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Agosto Lilás: Rede integrada de proteção à mulher une segurança pública, acolhimento e assistência social

Iniciativas do GDF visam garantir proteção, dignidade e oportunidades às vítimas de violência doméstica

 

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Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Fernando Jordão

 

O Distrito Federal é considerado referência na proteção e na promoção dos direitos das mulheres. Com uma rede composta por diversas secretarias, o Governo do Distrito Federal (GDF) conta com uma série de medidas que vão desde programas de segurança pública até ações de acolhimento, atendimento jurídico, suporte psicológico e assistência social.

“Nós trabalhamos incansavelmente para que a rede de proteção e acolhimento às mulheres — que envolve ações de conscientização e segurança pública — funcione de forma integrada e eficiente. Toda a nossa gestão está empenhada em garantir a proteção das vítimas. É o nosso compromisso com a vida e a dignidade de todas as mulheres do DF”, afirma a vice-governadora Celina Leão.

Neste Agosto Lilás, mês de conscientização e combate à violência contra a mulher, a Agência Brasília reúne as iniciativas deste GDF para garantir proteção, dignidade e novas oportunidades às mulheres em vulnerabilidade social e vítimas de violência doméstica.

Secretaria da Mulher (SMDF) conta com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento das mulheres; entre eles, os Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Espaços de acolhimento

Principal pasta no empoderamento feminino, a Secretaria da Mulher (SMDF) conta com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento das mulheres. São elas, a Casa da Mulher Brasileira (CMB) e os Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), os Espaços Acolher, os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam) e os Comitês de Proteção à Mulher.

Cada espaço oferece serviços diferentes. Localizada em Ceilândia, a Casa da Mulher Brasileira funciona 24 horas por dia, acolhendo mulheres em situação de violência. O local conta com alojamento — oferecido por até 48h às vítimas e suas filhas, de qualquer idade, e filhos de até 12 anos —, salas para oficinas e cursos profissionalizantes, laboratório de informática com computadores e acesso à internet e auditório para palestras.

Já os Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMBs) funcionam das 9h às 18h de portas abertas para acolhimento, atendimento psicossocial e formação profissional de mulheres. Atualmente, o DF conta com unidades no Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol, São Sebastião e Sobradinho II.

Nos Centros Especializados de Atendimento à Mulher, as mulheres recebem acolhimento e atendimento social, psicológico, pedagógico e jurídico. O objetivo é fortalecer a autoestima e a autonomia das vítimas, para que as situações de violação de direitos possam ser superadas. Os centros estão localizados na Asa Sul, em Planaltina e no Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB).

Os Comitês de Proteção à Mulher foram criados como um mecanismo voltado à denúncia, identificação e notificação de casos de violência contra a mulher. Já estão em funcionamento as unidades de Itapoã, Ceilândia, Lago Norte, Estrutural, Sobradinho e Santa Maria localizados nas sedes das Administrações Regionais. A unidade de Águas Claras funciona na Biblioteca Pública da cidade.

“Proteger a mulher é garantir sua dignidade, preservar sua vida e reafirmar que, no Distrito Federal, nenhuma mulher está sozinha”

Giselle Ferreira, secretária da Mulher

Antigos Núcleos de Atendimento à Familia e ao Autor de Violência Doméstica (NAFAVDs), os Espaços Acolher, por sua vez, são locais de atendimento e acompanhamento multidisciplinar para homens e mulheres envolvidas em situação de violência doméstica tipificadas pela Lei Maria da Penha, com espaços de escuta e de reflexão sobre as questões de gênero, buscando quebrar o ciclo de violência. Há nove unidades em funcionamento no DF no Plano Piloto, Brazlândia, Gama, Paranoá, Planaltina, Santa Maria, Sobradinho, Samambaia e Ceilândia. Os ingressos ocorrem por encaminhamento do Poder Judiciário ou de maneira espontânea.

Além disso, ao longo do mês de agosto, a secretaria preparou uma série de ações, que envolvem palestras, eventos culturais e esportivos e bate-papos voltados a aproximar as mulheres da rede de apoio — a programação pode ser conferida neste link.

“É dessa presença constante que nasce a confiança para que mais mulheres procurem ajuda e rompam o ciclo da violência. Proteger a mulher é garantir sua dignidade, preservar sua vida e reafirmar que, no Distrito Federal, nenhuma mulher está sozinha”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira.

No Viva Flor, vítima recebe um dispositivo ou instala um aplicativo em seu telefone celular | Foto: Divulgação/SSP

Proteção e enfrentamento à violência

No âmbito da política de segurança, as ações do GDF são voltadas para prevenção, enfrentamento e combate à violência contra a mulher. A primeira medida é o incentivo às denúncias dos casos para a interrupção do ciclo e garantia da atuação das forças de segurança. Os relatos podem ser feitos de forma presencial ou digital pelos seguintes canais: 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 156 opção 6 (Central 156 do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online.

O DF também conta com um eixo específico do programa Segurança Integral, batizado de Eixo Mulher Mais Segura, com medidas preventivas, tecnológicas e de apoio direto às vítimas. Entre elas, estão os dispositivos de acompanhamento e proteção: Viva Flor, em que a vítima recebe um dispositivo ou instala um aplicativo em seu telefone celular; e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), em que a vítima é acompanhada e o agressor, monitorado. Desde o início do projeto, nenhuma das mais de 2 mil mulheres monitoradas foi vítima de feminicídio.

“Para nós, o Agosto Lilás não se limita a este mês: durante todo o ano essas ações são fundamentais para o fortalecimento da rede de proteção e para consolidar políticas públicas efetivas”

Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública

A rede de enfrentamento à violência conta ainda com a Assistência da Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid) e com o Copom Mulher, ambos da Polícia Militar do DF. O primeiro garante assistência e intervenções a famílias em situação de violência com suporte de nove batalhões, enquanto o segundo trata-se de uma linha de frente dentro do canal telefônico 190 para acolher e dar uma resposta qualificada às mulheres vítimas de violência no ato da denúncia.

O Distrito Federal dispõe, além disso, de espaços específicos para lidar com os casos de violência contra a mulher. São duas delegacias especializadas de Atendimento à Mulher I e II, com sede na Asa Sul e Ceilândia, respectivamente, e seis postos de atendimento do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam), que ampliam o apoio às vítimas em parceria com outras instituições, com atendimento psicossocial e jurídico.

“Todas as nossas iniciativas e programas, construídos de forma integralizada e participativa, têm como objetivo central proteger vidas e combater a violência contra a mulher. E é importante reforçar que, para nós, o Agosto Lilás não se limita a este mês: durante todo o ano essas ações são fundamentais para o fortalecimento da rede de proteção e para consolidar políticas públicas efetivas”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

Programa Direito Delas, que oferece atendimentos social, psicológico e jurídico às vítimas de violência e a seus familiares | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Garantia de direitos

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) também tem iniciativas específicas para proteger o direito das mulheres. A mais importante é o programa Direito Delas, que oferece atendimentos social, psicológico e jurídico às vítimas de violência e a seus familiares em 11 núcleos regionais localizados no Plano Piloto, Ceilândia, Guará, Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Estrutural e Gama.

 

Os serviços são oferecidos por uma equipe técnica multiprofissional, composta por assistentes sociais, psicólogos, especialistas em direito e legislação e profissionais da área administrativa. O atendimento abrange tanto as vítimas diretas quanto seus familiares, incluindo acompanhamento psicossocial para famílias de órfãos como requisito para o recebimento de auxílio financeiro.

Todos os serviços do Direito Delas são gratuitos. Podem ser beneficiadas mulheres, pessoas idosas, crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, vítimas de violência doméstica, familiar e crimes violentos. Também podem receber o atendimento familiares das vítimas diretas — cônjuges ou companheiros, ascendentes e descendentes de primeiro grau e parentes colaterais de segundo grau, desde que não sejam os autores da violência.

“As mulheres precisam se sentir seguras e amparadas em qualquer ambiente. O Agosto Lilás é um mês de luta, mas esse trabalho é diário e permanente”

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

Ainda integram o programa ações como o Protocolo Por Todas Elas, instituído em novembro de 2023, que define diretrizes para prevenir e coibir a violência de gênero em bares, casas noturnas, eventos culturais e esportivos; e o projeto Conversa com Eles: Valorização da mulher e combate à violência doméstica, voltado ao público masculino, com bate-papos em canteiros de obras, empresas e instituições públicas, para despertar reflexão sobre atitudes, masculinidades e responsabilidade coletiva.

“As mulheres precisam se sentir seguras e amparadas em qualquer ambiente. O Agosto Lilás é um mês de luta, mas esse trabalho é diário e permanente. A Sejus está comprometida em promover políticas públicas que salvam vidas, transformam realidades e garantem direitos”, ressalta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

 

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Let’s Wine Brasília reúne mais de 80 rótulos em festival de vinhos com taça exclusiva inclusa

Evento acontece no dia 25 de julho, no The Club Beach Tennis, na Asa Sul, e combina degustações, gastronomia e música em um dos espaços mais procurados da capital.

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O festival Let’s Wine Brasília está de volta com uma proposta que une vinho, gastronomia e um ambiente descontraído para quem deseja aproveitar o inverno brasiliense. A próxima edição será realizada no dia 25 de julho, das 18h às 23h, no The Club Beach Tennis, na SGAS 608 Sul, reunindo mais de 80 rótulos nacionais e importados, além de opções gastronômicas assinadas pelo restaurante Vila 5.

Promovido pelo selo Festivais Boa Mesa, o evento aposta em uma experiência leve e acessível, aproximando o universo do vinho de diferentes públicos. A ideia é transformar o tradicional happy hour em uma noite de degustação ao ar livre, em um espaço conhecido pela prática de beach tennis e pelos encontros entre amigos.

Mais de 80 rótulos para degustação

Os visitantes poderão escolher entre uma ampla seleção de vinhos cuidadosamente selecionados, incluindo rótulos brasileiros e importados de diversas regiões produtoras.

Os vinhos estarão disponíveis em taças, com preços a partir de R$ 18, permitindo que o público experimente diferentes estilos durante a noite. Também haverá venda de garrafas com condições promocionais exclusivas para o evento.

A programação foi pensada tanto para apreciadores experientes quanto para quem deseja conhecer novos sabores em um ambiente descontraído.

Gastronomia assinada pelo Vila 5

Para acompanhar os vinhos, a área gastronômica contará com um cardápio desenvolvido pelo restaurante Vila 5, que preparou opções de finger foods, tábuas de frios e petiscos ideais para harmonização.

O menu foi elaborado para valorizar diferentes estilos de vinho, desde espumantes e brancos refrescantes até tintos mais encorpados, típicos da estação.

O clima do inverno favorece a experiência

Julho é um dos meses mais agradáveis para eventos ao ar livre em Brasília. As temperaturas mais amenas durante a noite criam o cenário ideal para degustar vinhos, especialmente tintos e espumantes.

Enquanto o pôr do sol convida ao consumo de brancos e rosés, a queda da temperatura ao longo da noite favorece rótulos mais intensos, tornando a experiência ainda mais agradável.

Espaço une esporte, lazer e convivência

O The Club Beach Tennis, localizado na Asa Sul, tornou-se um dos principais pontos de encontro da capital para quem busca lazer, esporte e eventos gastronômicos. Sua estrutura ao ar livre oferece um ambiente confortável e descontraído, perfeito para encontros entre casais, grupos de amigos e apreciadores da cultura do vinho.

Ingressos incluem taça exclusiva

Os ingressos para o festival estão no primeiro lote, com valor de R$ 35, e dão direito a uma taça personalizada e exclusiva do Let’s Wine.

As vagas são limitadas e a organização informa que não haverá venda de ingressos na entrada. As compras devem ser realizadas antecipadamente pela plataforma Sympla.

Serviço

Let’s Wine Brasília – Edição The Club Beach Tennis

  • Data: 25 de julho de 2026 (sábado)
  • Horário: das 18h às 23h
  • Local: The Club Beach Tennis
  • Endereço: SGAS 608 Sul, ao lado do Colégio Marista João Paulo II (Maristinha), atrás da ACM, Brasília (DF)
  • Ingresso: R$ 35 (1º lote)
  • Incluso: uma taça personalizada e exclusiva do evento
  • Vendas: antecipadas pela plataforma Sympla
  • Classificação: evento exclusivo para maiores de 18 anos.
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Controle sobre as próprias informações é a base da soberania contemporânea, afirma presidente do IBGE

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

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Pochmann: IBGE produz informações para fortalecer a democracia

“Na sociedade contemporânea, os dados constituem a verdadeira soberania nacional, mas somente se as informações forem utilizadas para construir inteligência pública. E essa é a vocação histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, disse o presidente do órgão, Marcio Pochmann, nesta sexta-feira (3), durante sessão solene no plenário da Câmara dos Deputados em homenagem aos 90 anos da instituição.

Pochmann ressaltou ainda que, durante dois séculos, a riqueza das nações foi medida pela capacidade de controlar fronteiras, defender territórios, preservar recursos naturais ou transformar matéria-prima em bens industriais. Hoje, no entanto, esse cenário mudou, principalmente com o surgimento de tecnologias como a inteligência artificial.

“No século 21, soberania significa também produzir conhecimento sobre a própria sociedade. Significa dominar tecnologias estratégicas, desenvolver inteligência artificial comprometida com o interesse público, assegurar que os dados produzidos por milhões de brasileiros fortaleçam o desenvolvimento nacional e a democracia”, enumerou.

Estatísticas confiáveis
Uma das autoras do pedido de realização da homenagem ao IBGE, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE), ressaltou que não existe democracia sem estatísticas confiáveis.

A parlamentar lembrou que são os dados produzidos pelo instituto sobre a população brasileira e suas condições de vida que orientam a formulação de políticas públicas e determinam, por exemplo, as transferências de recursos da União para estados e municípios.

Importância
A deputada Erika Kokay (PT-DF), que presidiu a sessão, também destacou a importância do instituto na formulação de estratégias para mudar essa realidade.

“O IBGE nos mostra um Brasil profundo, um Brasil que foi em grande medida invisibilizado, e desnuda as suas próprias desigualdades”, disse Erika. “O IBGE ajuda a explicitar esse Brasil real para que, a partir daí, nós possamos construir os mecanismos necessários para superar as nossas desigualdades e os nossos desafios. Portanto, o IBGE é absolutamente fundamental para a construção da democracia”, acrescentou.

Números do IBGE
Atualmente, de acordo com Luiziane Lins, a instituição tem 11 mil servidores em 27 superintendências estaduais e mais de 560 agências municipais. A deputada acrescenta que, somente em 2026, o IBGE deve produzir e divulgar 269 pesquisas sobre o Brasil e os brasileiros.

 

Reportagem – Maria Neves
Edição – Ana Chalub

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Partido político é passível de controle por lavagem de dinheiro, aprova CSP

Projeto teve voto favorável da relatora, Ivete da Silveira (no telão)
Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Partidos políticos poderão ter que se submeter às normas de controle de lavagem de dinheiro dispostas na legislação. A medida está prevista em projeto de lei aprovado nesta terça-feira (7) na Comissão de Segurança Pública (CSP) e busca reforçar a fiscalização sobre doações, contribuições e demais receitas partidárias.

O PL 4.636/2020 altera a Lei de Lavagem de Dinheiro para submeter partidos e suas respectivas fundações às obrigações legais de prevenção e controle desse tipo de crime. Com a mudança, as legendas passam a integrar a lista de pessoas e entidades obrigadas a adotar mecanismos de controle de operações financeiras e de identificação de movimentações suspeitas.

A proposta, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e de outros senadores, recebeu parecer favorável da senadora Ivete da Silveira (MDB-SC). Como foi aprovada em decisão final na CAE, seguirá para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

Alessandro Vieira afirma que o projeto visa responsabilizar os partidos quando for comprovado benefício decorrente da lavagem de dinheiro. De acordo com o autor, os debates sobre “lavagem de dinheiro eleitoral” se intensificaram após a Operação Lava Jato, que, segundo ele, revelou “relações obscuras entre empresas e políticos”.

A relatora argumenta que partidos políticos ocupam papel central na ligação entre sociedade e Estado; por isso, a sujeição das agremiações a controles mais rigorosos pode reforçar a integridade do ambiente eleitoral e reduzir espaços para a entrada de recursos ilícitos na atividade política.

— A medida proposta tende a fortalecer a confiança da sociedade nas instituições representativas, ao sinalizar que estruturas partidárias se submetem a padrões mais elevados de conformidade e de responsabilidade na gestão de recursos — afirma Ivete.

Unidos Contra a Corrupção

Na justificativa do projeto, Alessandro Vieira afirma que a proposta foi inspirada na iniciativa Unidos Contra a Corrupção, movimento que reúne representantes de diferentes setores da sociedade em defesa da adoção de práticas de transparência e integridade no combate à corrupção.

Entre os objetivos da mobilização, está estimular a adesão de agentes políticos às Novas Medidas contra a Corrupção, conjunto de 70 propostas legislativas voltadas ao fortalecimento dos mecanismos de prevenção e controle da corrupção. Segundo o senador, o PL 4.636/2020 foi elaborado com base em uma das propostas do pacote.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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