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Meio ambiente e as eleições


Silvestre Gorgulho


Mais uma eleição na vida democrática brasileira. Mais uma oportunidade para se discutir idéias, programas e projetos que beneficiem a sociedade. Sobretudo, mais uma oportunidade para se deixar de lado os que fazem da política uma profissão, um negócio e uma fonte de enriquecimento ilícito para escolher políticos responsáveis e pensem um pouco mais no Brasil. Quem assiste à apresentação de candidatos e de suas plataformas eleitorais nos programas gratuitos do TSE nota três coisas básicas: todos eles prometem resolver o problema do país e da população; todos eles prometem mais educação, solução para o tratamento de saúde e emprego. Sim, todos prometem acabar com a violência e a corrupção. São perfeitos como candidatos…


Enquanto o Brasil se moderniza na forma de colher e apurar o voto pela informatização do pleito, ainda vivemos um atraso jurássimo na forma de fazer política. Os interesses dos eleitos estão sempre em primeiro lugar. Falam de uma obra e de um programa como se fossem seus, feitos com seu próprio dinheiro. Se reelegem não sei quantas vezes estão sempre contabilizando todo esse tempo de deputado, senador, governador ou presidente como um tempo dedicado à nação e ao povo. Esquecem que recebem um bom salário para este trabalho. São pagos para isso. As escolas, as pontes, viadutos, hidroelétricas que constroem é com dinheiro do orçamento que vem dos impostos pagos pelos cidadãos.


Prefeitos que não conseguem administrar a própria casa e o próprio negócio acabam sendo eleitos para administrar complexas cidades cheias de problema e com milhares de pessoas. Na campanha eleitoral nem candidatos e nem eleitores discutem as questões ambientais básicas, como saneamento, coleta e disposição inadequada do lixo, fumaça de veículos e de indústrias e até planos diretores das cidades para evitar a ocupação desordenada do solo. Esta é a realidade eleitoral brasileira e também a realidade da gestão pública dos tomadores de decisão do executivo nacional, estadual e municipal.


A maioria dos candidatos não fala de meio ambiente porque a maioria dos eleitores também não está nem aí para o tema. O que fazer? O que não for feito e corrigido nesta eleição, só na próxima poderá ser consertado.


Enfim, pela indignação contra as mais variadas ações dos sanguessugas de plantão e pelo caminhar sereno defendendo sempre o meio ambiente e a vida, vale lembrar o poeta mineiro-brasiliense Wilson Pereira:


“O homem que madruga
Tem uma estrela por guia
Lança no escuro
Uma semente de luz
E vai colher o seu dia”.
Há muitos dias ainda por colher…

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Orquestra Sinfônica de Brasília apresenta último concerto didático de 2022

Alunos de seis escolas públicas lotaram o Teatro Plínio Marcos

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Agência Brasília* | Edição: Rosualdo Rodrigues

 

Na manhã desta quinta-feira (1º), estudantes de seis escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal vivenciaram uma experiência inesquecível embalada pelo som da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS).

A apresentação gratuita ocorreu no Teatro Plínio Marcos, no Eixo Cultural Ibero-Americano, e fez parte do projeto Concertos Didáticos, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e pela Secretaria de Educação.

O evento foi o último concerto do projeto a ser realizado em 2022 e teve como objetivo compartilhar com os estudantes a magia da música, a cultura das apresentações de orquestra e ainda apresentar o som dos diversos instrumentos que a compõem, abrindo caminhos para a formação de plateia.

“Os jovens ficam emocionados, pois é um universo completamente diferente do que eles têm no dia a dia. O maestro encanta as crianças, desde o começo. É um momento ímpar”Ilane Nogueira, coordenadora de ações culturais do projeto de Ampliação da Educação em Tempo Integral no DF,

“O projeto reúne crianças de escolas públicas e até de algumas áreas rurais do Distrito Federal, que nem sempre têm oportunidade de acompanhar uma apresentação da orquestra. Aqui a gente apresenta e mostra os instrumentos para que elas saibam como funciona, na prática, um concerto musical. Além disso, é uma oportunidade de apresentar esse espaço, o Teatro Plínio Marcos, para a comunidade”, explica o maestro Claudio Cohen.

Acompanharam o concerto jovens estudantes de seis escolas públicas do Paranoá, Santa Maria, Sobradinho, Cidade Estrutural e Asa Norte. A apresentação durou cerca de duas horas e emocionou a todos. No programa, estiveram trilhas sonoras de filmes e grandes nomes da música nacional e internacional, como a banda de rock britânica Beatles e o compositor e cantor brasileiro Luiz Gonzaga.

O projeto dos Concertos Didáticos acontece desde 2016 e já atendeu a mais de 12 mil estudantes em todo o DF. A iniciativa, no entanto, foi interrompida por causa da pandemia de covid-19. Ilane Nogueira, coordenadora de ações culturais do projeto de Ampliação da Educação em Tempo Integral no DF, explica que foram sete apresentações no segundo semestre de 2022, atendendo a mais de 3 mil crianças.

“Estamos retomando o projeto neste período pós-pandemia e tem sido muito bom. Os jovens ficam emocionados, pois é um universo completamente diferente do que eles têm no dia a dia. O maestro encanta as crianças desde o começo. É um momento ímpar”, destaca.

Para Miriam Alves, coordenadora pedagógica da Escola Classe 01 Porto Rico, de Santa Maria, esse tipo de programação é enriquecedor e de grande valia. “As crianças só têm acesso a um tipo de música. E o projeto é ótimo para o crescimento pessoal, uma experiência diferente, para que, ao crescer, elas possam escolher por ter vivenciado isso”, comemora.

Os Concertos Didáticos continuam suas atividades em 2023, dando continuidade a uma ação de sucesso que já atendeu mais de 12 mil estudantes. A participação das escolas é feita por agendamento e segue uma lista de espera organizada pela Secretaria de Educação. A intenção, segundo o maestro Cláudio Cohen, é ampliar o programa, com a realização de mais apresentações ao longo do ano.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

 

 

 

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Inovação verde

Sustentabilidade e a sigla ESG tem dominado grande parte da pauta de encontros empresariais

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O conceito da sustentabilidade e a sigla ESG tem dominado grande parte da pauta de encontros empresariais, seminários e congressos de negócios. O discurso garante não ser apenas mais um modismo, como tantos outros no passado, e sim um conceito que teria vindo para ficar, até porque não teríamos escolha, se quisermos salvar o planeta. Além disso, as gerações Y e Z estão mais atentas ao assunto e cobrando maior responsabilidade ambiental, social e de governança das empresas.  O mercado financeiro e as certificadoras também observam esse novo momento para oferecer vantagens e reconhecer as companhias que demonstrarem maior comprometimento com a sustentabilidade.

Nessa pauta, um dos principais desafios é desenvolver tecnologias que sejam sustentáveis, tanto economicamente viáveis quanto atraentes para o mercado.  Hitendra Patel, diretora do IXL Center da Hult International Business School, e que no Brasil é parceiro da Revista Amanhã em um ranking de inovação, criou o termo “greenovations” para essas soluções, e destaca a necessidade da viabilidade financeira para o assunto ganhar relevância entre as empresas. Boas ideias e tecnologias não são suficientes para criar produtos e serviços ambientalmente sustentáveis. É preciso torná-los lucrativos e atrativos, criando um círculo virtuoso.

As empresas precisam transformar essa pauta em cultura para que ela permeie os novos modelos de negócios. Os setores público e privado devem trabalhar juntos para evitar excessos na legislação, buscar eficiência nos licenciamentos, equilíbrio e ponderação nas fiscalizações e oferecer estímulos à inovabilidade. É a melhor maneira de transformar o que muitas vezes ainda é visto como moda, ou como um fardo a carregar, em um compromisso espontâneo e duradouro.

 

Escrito por Carlos Rodolfo Schneider – empresário

 

 

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Brasil, falta de Neymar e resultado das urnas

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Tô pensando o seguinte:
NEYMAR faz muita falta à Seleção Brasileira. Assim como o VAR faz falta na eleição no Brasil.
Quando o Juiz vai pro VAR ele busca transparência e retidão no lance.
É tudo que se quer no resultado das urnas.
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