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Parque Estadual do Rio Preto


 







A imponência da Cachoeira do Crioulo, no Parque Estadual do Rio Preto, que teve seu plano de manejo apresentado ao Conselho Administrativo do Instituto Estadual de Floresta de Minas Gerais, no dia 13 de setembro. Agora só falta a publicação no Diário Oficial para o plano de manejo começar a ser implantado. O plano de manejo é fundamental para o gerenciamento de uma unidade de conservação. Ele apresenta um conjunto de estratégias para a preservação da biodiversidade e a melhor utilização da unidade para uso público e científico. Pelo plano, pode ser oferecida à população local uma nova alternativa econômica para a viabilização do ecoturismo no parque e em seu entorno.

As montanhas de Minas são grandioloquentes. Falam por si. Contam histórias e estórias. Delas se ouvem ecos libertários da Pátria que consagraram a mineiridade como estado de espírito e se ouvem acordes da vasta tradição e da consagrada prudência das Gerais. Mas as montanhas de Minas guardam também um outro tesouro: a fantástica biodiversidade de flora, fauna, nascentes e belezas deslumbrantes. Fora os muitos parques municipais, as reservas ecológicas, Minas tem também incrustados em suas montanhas grandes parques nacionais, como da Serra do Cipó, da Serra da Canastra, da Serra do Caparaó, Cavernas do Peruaçu e Grande Sertão Veredas. Mas tem, também, pelas escarpas de suas montanhas onze parques estaduais: Serra do Rola Moça, Serra do Brigadeiro, Serra Negra, Itacolomi, Biribiri, Itambé, Sete Salões, Parque do Rio Doce, do Ibitipoca, da Nova Baden e o Parque Estadual do Rio Preto. Todas estas unidades de conservação existem para proteger os recursos naturais e culturais da área e proporcionar oportunidades para visitação pública, lazer, pesquisa e educação ambiental. Nessa edição vamos conhecer o Parque Estadual do Rio Preto, próximo à Diamantina. Incluído no roteiro da Estrada Real, o parque acaba de receber a visita do ministro Walfrido dos Mares Guia, do Turismo, e do Secretário do Meio Ambiente de Minas, José Carlos Carvalho, que anunciou o plano de manejo para o Parque do Rio Preto








Poço da Areia, no rio Preto



Pintura rupestre vista na entrada principal da gruta



Pedra da Carranca, abaixo da cachoeira do Crioulo



Forquilha, onde o córrego das Éguas e o córrego da Embira encontram o Rio Preto


As pinturas rupestres comprovam: há alguns milhares de anos a região seduz os que a visitam. Não foi diferente com Saint-Hilaire, no século 19, que cita as povoações de rio Manso e rio Preto em seu relato sobre a visita às Forjas do Bonfim, por volta de 1820.


O zoólogo Johans Baptist von Spix e o botânico Carl Friedrich Philipp von Martius também passaram pela região. Os dois cientistas europeus vieram ao Brasil na comitiva da princesa Leopoldina, que veio para casar-se com o futuro Imperador Pedro I. De 1817 a 1820, saindo do Rio de Janeiro e atravessando a Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e Amazônia, Spix e Martius foram até Belém do Pará. Na região do Parque do rio Preto, eles deixaram os limites do distrito diamantino pelo registro de rio Manso.


A mudança do nome para Couto de Magalhães de Minas e a reforma que descaracterizou sua antiga capela deixam claro aos que passam pela rodovia sua ruptura com o passado. Ao contrário, a vizinha Rio Preto retomou sua antiga denominação e, determinada a preservar suas riquezas naturais, descobre a alternativa do turismo. O grande atrativo é o Parque Estadual do Rio Preto. A serraria que funcionava perto da Cachoeira do Crioulo foi desativada. Uma administração eficiente permite que a região recupere aos poucos sua exuberância e que o tamanduá-bandeira, o tatu-canastra, o veado, a onça, o lobo guará e outros animais voltem a repovoá-la.


Aspectos gerais do Parque do Rio Preto


Está localizado na Serra do Espinhaço, no município de São Gonçalo do Rio Preto, a 350 km de Belo Horizonte. O município tem cerca de 3 mil habitantes e sua origem remonta a uma sesmaria pertencente ao Contratador dos Diamantes João Fernandes de Oliveira, famoso por seu romance com Chica da Silva. Desde o século XVIII, São Gonçalo, conhecida como Rio Preto, era um dos principais produtores de alimentos para os garimpeiros do Arraial do Tijuco (hoje Diamantina) e região. O município emancipou-se de Diamantina em 1962. O nome Felisberto Caldeira, uma homenagem ao Contratador de Diamantes Felisberto Caldeira Brant, vigorou até meados da década de 1980, quando um plebiscito permitiu que seus conscientes habitantes retomassem a antiga denominação.


Diante da ameaça do garimpo, uma lei municipal de 1991 transformou o rio Preto em rio de preservação permanente. O Parque Estadual do Rio Preto foi criado em 1994 e é administrado pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais.


O Parque conta com inúmeros atrativos turísticos, todos com surpreendente beleza, destacando-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre-Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais que irão permitir aos visitantes a contemplação de toda a área.


O rio Preto possui como cobertura vegetal nativa, os campos de altitude, os campos rupestres, os cerrados, os cerradões e as matas de altitude, tipologias vegetacionais, que cobrem mais de 99,5% da área.


Na área do Parque predominam espécies vegetais importantes do estrato arbóreo como o pau-d’óleo, a sucupira, o ipê, o cedro, o jatobá, o ingá, a candeia, esta última bastante freqüente em áreas de transição entre a mata e os campos de altitude.


A extraordinária beleza cênica do parque, com seus imensos afloramentos rochosos, formações vegetais exuberantes, inúmeras cachoeiras e piscinas naturais, conferem à área enorme potencial para visitação e turismo ecológico.


As nascentes do rio Preto e de seu principal afluente, o Córrego das Éguas, assim como o Pico Dois Irmãos de 1.825m de altitude estão abrigados na área de 11 mil hectares do parque.


Depois de atravessar o município de São Gonçalo, retribuindo o respeito com que é tratado na forma de muitos poços e praias imaculadamente brancas protegidos por mata ciliar ainda preservada, o rio Preto deságua no Rio Araçuaí, um dos principais afluentes do rio Jequitinhonha.






Como chegar………………….
De Diamantina, pegar a BR-367 em direção a Couto de Magalhães de Minas (antiga Rio Manso). Aproximadamente 9km após Couto de Magalhães, num trevo bem sinalizado, toma-se a MG-214, estrada não pavimentada e de uso constante, até São Gonçalo do Rio Preto. De São Gonçalo, seguir a sinalização até o parque. Qualquer automóvel, em boas condições mecânicas, fará o percurso sem problemas, mesmo com chuva.

Distâncias………………………
Da BR-040 até Diamantina – 176km
De Diamantina até Couto de Magalhães – 34km
De Couto de Magalhães até o trevo de São Gonçalo – 9km
Do trevo até São Gonçalo (terra) – 8km
De São Gonçalo até o Parque – 15km


Mais informações:
O parque tem excelente
estrutura para receber
pesquisadores e
visitantes.
Coordenadoria de
Unidades de Conservação:
(31) 3295.7086


Para pesquisas científicas,
deve-se contactar
a Coordenadoria de
Proteção à Vida Silvestre
(31) 3295.7514.
IEF em Diamantina:
(38) 3531.3919

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Inscrições abertas para curso básico de Libras

Projeto Conecta DF, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, oferece 12 oficinas para quem quer aprender a linguagem dos sinais; aulas são online e gratuitas, das 18h30 às 20h30

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Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

 

Ainda dá tempo de se inscrever no curso básico de Língua Brasileira de Sinais (Libras) do Conecta DF, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). São 12 oficinas totalmente online, cada uma com cinco dias de duração, voltadas para jovens e adultos com 12 anos ou mais. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo site do projeto. O primeiro módulo começa na próxima segunda-feira, 5 de dezembro.

 

“Precisamos aprender a dialogar com essas pessoas; não há espaço para a exclusão”Sol Montes, subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural

Arte: Secec

Os temas abordados nas oficinas vão além das técnicas em Libras. Mais do que aprender a se comunicar com surdos, os participantes vão conhecer mais sobre inclusão, acessibilidade e empreendedorismo. Os módulos são semanais, sempre de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 20h30. Para garantir o certificado de conclusão, é preciso ter, no mínimo, 60% de presença online.

“Inicialmente, foram disponibilizadas 1.040 vagas, mas o número de inscrições superou nossas expectativas, já passou de 6 mil”, conta a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Sol Montes. “Esperamos chegar até as sete mil matrículas. Por se tratar de um curso online, teremos condições de atender todos os interessados.”

A subsecretária reforça a importância de iniciativas como o Conecta DF para derrubar as barreiras da comunicação com a comunidade surda: “De toda a população com deficiência do país, o maior contingente é o de surdos. Precisamos aprender a dialogar com essas pessoas; não há espaço para a exclusão”.

Além das 12 oficinas de Libras, o projeto ainda oferece outros quatro workshops voltados para contabilidade, empreendedorismo e gestão de entidades do terceiro setor, todos com intérpretes na linguagem dos sinais. “A ideia é apostar na inclusão social”, comenta a produtora-executiva do Conecta DF, Mônica Alves. “Temos muitos surdos inscritos, pessoas que aproveitam essa oportunidade oferecida pelo governo para se capacitar”.

Serviço: curso básico de Libras

→ Com oficinas para jovens a partir de 12 anos e adultos
→ Inscrições pelo site www.conectadf.com.br
→ Início das aulas: 5 de dezembro.

 

 

 

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Amanhã será ponto facultativo nos órgãos federais sediados em Brasília

Decisão está publicada no Diário Oficial de hoje

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Os órgãos federais e entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional do Executivo federal, localizados no Distrito Federal, devem observar o dia 30 de novembro, Dia do Evangélico, comemorado nesta quarta-feira, como ponto facultativo.

A portaria do Ministério da Economia, que determina a medida, está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (29). De acordo com o documento, assinado pelo ministro Paulo Guedes, a medida não é aplicável às unidades administrativas que prestem atendimento ao público e que já possuam agendamento para atender – presencial ou remotamente – nesta quarta-feira.

O Dia do Evangélico foi instituído pela Lei Distrital nº 963, de 4 de dezembro de 1995, como feriado distrital, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte EBC

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Dicas para consumidores fazerem um bom negócio nas compras de Natal

Fim de ano é uma época especial para presentear pessoas queridas, mas é preciso estar atento para não fazer um mau negócio. Prazos de troca, golpes e gastos elevados são pontos de atenção

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Carolina Caraballo, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

 

Você está todo animado para encarnar o Papai Noel. Planeja comprar vários presentes e está só esperando a primeira parcela do 13º para ir às compras. Antes de lotar o pé da árvore de Natal com caixas e sacolas, que tal conhecer algumas dicas de como não fazer um mau negócio neste fim de ano?

Se você vai comprar os presentes pela internet ou pelo telefone, saiba que tem até sete dias para fazer a devolução ou a troca do produto. O artigo não precisa apresentar defeito nem nada. Mas atenção: o respaldo legal para que a transação seja cancelada não torna a compra a distância a opção mais segura.

“Tenha uma noção clara da quantia que você poderá disponibilizar. E se atenha a ela”Rafael Oliveira, diretor de Fiscalização do Procon-DF

“Temos visto muitos golpes pelas redes sociais, [como] perfis falsos que recebem o pagamento pela venda, mas não enviam o produto”, alerta o diretor-geral do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF),Marcelo Nascimento. “É importante pesquisar a reputação da empresa, checar os comentários de outros consumidores e desconfiar de preços muito mais baratos do que os praticados no mercado.”

Já as lojas físicas não são obrigadas a trocar um produto que não apresente defeito. “A grande maioria das empresas flexibiliza essa política como forma de cativar o consumidor”, observa Marcelo. “Mas elas não têm obrigação legal de efetuar a troca por produtos de outro tamanho ou de outra cor”.

Para não abusar da sorte (ou da boa vontade do vendedor), vale ficar atento às regras de cada loja. Algumas não aceitam substituir mercadorias compradas em promoção. Outras estipulam prazos para que o artigo seja trocado. “A política de trocas precisa estar escrita em algum documento”, avisa Marcelo. “Se não estiver, o consumidor pode exigir que o vendedor escreva no cupom fiscal, por exemplo, o que foi acordado”.

Se você foi surpreendido por uma experiência negativa, deve procurar o Procon-DF pelo telefone 151 ou pelo e-mail 151@procon.df.gov.br. Para fazer a denúncia, basta informar o nome do estabelecimento e descrever a irregularidade. Agora, se a compra foi efetuada e o produto não foi entregue, a pessoa deve juntar o máximo de documentos possíveis que comprovem a transação comercial, de nota fiscal à troca de e-mails.

Saúde financeira

Prazos de troca curtos ou a possibilidade de cair em um golpe não devem ser as únicas preocupações de quem quer presentear no Natal. É preciso ficar de olho no orçamento familiar para não terminar o ano endividado. O diretor de Fiscalização do Procon-DF, Rafael Oliveira, sugere estipular o valor que poderá ser gasto antes mesmo de ir às compras.

“Tenha uma noção clara da quantia que você poderá disponibilizar. E se atenha a ela”, ensina. “Fique atento também à precificação – em meio às decorações natalinas, as etiquetas de preço nem sempre estão visíveis, obrigando o consumidor a entrar nas lojas.”

O cuidado deve ser redobrado ao usar o cartão de crédito, garante Marcelo. “O parcelamento é muito atrativo, parece que a gente vai pagar valor muito baixo”, observa. “Mas, quando você soma as parcelas de seis, sete presentes, o valor pode ficar muito alto”.

Marcelo lembra que o ano começa com gastos elevados, como matrícula em instituições de ensino, compra de material escolar e pagamento de Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA). “É importante se programar”, adverte.

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SRTV Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719
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(61) 98442-1010