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A Melhor Mãe do Mundo: filme aborda violência doméstica e resistência

Nova obra de Anna Muylaert será exibida no Festival de Bonito

 

Elaine Patrícia Cruz – Repórter da Agência Brasil*

 

Uma mulher preta, catadora de recicláveis e que foge de um relacionamento abusivo carregando seus pequenos filhos pelas ruas de São Paulo. O novo filme da diretora Anna Muylaert, A Melhor Mãe do Mundo, que será exibido neste mês de julho no Festival de Cinema Sul Americano de Bonito (Cinesur), conta a história de Gal, mas é também um retrato de muitas mães espalhadas pelo mundo.

Estrelado por Shirley Cruz e Seu Jorge, o filme fez sua estreia mundial no Festival de Berlim e, desde então, vem emocionando plateias e acumulando importantes prêmios de roteiro, filme, fotografia, edição e atuação.

“Ela é a mãe genuinamente brasileira, apesar de tanta identificação com o filme nos festivais mundo afora.
É a mãe que está à flor da pele em todos os sentidos — positivos e negativos. Ela é a leoa, a onça, a que carrega os filhos e o mundo nas costas. A que ama incondicionalmente”, descreveu a atriz Shirley Cruz, em entrevista à Agência Brasil.

Em meio aos desafios da falta de moradia, essa mãe vai transformando a fuga em uma grande aventura para proteger os filhos da dura realidade de sua casa e das ruas. O filme trata da violência doméstica, mas transforma-se em uma jornada de coragem e resistência, impulsionada pelo instinto de proteger a infância e manter a esperança em seus filhos.

Ouro Preto (MG), 26/06/2025 - Cena do filme A melhor mãe do mundo. Foto: Universo Produção/Divulgação
Cena do filme A melhor mãe do mundo – Universo Produção/Divulgação

Diretora de Que Horas Ela Volta, esta não é a primeira vez que Anna Muylaert aborda os temas da maternidade e da desigualdade social em um filme.

“Esse é um filme sobre violência doméstica, da vergonha e do sofrimento que é para uma mulher amar um cara, ter saudade dele, ter tesão por ele, mas não poder ficar porque ele é violento. É também sobre maternidade e sobre o lixo, que é o avesso do capitalismo”, contou a diretora à reportagem. “Também acho, principalmente, que é uma visão política da mãe, dela como um personagem político porque ela está completamente abandonada”.

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Se em realidade essa mãe não vai encontrar oportunidades de transformação por meio dos governos ou de políticas públicas, no filme ela vai se deparar com uma rede de solidariedade que a ajudará a enfrentar as dificuldades.

“Quando ela entra na Ocupação 9 de Julho [um dos símbolos de moradia na capital paulista] e ela encontra uma rede de apoio, aí ela pode começar a viver dignamente. Eu acho que, politicamente pensando, a gente deveria fazer comunidades porque acho que o que a mãe mais precisa – e a criança também – é de uma rede de apoio. Se isso fosse institucionalizado, ajudaria demais”, diz Mulayert.

Reconhecimento

Premiada por sua atuação em festivais realizados em Guadalajara e em Recife, Shirley Cruz diz que esse é um papel que sempre sonhou representar. “É tudo o que eu sonhei e trabalhei muito para concretizar”, diz. “E, sob a perspectiva pessoal — como mulher, mulher preta e mãe —, é forte demais. Foi lindo e continua sendo, a cada exibição”.

O reconhecimento por essa atuação, diz, “é muito bem-vindo”, mas é resultado de um intenso trabalho. “Comecei no filme Cidade de Deus – e lá se vão 25 anos de trabalho.
Recebo os prêmios com alegria e com naturalidade, como prosperidade e como colheita”, falou.

Ouro Preto (MG), 26/06/2025 - Cena do filme A melhor mãe do mundo. Foto: Universo Produção/Divulgação
Cena do filme A melhor mãe do mundo – Universo Produção/Divulgação

Ela ressalta que representar Gal é falar sobre as violências que as mulheres sempre sofreram. “As violências contra a mulher são inúmeras, infinitas, primitivas — e nascem ali, coladinhas com o surgimento da humanidade.
 Elas foram normalizadas na nossa sociedade e resultam em milhares de abusos, humilhações e mortes todos os dias, no mundo inteiro. Aliás, o Brasil faz feio nesse ranking. A forma, os requintes de crueldade e a posse sobre o corpo e a mente das mulheres são algo insano. Eu não posso afirmar que vai acabar, mas tenho certeza de que a gente não vai desistir de viver”, reforçou.

Para a atriz, a mudança na vida de Gal e de outras mães como ela só será possível quando houver “respeito, afeto e empatia da sociedade, além de políticas públicas para mulheres, mães e crianças”.

Sobrevivência

Ouro Preto (MG), 26/06/2025 - Anna Muylaert, diretora do filme A melhor mãe do mundo. Foto: Leo Lara/Universo Produção
Anna Muylaert deseja que o filme gere reflexões – Leo Lara/Universo Produção

A mãe retratada no filme busca, principalmente, manter-se viva, ressalta a diretora. Mas em um processo de intensas e duras descobertas, ela também vai se conhecendo e se entendendo como mãe e mulher. “Eu acho que a grande decisão da personagem – e por isso o filme se chama A Melhor Mãe do Mundo – é proteger a prole. Há um entendimento de que, se ela continuar sofrendo abuso, a filha também vai sofrer abuso e se vai continuar uma maldição”.

Buscando poupar os filhos e acabar com esse ciclo de violência, Gal finge que dormir nas ruas de São Paulo é uma brincadeira de acampar. “A mãe sempre quis levar vocês para fazer uma coisa grandiosa, uma grande aventura. Chegou a hora”, diz a personagem, em uma das cenas do filme.

E assim como em um road movie, em que os personagens viajam e se transformam, A Melhor Mãe do Mundo é também como uma grande metáfora do fazer cinematográfico. “Será cada dia em um lugar, fazendo coisas diferentes. Aventura, mistério, ação. Coisa de cinema”, diz a personagem retratada por Shirley Cruz.

Expectativa

Depois de passar por diversos festivais pelo mundo todo, a diretora espera que agora, no Brasil, o filme continue emocionando as pessoas e gerando reflexões.

“Minha expectativa é de que o filme seja visto, seja discutido, emocione as pessoas e que gere compaixão por tudo o que a Gal representa: a catadora, a mulher solteira, a mulher que sofre violência e a mulher preta. E que o público dê um tratamento afetuoso e de vitória para ela”.

Expectativa que também é compartilhada pela atriz do filme. “Espero ver os cinemas lotados porque a magia só acontece quando as pessoas estão sentadas de frente para a tela — e, a partir daí, vem a transformação social.
Este filme é uma contribuição efetiva não só para refletir sobre os muitos temas que ele trata, mas para nos convocar a agir. Porque, afinal, como sociedade, estamos ruindo”, diz Shirley.

A Melhor Mãe do Mundo será exibido no dia 31 de julho, no Centro de Convenções de Bonito, dentro da programação do Cinesur, que tem início na noite desta sexta-feira (25) com a exibição do filme paraguaio As Herdeiras, dirigido por Marcelo Martinesse. 

Na edição deste ano, o festival reúne 63 filmes de nove países da América do Sul, consolidando o evento como espaço de encontro entre culturas e linguagens desse imenso território. “É preciso conhecer a riqueza da produção audiovisual da América do Sul e criar condições para que haja circulação das produções entre os países do continente. Há um grande mercado a ser explorado, são muitos países, muita gente e um grande potencial econômico”, afirmou Nilson Rodrigues, criador e diretor do festival,

Além das exibições de curtas e longas, o festival também promove oficinas de formação, seminários e debates. Todas as atividades promovidas pelo CineSur são gratuitas.

Mais informações sobre o festival, que será realizado de 25 de julho a 2 de agosto no Centro de Convenções de Bonito, podem ser obtidas no site do evento.

* A repórter viajou a convite do Festival de Cinema Sul Americano Bonito Cinesur 2025

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Governo e oposição repercutem rejeição de Messias para o STF

Reação do Plenário no momento em que foi divulgado o resultado da votação
Carlos Moura/Agência Senado

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Após a rejeição da indicação de Jorge Rodrigo Araújo Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (29), o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que a relação do Executivo com o Congresso não mudará.

— A relação continua a mesma. Nós já tivemos vitórias e derrotas no Senado, no Congresso e na Câmara dos Deputados e a relação não mudou. (…)  Não mudou e nem mudará, será a mesma relação institucional.

Para o líder, o resultado não dependeu das respostas do indicado na sabatina. Messias, de acordo com Randolfe, cumpria todos os requisitos necessários para o cargo e a indicação foi rejeitada por circunstâncias políticas.

A indicação de Messias é a terceira feita pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no atual governo e não estava prevista: foi necessária após o anúncio da aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso em outubro de 2025. Para Randolfe, a votação foi pressionada pela proximidade do período eleitoral. A rejeição se deu por 42 votos a 34.

— Eu não diria que foi uma surpresa, porque nós já esperávamos que ia ser uma votação apertada, e uma votação, quando a gente julga apertada,  pode se ter uma quantidade reduzida de votos favoráveis — disse o líder, que lamentou a votação, mas afirmou que é preciso respeitar o resultado.

O relator da indicação de Jorge Messias, senador Weverton (PDT-MA), reconheceu que o resultado da votação foi “uma derrota do governo”. O parlamentar disse, no entanto, que o presidente Lula não deve indicar outro nome para o Supremo Tribunal Federal (STF) de imediato.

— Lá atrás, ele (Lula) já tinha me dito que não iria mandar outro nome caso isso acontecesse. Então, não vamos discutir nomes. O que está se discutindo é que impuseram uma derrota a uma pessoa que nada tinha a ver com o processo eleitoral. Cometeram uma injustiça enorme com o ministro Messias — disse Weverton.

Derrota

Para o líder da Oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), a rejeição ao nome de Jorge Messias representa uma derrota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— Nós trabalhamos para derrotar o ministro Jorge Messias. Nada de pessoal contra ele. Mas contra o que ele representa neste momento. Hoje acaba o Lula 3. Perde credibilidade e capacidade de articulação. Perde inclusive a legitimidade para conduzir um processo de negociação na Casa. Sem dúvida nenhuma, o governo sofre hoje uma derrota acachapante — afirmou.

Para o presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), o direito do voto de um senador é o mesmo de um eleitor. Ele disse que votou a favor de Messias, que teria todas as condições de ser um ministro do STF. O senador ainda contou que deu um abraço de solidariedade em Messias, que considera  “um brilhante funcionário público”.

— Cada um vota como acha. A democracia é assim. Lamento muito, mas é página virada — declarou Otto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

 

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Rádio MEC transmite especial para celebrar Dia Internacional do Jazz

Programa destaca gênero como instrumento de liberdade

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EBC

A Rádio MEC apresenta, nesta quinta-feira (30), às 21h, uma edição especial do Jazz Livre dedicada ao Dia Internacional do Jazz. A data, celebrada pela Unesco desde 2012, destaca o gênero como um instrumento de liberdade, criatividade e diálogo entre culturas.

A atração da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) traz uma curadoria de músicos, com depoimentos e repertórios afetivos sobre o estilo musical.

Jazz Livre convidou artistas que já se apresentaram na atração a comentar os discos e músicas importantes para a história do gênero. Ao longo do programa, os ouvintes terão acesso a recortes dessas sugestões.

O pianista Renan Francioni, o baterista Antônio Neves Esteves e o compositor Gilson Peranzetta são alguns dos nomes que indicaram obras relevantes do estilo. A proposta é evidenciar o jazz como um gênero que marca a inovação, o apuro estético, o improviso e a fusão entre linguagens e culturas.

Dia Internacional do Jazz

Com origem nas comunidades afro-americanas no sul dos Estados Unidos, por volta do final do século XIX e início do XX, o jazz é uma expressão artística que combina elementos de várias tradições musicais, como o blues.

De acordo com especialistas, um dos traços mais distintivos do jazz é a improvisação. Os músicos criam solos espontâneos durante as performances, o que torna cada apresentação única.

Sobre o Jazz Livre

No ar de segunda a sexta-feira na faixa das 21h, o Jazz Livre tem uma hora de duração com o melhor repertório do gênero e da música instrumental. A produção oferece ao público a oportunidade para interagir através do WhatsApp (21) 99710-0537. Os ouvintes podem participar das edições e mandar mensagens para a equipe da emissora pública.

Apresentado por Sidney Ferreira, o Jazz Livre tem produção de Anderson Domingos e Carlos Soca. A coordenação de produção fica com Rodrigo Soprana. Thiago Regotto é o gerente executivo de rádio.

Sobre a Rádio MEC

Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. Mas também há espaço garantido para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no aplicativo Rádios EBC.

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Eventos alteram o trânsito no feriado prolongado em vários pontos do DF

Detran-DF fará o controle do tráfego em vias do Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Parque da Cidade e Paranoá

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Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

Devido a eventos previstos para o período entre sexta-feira (1°/5) e domingo (3), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) interditará vias do Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Parque da Cidade e Paranoá.

Parque da Cidade

De sexta-feira a domingo, será realizado o evento Brasília Auto Indoor no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. As ações de trânsito terão início nesta quinta-feira (30), às 12h, com o patrulhamento das vias e a implantação da sinalização viária. As equipes vão sinalizar a faixa de desaceleração para a entrada e a saída de veículos dos estacionamentos 1 e 2  e as faixas de pedestres nas proximidades do Pavilhão de Exposições.

Arte: Divulgação/Detran-DF

No sábado (2), a partir das 10h, está prevista a realização de um rali, com largada no Pavilhão de Exposições e percurso em direção à Colônia Agrícola Aguilhada e Núcleo Rural Nova Betânia, na BR-251. As equipes do Detran-DF farão as intervenções viárias necessárias durante a saída dos veículos e a transição para a Via S1.

Os participantes farão uma parada na região do Café sem Troco e retornarão, pela DF-130, passando pela Torre de TV Digital, até o Parque da Cidade. A previsão é que a chegada ocorra até as 16h.

Durante os dias do evento, os agentes do Detran-DF atuarão no controle de tráfego nas imediações do Pavilhão de Exposições, em pontos fixos e realizando o patrulhamento na região a fim de melhorar a fluidez, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações de trânsito.

Arena Mané Garrincha

Nesta sexta-feira e no sábado, o Detran-DF fará intervenções viárias nas imediações da Arena Mané Garrincha, onde será realizado o Festival Micarê.

Na Via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília, o Detran-DF implantará sinalização viária para a travessia de pedestres e para coibir o estacionamento irregular. Na entrada principal de automação da arena, será sinalizada uma área destinada aos táxis.

Também serão instalados painéis eletrônicos de mensagens em locais estratégicos para orientar condutores e pedestres. A partir das 15h30, as equipes vão atuar em pontos fixos e em patrulhamento na região para garantir a fluidez do tráfego e coibir infrações.

Esplanada dos Ministérios e via Palácio Presidencial

Na sexta-feira, será realizada a corrida 100% Você, com percursos de 5 km e 10 km pelas vias S1, Palácio Presidencial e N1. A largada dos participantes ocorrerá na Esplanada dos Ministérios, próximo ao Museu da República, e a chegada será na altura do Ministério da Economia.

A partir das 6h30, a Via S1 será bloqueada na altura do Museu da República, com desvio do fluxo de veículos para a L2 Sul. No momento da largada, a via será totalmente interditada e o fluxo será retido. Após a passagem dos corredores, o acesso à L2 será liberado. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí.

Na Esplanada, a faixa mais à direita será destinada à saída de veículos dos ministérios. O fluxo seguirá até a altura do Itamaraty, onde será desviado para a Via S2. A partir desse ponto, a S1 estará totalmente bloqueada para o tráfego de veículos. O acesso ao estacionamento da Catedral de Brasília será permitido apenas pelo túnel da Cúria, na S2.

 

Na Via N1, o bloqueio ocorrerá desde o quartel do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) até a via de ligação N1/S1, na altura do Museu da República. Os acessos à N1, pela via Palácio Presidencial e pela L4 Norte estarão fechados. Ainda na N1, a faixa mais à direita, será destinada à saída de veículos de emergência do CBMDF, enquanto as demais faixas serão utilizadas pelos participantes do evento.

As equipes do Detran-DF também farão a interdição do acesso à via Palácio Presidencial, sentido Palácio do Jaburu, com o desvio do fluxo de veículos para a Estrada Parque das Nações (Via L4).

Durante o evento, as equipes de fiscalização do Detran-DF atuarão no controle do tráfego para garantir a segurança viária. A previsão é que as vias sejam liberadas a partir do meio-dia.

Paranoá

Na sexta-feira, será realizado o 7º Encontro de Carrinhos de Rolimã, no Parque Vivencial do Paranoá. As ações de trânsito terão início nesta quinta, às 23h59, com a implantação da sinalização viária na entrada do parque, na altura da Quadra 4, até a rotatória, próxima à unidade do Detran-DF. No local do evento, serão sinalizadas áreas de estacionamento para o público geral, autoridades, veículos de emergência e um heliponto.

A entrada do Parque Vivencial, pela rodovia DF-005, será destinada à saída de veículos de emergência, sendo permitido o acesso de pedestres. O estacionamento de veículos no gramado, na área externa do parque, será permitido.

Durante o evento, os agentes do Detran-DF farão o controle da entrada e da saída de veículos do Parque Vivencial, além de realizar o patrulhamento da região para garantir a segurança e a fluidez do trânsito. As equipes de fiscalização utilizarão viaturas e motocicletas e contarão com o apoio do helicóptero Sentinela, que fará o monitoramento das condições do tráfego.

Eixo Monumental

Neste domingo, o Detran-DF realizará interdições em trechos das vias S1 e N1 do Eixo Monumental para o Circuito da Saúde 2026 — Etapa Ana Néri. A corrida terá percurso de 5 km, com largada e chegada no Memorial dos Povos Indígenas.

A partir das 6h30, nas vias S1 e N1, no trecho entre o Ulysses Centro de Convenções e a via de ligação N1/S1, entre a Catedral Rainha da Paz e a Praça do Cruzeiro, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas. O tráfego de veículos permanecerá liberado nas demais faixas. A previsão é que as interdições ocorram até as 11h.

*Com informações do Detran-DF

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