados; já em 2020, essa cifra pulou para 1.261. Em 2021, 1.838 apenados estavam trabalhando em empregos conveniados com a fundação no DF. Em 2022, esse número passou para 2.111 e em 2023, para 2.495. O maior salto será computado em 2024. Apenas nos quatro primeiros meses deste ano, 3.100 reeducandos estão contratados por meio da instituição do Governo do Distrito Federal (GDF) – só em maio, 350 reeducandos assinaram contrato de trabalho.

O programa Capacita é gerido pela Funap, órgão ligado à Secretaria de Justiça e de Cidadania do DF (Sejus). “Conquistamos esses números graças à completa reestruturação da fundação”, explica a diretora da Funap, Deuselita Pereira Martins. “Informatizamos todos os processos, e com isso ganhamos em qualidade para atender os reeducandos e as empresas que contratam. A performance da fundação melhorou muito depois da informatização. Equipamos e adquirimos um software de gestão e, com isso, ganhamos em credibilidade”.

“A questão da não reincidência está muito vinculada à possibilidade de essas pessoas terem vínculos empregatícios, portanto é preciso criar as oportunidades para que esses detentos se capacitem”

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

As ações do GDF para reinserção de reeducandos no mercado de trabalho também impactam a segurança. Os índices de reincidência caíram para menos de 5%. Para garantir esses ganhos a toda a sociedade, a Funap repassa aos ex-detentos contratados um vale-transporte diário de R$ 11 e um vale-alimentação no valor de R$ 17 por dia trabalhado durante três meses, além de uma bolsa que varia entre 3/4 de um salário mínimo para reeducandos sem experiência profissional a um valor próximo de um salário mínimo para portadores de diploma de nível superior ou para o trabalhador que demonstre sólida formação profissional.

“Oferecer profissionalização aos reeducandos é contribuir para a função ressocializadora atribuída às penas privativas de liberdade a fim de reintegrá-los à sociedade”, resume a secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani. “A questão da não reincidência está muito vinculada à possibilidade de essas pessoas terem vínculos empregatícios, portanto é preciso criar as oportunidades para que esses detentos se capacitem.”

Capacitação

Os cursos ofertados aos reeducandos são das áreas de gastronomia (garçom, copeiros, cozinheiro), construção civil (pintor de parede, bombeiro hidráulico, serralheria, eletricista) e outras capacitações, como costura, práticas agrícolas, empreendedorismo, instalação e manutenção de ar-condicionado e restauração de móveis.

“Os cursos são escolhidos por meio das demandas apresentadas pelas empresas”, explica Deuselita. “São elas que orientam quais as necessidades e nós tentamos atender. Os cursos são contratados em valor que varia entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil por aluno.”

Os reeducandos não têm vínculo com as empresas, e esta é uma vantagem para os empregadores. “Com todo esse investimento, a fundação ganhou ainda mais credibilidade”, afirma Deuselita. “A fundação acompanha, por meio de um preposto que visita as empresas e todos os ex-detentos contratados. Durante os primeiros três meses de experiência, as visitas são mais frequentes; depois desse período, ainda fazemos visitas, mas menos frequentes e sempre que solicitadas”.

Convênio

“Além da qualidade do trabalho e da oportunidade para essas pessoas, as vantagens financeiras para a contratação são muito grandes para a empresa. Aqui dentro é todo mundo igual, todo mundo é funcionário”

B.M.C, gerente de restaurante

Um restaurante no DF é o maior empregador privado em convênio com a Funap, tendo contratado 70 funcionários que cumprem pena. O contrato com a fundação foi firmado há um ano. Os proprietários do estabelecimento fizeram um trabalho de conscientização com a vizinhança para tentar diminuir o preconceito.

“Eu só tenho elogios a fazer à fundação e aos funcionários que trabalham aqui”, avalia o gerente do estabelecimento, B.M.C. “Já estamos estudando para contratar mais 30 reeducandos. Entre dez que vêm trabalhar com a gente, um não se adapta. Isso é mínimo. Nós selecionamos os perfis e estabelecemos as funções, quem vai para trabalho interno e quem vai para o atendimento no restaurante. Nós fazemos um campeonato aqui dentro. Quem tiver a melhor avaliação no Google ganha uma gratificação.”

O gestor faz questão de manter o mesmo tratamento com os contratados: “Além da qualidade do trabalho e da oportunidade para essas pessoas, as vantagens financeiras para a contratação são muito grandes para a empresa. Nossa maior dificuldade é a discriminação que eles sofrem quando são reconhecidos como do sistema prisional. Mas aqui dentro é todo mundo igual, todo mundo é funcionário”.

G.S.S, 28, trabalha no restaurante há um ano. Foi chamado para a empresa por indicação de outro reeducando que já estava empregado. “Eu acreditava que não iria me adaptar em trabalhar neste ramo, mas, com o tempo e com o acolhimento de todos aqui, as dicas que me deram, eu me senti muito melhor”, relata. “Já ganhei até folgas e férias aqui. Hoje tenho uma profissão, sou garçom. Com esse emprego, eu já consegui financiar uma casa para mim no Jardim Ingá. Meu sonho para o futuro é quitar o financiamento. Me sinto muito bem aqui. Aqui não tem discriminação”.

 

 

Continue Lendo

Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010