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Cores, vida e sedução

Natureza Brasileira em Detalhe

 


Cores, vida e sedução
Natureza Brasileira em Detalhe


Silvestre Gorgulho, de Brasília


A grandeza, a beleza e o épico da vida estão nos detalhes. É o detalhe de um gesto, de um olhar, de uma palavra ou de uma foto. Natureza Brasileira em Detalhe tem tudo isso: grandeza e belezas épicas. Em texto e fotografias. O livro, dividido em 12 capítulos, traz em detalhes a fantástica exuberância da biodiversidade brasileira. É de perder o fôlego! Cada foto de Fábio Colombini é um desfile de tesouros camuflados nas minúsculas formas de vida. Cada parágrafo de Evaristo Eduardo de Miranda é um convite para se voltar novamente à foto e entender os mistérios que envolvem a vida na Terra. Não perca uma só foto e uma só palavra deste livro que proporciona um caminhar de magia à grandiosidade dos detalhes da natureza. É a verdadeira leveza do ser.




Mistério e sedução da macrofotografia
A beleza da vida nos detalhes da biodiversidade


A Terra é um jardim. E um jardim deve ser visto em detalhes. Deus, a perfeição e a harmonia estão nos detalhes. Quase nunca, quem vê o global vê a exuberância de um detalhe. E a fotografia é assim. Para o fotógrafo, o detalhe de uma gotícula de água nos olhos de uma ave vale incrivelmente mais do que o sol refletindo na imensidão do oceano. E Fábio Colombini resolveu encarar esse desafio: descobrir outra floresta amazônica debaixo da floresta amazônica. Garimpar os tesouros escondidos na ciranda de 16 formigas rodeando uma minúscula gota de sereno numa pequena folha de uma árvore do Cerrado, na dança das abelhas, no namoro dos insetos, no desenho formado por grãos de areia, na textura, nos matizes, na luzes e nas cores de uma crisálida, na asa de uma libélula ou no voar de uma borboleta. Natureza Brasileira em Detalhe é um livro de 12 capítulos que leva o leitor, sem os percalços e sem as intempéries de tempo e de espaço, a viajar pela fantástica biodiversidade de todos os ecossistemas deste País. As fotos de Fábio Colombini são de tirar o fôlego e o texto do agrônomo e escritor “embrapiano” Evaristo Eduardo de Miranda é de pensar e sonhar. Colombini e Miranda formam uma dupla vitoriosa que conseguiu fazer um livro único. Uma viagem imperdível a um mundo desconhecido de mistério e sedução. E bem à altura das mãos.


“Existem plantas silenciosas e outras muito barulhentas.
A melhor hora para escutar as plantas é no amanhecer. À tarde elas ficam um tanto taciturnas. Quem caminha por um campo de soja ou trigo fica impressionado com o silêncio. Parece um mosteiro
vegetal. Mas basta entrar num pomar que o barulho é insurdecedor.
O ruído dos insetos nas flores lembra turbinas de avião”.
Evaristo Eduardo de Miranda








Libélulas acasalando





Formigas bebendo uma gota na folha






Louva-a-deus comendo borboleta






Uma onça suçuarana


“Sinto-me privilegiado por trabalhar com a natureza e observar-lhe os detalhes, pois neles vejo a grandeza de Deus. Sua presença e Seu amor nos envolvem, suavemente como a brisa, num constante encantar e
reencantar pela vida”.
Fábio Colombini








Postura de ovos do besouro (Deuterocampta flavosignata) -Parque Estadual Carlos Botelho (SP
)






Os penachos de uma seriema (Cariama cristata).



No detalhe, as coloridíssimas penas de uma Arara-canga (Scarlet macaw)


 


 









Cogumelos (Marasmius haematocephalus)






“Como não filosofar sobre a vida ao deparar com um ser rastejante e quase cego, que, após se recolher no interior de um casulo e ter o corpo totalmente liquefeito e reconstruído, renasce como borboleta?”
Fábio Colombini






“Natureza nos detalhes evoca algo da eternidade. O convite é para contemplar e borboletear em cada foto, bichinho, parágrafo e capítulo deste livro, um pouco fora do tempo, nos labirintos interiores de nossos sentidos”.
Evaristo Eduardo de Miranda


 


 



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Cine Brasília fará exibição especial de reabertura no dia 22 de abril

Na data em que celebra 60 anos de história, espaço tradicional da cultura brasiliense terá filme sobre JK na telona

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Por Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

 

No marco dos 60 anos de história do Cine Brasília e em meio às comemorações do 64º aniversário da capital, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) traz uma grande novidade para os amantes do cinema. No dia 22 de abril, às 11h, o Cine Brasília reabrirá as portas com uma sessão especial, apresentando pela primeira vez nas telonas o longa-metragem JK – O Reinventor do Brasil.

O Cine Brasília será reentregue à população | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

Produzido pela TV Cultura, o filme resgata e celebra a vida e o legado do ex-presidente Juscelino Kubitschek, responsável pela fundação da jovem capital brasileira. Narrado no estilo podcast, o documentário integra um projeto amplo da emissora dedicado ao ex-presidente, incluindo exposições e uma fotobiografia com imagens inéditas de Juscelino, figura central na história do Brasil como o fundador de Brasília e líder do país entre 1956 e 1961.

Além da exibição do filme, os visitantes do Cine Brasília poderão visitar a exposição e a fotobiografia exclusiva do ex-presidente. O evento marca não apenas a reabertura do Cine Brasília, mas também oferece aos brasilienses uma oportunidade única de explorar a trajetória inspiradora de JK e sua influência no cenário político e cultural do país.

*Com informações da Secec

 

 

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TV Câmara Distrital leva aos brasilienses o melhor da música instrumental

Lançado no dia do aniversário de Brasília, o programa será um tributo aos músicos locais. A estreia será com o Duo Mandrágora.

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Foto: Reprodução/ TV Câmara Distrital

A partir deste domingo – 21 de abril –, a TV Câmara Distrital levará ao ar o programa “Brasília Instrumental”, série de pocket shows que apresentará, a cada edição, músicos do DF em performances exclusivas. A estreia será com o Duo Mandrágora, que traz, como convidada especial, a percursionista Bety Vinyl.

Formado pelos violonistas Daniel Sarkis e Jorge Brasil, o dueto tem uma trajetória de mais de duas décadas, com temporadas em cidades brasileiras e de outros países. Na estreia do “Brasília Instrumental”, os músicos vão tocar composições autorais: “Sideral” (Brasil); “Paralelo 31” (Sarkis e Brasil); “Espiral” (Sarkis e Brasil), além de “Pega mata e come”, também da dupla.

O programa vai ao ar sempre às 21h30 de domingo e, a cada semana, será lançado um novo episódio, com duração de 30 minutos. Haverá reprises diárias – segunda, quarta e sexta, às 18h30; terças e quintas, 23h; e aos sábados, com início às 14h50.

Próximas atrações

Depois do Duo Mandrágora, será a vez do teclado de José Carrera e do contrabaixo de Paulo Dantas (28/4); de Oswaldo Amorim e Paulo André Tavares (5/5), contrabaixo e guitarra, respectivamente; Félix Junior, com seu violão 7 cordas (12/5); da gaita de Pablo Fagundes e do violão de Marcus Moraes (19/5); e da apresentação de Reco do Bandolim acompanhado do Grupo Choro Livre (26/5).

A TV Câmara Distrital é acessada pelo canal 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 9 da Vivo. Também está disponível no YouTube.https://www.youtube.com/channel/UCq1lyhE02Q9I0x8gBDM9lOQ

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Programa “Brasília Instrumental”
Duo Mandrágora e Bety Vinyl
TV Câmara Distrital
Domingo (21/4), às 21h30 (com reprises)

Agência CLDF

 

 

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Anvisa discute nesta sexta regulamentação de cigarro eletrônico

Fabricação e comercialização são proibidas no país desde 2009

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute nesta sexta-feira (19) a regulamentação de cigarros eletrônicos no Brasil. A reunião estava prevista para a última quarta-feira (17), mas foi adiada por causa de problemas técnicos e operacionais identificados no canal oficial de transmissão da agência no YouTube.

Desde 2009, uma resolução da agência proíbe a fabricação, comercialização, importação e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como vape. No ano passado, a diretoria colegiada aprovou, por unanimidade, relatório técnico que indicava a necessidade de se manter a proibição dos dispositivos e a adoção de medidas adicionais para coibir o comércio irregular, como ações de fiscalização e campanhas educativas.

Entenda

Os dispositivos eletrônicos para fumar são também conhecidos como cigarros eletrônicos, vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido). Embora a comercialização no Brasil seja proibida, eles podem ser encontrados em diversos estabelecimentos comerciais e o consumo, sobretudo entre os jovens, tem aumentado.

Desde 2003, quando foram criados, os equipamentos passaram por diversas mudanças: produtos descartáveis ou de uso único; produtos recarregáveis com refis líquidos (que contém, em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes), em sistema aberto ou fechado; produtos de tabaco aquecido, que possuem dispositivo eletrônico onde se acopla um refil com tabaco; sistema pods, que contém sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, entre outros.

Consulta pública

Em dezembro, a Anvisa abriu consulta pública para que interessados pudessem participar do debate sobre a situação de dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil, “com argumentos científicos e relatos relevantes relacionados ao tema”. A proposta de resolução colocada em discussão pela agência foi a de manutenção da proibição já existente. A consulta foi encerrada em fevereiro. Pouco antes do prazo ser encerrado, a Anvisa havia recebido 7.677 contribuições sobre o tema.

Perigo à saúde

Com aroma e sabor agradáveis, os cigarros eletrônicos chegaram ao mercado com a promessa de serem menos agressivos que o cigarro comum. Entretanto, a Associação Médica Brasileira (AMB) alerta que a maioria absoluta dos vapes contém nicotina – droga psicoativa responsável pela dependência e que, ao ser inalada, chega ao cérebro entre sete e 19 segundos, liberando substâncias químicas que trazem sensação imediata de prazer.

De acordo com a entidade, nos cigarros eletrônicos, a nicotina se apresenta sob a forma líquida, com forte poder aditivo, ao lado de solventes (propilenoglicol ou glicerol), água, flavorizantes (cerca de 16 mil tipos), aromatizantes e substâncias destinadas a produzir um vapor mais suave, para facilitar a tragada e a absorção pelo trato respiratório. “Foram identificadas centenas de substâncias nos aerossóis, sendo muitas delas tóxicas e cancerígenas.”

Ainda segundo a AMB, o uso de cigarro eletrônico foi associado como fator independente para asma, além de aumentar a rigidez arterial em voluntários saudáveis, sendo um risco para infarto agudo do miocárdio, da mesma forma que os cigarros tradicionais. Em estudos de laboratório, o cigarro eletrônico se mostrou carcinógeno para pulmão e bexiga.

Surto de doença pulmonar

Entre agosto de 2019 e fevereiro de 2020, foi registrado um surto de doença pulmonar em usuários de cigarros eletrônicos. Apenas nos Estados Unidos, foram notificados quase 3 mil casos e 68 mortes confirmadas.

Congresso Nacional

Além do debate no âmbito da Anvisa, tramita no Senado o Projeto de Lei (PL) 5008/2023, de autoria da senadora Soraya Thronicke, que permite a produção, importação, exportação e o consumo dos cigarros eletrônicos no Brasil.

Jovens

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019, 22,6% dos estudantes de 13 a 17 anos no país disseram já ter experimentado cigarro pelo menos uma vez na vida, enquanto 26,9% já experimentaram narguilé e 16,8%, o cigarro eletrônico.

O estudo ouviu adolescentes de 13 a 17 anos que frequentavam do 7º ano do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio das redes pública e privada.

Controle do tabaco

O Brasil é reconhecido internacionalmente por sua política de controle do tabaco. Em julho de 2019, tornou-se o segundo país a implementar integralmente todas as medidas previstas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no intuito de reduzir o consumo do tabaco e proteger as pessoas das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs).

Edição: Graça Adjuto

ebc

 

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