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Nova edição do Educação Transforma contará com conteúdos sobre finanças e profissões do futuro

Apresentada pelo ator Dudu Oliveira, a iniciativa gratuita realizada pelo Pravaler oferecerá palestras de especialistas e reconhecerá com mais de 23 mil reais em prêmios as melhores histórias de vida impactadas pelos estudos

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São Paulo, 29 de outubro de 2021 – Proporcionar conteúdo de qualidade, inserir o público jovem nas tendências e incentivar e conhecer trajetórias inspiradoras de estudantes de todo o Brasil, tudo isso em um evento proprietário para o ecossistema da educação. Esse é o objetivo do Educação Transforma – edição Sala do Futuro, iniciativa promovida pelo Pravaler, principal plataforma de soluções para o ecossistema de educação do país, que será realizada no dia 29 de novembro, no formato on-line.

A 4ª edição da premiação, que está com inscrições abertas, contará pela primeira vez com as palestras dos especialistas Tiago Mattos, futurista e co-fundador da Aerolito; Alan Soares, criador de conteúdo sobre educação financeira; e Veridiana Lopes, CEO e diretora criativa da plataforma Economia Diária. Além disso, para enriquecer ainda mais o encontro, o ator Dudu Oliveira comandará todos os bate-papos.

O evento será dividido em três blocos, sendo o primeiro com abordagens sobre cursos e profissões que colocam o estudante no futuro, promovendo uma conversa sobre inovação, tendências comportamentais e os rumos da educação. O segundo será focado em dicas para estudar, seja um curso livre ou de graduação sem aperto, com informações sobre saúde financeira e planejamento. E o terceiro dedicado à cerimônia de premiação, que reconhecerá as três melhores histórias com até R$12.500,00 em cursos e mais R$ 11 mil reais de crédito com a recomendação de uso para a compra de livros e artigos que facilitem o acesso aos estudos e pesquisa, como computadores, e-readers, tablets, entre outros.

Paula Cardoso, Head de Marketing e Experiência do Cliente do Pravaler, reforça que, mais que reconhecer histórias de vida transformadas pelos estudos, o evento promove uma reflexão sobre os caminhos da educação e mostra que é possível estudar mesmo com recursos limitados. “Inspirado na dinâmica dos principais eventos de inovação do mundo, o Educação Transforma é um legado voltado para a reflexão dos rumos da profissionalização e do mercado educacional no país”, destaca.

Uma pesquisa realizada recentemente com a base de estudantes do Pravaler revela que 75% dos que recorrem ao financiamento da fintech estudaram em escolas públicas durante a Educação Básica. O estudo indica também que 50% são os primeiros da família a ingressar no ensino superior. “Isso mostra a importância do financiamento estudantil para que essas pessoas possam seguir com os estudos”, complementa Paula.

A participação no Educação Transforma – edição Sala do Futuro pode acontecer por meio da inscrição no ciclo de palestras ou no prêmio e também para ambos. Para a premiação é necessário responder: “Como a educação impactou sua vida?”. Escolhidas por um comitê avaliador formado por colaboradores do Pravaler – com diversidade de gênero, cargo e áreas -, as três respostas mais originais, elaboradas com clareza e detalhamento da narrativa, assim como com potencial de impacto para o futuro individual ou da sociedade serão as grandes vencedoras.

Saiba mais:

Educação Transforma: Sala do Futuro

Data: 29/11/2021

Horário: 15h

Link de acesso: www.youtube.com/PRAVALERCréditoUniversitário

Inscrição para o evento: campanha.pravaler.com.br/educacao-transforma

Inscrição para o prêmio: campanha.pravaler.com.br/premio-educacao-transforma

Prêmios:

1º lugar – Curso livre no valor de até R$ 7.500 + Vale Educação de R$ 5.000
2º lugar – Curso livre no valor de até R$ 5.000 + Vale Educação de R$ 3.000
3º lugar – Vale Educação de R$ 3.000

 

 

 

 

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Canabinoides podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas

É o que mostra pesquisa da Unicamp, publicada hoje

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Estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que o canabinoide, substância que pode ser encontrada em plantas do gênero cannabis, podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas. A descoberta foi feita por pesquisadores do Laboratório de Neuroproteômica, do Instituto de Biologia (IB), e publicada hoje (27) na revista European Archives of Psychiatry and Clinical Neurosciences.

“A gente sabe muito sobre o efeito dos canabinoides, endocanabinoides ou sintéticos sobre os neurônios. Estamos aprendendo agora que essas substâncias também atuam sobre as células da glia”, diz Daniel Martins-de-Souza, um dos pesquisadores. Ele explica que o nome glia significa cola em grego, porque, no passado, os pesquisadores achavam que essas células ligavam os neurônios uns nos outros, funcionando apenas como células de suporte.

Nas últimas duas décadas, no entanto, estudos mostraram que elas praticam funções importantes no cérebro. A pesquisa analisou a interação de uma dessas células da glia, chamada oligodendrócito, com os canabinoides. O oligodendrócito é responsável por produzir a bainha de mielina, que faz o “encapamento” dos axônios, que são o meio de comunicação entre os neurônios. “Para o neurônio conseguir conversar com outro por meio de impulsos elétricos, ele precisa de um encapamento no fio, vamos assim dizer”, explica o estudioso, comparando com os fios de um poste de energia elétrica.

Falhas nas células da glia podem causar doenças. “A bainha de mielina é destruída, por exemplo, na esclerose múltipla, eventualmente até na doença de Alzheimer. Então, a bainha de mielina é bastante importante para que o neurônio funcione. A gente sempre teve uma visão muito neurocêntrica, ou seja, muito da importância do neurônio no cérebro, mas ele não vai funcionar bem se as células acessórias dele também não funcionarem, como é o caso do oligodendrócito”, acrescenta Martins-de-Souza.

Com a análise in vitro, os pesquisadores viram que os canabinoides promovem a proliferação dos oligodendrócitos. “Todas as eventuais doenças que têm perda de oligodendrócitos poderiam se beneficiar”, afirma o especialista. Ele destaca que estudos com animais e humanos devem confirmar esses dados. A pesquisa também mostrou que, com os canabinoides, os oligodendrócitos amadurecem melhor. “Isso abre novas avenidas pra gente investigar potenciais tratamentos de doenças.”

Depressão e esquizofrenia são outras doenças que podem se beneficiar dessa descoberta.

O que são canabinoides

Além do canabinoide extraído de plantas do gênero cannabis, o canabidiol, o próprio organismo humano produz a substância, chamada endocanabinoide. “Foi descoberto que os compostos da cannabis se ligam a receptores no cérebro, que passaram a ser conhecidos como receptores canabinoides. O que a gente descobriu a posteriori é que o nosso organismo produz substâncias que interagem com esses mesmos receptores. Tudo isso é chamado de canabinoide”, explica o pesquisador.

O estudo, portanto, utilizou tanto compostos extraídos de plantas do gênero cannabis, como o canabidiol, o endocanabinoide, quanto sintéticos.

 

 

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Em visita à Amazon, governador assegura mais apoio a operadores logísticos

Ibaneis Rocha conheceu o Centro de Distribuição da empresa norte-americana e anunciou assinatura de decreto para facilitar ainda mais o trabalho de outros grupos que queiram se instalar no DF

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Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

 

O governador Ibaneis Rocha visitou, nesta quinta-feira (26), o Centro de Distribuição da Amazon no Distrito Federal, localizado em Santa Maria. O encontro com funcionários da empresa norte-americana e gestores do governo serviu para tratar sobre infraestrutura, tributação e a presença da Amazon no Brasil e no DF.

GDF vai assinar um decreto para facilitar ainda mais o trabalho de operadores logísticos que queiram se instalar no Distrito Federal

Na ocasião, Ibaneis Rocha conheceu cada detalhe da operação e se reuniu com diretores da empresa. Na reunião ficou definido que o GDF vai assinar um decreto para facilitar ainda mais o trabalho de operadores logísticos que queiram se instalar no Distrito Federal. O texto está sendo alinhado com o secretário de Economia, Itamar Feitosa, que também participou do encontro, bem como com os secretários de Governo, José Humberto Pires, e de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira.

 

“O Distrito Federal tem esse sinal importante. A cidade foi criada a partir do pensamento de Juscelino Kubitschek de ser um grande ponto de interligação do Brasil. Os operadores logísticos vêm para cá no sentido de integração. Nós temos facilidade de distribuição, tanto para o Centro-Oeste como para o Norte e o Nordeste, e a empresa vem só crescendo aqui. Temos dado incentivos às empresas, é um ramo que emprega bastante. E fiquei satisfeito de ver a operação, a organização e o nível de tecnologia desse centro de distribuição”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

 

A vinda da Amazon amplia a presença do Distrito Federal como centro logístico nacional, já que a capital tem o único aeroporto brasileiro com duas pistas em operação simultânea, ligado a todas as capitais do país – além de excelente malha rodoviária, mão de obra capacitada e competitividade fiscal.

 

“É muito importante termos empresas como a Amazon e outras de logística aqui no Distrito Federal. Estamos no centro do país, então temos essa capacidade maior de distribuição. Elas geram emprego e renda para famílias do DF e do entorno, e, com a intenção da Amazon de se expandir, mais empregos podem ser gerados e o serviço ampliado para os clientes ”, acrescenta o secretário de Desenvolvimento Econômico.

A Amazon tem 12 centros de distribuição no Brasil. Na capital, iniciou a operação em outubro de 2020, gerando mais de 200 empregos. Segundo a empresa, são feitas 15 mil entregas diariamente no DF.

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Lei muda orientação por cores em hospitais para atender daltônicos

Medida publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial determina que alas e pulseiras sejam adaptadas para portadores do distúrbio da visão

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Agência Brasília* | Edição: Claudio Fernandes

 

As unidades das redes pública e privada de saúde deverão alterar parcialmente seus sistemas de direcionamento por cores para atender portadoras de daltonismo. É o que determina a Lei nº 7.144, publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

“Tudo que a gente puder fazer para facilitar a vida das pessoas que tenham quaisquer restrições, faremos. Quanto mais acessível o sistema de saúde estiver, mais inclusivo ele é”Pedro Zancanaro, secretário adjunto de Assistência à Saúde

De acordo com a medida, as unidades de saúde devem adaptar os sistemas de orientação por cores de modo a incluir alguma sinalização numérica ou por outro tipo de código. Assim, as pulseiras de classificação de risco e as alas de atendimento, por exemplo, terão de conter algo além da cor. Isso porque quem é daltônico tem dificuldade de diferenciar certas cores, sobretudo os tons verde e vermelho.

O secretário adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro, afirma que a Secretaria de Saúde estudará medidas para facilitar a visualização dos pacientes com daltonismo. O gestor destacou que a lei representa uma “medida de acessibilidade”. “Tudo que a gente puder fazer para facilitar a vida das pessoas que tenham quaisquer restrições, faremos. Quanto mais acessível o sistema de saúde estiver, mais inclusivo ele é”, pontuou Zancanaro.

O daltonismo é uma denominação popular para discromatopsia ou discromopsia. Trata-se de distúrbio de visão caracterizada pela ausência total ou parcial de células do tipo cones na retina. A condição é hereditária e genética. Geralmente, a pessoa aprende a conviver com o problema, como cita o secretário adjunto. “Um exemplo clássico que mostra essa adaptação dos daltônicos é eles entenderem os semáforos do trânsito”, conclui.

*Com informações da Secretaria de Saúde

 

 

 

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