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Tartarugas Maritimas

TAMAR: projeto que salvou milhares de tartarugas marinhas no Brasil

Como a Caravana Rolidei, em 30 anos, plantou um projeto que salvou milhares de tartarugas marinhas no Brasil


O que são trinta anos na vida de uma tartaruga? Muito pouco, se for levado em conta a pacata realidade de um mundo vivido há dois ou três séculos. Mas 30 anos podem representar uma eternidade se forem levados em conta o esforço, a dedicação e a luta de um grupo de cientistas que tirou um animal longevo, como a tartaruga, da lista de animais ameaçados de extinção. A verdade é que as últimas três décadas mostraram que o homem pode, com sua inteligência, usar a ciência para preservar e salvar muito da diversidade do planeta. E o exemplo mais concreto está aí: as tartarugas marinhas. Elas foram salvas por um inciativa do projeto que nasceu em 1980: o Projeto Tamar.


 A captura desenfreada, a pesca indiscriminada, a coleta de ovos nas praias para comercialização, a simples matança para alimentação e para o uso do casco como matéria prima para muitos produtos industrializados, tudo isto provocou um alerta: as tartarugas marinhas foram incluídas na lista de espécies em extinção.
Em 1976, ainda na época do IBDF- Instituto Brasileiro de Florestas, ligado ao Ministério da Agricultura, os pesquisadores começaram a fazer as primeiras expedições para estudar as tartarugas. A maioria destes pesquisadores era de estudantes de Oceanografia da UFRS- Universidade Federal do Rio Grande. Depois dos primeiros estudos e de um relatório minucioso, o então IBDF resolveu criar o Tamar, um projeto para salvar e proteger as TArtarugasMARinhas.


Caravana Rolidei monitora as desovas
O sucesso do momento era o filme de Cacá Diegues “By By Brasil”, inspirado na “Caravana Rolidei”, premiado no Festival de Cannes. E o nome de “Caravana Rolidei” foi dado às andanças científicas dos primeiros pesquisadores que estudaram o comportamento destes animais, o monitoramento das desovas e propuseram as primeiras iniciativas de conscientização das comunidades.



Apoios e parcerias
A meta era ambiciosa. Nem os cientistas sozinhos e muito menos os órgãos governamentais iam dar conta de tocar o projeto com a urgência e profundidade que era preciso. Daí, nasceram os apoios e parcerias. Os primeiros parceiros foram os pescadores e suas famílias. Depois foi a Marinha do Brasil. Aí, em 1983, chegou a Petrobras. Os próprios estudantes de oceanografia procuraram a Petrobras, apresentando todo o levantamento já feito, o trabalho em curso, função e objetivos. A empresa comprou a ideia. Primeiro forneceu apenas o combustível para abastecer três jeeps velhos, que os três mosqueteiros do projeto – Guy Marcovaldi, o Catu (José Catuêtê de Albuquerque) e Neca Marcovaldi – ainda estudantes, foram pedir. Depois, contratou três pescadores… Depois, os estagiários… depois, bem depois, se encantou com o alcance social, econômico e socioambiental do projeto Tamar e nunca mais se separou dele. E os laços de compromisso entre a Petrobras e o Tamar foram crescendo até chegar hoje: casamen­to em comunhão de bens, de ideais e de fé. Hoje, o suporte do projeto Tamar vem de um tripé formado pelo Instituto Chico Mendes, pela Petrobras e por um inteligente programa de marketing em auto-sustentação. O marketing traz três fontes de receita: a venda de produtos com a marca Tamar, o ecoturismo e produtos das lojas do Projeto.


As tartaruguinhas nascem e saem em direção ao mar. Pelas pesquisas
do Tamar, apenas uma a duas, em cada mil, vão sobreviver


 


 


 



Na festa de aniversário dos 30 anos do Tamar, um tempo especial para a música. No show, Lenine e Luiz Caldas. Na foto: Rômulo Mello, presidente do ICMBio, Wilson Santa Rosa, diretor da Petrobras, Lenine, uma artista local e  Guy Marcovaldi


 


Técnicos do Tamar, com a ajuda de 400 “tartarugueiros”, conseguem monitorar
a postura das tartarugas em 23 bases em 1.100km de praias. Hoje, cerca de 970 mil filhotes são colocados no mar.


 


 


Projeto TAMAR


 


Aruanã ou verde
Chelonia mydas


 


 


 


De couro ou gigante
Dermochelys coriacea


 


 


 


De pente, verdadeira ou legítima
Eretmochelys
imbricata


 


 


Oliva Lepidochelys olivacea  


 


 


 


 Cabeçuda
ou Mestiça
Caretta caretta


 


 


  Espécie encontradas no Brasil
As populações locais são essenciais na medida em que podem influir diretamente nas condições do habitat desses animais, reduzindo a pressão sobre os ecossistemas e as espécies.


 


As tartarugas marinhas


As tartarugas marinhas desempenham importante papel ecológico nos ambientes. Elas ocorrem nas áreas costeiras a grandes profundidades oceânicas (as chamadas regiões abissais). Elas são fonte de alimento para predadores marinhos e terrestres, inclusive o homem, e importantes consumidores de organismos marinhos, servindo como substrato para mais de 100 outras espécies.


As tartarugas marinhas têm um ciclo de vida de longa duração e são conhecidas pela grande capacidade migratória. São 1.100km de praias monitoradas pelo Tamar na costa brasileira. Pescadores e estagiários fazem marcação e biometria das fêmeas, contagem de ninhos e ovos. A cada temporada, são protegidos cerca de quatorze mil ninhos e 650 mil filhotes.
O comportamento das tartarugas marinhas é interessante. Elas são solitárias e ficam submersas durante muito tempo. Isto dificulta os estudos do seu comportamento. Por isso, a maior parte do que se conhece sobre elas refere-se à desova, que acontece na praia.
As tartarugas têm uma fantástica capacidade de orientação. Animais migratórios por excelência, vivem dispersas na imensidão dos mares e, mesmo assim, quando atingem a maturidade sexual sabem o momento e o local de se reunir para a reprodução. Nessa época, realizam viagens transoceânicas para voltar às praias onde nasceram e desovar.


Diferencial do Tamar
O Tamar conseguiu nestes 30 anos quatro milagres, que representam uma vitória fundamental fundamentais para o projeto: 1) mobilização das comunidades de pescadores para a causa ambiental; 2) salvar a espécie da extinção; 3) envolver vários parceiros e a própria mídia no esforço de salvamento das espécies; 4) interagir com as comunidades envolvidas e c com outros atores sociais, dando suporte para a sustentabilidade das ações a longo prazo. Este é o diferencial: a equipe do Tamar compreendeu que é preciso cuidar primeiro das pessoas, para que elas tenham condições de proteger a natureza, o mar e as tartarugas marinhas.


As solturas das tartaruguinhas é um tempo de lições de preservação para alunos e turistas.


 


Os três mosqueteiros do Tamar


Neca, Guy e Catu: o trio de ouro que tirou as tartarugas marinhas da extinção



GUY: Elegemos o litoral baiano como o melhor lugar para reprodução das tartarugas marinhas


Guy Marcovaldi – Carioca do Leme, formado em  Oceanografia pela Faculdade do RS, Guy Marie Fabio Guagni dei Marcovaldi é fundador e  Coordenador Nacional do Projeto Tamar. Admirador de Jacques Cousteau, Guy passa sua infância entre mergulhos para fotografar e filmar a vegetação e flora marinha. Aos 20 anos, troca o calor do Rio pelas águas geladas de Rio Grande do Sul, quando vai estudar na primeira escola de oceanografia do país. No segundo ano de faculdade conhece Neca, parceira de sonhos e projetos até hoje. Em 1997, recebeu o Prêmio J. Paul Getty, considerado o Nobel de Ecologia.
Em 1998, o casal foi escolhido pela revista TIME um dos 50 “Heróis” do Planeta.



Catu: mais velho e mais irreverente  plantou o projeto Peixe-Boi


José Catuêtê de Albuquerque (Catu) – Quem diz é Cláudio Savaget, um dos mais importantes jornalistas ambientais do Brasil: “Catu não era apenas o mais velho da turma, era também o mais irreverente, o mais despojado e o mais empreendedor. Estudante gaúcho do curso de Oceonografia,  José Catuêtê de Albuquerque foi morar na Paraíba, montou equipe própria e trabalhou até 1987 na implantação do Centro Peixe-boi/Ibama. Hoje, a sede nacional fica em Itamaracá-PE. Catu morreu em abril de 1987, em conseqüência de um acidente de carro em Santa Catarina. Catu deixou saudades entre os companheiros e amigos que fez ao longo do litoral brasileiro e também os alicerces das quatro bases que atualmente integram o Projeto Peixe-Boi.



Neca: ações que buscam não só proteger as
tartarugas marinhas, mas também a melhoria na
qualidade de vida das comunidades


Neca é Maria Ângela Azevedo Dei Marcovaldi – Formada em oceonografia pela Fundação Universidade do Rio Grande, Neca Marcovaldi sempre teve  preocupação especial com a situação das tartarugas marinhas no litoral brasileiro o que guiou sua trajetória profissional. É coordenadora de vários programas voltados para a conservação do ambiente marinho, como o Programa de Marcação e Avaliação das Populações das Tartarugas, na Praia do Forte e adjacências, onde busca melhorias nas técnicas de conservação e de manejo dentro do Tamar, projeto do Ibama, co-administrado pela Fundação Pró-Tamar, da qual é fundadora. Promove ações que buscam não só proteger as tartarugas marinhas, mas também a melhoria na qualidade de vida das comunidades envolvidas. É representante brasileira em muitas instituições que desenvolvem trabalhos de conservação de recursos naturais.


 silvestre@gorgulho.com


 

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Governo e oposição repercutem rejeição de Messias para o STF

Reação do Plenário no momento em que foi divulgado o resultado da votação
Carlos Moura/Agência Senado

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Após a rejeição da indicação de Jorge Rodrigo Araújo Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (29), o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que a relação do Executivo com o Congresso não mudará.

— A relação continua a mesma. Nós já tivemos vitórias e derrotas no Senado, no Congresso e na Câmara dos Deputados e a relação não mudou. (…)  Não mudou e nem mudará, será a mesma relação institucional.

Para o líder, o resultado não dependeu das respostas do indicado na sabatina. Messias, de acordo com Randolfe, cumpria todos os requisitos necessários para o cargo e a indicação foi rejeitada por circunstâncias políticas.

A indicação de Messias é a terceira feita pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no atual governo e não estava prevista: foi necessária após o anúncio da aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso em outubro de 2025. Para Randolfe, a votação foi pressionada pela proximidade do período eleitoral. A rejeição se deu por 42 votos a 34.

— Eu não diria que foi uma surpresa, porque nós já esperávamos que ia ser uma votação apertada, e uma votação, quando a gente julga apertada,  pode se ter uma quantidade reduzida de votos favoráveis — disse o líder, que lamentou a votação, mas afirmou que é preciso respeitar o resultado.

O relator da indicação de Jorge Messias, senador Weverton (PDT-MA), reconheceu que o resultado da votação foi “uma derrota do governo”. O parlamentar disse, no entanto, que o presidente Lula não deve indicar outro nome para o Supremo Tribunal Federal (STF) de imediato.

— Lá atrás, ele (Lula) já tinha me dito que não iria mandar outro nome caso isso acontecesse. Então, não vamos discutir nomes. O que está se discutindo é que impuseram uma derrota a uma pessoa que nada tinha a ver com o processo eleitoral. Cometeram uma injustiça enorme com o ministro Messias — disse Weverton.

Derrota

Para o líder da Oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), a rejeição ao nome de Jorge Messias representa uma derrota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— Nós trabalhamos para derrotar o ministro Jorge Messias. Nada de pessoal contra ele. Mas contra o que ele representa neste momento. Hoje acaba o Lula 3. Perde credibilidade e capacidade de articulação. Perde inclusive a legitimidade para conduzir um processo de negociação na Casa. Sem dúvida nenhuma, o governo sofre hoje uma derrota acachapante — afirmou.

Para o presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), o direito do voto de um senador é o mesmo de um eleitor. Ele disse que votou a favor de Messias, que teria todas as condições de ser um ministro do STF. O senador ainda contou que deu um abraço de solidariedade em Messias, que considera  “um brilhante funcionário público”.

— Cada um vota como acha. A democracia é assim. Lamento muito, mas é página virada — declarou Otto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

 

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Rádio MEC transmite especial para celebrar Dia Internacional do Jazz

Programa destaca gênero como instrumento de liberdade

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EBC

A Rádio MEC apresenta, nesta quinta-feira (30), às 21h, uma edição especial do Jazz Livre dedicada ao Dia Internacional do Jazz. A data, celebrada pela Unesco desde 2012, destaca o gênero como um instrumento de liberdade, criatividade e diálogo entre culturas.

A atração da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) traz uma curadoria de músicos, com depoimentos e repertórios afetivos sobre o estilo musical.

Jazz Livre convidou artistas que já se apresentaram na atração a comentar os discos e músicas importantes para a história do gênero. Ao longo do programa, os ouvintes terão acesso a recortes dessas sugestões.

O pianista Renan Francioni, o baterista Antônio Neves Esteves e o compositor Gilson Peranzetta são alguns dos nomes que indicaram obras relevantes do estilo. A proposta é evidenciar o jazz como um gênero que marca a inovação, o apuro estético, o improviso e a fusão entre linguagens e culturas.

Dia Internacional do Jazz

Com origem nas comunidades afro-americanas no sul dos Estados Unidos, por volta do final do século XIX e início do XX, o jazz é uma expressão artística que combina elementos de várias tradições musicais, como o blues.

De acordo com especialistas, um dos traços mais distintivos do jazz é a improvisação. Os músicos criam solos espontâneos durante as performances, o que torna cada apresentação única.

Sobre o Jazz Livre

No ar de segunda a sexta-feira na faixa das 21h, o Jazz Livre tem uma hora de duração com o melhor repertório do gênero e da música instrumental. A produção oferece ao público a oportunidade para interagir através do WhatsApp (21) 99710-0537. Os ouvintes podem participar das edições e mandar mensagens para a equipe da emissora pública.

Apresentado por Sidney Ferreira, o Jazz Livre tem produção de Anderson Domingos e Carlos Soca. A coordenação de produção fica com Rodrigo Soprana. Thiago Regotto é o gerente executivo de rádio.

Sobre a Rádio MEC

Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. Mas também há espaço garantido para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no aplicativo Rádios EBC.

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Eventos alteram o trânsito no feriado prolongado em vários pontos do DF

Detran-DF fará o controle do tráfego em vias do Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Parque da Cidade e Paranoá

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Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

Devido a eventos previstos para o período entre sexta-feira (1°/5) e domingo (3), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) interditará vias do Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Parque da Cidade e Paranoá.

Parque da Cidade

De sexta-feira a domingo, será realizado o evento Brasília Auto Indoor no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. As ações de trânsito terão início nesta quinta-feira (30), às 12h, com o patrulhamento das vias e a implantação da sinalização viária. As equipes vão sinalizar a faixa de desaceleração para a entrada e a saída de veículos dos estacionamentos 1 e 2  e as faixas de pedestres nas proximidades do Pavilhão de Exposições.

Arte: Divulgação/Detran-DF

No sábado (2), a partir das 10h, está prevista a realização de um rali, com largada no Pavilhão de Exposições e percurso em direção à Colônia Agrícola Aguilhada e Núcleo Rural Nova Betânia, na BR-251. As equipes do Detran-DF farão as intervenções viárias necessárias durante a saída dos veículos e a transição para a Via S1.

Os participantes farão uma parada na região do Café sem Troco e retornarão, pela DF-130, passando pela Torre de TV Digital, até o Parque da Cidade. A previsão é que a chegada ocorra até as 16h.

Durante os dias do evento, os agentes do Detran-DF atuarão no controle de tráfego nas imediações do Pavilhão de Exposições, em pontos fixos e realizando o patrulhamento na região a fim de melhorar a fluidez, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações de trânsito.

Arena Mané Garrincha

Nesta sexta-feira e no sábado, o Detran-DF fará intervenções viárias nas imediações da Arena Mané Garrincha, onde será realizado o Festival Micarê.

Na Via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília, o Detran-DF implantará sinalização viária para a travessia de pedestres e para coibir o estacionamento irregular. Na entrada principal de automação da arena, será sinalizada uma área destinada aos táxis.

Também serão instalados painéis eletrônicos de mensagens em locais estratégicos para orientar condutores e pedestres. A partir das 15h30, as equipes vão atuar em pontos fixos e em patrulhamento na região para garantir a fluidez do tráfego e coibir infrações.

Esplanada dos Ministérios e via Palácio Presidencial

Na sexta-feira, será realizada a corrida 100% Você, com percursos de 5 km e 10 km pelas vias S1, Palácio Presidencial e N1. A largada dos participantes ocorrerá na Esplanada dos Ministérios, próximo ao Museu da República, e a chegada será na altura do Ministério da Economia.

A partir das 6h30, a Via S1 será bloqueada na altura do Museu da República, com desvio do fluxo de veículos para a L2 Sul. No momento da largada, a via será totalmente interditada e o fluxo será retido. Após a passagem dos corredores, o acesso à L2 será liberado. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí.

Na Esplanada, a faixa mais à direita será destinada à saída de veículos dos ministérios. O fluxo seguirá até a altura do Itamaraty, onde será desviado para a Via S2. A partir desse ponto, a S1 estará totalmente bloqueada para o tráfego de veículos. O acesso ao estacionamento da Catedral de Brasília será permitido apenas pelo túnel da Cúria, na S2.

 

Na Via N1, o bloqueio ocorrerá desde o quartel do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) até a via de ligação N1/S1, na altura do Museu da República. Os acessos à N1, pela via Palácio Presidencial e pela L4 Norte estarão fechados. Ainda na N1, a faixa mais à direita, será destinada à saída de veículos de emergência do CBMDF, enquanto as demais faixas serão utilizadas pelos participantes do evento.

As equipes do Detran-DF também farão a interdição do acesso à via Palácio Presidencial, sentido Palácio do Jaburu, com o desvio do fluxo de veículos para a Estrada Parque das Nações (Via L4).

Durante o evento, as equipes de fiscalização do Detran-DF atuarão no controle do tráfego para garantir a segurança viária. A previsão é que as vias sejam liberadas a partir do meio-dia.

Paranoá

Na sexta-feira, será realizado o 7º Encontro de Carrinhos de Rolimã, no Parque Vivencial do Paranoá. As ações de trânsito terão início nesta quinta, às 23h59, com a implantação da sinalização viária na entrada do parque, na altura da Quadra 4, até a rotatória, próxima à unidade do Detran-DF. No local do evento, serão sinalizadas áreas de estacionamento para o público geral, autoridades, veículos de emergência e um heliponto.

A entrada do Parque Vivencial, pela rodovia DF-005, será destinada à saída de veículos de emergência, sendo permitido o acesso de pedestres. O estacionamento de veículos no gramado, na área externa do parque, será permitido.

Durante o evento, os agentes do Detran-DF farão o controle da entrada e da saída de veículos do Parque Vivencial, além de realizar o patrulhamento da região para garantir a segurança e a fluidez do trânsito. As equipes de fiscalização utilizarão viaturas e motocicletas e contarão com o apoio do helicóptero Sentinela, que fará o monitoramento das condições do tráfego.

Eixo Monumental

Neste domingo, o Detran-DF realizará interdições em trechos das vias S1 e N1 do Eixo Monumental para o Circuito da Saúde 2026 — Etapa Ana Néri. A corrida terá percurso de 5 km, com largada e chegada no Memorial dos Povos Indígenas.

A partir das 6h30, nas vias S1 e N1, no trecho entre o Ulysses Centro de Convenções e a via de ligação N1/S1, entre a Catedral Rainha da Paz e a Praça do Cruzeiro, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas. O tráfego de veículos permanecerá liberado nas demais faixas. A previsão é que as interdições ocorram até as 11h.

*Com informações do Detran-DF

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