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Vida Selvagem

 

Ilustração para a campanha do Dia Mundial da Vida Selvagem de 2021, “Florestas e meios de subsistência: sustentando as pessoas e preservando o planeta. ONU: Gabe Wong

 

Animais e plantas silvestres, além de seu valor intrínseco, contribuem para os aspectos ecológicos, genéticos, sociais, econômicos, científicos, educacionais, culturais, recreativos e estéticos do bem-estar humano e do desenvolvimento sustentável.

 

A vida selvagem tem valor incalculável. Significa o equilíbrio das matas, dos rios, dos campos, da flora e da fauna. Animais e plantas silvestres, além de seu valor intrínseco, contribuem para os aspectos ecológicos, genéticos, sociais, econômicos, científicos, educacionais, culturais, recreativos e estéticos do bem-estar humano e do desenvolvimento sustentável.

 

O Dia Mundial da Vida Selvagem dá a oportunidade de celebrar a beleza e variedade da flora e fauna silvestres, bem como de aumentar a conscientização sobre a infinidade de benefícios que a conservação dessas formas de vida traz para a humanidade. A celebração deste dia também lembra a necessidade urgente de combater os crimes contra o meio ambiente e o declínio das espécies causados ​​pela atividade humana, que têm consequências negativas de longo alcance nos campos econômico, ambiental e social. É por isso que o objetivo de Desenvolvimento Sustentável está focado em conter a perda de biodiversidade.

 

“FLORESTAS SÃO MEIOS DE SUBSISTÊNCIA: SUSTENTANDO PESSOAS E PRESERVANDO O PLANETA”

Florestas e terras arborizadas, que cobrem quase um terço da área terrestre, são blocos de construção fundamentais para a subsistência e o bem-estar humanos.

Mais de 800 milhões de pessoas vivem em florestas tropicais e savanas nos países em desenvolvimento. As comunidades indígenas e rurais têm uma relação particularmente próxima com esses sistemas naturais. Dependem deles para as suas necessidades essenciais, desde comida e abrigo até energia e medicamentos, mas também mantêm uma forte relação pessoal, cultural e espiritual com esses ambientes. Os povos indígenas e comunidades locais também são os guardiões históricos das reservas mais importantes de diversidade biológica, incluindo florestas.

No entanto, as florestas estão atualmente na encruzilhada das múltiplas crises planetárias que enfrentamos, desde as mudanças climáticas até a perda da biodiversidade e as repercussões sociais e econômicas da atual pandemia global.

A Amazônia Legal em território nacional é uma área de 5.217.423 km², que corresponde a 61% do território brasileiro. Já a Amazônia total está localizada em nove países: Brasil, Peru, Colômbia. Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Em território brasileiro está 60,3 do bioma Amazônia. O segundo país que mais detem área na Amazônia é a Colômbia: apenas 6,95%.

 

A Floresta Amazônica é uma das florestas mais importantes do planeta. Em território brasileiro está 60,3% da Amazônia. O segundo país que mais detem área na Amazônia é a Colômbia: apenas 6,95%.

 

O comércio ilegal de animais selvagens representa um perigo real para a biodiversidade e também para a saúde humana, uma vez que uma série de doenças emergentes provém de produtos animais.

 

 

 

 

 

 

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TUPI GUARANI e o PORTUGUÊS

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Pensando alto: os Yanomami, outrora longe dos ‘homens brancos’, eram felizes na Floresta Amazônica. Atualmente, enfrentam a ameaça da destruição pela intensa presença de garimpeiros ilegais.

Na verdade, o Brasil de 1500 era dos índios. Aqui viviam mais de 5 milhões deles. Depois da Descoberta por Cabral, a população indígena foi se definhando e a ocupação e exploração de suas terras virou uma triste realidade.

A propósito dos índios Ianomami, estava pensando na contribuição do Tupi Guarani à nossa Língua Portuguesa.

De acordo com o Censo, que leva em consideração pessoas com mais de 5 anos de idade que usam o idioma em seu próprio domicílio, as línguas mais usadas no Brasil são o tikuna (com 34 mil falantes), o guarani kaiowá (com 26,5 mil), o kaingang (22 mil), o xavante (13,3 mil) e o yanomami (12,7 mil).

O TUPI diz respeito à língua Tupinambá, que era falada pelas comunidades indígenas existentes no Brasil quando o território foi colonizado pelos portugueses.

O GUARANI, por sua vez, é a língua falada pelas nações que são encontradas na Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil.

O tema TUPI-GUARANI, origem de um mundo de palavras hoje no nosso Português, é um assunto fascinante.

O tupi-guarani é uma das mais importantes línguas indígenas da América do Sul. O tronco TUPI é o maior, com alguns dialetos por todo o litoral brasileiro.

O padre jesuíta José de Anchieta pesquisou e chegou a redigir até uma gramática de tupi-guarani. Daí que muitas palavras têm origem no tupi-guarani.

O português se firmou no Brasil por uma sucessão de fatores: a expulsão dos jesuítas do Brasil no século 18 pelo marquês de Pombal, a chegada da corte portuguesa em 1808 e o acelerado processo de urbanização. Ainda assim, o português acabou sendo marcado para sempre pelo TUPI GUARANI.

Até hoje, centenas de palavras que nós falamos no Brasil têm origem indígena.

É interessante estudar a origem do nome de muitas cidades brasileiras.

Exemplos:

Itabira: pedra de ponta
Itaberaba: pedra brilhante
Itacolomi: filho ou o menino de pedra.
Itacorubi: de rio das pedras esparsas.
Itaguaçu: pedra grande ou muitas pedras.
Itai-guaçu: rio da pedra grande.
Itaimbé: pedra pontuda, afiada.
Itai-mirim: rio da pedra pequena.
Itaipava ou itapava: pedra levantada; recife, travessão rochoso.
Itajai-guaçu: de Itajai grande.
Itajai-mirim: de Itajai pequeno.
Itajuba: pedra amarela.
Itajubá: pedra amarela.
Itamirim: pedra pequena.
Itapemirim: caminho da pedra pequena
Itapema: pedra rasa, lajeado.
Itamonte: pedra na montanha
Itaperobá: pedra do caminho da canoa.
Itapitanga: pedra vermelha
Itapitinga: pedra de lajedo branco.
Itapoã: pedra redonda.
Itaqui: de pedra afiada, pontuda.
Itatiba: muita pedra, abundância de pedras.
Itaúna: pedra preta.
Itamaramdiba: pedra que rola
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GRATIDÃO ETERNA A MEU AMIGO REI

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LEMBRANÇA DE PELÉ EM BRASÍLIA.

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Era 19 de novembro de 2008. Inauguração do novo estádio Bezerrão no Gama.
Dois personagens importantes e uma data para se lembrar:
1) PELÉ dá o pontapé inicial com todas honras e circunstâncias;
2) A meu pedido, pois ela estava em Brasília, e com a ajuda do então embaixador Francisco Seixas da Costa e o pianista Adriano Jordão, a cantora portuguesa Eugénia Melo e Castro canta o Hino Nacional de Portugal: seria a primeira vez que o Hino Português era cantado ao vivo numa partida de Portugal.
3) A pedido do então governador José Roberto Arruda, Zezé de Camargo cantou o Hino Nacional.
4) Nesse dia 19, se comemorava 39 anos do GOL MIL do REI.
Pra quem quiser matar a saudade, é só assistir. Vá bem no início do filme.
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