Gente do Meio

Chico Mendes – Semente e Semeador

chico.jpg

Published

on

A semente para germinar, virar árvore, dar frutos e produzir novas sementes precisa antes morrer. Chico Mendes foi semente que germinou 


 


História, vida e cronologia da luta de Chico Mendes


O Mártir da Floresta


 



 


Silvestre Gorgulho


 A semente para germinar, virar árvore, dar frutos e produzir novas sementes precisa antes morrer. Chico Mendes foi semente que germinou. E foi semeador que plantou muitas sementes. Seus frutos estão espalhados por aí. Em Xapuri, no Acre, no Brasil e no mundo. Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes, foi ao mesmo tempo semente e semeador. Como semeador, nos seus 44 anos de vida, plantou uma consciência ecológica na Amazônia e no Brasil. Como semente fez germinar seguidores e ações que em 14 anos mudaram o curso de nossa história de preservação ambiental. Chico Mendes era aguerrido, destemido e disposto a tudo para continuar a defender o direito de todos seus irmãos seringueiros à floresta sustentável. Justamente por isso, depois de morto, Chico Mendes se transformou num símbolo mundial pela preservação da floresta tropical e pelo meio ambiente. Chico Mendes foi semeador de garra e de fé. E foi semente de esperança e de paz.


Os acreanos consideram que o maior legado deixado por Chico Mendes é o atual governo do estado, que eles conhecem muito mais como “Governo da Floresta”. Esse foi o slogan escolhido pelos amigos e aliados de Chico Mendes, para classificar os projetos e ações de governo que o sindicalista defendia em favor da preservação e do desenvolvimento sustentável dos mais de 15 milhões de hectares que formam hoje a floresta do Acre.


A memória do sindicalista é cuidada hoje pela Fundação Chico Mendes, com sede em Xapuri. Presidida pela viúva do sindicalista, Ilzamar Mendes, a entidade deve ser parceira no Memorial Chico Mendes, que será construído em breve, em Xapuri. A Fundação Chico Mendes se dedica também a apoiar projetos comunitários de manejo de recursos florestais, como o do Seringal Cachoeira, visitado recentemente pelo presidente Lula.
Neste seringal, funciona um projeto comunitário de exploração por manejo sustentável de várias árvores da floresta, atividade que permitiu melhoria da renda de dezenas de famílias de seringueiros e serviu, inclusive, de modelo para o decreto que o presidente Lula assinou no Dia Mundial do Meio Ambiente, condicionando a exploração do mogno no País a planos de manejo florestal.


Ao assinar o decreto no Palácio do Planalto, Lula resumiu numa frase a grande extensão do verdadeiro legado deixado pelo seringueiro e sindicalista Chico Mendes. “A partir da morte de Chico Mendes, em 1988, o Brasil e o mundo começaram a perceber que o destino da natureza e o destino da sociedade humana, em especial nos países mais pobres, estão visceralmente ligados”.


 


  Chico Mendes – Cronologia de uma vida de luta


Chico Mendes saiu da floresta brasileira para mobilizar o mundo. Acreano, Francisco Alves Mendes Filho nasceu em 15 de dezembro de 1944, no seringal Porto, em Xapuri. Desde criança trabalhava com o pai no seringal. Sua história de líder sindical é simples, como foi sua vida, mas forte e grande como uma Amazônia.


1973 – Participou dos conflitos de terra na fazenda Santa Fé.


1975 – Cria o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia, quando é indicado a secretário geral.


1976 – Inicia uma luta sem tréguas a favor dos seringueiros para impedir desmatamentos e organiza várias ações em defesa da posse da terra.


1977 – Em pleno período militar, Chico Mendes funda o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri e é eleito vereador, pelo MDB, à Câmara Municipal local.


1978 – Começam as ameaças de morte por parte dos fazendeiros, e as divergências partidárias porque o MDB não era solidário às lutas dos trabalhadores rurais.


1979 – Chico Mendes leva para a Câmara Municipal debates entre lideranças sindicais, populares e religiosas. É acusado de subversão por denunciar as arbitrariedades dos torturadores contra ele e outros presos políticos.


1980 – Surge o Partido dos Trabalhadores – PT. Chico, um dos fundadores no Acre, passa à direção do partido naquele estado, participando de comícios na região juntamente com Lula. Chico Mendes é enquadrado na Lei de Segurança Nacional, a pedido dos fazendeiros da região, que procuravam envolvê-lo no assassinato de um capataz de fazenda que poderia estar envolvido no assassinato de Wilson Pinheiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Brasiléia.


1981 – Chico Mendes assume a direção do Sindicato de Xapuri, do qual foi presidente até o momento de sua morte.


1985 – Lidera o 1º Encontro Nacional dos Seringueiros, durante o qual é criado o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), com Chico na liderança.


1986 – A luta dos seringueiros ganha repercussão nacional e internacional, surge, então a proposta de “União dos Povos da Floresta”, que busca unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta amazônica, propondo ainda a criação de reservas extrativistas nas áreas indígenas, na própria floresta, ao mesmo tempo em que garantem a reforma agrária desejada pelos seringueiros.


1987 – Representantes da ONU visitam Chico Mendes, em Xapuri, onde puderam ver de perto a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros provocadas por projetos financiados por bancos internacionais, inclusive o Banco Mundial. Chico Mendes levava estas denúncias ao Senado norte-americano e à reunião do BID. Logo os financiamentos aos projetos devastadores são suspensos e Chico é acusado por fazendeiros e políticos de prejudicar o “progresso” do Acre.


1988 – Chico Mendes é homenageado e ganha vários prêmios, entre eles o “Global 500”, oferecido pela própria ONU. Surge a União Democrática Ruralista – UDR, no Acre, criada por proprietários de terras que não se conformam com a possibilidade de uma reforma agrária e criação de reservas ecológicas. Chico Mendes percorre várias regiões do Brasil, participando de seminários, palestras e congressos, com o objetivo de denunciar a ação predatória contra a floresta e as ações violentas dos fazendeiros da região contra os trabalhadores de Xapuri. Participa da implantação das primeiras reservas extrativistas criadas no Acre e consegue a desapropriação do Seringal Cachoeira, de Darly Alves da Silva, em Xapuri.


1989 – Chico assume a presidência do CNS em março, no 2º Encontro Nacional dos Seringueiros. Em 17 de novembro, Chico Mendes denunciou ao juiz da Comarca, ao secretário de Segurança Pública, ao Governo Estadual e ao Superintendente da Polícia Federal que Darli e Alvarino estavam tramando seu assassinato. No mesmo mês e com o mesmo teor, ele escreveu carta ao secretário de Segurança Pública, ao Governo Estadual e ao Superintendente da Polícia Federal. Ainda em novembro, o Sindicato de Brasiléia, Conselho Nacional dos Seringueiros e o Centro de Trabalhadores da Amazônia remeteram telex ao governador Flaviano Melo, ao diretor geral da Polícia Federal, Romeu Tuma e ao Secretário da Segurança Publica, denunciando ameaças de assassinato de trabalhadores rurais em Xapuri e Brasiléia. Não obteve resposta.


1989 – 22 de dezembro – Apesar das denúncias, dos pedidos de proteção por parte de entidades ambientalistas, personalidades políticas e dirigentes sindicais, do governador ter colocado dois PMs como segurança, Chico Mendes foi assassinado no quintal de sua casa com um tiro de escopeta.


“Se descesse um enviado dos céus e me garantisse que minha morte iria fortalecer nossa luta até que valeria a pena. Mas a experiência nos ensina o contrário. Então eu quero viver. Ato público e enterro numeroso não salvarão a Amazônia. Quero viver.”  Chico Mendes


 

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Gente do Meio

O LEGADO DE ELISEU ALVES

COMPLETA 91 ANOS EM 2022

Published

on

 

Eliseu Roberto de Andrade Alves, que nesta segunda-feira, 27 de dezembro, completa 91 anos, é daqueles brasileiros que tem uma obra muito mais conhecida do que a si próprio.
Sua obra mais conhecida é ter participado da criação da EMBRAPA, onde realizou o sonho de qualquer instituição de pesquisa: mandar para as melhores universidades do mundo 2.500 jovens agrônomos, economistas rurais e veterinários recém formados aqui no Brasil e trazê-los de volta com títulos de Mestrado e P.h.D.
Mas Eliseu Alves deixa outros legados: ele criou o conceito do distrito de irrigação, pelo qual os projetos públicos passaram a ser administrados pelos irrigantes. Como presidente da Codevasf (Governo José Sarney) concebeu e implantou o programa de produção e exportação de frutas em Petrolina/Juazeiro e negociou empréstimos no exterior que permitiram uma expansão de mais de um milhão de hectares de área irrigada.
FRASES DO ELISEU ALVES
– “A Ciência liberta o homem da ignorância, da pobreza, da doença e da dor”.
– “Cercear o progresso do conhecimento é um erro lamentável, além de pouco prático: sempre haverá algum país onde a liberdade do cientista é respeitada, e esse país vai pular à frente dos demais na produção de riqueza e do bem estar de seu povo”.
– “O país que não investe em Ciência, condena seu povo a sobreviver com o suor de seu rosto. A Ciência democratiza e a tecnologia liberta”.
– “A Revolução Verde brasileira na década de setenta sustenta hoje o crescimento econômico do Brasil e coloca o País na rota dos grandes exportadores mundiais de grãos”.
– “Fazer ciência é apenas mais uma maneira de exercitar a fé. Nunca vi na ciência qualquer possibilidade de negação da fé. Entendo que investigar os fenômenos físicos e sociais nada mais é que conhecer e revelar os mistérios do fazer de Deus”.
Dr ELISEU ALVES, seus 91 anos devem ser celebrados com alegria, orgulho e como uma benção para o Brasil.
Abraço,
Silvestre Gorgulho

Continue Reading

Gente do Meio

CONCERTO DE DESPEDIDA: O ADEUS A THIAGO DE MELLO

O Brasil perdeu uma lenda: THIAGO DE MELLO.

Published

on

 

Eu perdi um amigo e a Cultura brasileira perdeu uma referência.
Hoje me emocionei com a carta do filho do Thiago de Mello que faz uma despedida tão linda, tão emocionante que vale a pena a leitura de netos, filhos, pais e avós.
Mensagem do filho do poeta Thiago Thiago de Mello:
Passei três semanas no Amazonas, viajando sozinho. Se é que é possível dizer que viajei sozinho, pois sempre estive acompanhado de gente que me quer bem, amigos e familiares que encontrei pelo caminho. Gente que amo e que me constitui. Fui com dois propósitos nessa imersão solitária. O primeiro, visitar meu pai. Estar com ele por alguns momentos, já ciente da situação de saúde e cuidados na qual ele se encontrava. Depois, fui com o objetivo de iniciar uma reforma inadiável em nossa casa à beira do rio, em Freguesia do Andirá, no interior do município de Barreirinha, a quase 350 km de Manaus. Um dia de barco pra chegar até lá. A casa me pede zelo já há um tempo e estou há uns meses organizando uma campanha para arrecadar recursos para as obras. Consegui uma parte do dinheiro através da generosidade e da compreensão de muitos amigos e conhecidos, todos amantes da amizade, da poesia, da Amazônia e da obra literária de meu pai. Todos sonhadores como eu, que sabem, como meu pai, que arte e cultura geram evolução individual e progresso social. Embarquei no final de Dezembro para Manaus, sendo acolhido pela minha família amazonense que tanto quero bem. Fui ao apartamento de meu pai e Pollyanna. Ele já estava praticamente sem se levantar. Fui até o quarto. Quando ouviu minha voz, comentou: “voz bonita a do meu filho”. Com a memória dissolvida pelo tempo (do qual não se corre) e pelas neuropatias, perguntou meu nome e se eu tinha filhos. Disse que me chamava Thiago e que tinha duas filhas. Nossas mãos entrelaçadas num carinho suave e ancestral. “Mas então nós temos o mesmo nome”, ele notou. Falei que isso tinha sido invenção dele, pôr meu nome Thiago Thiago de Mello. No que ele, após um certo silêncio, falou baixinho: foi pra ficarmos juntos até mesmo no nome. “Cuida bem das suas filhas”. (Eu me emocionei muito nessa hora porque queria dizer a ele que se sou um bom pai é porque ele foi o melhor formador e educador que eu pude ter). Seguimos nossa conversa cheia de silêncios e respirações. Quis saber o que eu fazia da vida. “Canções e poemas”, não titubeei. Ele fez que sim com a cabeça e repetiu “canções e poemas, isso”. Perguntei se eu estava indo no caminho certo. “Certíssimo”, ele me disse com a voz grave de trovão adormecido. Comentei que estava indo para Barreirinha cuidar da nossa casa, pedi a sua benção (“Deus lhe abençoe”, me beijando a mão) e segui o meu caminho rumo ao rio Andirá, dos Saterês-maués. Fiquei semanas num país submerso, me nutrindo do passado, de banho de cheiro, tucumãs, ovas de curimatã, sombra de castanheira, amizades verdadeiras e caldeiradas de tucunaré e tambaqui. As obras começaram. Retiramos as vigas podres. Os esteios corroídos substituímos por madeira nova. Passamos óleo queimado para afugentar o cupim de terra traiçoeiro. Compramos tinta, cimento, ferro. Vieram os trabalhadores. As telhas chegaram de Parintins, presente de Antonio Beti, cuja doação jamais esquecerei. Recebi tanto em minha jornada pelas águas. Fiz um trabalho firme, aguentando o rojão sob chuva e sol quente. Barreirinha, onde meu umbigo está enterrado, me acolheu como sempre. Vi a felicidade nos olhos de gente simples, hospitaleira, contadora de histórias. É com meus irmãos e irmãs ribeirinhos que meu espírito se molda e evolui. Na verdade estava, sem saber, me preparando para um adeus após uma longa despedida. Fortaleci minha alma estando naquele lugar, berço meu, que aprendi a amar com meu pai e minha mãe desde que pra lá fui levado aos 6 meses de idade. Voltei pra Manaus e fui ao apartamento ver meu pai. Ele não me respondeu, já completamente dentro do seu próprio mundo, distante daqui. Pedi um violão e, então, comecei a tocar. As lágrimas caíram, eu sentado e ele deitado na cama. Tirei do baú as canções que sempre cantávamos juntos: “Azulão”, “Por que tu te escondes”, “Linda vida”, “Pai velho”, “Quem me levará sou eu”, “Faz escuro, mas eu canto”. Fiquei ali cantando por mais de trinta minutos, a primeira vez em nossas vidas que ele não cantou junto comigo. Foi um concerto de despedida. A nossa despedida tinha que ser com música e poesia, universo no qual sempre nos encontrávamos. Saí dali e fui comer um pacu assado de brasa em sua homenagem. Botei bastante pimenta murupi e tomei um suco de taperebá pra aliviar o peito. No dia seguinte, logo cedo pela manhã, papai atravessou o rio da vida. Morreu dormindo, bravo merecedor. Parece que estava só me esperando para seguir à Casa do Infinito. Sincronicidade astral, projeto dos deuses, dádiva da natureza. Ele foi em paz. Estamos de luto, mas em breve cantaremos com alegria, como ele sempre nos ensinou.”
THIAGO THIAGO.
PS: A casa que o filho esta reformando é um projeto de grande amigo do poeta, o urbanista Lucio Costa.

Continue Reading

Gente do Meio

Fernando Pessoa

Published

on

Um fingidor que é enigma em Pessoa

Fernando Pessoa é gênio. E sua genialidade não coube apenas num só poeta. Fernando Pessoa são vários. Daí, tantos heterônimos. Nos tempos de África do Sul, alfabetizado em inglês, criou os primeiros heterônimos: Charles Robert Anon e H. M. F. Lecher. Criou até um especialista em palavras cruzadas: Alexander Search. Depois vieram os heterônimos que entraram para a história: Alberto Caeiro (ingênuo guardador de rebanho – poeta da natureza) Álvaro de Campos (engenheiro, um poeta de fases e influenciado pelo simbolismo). Ricardo Reis (erudito que insistia na defesa dos valores tradicionais, na literatura e na política). E Bernardo Soares, um tipo especial de semi-heterônimo.Alberto Caeiro era considerado o mestre de Álvaro Campos e de Ricardo Reis. Aliás, do próprio Pessoa. Para o poeta mexicano Octavio Paz (Premio Nobel Literatura 1990) a biografia dos poetas é sua obra. E Pessoa deixou uma fantástica obra. Tinha um viver pacato, mas passou a vida criando outras vidas. “Era o enigma em pessoa”. Comparado a Luiz de Camões, Fernando Pessoa deixou um legado para a Língua Portuguesa como jornalista, publicitário e poeta.

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

………

As gaivotas, tantas, tantas,
Voam no rio pro mar…
Também sem querer encantas,
Nem é preciso voar.

……

“Minha Pátria é a Língua portuguesa”.

……

“Criei em mim várias personalidades. Crio personalidades constantemente. Cada sonho meu é imediatamente, logo ao aparecer sonhado, encarnado numa outra pessoa, que passa a sonhá-lo, e eu não.”

……

 “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.

————————

Saiba Mais

O que é heterônimo, homônimo e pseudônimo?

Heterônimo A palavra vem do grego: heteros = diferente onyna = nome. Heteronímia é o estudo dos hererônimos ou seja, estudo de autores fictícios. Heterônimo então é uma personagem fictícia, criada por alguêm, mas com vida quase real, com biografia própria, totalmente diferente de seu criador. O criador de hetêrônimo, como Fernando Pessoa, é chamado de ortônimo.

Homônimo (homos = igual + onyma = nome) Pessoa que tem o mesmo nome de outra. Ou, palavras que se pronuncia e/ou escreve da mesma forma que outra, mas de origem e sentido diferentes.

Pseudônimo significa nome falso, ou seja, um nome fictício usado por alguêm como alternativa ao seu nome legal.

 

silvestre@gorgulho.com

dezembro de 2009

Continue Reading

Reportagens

SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
Edifício Centro Empresarial Brasília
Brasília/DF
rodrigogorgulho@hotmail.com
(61) 98442-1010