Segundo o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, esse resultado está ligado a um conjunto de ações adotadas na segurança pública do DF. “Hoje temos mais policiais nas ruas, atuação diária nas regiões administrativas, trabalho direcionado no combate às manchas criminais, uso de ferramentas como o DF 360 e participação intensiva da comunidade por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança. Existe todo um ecossistema que contribuiu para essa redução”, afirmou o chefe da pasta durante a assinatura da ordem de serviço para construção da nova Policlínica da Polícia Civil (PCDF), nesta sexta-feira (15).
Reportagens
Cores, vida e sedução
Natureza Brasileira em Detalhe
Cores, vida e sedução
Natureza Brasileira em Detalhe
Silvestre Gorgulho, de Brasília
A grandeza, a beleza e o épico da vida estão nos detalhes. É o detalhe de um gesto, de um olhar, de uma palavra ou de uma foto. Natureza Brasileira em Detalhe tem tudo isso: grandeza e belezas épicas. Em texto e fotografias. O livro, dividido em 12 capítulos, traz em detalhes a fantástica exuberância da biodiversidade brasileira. É de perder o fôlego! Cada foto de Fábio Colombini é um desfile de tesouros camuflados nas minúsculas formas de vida. Cada parágrafo de Evaristo Eduardo de Miranda é um convite para se voltar novamente à foto e entender os mistérios que envolvem a vida na Terra. Não perca uma só foto e uma só palavra deste livro que proporciona um caminhar de magia à grandiosidade dos detalhes da natureza. É a verdadeira leveza do ser.

Mistério e sedução da macrofotografia
A beleza da vida nos detalhes da biodiversidade
A Terra é um jardim. E um jardim deve ser visto em detalhes. Deus, a perfeição e a harmonia estão nos detalhes. Quase nunca, quem vê o global vê a exuberância de um detalhe. E a fotografia é assim. Para o fotógrafo, o detalhe de uma gotícula de água nos olhos de uma ave vale incrivelmente mais do que o sol refletindo na imensidão do oceano. E Fábio Colombini resolveu encarar esse desafio: descobrir outra floresta amazônica debaixo da floresta amazônica. Garimpar os tesouros escondidos na ciranda de 16 formigas rodeando uma minúscula gota de sereno numa pequena folha de uma árvore do Cerrado, na dança das abelhas, no namoro dos insetos, no desenho formado por grãos de areia, na textura, nos matizes, na luzes e nas cores de uma crisálida, na asa de uma libélula ou no voar de uma borboleta. Natureza Brasileira em Detalhe é um livro de 12 capítulos que leva o leitor, sem os percalços e sem as intempéries de tempo e de espaço, a viajar pela fantástica biodiversidade de todos os ecossistemas deste País. As fotos de Fábio Colombini são de tirar o fôlego e o texto do agrônomo e escritor “embrapiano” Evaristo Eduardo de Miranda é de pensar e sonhar. Colombini e Miranda formam uma dupla vitoriosa que conseguiu fazer um livro único. Uma viagem imperdível a um mundo desconhecido de mistério e sedução. E bem à altura das mãos.
“Existem plantas silenciosas e outras muito barulhentas.
A melhor hora para escutar as plantas é no amanhecer. À tarde elas ficam um tanto taciturnas. Quem caminha por um campo de soja ou trigo fica impressionado com o silêncio. Parece um mosteiro
vegetal. Mas basta entrar num pomar que o barulho é insurdecedor.
O ruído dos insetos nas flores lembra turbinas de avião”.
Evaristo Eduardo de Miranda
![]() Libélulas acasalando |
![]() Formigas bebendo uma gota na folha |
![]() Louva-a-deus comendo borboleta |
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“Sinto-me privilegiado por trabalhar com a natureza e observar-lhe os detalhes, pois neles vejo a grandeza de Deus. Sua presença e Seu amor nos envolvem, suavemente como a brisa, num constante encantar e
reencantar pela vida”.
Fábio Colombini
![]() Postura de ovos do besouro (Deuterocampta flavosignata) -Parque Estadual Carlos Botelho (SP) |
![]()
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Cogumelos (Marasmius haematocephalus) |
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“Natureza nos detalhes evoca algo da eternidade. O convite é para contemplar e borboletear em cada foto, bichinho, parágrafo e capítulo deste livro, um pouco fora do tempo, nos labirintos interiores de nossos sentidos”.Evaristo Eduardo de Miranda |
Reportagens
Vladimir Sacchetta, jornalista e pesquisador, morre aos 75 anos
Dedicou-se a projetos da memória cultural e política brasileiras
Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil
Morreu nesta sexta-feira (15) o jornalista, produtor cultural, pesquisador e escritor Vladimir Sacchetta, aos 75 anos.

Sacchetta registrou as greves operárias do ABC, a memória do movimento operário e de revolucionários brasileiros, como Olga Benário. Colaborou em duas obras premiadas com o Jabuti: a obra póstuma de Florestan Fernandes e Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia, que escreveu em coautoria com Carmen Lúcia Azevedo e Márcia Camargos.
Sacchetta dedicou seus últimos anos a projetos de documentação e memória, como o Memorial da Democracia, do Instituto Lula; registros da Imprensa Alternativa, junto ao Instituto Vladimir Herzog, além de trabalhos sobre cultura brasileira.
“Vladimir Sacchetta dedicou sua trajetória à preservação da memória cultural e política brasileira, construindo um trabalho fundamental para o registro das lutas democráticas, da resistência à ditadura militar e da defesa intransigente da liberdade de expressão”, diz, em nota, o Instituto Vladimir Herzog.
Foi um dos fundadores da Sociedade dos Observadores de Saci, dedicada a valorização da cultura nacional. Também foi conselheiro do Centro de Documentação do Movimento Operário Mario Pedrosa (Cemap), no qual participou ativamente até poucos dias atrás.
“O Cemap perde um conselheiro brilhante; o Brasil perde um de seus maiores guardiões da memória”, diz o Cemap, em nota.
Sacchetta deixa dois filhos e neto.
O velório será realizado neste sábado (16) na Barra Funda, na capital paulista.
Reportagens
Brasília é a capital mais segura do país, com redução histórica do número de homicídios
Resultado considera a soma de homicídios e mortes a esclarecer no primeiro trimestre de 2026; índice coloca o Distrito Federal na primeira posição nacional em segurança relacionada a crimes letais
Por
Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares
O Distrito Federal alcançou a primeira colocação nacional nos indicadores de crimes letais no primeiro trimestre de 2026. O resultado considera a soma de homicídios e mortes a esclarecer por 100 mil habitantes, metodologia baseada em dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O levantamento colocou o DF na liderança tanto entre as unidades da Federação quanto entre as capitais brasileiras com a menor taxa do país.
Os dados mostram que, no primeiro trimestre deste ano, o DF registrou taxa de 5,58 mortes por 100 mil habitantes entre as unidades da federação. Santa Catarina aparece logo atrás, com 5,63. Entre as capitais, Brasília alcançou índice de 5,61 e liderou o ranking nacional, seguida por Curitiba (10,05) e Campo Grande (10,39).
Durante o evento, Patury explicou que o resultado não considera apenas os homicídios registrados. O levantamento também inclui os chamados casos de mortes a esclarecer — situações em que ainda não foi definida a causa da morte. “Temos 42 homicídios no DF e zero a esclarecer. Nós sabemos o nome e sobrenome de cada caso. Estávamos em segundo lugar, no primeiro trimestre agora de 2026, e agora alcançamos o primeiro lugar. Passamos Santa Catarina e Florianópolis”, destacou.
Mais segurança pública
A redução dos crimes letais acompanha outros indicadores positivos da segurança pública. Os roubos no transporte coletivo do DF caíram 52% em 2025. Ao longo do ano, foram registrados 111 casos, contra 230 em 2024.
Além disso, 15 regiões administrativas não tiveram nenhuma ocorrência, segundo dados do 2º Anuário de Segurança Pública do DF. Os números mostram o avanço das ações de segurança e das mudanças adotadas no sistema de transporte, que têm contribuído para reduzir os crimes e aumentar a segurança da população.
Reportagens
Comissão Geral debate transporte escolar no Distrito Federal
Iniciativa é da deputada Paula Belmonte, que apresentará diagnóstico sobre a área com foco em desafios, gestão e qualidade do serviço
Foto: Tony Winston / Agência Brasília
Por iniciativa da deputada distrital Paula Belmonte (PSDB), a Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza, nesta quinta-feira (14), às 15h, uma comissão geral para debater o transporte escolar no Distrito Federal. O encontro reunirá parlamentares, representantes do poder público, especialistas e a sociedade civil para apresentação e discussão de um diagnóstico técnico sobre o funcionamento do serviço no DF.
O estudo foi solicitado pelo gabinete da parlamentar e elaborado pela Consultoria Técnico-Legislativa da CLDF (Conofis). O relatório analisa o transporte escolar entre os anos de 2021 e 2025, abordando aspectos relacionados à qualidade dos veículos, organização das rotas, gestão do serviço e percepção de estudantes, familiares e profissionais envolvidos.
De acordo com o levantamento, foram identificados desafios que impactam diretamente o cotidiano dos estudantes, como atrasos, interrupções no atendimento, condições da frota e dificuldades de acesso, especialmente em regiões rurais. O diagnóstico também aponta entraves relacionados à utilização de processos predominantemente manuais e à ausência de padronização tecnológica entre as unidades escolares.
A análise destaca ainda que fatores como as condições das vias e a falta de infraestrutura adequada nos pontos de embarque podem comprometer a frequência escolar e o acesso dos alunos à educação. A comissão geral busca ampliar a participação social na discussão, reunindo gestores públicos, trabalhadores do setor, pais, estudantes e demais interessados na construção de propostas para o aperfeiçoamento da política pública.

Segundo a deputada Paula Belmonte, o debate é fundamental para garantir avanços no atendimento aos estudantes da rede pública. “Estamos falando de um serviço essencial, que garante o acesso e a permanência dos nossos estudantes na escola. Esse diagnóstico é um passo importante para corrigir falhas e avançar com responsabilidade”, afirmou a parlamentar.
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“Como não filosofar sobre a vida ao deparar com um ser rastejante e quase cego, que, após se recolher no interior de um casulo e ter o corpo totalmente liquefeito e reconstruído, renasce como borboleta?”
“Natureza nos detalhes evoca algo da eternidade. O convite é para contemplar e borboletear em cada foto, bichinho, parágrafo e capítulo deste livro, um pouco fora do tempo, nos labirintos interiores de nossos sentidos”.