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Vestibular Indígena 2025 da UnB tem inscrições abertas com 80 vagas em mais de 50 cursos

Foto: Beto Monteiro/Acervo UnB

 

Estão abertas as inscrições para o Vestibular Indígena 2025 da Universidade de Brasília (UnB). São 80 vagas em mais de 50 cursos de graduação para ingresso no primeiro e segundo semestre do próximo ano. A seleção, exclusiva para indígenas, surgiu de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Universidade de Brasília, com o objetivo de possibilitar o acesso dos povos indígenas à educação superior e oferecer apoio para a permanência dos estudantes na universidade.

Os indígenas interessados poderão se inscrever gratuitamente pelo site do Cebraspe até às 18h do dia 4 de novembro. O vestibular é exclusivo para candidatos e candidatas indígenas que tenham cursado ou estejam cursando o ensino médio integralmente em escolas da rede pública ou particular, com bolsa de estudos integral ou parcial de, no mínimo, 50%. Candidatos que já tenham concluído curso superior não estão aptos a participar da seleção.

O vestibular indígena está no escopo do ACT firmado em 2004 e renovado em 2015 em um contexto de avanços dos direitos indígenas a partir da implementação da política de ações afirmativas e a garantia efetiva do acesso e permanência dos estudantes indígenas na educação superior no país, iniciadas em meados dos anos 2000.

A parceria, que já dura 20 anos, estabelece condições para a cooperação técnica-científica, pedagógica, administrativa e operacional entre a Funai e a UNB. A diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável da Funai, Lucia Alberta, ressaltou a importância da parceria para induzir a criação de políticas públicas para a promoção e proteção dos direitos dos povos indígenas.

“Esse acordo mostra o papel fundamental da Funai em garantir os direitos indígenas e assegurar que esses povos tenham acesso às universidades. Lembrando que essa parceria que a Funai tem com a UnB acabou incentivando o Ministério da Educação a criar oficialmente o programa Bolsa Permanência. Então, esses pequenos passos acabam influenciando políticas importantes que contribuem ainda mais para a garantia dos direitos dos povos indígenas”, destacou a diretora.

A Bolsa Permanência é um auxílio financeiro que tem, como uma de suas finalidades, a permanência e diplomação dos estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em especial os indígenas e quilombolas, matriculados em cursos presenciais ofertados por instituições e institutos federais de ensino superior.

Foto: Luis Gustavo Prado/Acervo UnB

Antes do programa ser instituído, em 2013, a Funai fornecia uma bolsa aos estudantes para viabilizar a permanência no ensino superior. O coordenador de Processos Educativos da Funai, André Ramos, destaca a importância de acordos como esse para inserir os povos indígenas em espaços estratégicos para o aprimoramento da política indigenista.

“A parceria da Funai com a UnB e outras instituições de ensino possibilita a atuação de profissionais indígenas dentro de suas comunidades. Há indígenas que se formaram em medicina e enfermagem na UnB que trabalham dentro da política de saúde indígena em sua região, assim também nas áreas de educação, direitos sociais, ciências agrárias, e outras.  Isso mostra para a sociedade brasileira o potencial dos povos indígenas, e contribui no combate ao preconceito e ao racismo contra essa parcela da população, além de ser um mecanismo importante na busca por um país mais justo e igualitário”, afirma o coordenador.

ACT

O objetivo do ACT é a integração das ações, em qualquer área de conhecimento, de ensino, pesquisa e extensão relacionados aos povos indígenas para garantir a implementação e o desenvolvimento das atividades de acesso e permanência dos estudantes indígenas na UNB. O ACT tem como base os seguintes princípios:

  • Proteção e defesa dos direitos dos povos indígenas;
  • Fortalecimento e implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI);
  • Valorização dos conhecimentos, saberes e tradições indígenas;
  • Consolidação de uma política de formação voltada ao atendimento das necessidades e interesses dos povos indígenas;
  • Valorização do trabalho, possibilitando as condições para o pleno exercício profissional;
  • Melhoria do atendimento à saúde das comunidades indígenas;
  • Consolidação de uma educação escolar indígena calcada nos princípios da diferença, especificidade e interculturalidade.

“Esse ACT firmado com a UnB prevê também um incentivo no sentido de que, durante o processo de formação acadêmica, o estudante tenha possibilidade de fazer extensão. É muito positivo, porque o estudante, tendo a formação acadêmica, precisa fazer extensão para estabelecer um vínculo com os projetos comunitários, os projetos do seu povo. Sem a extensão, ele tem uma formação acadêmica, mas não consegue estabelecer o diálogo, que é fundamental para  uma educação intercultural”, explica André Ramos.

A Funai não executa diretamente a implementação de políticas de educação. No entanto, cabe à autarquia propor e orientar a política indigenista, em parceria com outros órgãos e com os estados e municípios, para promover e proteger os direitos dos povos indígenas. Nesse contexto, a Funai tem a missão de atuar para que a educação seja específica para as realidades e necessidades dos povos indígenas.

Com o objetivo de qualificar as políticas de educação para que, de fato, atendam os direitos específicos, a Fundação utiliza mecanismos para cumprir seu papel de induzir, orientar e executar a política indigenista. Entre eles, o Acordo de Cooperação Técnica que pode ser estabelecido nos casos de ausência de políticas que atendam as necessidades dos povos indígenas;  situações de vulnerabilidade; quando a parceria atende projetos específicos das sociedades indígenas; entre outros.

Etapas do vestibular

A seleção será composta de prova objetiva, a ser aplicada na data provável de 8 de dezembro, com 100 questões de língua portuguesa e literatura, matemática, biologia, física, química, geografia e história. Os itens deverão ser julgados “Certo” ou “Errado”. No mesmo dia, os candidatos farão prova de redação, de até 30 linhas, em língua portuguesa, de caráter eliminatório e classificatório.

Haverá também uma etapa de avaliação da documentação e entrevista pessoal com os candidatos, de caráter eliminatório, prevista para ocorrer entre os dias 9 e 12 de dezembro. Na entrevista, a comissão avaliadora, formada por três integrantes e organizada sob responsabilidade da Coordenação Indígena da UnB, será avaliada a demonstração de conhecimento, por parte do candidato, da sua realidade indígena e do envolvimento com essa realidade. Esta fase busca compreender a relação do estudante  com a comunidade indígena e as aspirações individuais e coletivas do candidato.

As fases da seleção, de responsabilidade do Cebraspe, serão realizadas em Benjamin Constant, no Amazonas; Santarém, no Pará; Brasília, Distrito Federal; Cabrobró (Aldeia Sabonete Ilha da Assunção – Escola Erefem Indígena Capitão Dena), em Pernambuco; Campo Novo do Parecis, em Mato Grosso; Cruzeiro do Sul, no Acre; e Porto Real do Colégio, em Alagoas (Aldeia Kariri-Xocó).

Edital do Vestibular Indígena 2025 da Universidade de Brasília (UnB)

Assessoria de Comunicação/Funai

 

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Motta defende ação coordenada no combate ao crime organizado

Presidente da Câmara destacou a aprovação de cerca de 50 propostas de segurança pública e defendeu que o tema seja tratado como pauta de Estado

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Marina Ramos / Câmara dos Deputados

Motta discursa no lançamento do Programa Brasil Contra o Crime Organizado

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o Programa Brasil contra o Crime Organizado demonstra que o governo federal trata a segurança pública como prioridade. Ao participar do lançamento da iniciativa no Palácio do Planalto, Motta destacou a necessidade de atuação coordenada entre os Poderes e os entes federativos no enfrentamento à criminalidade.

Em discurso no evento, Motta reiterou a importância da ação coordenada entre os Poderes e os entes federados. Segundo ele, o tema não deve ser tratado de forma partidária e precisa ser conduzido como uma pauta de interesse da sociedade.

“A segurança pública é uma das preocupações mais concretas da vida nacional. Ela não se resolve com frases fáceis, nem com disputa estéril. Exige ação coordenada, inteligência, firmeza, respeito à lei e compromisso permanente com a proteção da vida. Segurança não pertence ao governo nem à oposição, pertence à cidadania brasileira”, afirmou Motta.

Hugo Motta lembrou que a Câmara dos Deputados aprovou cerca de 50 propostas relacionadas à segurança pública na sua gestão. Entre elas, a PEC da Segurança Pública, encaminhada pelo Poder Executivo, que busca ampliar a cooperação entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado. O texto está no Senado.

O presidente da Câmara também mencionou a aprovação do Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, que, segundo ele, fortalece instrumentos de atuação das forças de segurança, do Ministério Público e do Judiciário contra facções criminosas e milícias. O texto prevê aumento de penas e medidas de combate ao financiamento de organizações criminosas.

“Também aprovamos o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado. O texto, também encaminhado pelo Poder Executivo, foi debatido intensamente e aprimorado pela Câmara. Seu objetivo central foi dar às forças de segurança, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário instrumentos mais firmes para enfrentar facções, milícias e organizações que desafiam a autoridade pública, exploram comunidades e contaminam a economia formal”, declarou o presidente da Câmara.

Durante o pronunciamento, Motta destacou ainda a aprovação de projetos voltados ao endurecimento penal para crimes praticados contra agentes de segurança pública e privada, além de propostas relacionadas à proteção de pessoas vulneráveis.

Violência contra a mulher
Ao abordar o combate à violência contra a mulher, o parlamentar afirmou que o feminicídio deve permanecer como prioridade das instituições públicas. Ele citou a participação da Câmara no pacto nacional contra o feminicídio e informou que a Casa criou um grupo de trabalho para discutir o projeto de lei que criminaliza a misoginia, com previsão de apresentação de parecer até o início de junho.

O presidente da Câmara também mencionou a aprovação de medidas como o uso de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres e o aumento de penas para crimes de violência doméstica.

“Não podemos, no Brasil, tratar da segurança pública sem citar o combate ao feminicídio como um foco inescapável. Não há civilização em que se mate por tão pouco e com tanta covardia, como é o caso dos homens que agridem, estupram e matam as mulheres. Na Câmara, estamos totalmente engajados nesse movimento que é de toda a sociedade brasileira. Somos, inclusive, um dos signatários do pacto contra o feminicídio”, afirmou Hugo Motta.

Ao encerrar o discurso, Hugo Motta declarou que a Câmara continuará debatendo propostas relacionadas à segurança pública e afirmou que o enfrentamento ao crime organizado depende da integração entre instituições e do respeito à Constituição e ao pacto federativo.

 

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Transporte e iluminação são temas de pronunciamentos na sessão desta quarta

Sessão reuniu debates diversos, que incluíram também educação e defesa do consumidor, entre outros assuntos

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Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF

Deputados reunidos durante sessão ordinária nesta quarta-feira (6)

Pronunciamentos sobre transporte e iluminação pública foram temas de destaque na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta quarta-feira (6). Os deputados distritais também falaram sobre educação e defesa do consumidor, entre outros assuntos.

O deputado Max Maciel (PSOL) manifestou preocupação com a situação do sistema do Metrô do DF, que, segundo ele, amanheceu hoje funcionando “com apenas 12 trens no pico e com espera de mais de 15 minutos”. O distrital comparou o metrô local com o de Medelin, na Colômbia, onde esteve recentemente para conhecer o sistema de transporte público.

Max destacou as diferenças na modelagem do transporte das duas cidades. Para ele, Medelin fez a opção correta no modal metroviário, enquanto Brasília aposta no modelo que privilegia o rodoviário. O distrital criticou a “falta de recursos para o sistema metroviário e a falta de priorização do metrô”. Ele relatou ainda denúncias de que vários trens estão parados, “alguns deles sem especificação da falha que motivou a paralisação”. “Estamos vivendo uma situação de colapso. Vou oficiar ao Ministério Público e exigir que o governo invista no Metrô”, completou.

O deputado Chico Vigilante (PT) apresentou na sessão dados de um laudo pericial referente a uma ação civil pública sobre o transporte público do DF, ajuizada pelo Ministério Público contra o GDF e as cinco empresas que operam as bacias do transporte público. Segundo ele, o perito chegou à conclusão de que tem empresa que tem que devolver dinheiro ao governo e outras que têm dinheiro a receber. “O total do saldo a favor do GDF é de R$ 309,4 milhões. Mas aí vem um outro problema, pois o GDF também está devendo cerca de R$ 1 bilhão, além destes valores”, analisou. Para ele, o GDF precisa resolver logo esta situação, “pois o sistema de transporte está entrando em colapso”. “Sei de empresa que, se o GDF não pagar, ela vai parar porque não tem dinheiro nem para comprar o diesel”, finalizou.

Já o deputado Ricardo Vale (PT), vice-presidente da Casa, destacou que a governadora Celina Leão anunciou esta semana que fará um estudo sobre a implantação da tarifa zero no DF. O parlamentar lembrou que apresentou projeto de tarifa zero em 2015 e enfrentou muitas dificuldades para aprovar a matéria. Para ele, a medida é uma necessidade para muitos trabalhadores, famílias e jovens, que não conseguem se locomover por causa dos altos custos das passagens.

O distrital entende que a tarifa zero estudantil é uma “medida precursora da tarifa zero para todos”. “Vamos continuar trabalhando para que o Tarifa Zero saia do papel no DF e em todo o País. É um projeto de distribuição de renda e este dinheiro que iria para as passagens vai parar no pequeno comércio. Já gastamos uma fortuna com subsídios para as empresas de ônibus. Transporte é um direito do cidadão”, assinalou.

Iluminação pública

Na mesma sessão, o deputado Rogério Morro da Cruz (PSD) elogiou a nova diretoria da CEB Iluminação Pública e cobrou que o DF fique 100% iluminado. O distrital cobrou instalação de iluminação pública, principalmente na região de São Sebastião e Jardim Botânico, que, de acordo com ele, “tem muitas áreas sem luz”. Morro da Cruz pediu um cuidado especial para alguns bairros da região e ressaltou que tem “destinado recursos para regularizar, escriturar e para iluminar toda São Sebastião”.

Doação de sangue e defesa do consumidor

O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) destacou a aprovação de projeto de lei, de sua autoria, que estabelece que servidores doadores de sangue terão direito até a dois dias de descanso, alternadamente, “medida muito importante para aumentar o estoque no banco de sangue do DF”.

O parlamentar também falou sobre a necessidade de nomeação urgente de servidores para o Procon, visando o fortalecimento da luta pela defesa do consumidor. Segundo ele, o Procon conta atualmente somente com 84 servidores efetivos para fazer todo o trabalho do órgão, e tem 116 cargos vagos. “Como cobrar fiscalização se o órgão está com mais da metade do seu quadro de pessoal defasado? O DF precisa de um Procon forte e eficiente”, disse, pedindo à governadora que autorize as contratações para o órgão.

Diálogo com professores

O deputado Gabriel Magno (PT) agradeceu e parabenizou a governadora Celina Leão por ter se reunido com os professores para tratar das demandas da categoria. “Vamos continuar cobrando os desdobramentos, especialmente em relação aos pagamentos atrasados e aos problemas do sistema EducaDF. Mas é importante a abertura de diálogo, após oito anos de desmandos do governo Ibaneis”, sinalizou ele.

Violência contra técnica de enfermagem

O deputado Fábio Felix (PSOL) manifestou indignação com o caso de suposta violência contra uma técnica de enfermagem, no hospital DF Star, que “teria tomado um tapa do senador Magno Malta (PL-ES), e que agora está sendo vítima nas redes sociais e precisou se afastar do trabalho”. “O senador já mudou de versão várias vezes. Desacreditar a palavra da vítima é um absurdo. Qual é o recado que este caso passa para a população?”, disse, se solidarizando com a vítima e cobrando a investigação do episódio.

O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) pediu cautela e defendeu o direito a ampla defesa. Para ele, é necessário que o caso seja investigado e não se pode apenas levar em conta a palavra da técnica. “Se o fato for verdade, tem que haver punição, mas após a investigação do caso”, ponderou.

Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

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Festival Dulcina terá prêmio inédito de até R$ 10 mil para artistas do DF e Entorno

Mostra competitiva reúne oito espetáculos gratuitos no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com recursos de acessibilidade para o público

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Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

 

O Festival Dulcina chega à quarta edição com uma novidade: pela primeira vez, o evento vai premiar artistas do Distrito Federal e do Entorno com valores de até R$ 10 mil. Aberto ao público, o festival ocorre entre os dias 15 e 23 deste mês, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com entrada gratuita.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto, o festival fortalece a produção cultural do DF, valoriza os artistas locais e amplia o acesso da população às artes cênicas. “Esta edição, ao reconhecer exclusivamente produções do DF e do Entorno, evidencia a potência criativa da nossa cena teatral e o compromisso da pasta em apoiar iniciativas que preservam a memória cultural, incentivam a formação artística e promovem diversidade, inclusão e acessibilidade”, destaca.

Realizado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), o festival reúne oito produções locais de teatro, dança e performance selecionadas entre grupos do DF e do Entorno. Nesta edição, os espetáculos concorrem em dez categorias, incluindo melhor atriz, ator, direção, dramaturgia, iluminação, sonoplastia, cenário, figurino, produção e espetáculo.

O Prêmio Dulcina vai conceder R$ 10 mil ao melhor espetáculo. As demais categorias terão premiação de R$ 4 mil cada. Todos os grupos selecionados também receberão cachê de participação no valor de R$ 4 mil. A seleção foi realizada por uma comissão julgadora formada por nomes atuantes na cena e na pesquisa teatral.

 

Entre os espetáculos selecionados para a mostra competitiva estão Pedra (p)ÁridaAtrás das ParedesDesdesempreSe Eu Fosse Eu – ClaricesUm Lapso de Ouro e VinhoBaraúna Boi ValenteOs sonhos de Gaubi Beijodo: a dor e a delícia de ser quem é e Galhada, em tempos de fissura.

Todas as apresentações contarão com tradução em Libras e audiodescrição. Os ingressos serão distribuídos duas horas antes de cada sessão, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga.

Serviço

Festival Dulcina

Período: 14 a 23 de maio

Local: Teatro Sesc Paulo Autran – St. B Norte CNB 12 Área Especial 02/03 – Taguatinga

Informações: @‌festivaldulcina

Programação

15/5 (sexta), 20h – Pedra (P)Arida

16/5 (sábado), 20h – Atrás das Paredes

17/5 (domingo), 20h – Desdesempre

18/5 (segunda), 20h – Se Eu Fosse Eu – Clarices

19/5 (terça), 20h – Um Lapso de Ouro e Vinho

20/5 (quarta), 20h – Baraúna Boi Valente

21/5 (quinta), 20h – Os sonhos de Gaubi Beijado: a dor e a delícia de ser quem é

22/5 (sexta), 20h – Galhada – Em tempos de fissura

23/5 (sábado), 19h – Premiação e encerramento

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010